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segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

Será que já não sabemos tudo o que precisamos para mudar as nossas vidas? Será que a nossa ânsia por novidades, conhecimentos, mestres, gurus é uma forma disfarçada de fuga do compromisso com a nossa própria mudança interior? Talvez não precisemos saber mais nada, a não ser sobre nós mesmos, já que poucos se sabem, talvez precisemos usar aquilo que sabemos, de uma forma simples e eficaz, sem ficar enrolando com mais e mais informação. Então é isso.

Sinto muito, me perdoe, eu te amo, sou infinitamente grato.

6 comentários:

infinitoaldoluiz disse...

Caro Fernando, nossa essência é divina e perfeita. Se limparmos essas programações, verdadeiros contratos que nos obrigam a assinar com repetentes memórias ancestrais de invalidação dessa verdade sobre nossa perfeição, todas as mazelas desaparecem "como mágica". Quando estamos alinhados com a divindade no zero, absolutamente pacífico, tudo flui em perfeição para o nosso bem e o bem de todos. Não há o que "evoluir", há que limpar esta vidraça emlixarada que nos impede milenarmente de VER esta verdade.É como nos carros atuais, o vidro é tão negro e opaco que não podemos ver o que está dentro.
Sou grato, te amo.

Fernando Augusto disse...

Oi, meu querido Aldo!

A palavra e a idéia de evoluir contida em algumas doutrinas religiosas pode ser uma armadilha perigosa por contradizer a noção que me parece e é mais natural:

o reino de deus está dentro de nós.

Tantas palavras, tantas idéias, tantas religiões, tantas igrejas quando de fato o necessário é apenas uma limpeza, uma faxina, um aprofundamento do silêncio interior para aquilo que somos resplandeça, mas algo em nós, e que é estranho a nós, parece ter medo, como diz o poeta:

"Tenho anelado escapar do cinismo da mentira gasta e do grito contínuo do velho terror que se torna mais terrível a medida que o dia avança e desagua dentro do mar profundo.

Tenho anelado ir-me porém tenho medo de que um pedaço de existência ainda intacto, possa explodir ao sair da velha mentira
e, explodindo no ar, me deixasse meio cego, queimando-se na terra.

Tenho anelado ir-me porém tenho medo..."

Dylan Thomas

Sigamos, sem medo, ou a despeito dele.

Eu te amo, sou grato!

F.A.

Fernando Augusto disse...

obs: estou lendo os dois livros, acabando o Andando sobre as Águas e iniciando o Cobalto. Gostei muito da idéia do diário como forma de desenvolver a história.

Decat disse...

Agir, Aqui e Agora.

Observar.

Observar.

e Observar.

Desapegar.

Agir com intento.

Vontade!

Vontade com Amor!

que mais?

Eis todo o conhecimento!

O resto serve pra entender pq nao conseguimos agir, desapegar, observar e controlar exatamente o que desejamos, pq Vontade mesmo vem com o Amor, quando aprendemos a aceitar o pequeno e o grande se abre diante de nós!

Decat disse...

Agir, Aqui e Agora.

Observar.

Observar.

e Observar.

Desapegar.

Agir com intento.

Vontade!

Vontade com Amor!

que mais?

Eis todo o conhecimento!

O resto serve pra entender pq nao conseguimos agir, desapegar, observar e controlar exatamente o que desejamos, pq Vontade mesmo vem com o Amor, quando aprendemos a aceitar o pequeno e o grande se abre diante de nós!

infinitoaldoluiz disse...

Fernando, descobri que o maior medo é o medo dos dominadores que "morrem" de medo que descubramos que somos divinos e perfeitos e que não precisamos evoluir nem sentir medo. Apenas ser resplandescente no amor incondicional onde tudo flui para o nosso bem e o de todos. A idéia do carro de vidros escuros é o próprio medo, não deixa ver o que está dentro e vê muito mal o que está fora. Enaltece assim a nefasta perene vibração do medo, alimento primordial do dominador.
Te amo, sou grato.
P.S. toda vez que sinto medo já sei que não sou eu, é uma memória a ser limpa imediatamente...