Conexão com o centro da Galáxia - 3ª parte

quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

Saudações Ventanias;

O tema Hunab Ku é interessante porque é um mito das origens. Aqui começa o primeiro ponto a ser bem trabalhado na nossa

abordagem do tema, para que tal abordagem não seja limitada, obliterada e até falseada pelos paradigmas ainda dominantes de

nossa cultura. Os mitos de origem que temos falam de um deus criador, que não tem começo e que cria tudo e todos e ao criar o ser

humano o faz senhor de toda criação, depois começa a escolher um tipo de humano contra outro (povo eleito), depois favorece o

povo eleito no deserto e a religião dominante foi difundida em um clima de total intolerância com morte e destruição para todos

que dela discordavam. Temos uma religião dominante que vem de um deus do deserto, interessante este dado pois como deus do

deserto ele está dissociado da vida e da natureza e onde quer que a religião do deus do deserto exista há sempre uma degradação

absurda da vida.

Hunab Ku não é um Deus criador nos mitos originais, ele é a Fonte. A Fonte é de onde tudo emana, mas a fonte em si não cria.

Quando Hunab Ku toma a lama (terra e água) e cria os seres originais estamos lendo de novo um mito recorrente em vários povos,

um momento em que as forças criadoras emanadas de Hunab Ku, seu sonhar podemos dizer, unem elementos criando vida que

além de ser a expressão da Fonte pode se tornar auto-consciente. Ir além dos conceitos limitados de Deus é fundamental na

compreensão do Xamanismo Guerreiro que aqui estudamos e na compreensão da forma de sentir e pensar o mundo destes povos

ancestrais. Estamos presos ao arquétipo do Deus judaico cristão que é "pai", "pastor", que é antropomorfizado, pois tem

"vontade", "ouve os fiéis", "castiga os infiéis" e por aí vai. A busca desse tipo de Deus é bem estudada pela psicanálise quando se

refere ao "pai psicológico". Toda criança tem sempre um adulto por perto, isso cria a ilusão que sempre haverá alguém para

"salvar do perigo", "eliminar o desconforto".

A vida revela que na realidade não temos isso, estamos expostos a uma realidade predadora que não tem por que nos proteger.

Assim a tremenda carência que surge é superada por poucos, a grande maioria recorre ao sucedâneo de um "pai psicológico" e/ou

uma "mãe psicológica", um Deus ou Deusa, um partido político, um messias, enfim, alguém a quem o crente, o (a) seguidor atribui

este papel de "cuidar" dele, esta carência não superada.

Esse verdadeiro deus tribal elevado a categoria do abstrato conceito de Divindade cria problemas demais e faz com que as pessoas

passem a vida dedicando sua energia a algo que é no fundo um conceito, pois o fato Transcendente, a real divindade que este

conceito quer aludir está bem longe do que hoje este conceito representa. No xamanismo a divindade não é feita à imagem e

semelhança do homem e assim o elege para rei da criação, no Xamanismo somos panteístas, vemos a Eternidade manifestar-se em

cada face sua, em cada sinal de vida, na natureza, no sorriso da outra pessoa que conosco interage, no pôr do sol, na chuva e no

vento forte. Mas sabemos que há algo além, um algo que é tão tremendo e transcendente que mal aludimos ao mesmo, para não

falsear com palavras. Mas existe, está lá, pronto para ser contatado, é uma consciência da Eternidade, sempre ali, sempre

mudando, a qual podemos acenar através de atos impecáveis e restabelecer nosso elo de conexão com a Totalidade.

Até hoje só conheci duas palavras que não falseiam esta realidade além das realidades, essa fonte das fontes:

Tao e Intento.

Bem... aí a pergunta 1... falou-se aqui de Hunab-Ku ser a primeira constelação de certo ciclo do universo que duraria 26.000

anos... o texto refere-se ao mesmo como um deus... alguém poderia dar uma ajuda neste ponto?

