Eu sou Deus.Tu és Deus

segunda-feira, 26 de julho de 2010

Eu afirmo a minha divindade para que tu possas afirmar a tua.

Isso não era necessário.

"Eu e o Pai somos um."

Ou dizer: Eu sou Deus, que diferença há?

Não foi Ele que se definiu como Eu Sou?

Se Ele é, Você também, portanto Somos.

Mas os fariseus de ontem e hoje já não serão mais, mesmo que gritem: louco!

Eles o fazem de dentro do hospício que chamam de igreja, sinagoga, templo, religião.

Simples assim nós abriremos as portas, e se eles tiverem medo de sair nós deixaremos a passagem livre.

Eis o caminho da responsabilidade.

Fernando Augusto

6 comentários:

benjamin disse...

Quer um humilde complemento?

Eu não tenho ainda como dizer Eu sou Deus, porque não uni minha consciência com a Dele.
E a gente é, quando é. Você mesmo me mostrou que ainda não somos.
Fariseus são pequenos tiranos. Sorte nossa.
O hospício está dentro de nós, nossas convicções mal explicadas, obsseções e medo.
A falsa religião só veio ocupar um vácuo que já estava bem formado.
Precisamos abrir nossas portas antes de abrir as dos outros.
Assim imagino o caminho de alguma responsabilidade. O que você acha? Está faltando alguma coisa?

Fernando Augusto disse...

Benjamin,

acho que não há mal em dizer uma aparente mentira quando no fundo ela é uma verdade.

Quando a gente nasce nesse mundão de meu deus a gente tem sempre a impressão que é uma coisa à parte quando é apenas parte da coisa...risos.

Sinto muito, me perdoa, te amo, sou grato.

F.A.

benjamin disse...

Não tinha lido ainda sua resposta na matéria anterior.
Pelo que entendí, estão se estruturando. Mas creio que você têm consições de organizar uma escola de buscadores, de novos guerreiros toltecas, usando esse conhecimento, mesmo que seja de forma "informal".
Talvez seja apenas questão de estruturá-lo pelas práticas e pelas leituras, ver quem está a fim mesmo, elaborar uma espécie de calendário de atividades e práticas, e mandar ver.
Olha, aqui no Daime as pessoas têm muito menos conhecimento, se estruturam e a consciência vêm até nós. Não me pergunte como, mas ela vem, limpa, estrutura e renova.
Creio que vocês têm uma abrangência maior, caso se unam e viabilizem as práticas, podem conseguir mudar muita coisa pelo mundo àfora.
Quem é bem intencionado e procura enxergar as armadilhas, tem em si o suficiente para esse passo. Muita gente vai querer ajudar e ser ajudada, isso te garanto. E é aí que a coisa pega mesmo.
O próprio Daime precisa de gente com uma visão assim, porque também é uma escola que aprende com as próprias experiências e muitas delas já estão gastas.
Bom, só posso desejar boa sorte em tudo o que fizerem dentro das atenções que já estão seguindo.

Aldo Luiz disse...

E isto não é um dogma, é uma verdade a que se chega através da divina revelação inspirada pela limpeza. Os milenares dominadores com seus dogmas proíbem a visão dessa verdade libertadora. Ter consciência do Deus em si é a pratica do amor incondicional do que ele é feito. É a paz do Eu agora sempre e eternamente.
Sinto muito, me perdoe, te amo, sou grato.

benjamin disse...

Ai, Aldo! Depois que vim parar aqui, perdí um pouco da fé que tinha na inteligência superior, que já havia contactado, após muitas e inúmeras limpezas. Acho que me misturo muito com os lugares onde vou, acabo incorporando coisas que são próprias do lugar. De qualquer forma, minha fé precisa de mais experiência concreta, para se articular em paz e sem comodismos do tipo: Deus vai me salvar.
Cheguei à entrar nessa consciência de Deus em si, uma vez apenas, e tudo era tão conectado, tão harmônico, uma vida que é múltipla e é assim mesmo uma vida só, uma consciência que está em tudo, inteligente, benéfica e trabalhadora.
Depois, a gente vai vendo tanta coisa que desmente essa percepção, chegamos a ficar com raiva, porque parece sadismo, ver uma coisa tão grande e harmonizada, e depois voltar pra essa colcha de retalhos mal acabada, cheia de traças e parasitas.
Acho que faz parte, vamos oscilando de um pólo ao outro, até chegar numa verdade mais equilibrada.

Fernando Augusto disse...

Benjamin,

precisamos entender, profundamente, que somos seres de percepção. Apenas isso. Mas daremos um grande passeio até chegar à esta compreensão.

Sinto muito, me perdoa, te amo, sou grato.

F.A.