Efeitos adversos da vacina H1N1 e adulteração das estatísticas

quinta-feira, 3 de junho de 2010

VACINAS: ESTATÍSTICAS SÃO TOTALMENTE ADULTERADAS


"E isso não é difícil comprovar, quem tem médicos nas relações ou na família pergunte a ele o que ele acha. Tenho dois na família, o marido da minha filha e o noivo da minha sobrinha e o conselho de ambos é não por todas as razões aí expostas".

por José Ortiz Camargo Neto,

jornalista científico

As estatísticas sobre danos causados por vacinas (ao menos no Brasil) simplesmente não existem, nem podem existir! Elas não são feitas, porque as reações adversas não estão previstas no CID – Código Internacional de Doenças. Em outras palavras, ninguém pode quantificar e qualificar ao certo as reações e danos iatrogênicos causados pelas campanhas de vacinação em massa no país; portanto, são absolutamente falsas todas as informações oficiais referentes a esse assunto.

Em visitas a hospitais, conversando com médicos da cidade de São Paulo, informaram que cada um está recebendo por dia, em média, a cada 6 horas de trabalho, cerca de 20 pacientes que se queixam de efeitos adversos causados pela vacina contra gripe suína. “Se ficássemos o dia todo atendendo, cada médico chegaria a atender 80, 100 pessoas diariamente”, declarou um desses profissionais.

Multiplicando- se esse número pelo total de médicos que atendem nos hospitais (municipais, estaduais, pelo SUS) pode-se ter uma ideia do quadro assustador de queixas de pessoas prejudicadas pela vacinação na cidade de S. Paulo e no próprio país.

As queixas mais comuns feitas aos clínicos gerais são dos seguintes sintomas por vezes persistentes:

1) Adultos: dores de cabeça intensas, dores musculares e articulares por todo o corpo, mal-estar geral, tosse seca persistente, falta de apetite, febre alta, indisposição geral, diarréia, cansaço e falta de ar, fraqueza muscular nas pernas. Os pacientes relatam que antes de tomarem a vacina H1N1 estavam bem de saúde. As queixas ocorrem dentro da primeira semana pós-vacinação, principalmente até o 2º ou 3º dia seguinte à inoculação da vacina. Outros sintomas relatados: coceira pelo corpo todo durante 24 horas, edemas, inchaço facial, labial e ocular, olhos irritados, edema ocular, manchas marrons na pele do antebraço do mesmo braço em que foi inoculada a vacina; muita dor nesse braço; alguns por causa disso não conseguem trabalhar. Há muitas pessoas que já estão há cerca de um mês com tosse seca persistente, iniciada logo após tomar a vacina. “Os exames de Raio X não acusam nada, mas a tosse não passa”, declarou um dos médicos.

2) Crianças: Os pediatras estão impressionados com o número muito maior de crianças que têm sido levadas aos hospitais (em comparação ao mesmo período de anos anteriores), com quadro gripal persistente, iniciado após a vacinação (dentro de trinta dias as crianças não melhoram, apesar das medicações, ficam indo e voltando ao Pronto Socorro); eles registraram casos e mais casos de crianças irritadas e com o corpo dolorido dentro da primeira semana pós-vacinação, com febres altíssimas e convulsões.

Ao mesmo tempo, há perda de apetite, recusa ao alimento, com consequente perda de peso. Houve grande aumento do número de casos de tosse, rouquidão, diarréia persistente, iniciados após a inoculação da vacina; bronquites, bronquiolites (que atingem crianças com idade entre 3 e 8 meses), rinites, faringites e laringites. Outras mães referiram ao pediatra que seus filhos (crianças entre 1 ano e 2 meses a 1 ano e 8 meses) perderam as forças nas perninhas e começaram a cair enquanto brincavam, “como se as perninhas desabassem”. (Não podemos esquecer que muitas vacinas atacam o sistema neurológico, podendo inclusive causar a Síndrome de Guillain- Barré – que causa paralisia, em casos mais graves, insuficiência respiratória e pode levar à morte – isso é reconhecido oficialmente, dentro da medicina). Algumas crianças, após ser vacinadas, apresentaram bolhas pelo corpo todo, dentro da primeira semana pós-vacinação; levadas ao dermatólogo este constatou que seriam reações à vacina.

Os pediatras notaram um número muito maior de casos de doenças nas primeiras semanas de abril (em comparação ao mesmo período de anos anteriores), coincidindo a data de vacinação de crianças entre 6 meses e dois anos com maior procura do P.S. por casos de gripe, rinites, bronquiolites, faringites, laringites e pneumonia. Os Pronto Socorros e hospitais ficaram abarrotados com grande número de internações dessas crianças.