A maior parte dos mitos antropomorfiza o que em leituras mais esotéricas vamos reconhecer como princípios. Um mito do passado

hoje descrito por "pesquisadores" está para a realidade do mito vivo e presente na sua cultura de origem como uma foto em PB está

para uma pessoa viva e atuante. Alude, diz que existe, mostra até alguns contornos, mas só, nada mais. Quando falamos que Hunab

Ku gerou o primeiro homem e a primeira mulher do barro é uma forma de falar que das emanações dessa fonte vieram as forças

que levaram a energia e a consciência a se organizarem em sintonia com a força da vida até surgir o que chamamos vida humana. E

os mitos Maias são conscientes dos ciclos, pois só esta civilização dominante que nega os ciclos, para tentar criar sua própria

continuidade, todos os povos anteriores sabiam que tudo era cíclico, não se refugiavam em teorias que não funcionavam. É

interessante e seria cômico se não fossem trágicos os efeitos, ver esta civilização dominante se dizer racional e mais evoluída, mais

"instruída" e "prática". Hoje dentro de uma "universidade", centro pensante oficial do mundo oficial, se investiga a natureza da

matéria, os genes, a mente, o espaço distante, mas a verdade é que ainda "é mais difícil quebrar um preconceito que o núcleo do

átomo". Os povos ancestrais tinham um conhecimento muito prático da realidade e os calendários Maias e de outros povos devem

ser vistos assim. Cada criação de vida, cada reino, cada filo que surge, cada família, cada gênero, cada espécie é um momento de

criação, de algo novo que surge entre a interação constante da consciência com a força vital. Os (as) xamãs se interessam em

observar atentamente a vida e suas manifestações. A consciência é algo real e sensível, como o Tempo e o Espaço, para os (as)

xamãs. Interagindo com a força vital surgem formas de vida que até então não existiam. Em nossa época isso é mais raro, os grupos

que destroem formas de vida, que extinguem espécies, estes têm mais poder sobre a consciência coletiva.

Minha questão 2 vai sobre o que se disse aqui "Sexto Sol"... isso propõe outros 5... é a determinação de uma "era"? Dura ela 26.000

anos?? Eis outra questão...

Essa coisa de 26.000 anos é muito, muito relativa e não pode ser pensada em termos de anos lineares, é só um jeito de falar de

coisas que são muito complexas. O jeito de medir o tempo dessa era é por voltas da Terra ao redor do Sol. Cada volta completa é

um ano, o detalhe é que cada Kin é um período que vai do nascer ao pôr do Sol, assim sendo cada Kin é único em si e também tem

um padrão que se repete. Quando lidamos com calendários como o dos maias, vamos ter em cada dia um tom dominante, uma

força regente e por aí vai, tudo vai estar ligado a uma busca de saber quais são os tipos de energia que nos chegam e como melhor

aproveitá-los. A organização de um povo assim é completamente diferente dessa organização ainda resultante da era industrial que

temos em nossos cidades. Levantamos mais ou menos na mesma hora, comemos na mesma hora, dormimos na mesma hora, tudo

para fazer valer os princípios organizacionais que pretendiam servir a Era Industrial. Fomos padronizados. Para uma abordagem

pelos calendários mágicos dos antigos nossa relação com o tempo seria outra. Mas o fato é que estamos aqui, nesta Era

pós-industrial ainda sob paradigmas que sabemos ineficientes, que sabemos conduzir a degradação da vida em todas suas formas,

mas que ainda servimos.

Os maias marcaram 20 signos e 13 vibrações. Por que 20? Será porque contavam os dedos dos pés e das mãos? Nós só contamos das

mãos e temos 10 como base. Já o 13 é um número mais complexo, primo, não se apresenta facilmente, mas o calendário lunar tem

no 13 sua marca, são 13 luas um "ciclo lunar completo". As pessoas ficam criando "cabalas" com esses números mas eles são o que

são, marcos, medidores, revelam ciclos objetivos, de energia.

