Jordan Maxwell e o Projeto Camelot: atualização - 6ª parte

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

Essa entrevista é muito interessante. Pela primeira vez vejo alguém dizer o óbvio! Mas aqui o óbvio só não o é, para a maioria das pessoas, devido a programação mental que a interpretação da palavra deus adquiriu em nossa cultura.

Cultura é uma outra palavra muito interessante que ilustra isso, pois ela pode ser abordada do ponto de vista antropologico, agrícola ou biológico. Do ponto de vista dos "deuses (ou elohim)", tomando deuses como uma metáfora para uma raça superior a nossa, nós somos sua cultura, biologicamente falando, ou seja, como bactérias ou espécies geneticamene projetadas. Voltando a palavra deus, em Gênesis 3 está escrito:

22 Então disse o Senhor Deus: Eis que o homem se tem tornado como um de nós...

Pergunta: Nós? Nós quem?

Este "nós" solapa o fundamento monoteísta de três grande religiões: judaísmo, cristianismo e islamismo.

E em Gênesis 18 esse mesmo senhor aparece, junto com mais dois homens, e comem uma farta refeição: carne de bezerro, leite e pão. É isso mesmo, o Senhor Deus come, bebe e anda na companhhia de mais dois que vão depois dar um passeio até Sodoma e Gomorra. Quem é este pessoal? Quem são de fato esses caras?

Vale a pena ler a Bíblia, essas passagens em particular, para que de uma leitura direta nasça um entendimento não turvado pela interpretação oficial. Deus ou deuses não é aquilo que fizeram você pensar que é, segundo a Bíblia.

As outras partes da entrevista estão AQUI!

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