Adultos e crianças que já estavam com um quadro gripal, desenvolveram pneumonia dentro de 8 dias após receberem a vacina contra gripe suína e tiveram de ser internados (hospitalizados) .

Apesar de todas essas centenas ou milhares de fatos diários, se alguém for procurar nas estatísticas oficiais quais danos as vacinas causam, não encontrará quase nada! Isso porque as estatísticas sobre prejuízos causados pelas vacinas simplesmente não existem! Elas não são feitas, porque as reações não estão previstas no CID – Código Internacional de Doenças. O CID é um número dado à doença para permitir a estatística computadorizada. Cada médico tem de preencher o nº do CID para cada paciente. As fichas recolhidas em cada hospital ou posto de saúde são enviadas para a Secretaria de Saúde do Estado, Ministério da Saúde e a própria OMS – Organização Mundial da Saúde., para fins de estatísticas estaduais, nacionais e mundiais. Como não existe um número do CID para doenças causadas pelas vacinas, os médicos são obrigados a preencher a ficha com outros códigos. Eles estão colocando os seguintes CIDs para essas reações vacinais: Faringite (J029), Gripe (J11), Tosse (R05), Amigdalite (J039), Diarréia (A09), Pneumonia (J18).

Conseqüência: Estatisticamente, o número dessas doenças vai falsamente aumentar no mundo; a Secretaria de Saúde do Estado, o Ministério da Saúde, a OMS vão achar que está havendo mais faringite, mais gripe, mais tosse, mais amigdalite, mais pneumonia – e vão querer vacinar mais gente ainda, para combater essas moléstias. Ao mesmo tempo, todos vão achar que as vacinas não fazem mal nenhum – só incluindo nas estatísticas os casos notórios, de pessoas que visivelmente morreram ou ficaram paralíticas, ou processaram o governo e os laboratórios.

“Eu escrevo: reação à vacina, mas isso não adianta nada, porque eles não se baseiam no diagnóstico para fins estatísticos, mas no código da doença”, disse um especialista.

Os médicos consultados acham que todos aqueles que estão tendo reações às vacinas deveriam se unir, procurar um advogado e abrir um processo pedindo indenização pelos prejuízos sofridos.

Obs.: As fontes de informação pediram para não ser identificadas, com receio de perder os empregos; no entanto, o próprio leitor pode verificar, nos meios médicos, a veracidade de suas afirmações; está aqui, aliás, uma excelente pauta para pesquisa por outros meios de divulgação.

http://www.stopmedicina.blogspot. com/

8 comentários:

Enilda Dantas disse...

Olá Fernando, eu gostaria colocar esse artigo no meu blog, portanto, pesso que me mande por email.
enilda.dantas@gmail.com
O brigada!


Enilda Dantas

Gilberto Gonçalves disse...

Bela postagem, Fernando!
As informações são esclarecedoras e nos mostram o poder econômico dominando governos e organizações internacionais de saúde... ou de doenças?
A OMS continua alertando que a pandemia não acabou. Absurdo!
E se não acabou há de ser porque as vacinas estão tratando de alimentá-la. Que loucura, as pessoas fazerem fila para tomar vacina, sem nenhum caso da doença comprovado!
Isto é caso de polícia!
Um abraço.
Gilberto.

Fernando Augusto disse...

Oi, Gilberto!

Eis uma boa notícia retirada no portal R7:

Vacinação de crianças de dois a quatro anos fica abaixo de 5%.

A três dias úteis do fim da distribuição de doses da vacina contra a gripe A (H1N1), popular suína, de crianças de dois a quatro anos, na próxima quarta-feira (2), os índices de adesão desses grupos ainda estão baixos. Dados enviados pelas secretarias estaduais e municipais ao Ministério da Saúde indicam que 310 mil crianças nessa faixa etária foram vacinadas desde a última segunda-feira (24), quando começou essa fase da campanha, o que representa 3% do público-alvo.
Veja perguntas e respostas sobre a vacinação

O número pode ser um pouco maior, já que nesse número estão incluídas as doses aplicadas em indígenas e pessoas portadoras de doenças crônicas que tinham entre dois e nove anos de idade e se vacinaram em etapas anteriores. Mesmo assim, o Ministério da Saúde reconhece que o índice de vacinação para essa faixa etária está baixo.

Pessoas de outras faixas etárias que ainda não se vacinaram também poderão tomar a vacina durante esse período. Não haverá uma campanha nacional para que os postos de saúde abram neste fim de semana para a vacinação, então restarão apenas os três dias úteis da semana que vem para que as pessoas se imunizem contra a doença – a distribuição do produto já foi prorrogada algumas vezes e a expectativa é que isso não ocorra novamente.