Como estariam nossas Artes e Ciências se fosse a compreensão matemática dos Maias e não a dos helenos que tivesse sido usada

como base? Os maias sabiam marcar o tempo como sabemos marcar num mapa um caminho a percorrer. Eles deixaram um rota,

uma rota de tempo para nos conectarmos a fim de escaparmos da escravidão. Tempo é uma coisa que foi muito deturpada em

nossas habilidades perceptivas. O tempo linear no qual somos forçados a acreditar é totalmente ilusório, embora dentro dele a

mandíbula das horas nos cerceie como uma armadilha para ursos. Mas a mudança de sincronização com o Tempo, que tem relação

com conectar-se a Hunab Ku, à Fonte, isto pode ser feito como forma de nos libertarmos da condição de escravos na qual fomos

colocados, podemos nos libertar percebendo que a percepção é a chave.

Assim um kin em 787 a.c. Séc X e 1976 são tempos muito diferentes. Em 1976 o Tonal dos tempos, a forma fundamental da

realidade era similar a nossa, já no século X estávamos em outro tonal dos tempos, ali, sem muito trabalho, poderia entrar numa

névoa e sair num mundo paralelo, já no ano 787 a.c. dependendo da área do mundo que estivesse estaria entre os reis sacerdotes,

as rainhas magistas que sabiam ser condors e serpentes, que sabiam ir e vir entre os mundos, poderia estar entre uma das tribos

que estava ali começando sua jornada a outros mundos, sabendo que a conexão com Hunab Ku estava frágil demais para lidar com

os Conquistadores que em alguns katuns chegariam.

O desaparecimento "misterioso" dos Maias está muito mais ligado a sua migração consciente para outras realidades, já que

estavam cientes dos perigos que se aproximavam. O fato que suas cidades, seus livros de pedras, deixados para serem lidos por um

futuro então distante, hoje presente, o fato que essas cidades foram depois ocupadas por outros povos faz com que muitos queiram

ter "descoberto" nos achados dos restos, desses povos ocupando os locais, pistas do "fim dos maias". Aconteceu uma mudança na

realidade, como a primavera prenuncia à fartura do verão, que tempos de escassez se fazem visíveis no horizonte, e assim quem

sabia foi, quem entendeu migrou e quando veio a destruição puderam escapar.

Foi um ciclo, esse ciclo se encerra em algum momento de 2012, o momento exato é fruto de cálculos muito sutis, ainda sendo

determinados, porque o tempo flui "aparentemente" de forma uniforme, mas tem dia que passa mais depressa, tem dia que passa

mais devagar, tem dia que tem mais tempo nele, tem dia que tem menos tempo nele. Tudo isso interfere até o momento cósmico no

qual o sistema solar vai entrar noutro feixe de vibrações oriundas de Hunab Ku.

O que os (as) xamãs perceberam é que tudo está em sintonia com tudo, algo que nossos cientistas mais arrojados tem percebido

também, estamos dentro de sistemas que se inserem em sistemas mais amplos e temos uma teia de interconexões inenarrável em

sua complexidade. Fazemos parte disso, portanto temos que saber que cada rito que os ancestrais criaram, cada momento do

xamanismo é um processo complexo, relacionado com o Todo. Acessar o animal de poder, aprender um caminho de trabalho

mágico, tudo isto faz parte de restabelecer conexões muito complexas com a Totalidade. Os Maias sabiam que tem Kin (período do

nascer ao por do sol) que tem níveis e tipos de tempo diferentes de outros. Tem Kins que são portões, tem kins que são dias em que

certos tipos de emanações chegam na Terra e em certas regiões da Terra que mexem com o tempo de forma muito própria. O poder

de um Kin no qual ocorre um solstício ou um equinócio é diferente de um outro kin, assim cada kin tem sua vibração própria, tem

sua "onda" e sua harmônica" que são palavras que aludem a estados diferentes de diferentes energias em momentos planetários

diferentes.

Vou parar esse mail por aqui que tá armando a maior tempestade, vem vindo forte, nuvens cinzas e vento de noroeste, ainda tá sol

aqui onde estou, mas vejo as nuvens cinzas chegando, fortes.

Voltando agora depois da Tempestade.

