Sobre o 2º vetor resultante das regras de espreita

quarta-feira, 22 de julho de 2015


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Um garotinho bateu a porta do paraíso e quando São Pedro chegou, ele pediu permissão para entrar. São Pedro disse-lhe para esperar um pouco, enquanto ia consultar Deus. Enquanto esperava, o menino olhou em volta, para a ampla paisagem que o rodeava. Como era fim de outono, as árvores estavam cobertas com folhas douradas, avermelhadas, alaranjadas e verdes. Até onde o olhar podia alcançar, havia árvores fulgurantes, umas atrás das outras, colinas e colinas de beleza flamejante.

São Pedro então retomou. - Eu tenho a resposta de Deus. Você vê todas aquelas árvores? - e mostrou com a mão 360 graus no horizonte. O garotinho respondeu: - Sim. Pedro continuou: - Deus disse que, quando as folhas tiverem caído dessas árvores tantas vezes quanto há folhas nas árvores, você poderá entrar no paraíso. O garotinho sentou-se sem pressa e, olhando para São Pedro, disse-lhe: -Por favor, diga a Deus que a primeira folha já caiu.

* Extraído do livro A prática do Zen de Albert Low
"...os espreitadores aprendem a ter uma paciência sem fim. Os espreitadores nunca têm pressa; nunca se afligem" - Carlos Castaneda.

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