Inicialmente, as crianças dessa idade não faziam parte da população com direito a receber a vacina grátis em razão de não estarem entre os que apresentavam casos mais graves ou mortes por causa da gripe. No entanto, vacinar os pequenos dessa idade já era uma recomendação da OMS (Organização Mundial da Saúde).

O Ministério da Saúde diz que resolveu mudar a estratégia por ter um estoque estratégico de 10,8 milhões de doses, que foram “reservadas para eventualidades durante a campanha”. Um detalhe importante é que, assim como aconteceu com as crianças de seis meses a dois anos, a dose será dividida em duas. Por isso, 21 dias depois da primeira aplicação, as crianças precisam ser levadas de novo aos postos para tomar a segunda parte da vacina.

Adultos de até 39 anos também registram baixa adesão

Mesmo depois de ser prorrogada mais uma vez, a vacinação de adultos de 30 a 39 anos continua baixa, atingindo um pouco mais de 15,2 milhões de pessoas, número que representa cerca de 50% do público-alvo. O governo espera vacinar pelo menos 80% desta população até 2 de junho.

A baixa adesão ainda também é uma realidade entre as grávidas. Mesmo com vacinas gratuitas à disposição desde 5 de abril, apenas 70% delas se vacinaram, equivalente a pouco mais de 2 milhões de gestantes. Já entre o grupo de jovens de 20 a 29 anos, a meta de 80% foi praticamente alcançada, com a adesão de mais de 27 milhões de pessoas.

Entre todos os grupos de risco que foram vacinados, atingiram a meta do governo os portadores de doenças crônicas (100%, com 20 milhões), trabalhadores de saúde (100%, com 2,8 milhões) e indígenas (mais de 80%, com 461 mil).

emerson disse...

Porque a imprensa brasileira continua a ignorar estes novos acontecimentos que poe por terra a credibilidade da OMS em declarar esta falsa pandemia?

Euronews: [VIDEO] Conselho da Europa: “A pandemia de gripe A nunca existiu”.
http://pt.euronews.net/2010/06/05/gripe-a-novas-acusaces-contra-oms

“A pandemia de gripe A nunca existiu”. Esta é a conclusão do relatório aprovado ontem pela assembleia parlamentar do Conselho da Europa, que acusa a Organização Mundial de Saúde (OMS) de ter “sobrestimado o vírus H1N1”.

A investigação, chefiada pelo deputado britânico Paul Flynn, denuncia o "desperdício de fundos públicos na compra de vacinas" e as "ligações entre os peritos da OMS e os laboratórios farmacêuticos".


BBC: Especialistas em gripe suína da OMS trabalhavam para a indústria farmacêuticas
http://news.bbc.co.uk/1/hi/health/10235558.stm
Traducao: http://www.anovaordemmundial.com/2010/06/bbc-especialistas-em-gripe-suina-da-oms.html


Os principais cientistas por trás dos conselhos da OMS sobre estocar de medicamentos contra a gripe H1N1 tinham vínculos financeiros com empresas fabricantes de tais medicamentos, concluiu uma investigação.

O BMJ - Jornal Britânico de Medicina - diz que os cientistas tinham declarado abertamente esses interesses em outras publicações e ainda assim a OMS não fez qualquer menção sobre estas ligações.

Ministério da saúde disse...

Gilberto,
Até janeiro de 2010, o Brasil teve mais de 27 mil casos de Influenza H1N1. Destes, 1.632 evoluíram para óbito. A pandemia é real e o Ministério da Saúde está cumprindo sua responsabilidade de prevenir a população brasileira do vírus. Mais informações no site www.vacinacaoinfluenza.com.br.

Att,
Ministério da Saúde
fernanda.scavacini@saude.gov.br

Ministério da saúde disse...

Emerson,
A pandemia é real e o Ministério da Saúde está cumprindo com sua responsabilidade de prevenir a população brasileira do vírus. De acordo com o último boletim, divulgado em janeiro de 2010, o Brasil teve mais de 27 mil casos de Influenza H1N1. Destes, 1.632 evoluíram para óbito. Esses números mostram a gravidade da doença no Brasil.

Att,
Ministério da Saúde
fernanda.scavacini@saude.gov.br

Fernando Augusto disse...

O Ministério da Saúde ignora: vacinar faz mal à saúde.

Prova: Polônia

Único país a não se vacinar contra a h1n1.

Resultado: menor índice de mortalidade na UE.

Mais informações aqui:

http://pistasdocaminho.blogspot.com/2010/05/aviao-da-presidencia-da-polonia-abatido.html

F.A.

mana disse...

Tem comentários rolando por ai que falam que é essa a intenção da vacina diminuir a tacha de natalidade no mundo e que essa vacina foi mandada fazer pelas 7 familias mais ricas do mundo
agora vai saber né
eu não tomei e nem o meu filho...