O que seria um erro agora seria virarmos "maistas", isto é, seguidores dos maias. Temos que recuperar o paradigma maia, este é

interessante, esse calendário lunar que trabalha sincronicamente com pulsos da vida, da vida telúrica e da vida emanada de Hunab

Ku. Mas os Maias vieram e tiveram seu tempo, deixaram seus relatos e sinais como um farol, para que escapemos dos rochedos e

voltemos a navegar no vasto mar escuro da consciência e não apenas nos laguinhos perceptivos precários que nos prenderam.

Agora vai quanto ao sonho de mil gatos... (3) Teria esta história toda a ver com os 144 mil ditos por Crowley? E com os veneráveis

da Blavatsky?

A idéia dos 144 mil está em vários tipos diferentes de tradição, 144, 144 mil, tem várias idéias sobre esse número, o "numero de

eleitos" ou algo assim. Não creio que seja um número exato, creio que é aproximado e é uma noção de algo. Precisamos atingir

certa massa crítica, temos que conseguir gerar um padrão de consciência coletiva que vibre em tal freqüência, que nos coloque em

sintonia com Hunab Ku. Tem gente que vale por dois, tem dois que não vale um , em termos de consciência esse número 144 deve

ser a somatória de seres com um nível desperto no mínimo, cujo poder de sonho pode ajudar a humanidade a sair desse pesadelo

onde está presa e ir para um outro sonho.

Existe um exemplo, podemos dizer que Hunab Ku vai soltar uns tentáculos, uns tubos em direção a Eternidade, estamos no

caminho desses tubos, mas temos que criar um lugar para esse tubo se fixar, criar uma "rugosidade" no tecido da realidade, que

está liso e sem um lugar onde o filamento enviado por Hunab Ku possa se enganchar. Temos que mudar nossa compreensão do

espaço, existem modelos da astronomia contemporânea que podem nos ser úteis, como aqueles que comparam o universo a um

vasto colchão d’água e os planetas e astros em geral são bolas que curvam esse espaço da superfície do colchão, criando curvaturas

dimensionais. Podemos dizer que os fluxos que queremos conectar em Hunab Ku vão passar a certa distância de nossa posição,

mas se "curvarmos" o espaço e o tempo de forma suficiente esses fluxos virão fluindo até onde estamos.

A "AMORC" (prefiro chamar de "R+" dá menos trabalho...) fechará suas portas em 2012 tb... Tem algo a ver? Em sumo a pergunta

seria: Até onde isto para no Xamanismo e até onde outros grupos "detectaram" isto espontaneamente e até onde outros grupos

souberam disto por estudos e têm planos para tal??

Se tu estudas os movimentos do sol e dos planetas vai perceber as mesmas coisas que outros que fazem o mesmo estudo,

independente do nome que de ao sol e aos planetas. Da mesma forma grupos diversos herdeiros de tradições ancestrais sabem

quando algo realmente importante vai acontecer no planeta e se preparam para isso.

As idéias que quero tirar da ultima pergunta são duas:


1 - O que há "por trás da gramática"?

Isso foi um koan?

2 - Possíveis grupos "misticos" (guiados por entes ou não) agindo contra a reconexão.

"Qualquer um que não foi libertado da Matrix é um agente em potencial " - Morpheus.

Eu, Nuvem que passa falei, passo o bastão para que o assunto prossiga, enquanto com meu cocar espero nova mensagem.

Data: Seg Jan 8, 2001 11:53 pm

Assunto: Re: [ventania] Hunab Ku, Sexto Sol, "144" mil gatos

14 comentários:

disse...

Olá,

leitora assídua do Via Tarot...adorei o que Vc escreveu sobre o Mago...excelente!

Um Abraço

Fernando A. disse...

Oi, Bê!

Fico feliz que possamos estar estabelecendo novas conexões, cruzando caminhos, integrando conhecimentos, pois esta é a proposta do Via Tarot e tb do "Pistas". Que possamos gerar uma massa crítica de consciência que nos ajude a transformar a nós mesmos e ao planeta.

Abraços,

F.A.

Rafael F.C. disse...

Sendo sincero...

Com o fim da tempestade, compreendi poucas partes do que foi dito...

Ainda desconheço os mil gatos, e os 144 mil ditos...
Mas sei que Helena e Aleister são grandes ocultistas assim como G.
Adentrando nesta área, eu só conheci um pouco de Papus e seu tratado.

Como disse Dion Fortune, em auto-defesa psíquica.. quando conheci este "mundo" ocultista, fui exatamente como uma criança em sua primeira vez a praia..

Tudo era novidade, acabei tão envolvido, que logo depois cheguei a exaustão e passei mal..

Foi como exagerar em uma comida nova, a qual não digeri direito e depois me afastei rsrs

Ainda continuo meio afastado deste "mundo"..

Agradeço

Fernando A. disse...

Oi, Rafa!

É difícil compreender mesmo, até porque a mensagem estava inserida no contexto dinâmico de uma lista de discussão, mas é importante ter esse seu feedback, pois esses textos do Nuvem devem virar livro.

O sonho dos mil gatos é uma história do Sandman, personagem criado por Neil Gaiman, vale a pena conhecer. Ao lê-la vc vai compreender a importância de um número determinado de pessoas estarem sonhando um mesmo sonho ou projeto.

144, 144 mil é um número símbólico que existe no Apocalipse de São João, também fala, da maneira que lhe é própria, de um número x de pessoas que ao intentarem um novo sonho são capazes de provocar mudanças na percepção da realidade.

Há muitas pistas, não se confunda, todas elas levam a um só lugar(ou a nenhum): você mesmo.

Compreender algo demanda tempo, energia, paciência pois é um processo corporal, mais do que mental.

No intento,

F.

CHÎNÅ .3Ө disse...

Serão mais do que 144 mil acordados.

E sobre a questão dos desaparecimento dos maias, nao seria o que hoje chamam de arrebatamento?!?

É maravilhoso filtrar a informação, navegar por mares caóticos, e ver que estamos realmente Todos interligados.

Sinto que não só os mil gatos vão sonhar, mas o cães e os ratos também...

Grande abraço!

F.A. disse...

Hehehe...todos os bichos vão sonhar, China! É isso que eu chamo de "zoonirismo".

ABraços,

No intento,

F.A.

Daniel disse...

Sobre os 144mil, sugiro a seguinte interpretação:

Chakra Pétalas
Coronário 1.000 pétalas
Frontal 96 pétalas
Laríngeo 16 pétalas
Cardíaco 12 pétalas
Plexo solar 10 pétalas
Sacro 6 pétalas
Básico 4 pétalas

(96+16+12+10+6+4)*1.000=144mil

Daniel disse...

Fernando A., em out08 você escreveu: "pois esses textos do Nuvem devem virar livro.". Como está este projeto? Já se realizou? Está a se realizar? Mande informações. Agradeço.

Fernando Augusto disse...

Oi, Daniel!

Preciso organizar os textos em formato de livro e levantar custos para a impressão. Depois disso tenho que ver a questão financeira. Preciso naturalmente de ajuda nesse sentido, pois estou só nessa empreitada. Toda a ajuda será bem-vinda ;-)

No intento,

F.A.

Daniel disse...

Olá Fernando. Conte comigo sim, quero ver os textos do Nuvem publicados, com certeza!

Strix disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Daniel disse...

Fernando, voltando ao assunto do livro, conheço uma entidade sem fins lucrativos (com sede em Porto Alegre) que trabalha com a publicação e disseminação de livros esotéricos. Se te interessar, posso tentar ver com eles como fazer para editar o livro do Nuvem através deles. Abraço.

Fernando Augusto disse...

Beleza, Daniel!

Estou planejando o seguinte:

1 - Vou postar os textos do Nuvem na ordem que acredito ser a melhor. Vou usar um blog exclusivo para isto.

2 - Precisamos de alguém para diagramar o livro, alguém que tenha habilidade com o Indesign.

3 - fechar com a editora o lançamento do livro.

É isto. Aceito sugestões e críticas.

No intento,

F.A.

Fernando Augusto disse...

Eis meu mail:

fernandoviatarot@gmail.com