V - Visitantes: versão em ficção dos reptilianos

sexta-feira, 16 de julho de 2010

V é a versão em ficção dos reptilianos, remake de uma série antiga chamada V, a batalha final. A serie é de 2009. 2009 é o ano de lançamento da pandemia H1N1. No quarto episódio da série há um plano feito pelos "visitantes" para o lançamento de um vírus mortal inserido na vacina contra a gripe comum. Mera coincidência? A série é interessante e parece que está carregada de mensagens indiretas sobre as ações da NWO. O episódio a seguir é o número 1.



Para maiores informações sobre reptilianos que não estão no terreno da ficção recomendamos os seguintes textos ou pistas:

http://pistasdocaminho.blogspot.com/2008/11/predadores-ou-sombras-de-lama.html

http://pistasdocaminho.blogspot.com/2008/11/uma-estria-mal-contada.html

http://pistasdocaminho.blogspot.com/2008/11/predadores-de-conscincia.html

http://pistasdocaminho.blogspot.com/2008/11/o-deus-que-no-deus-predadores-voadores.html

http://pistasdocaminho.blogspot.com/2008/12/predadores-e-reptilianos-no-caminho-do.html

http://pistasdocaminho.blogspot.com/2008/12/um-conto-sobre-os-predadores.html

http://pistasdocaminho.blogspot.com/2008/12/manipulao-gentica-e-predadores.html

http://pistasdocaminho.blogspot.com/2009/01/achados-que-desafiam-o-conhecimento.html


http://pistasdocaminho.blogspot.com/2009/02/algumas-evidencias-da-manipulacao-do.html

http://pistasdocaminho.blogspot.com/2008/12/quem-so-os-vossos-deuses.html

http://pistasdocaminho.blogspot.com/2010/01/o-cranio-alienigena-de-lloyd-pye.html

http://pistasdocaminho.blogspot.com/2009/01/entes-e-outros-mundos.html

http://pistasdocaminho.blogspot.com/2010/03/jordan-maxwell-e-o-projeto-camelot_09.html

13 comentários:

benjamin disse...

De novo, a sincronicidade. Vou mandar em duas partes, porque o texto excede os caracteres possíveis aqui.
Lí boa parte dos textos sobre predação . Essas histórias aí são reais e eu tenho um depoimento que as confirma, fiquei excitadíssimo quando verifiquei a semelhança nas experiências.
Eu vou repassar um monte de dados que até agora eram bem pessoais, nunca os mencionei com ninguém, porque seria o mesmo que atestar idiotice para o senso comum. Só vou expor porque pode contribuir para atestar o que já sabem, talvez acrescentar alguma coisa. Também é para os mais céticos, como eu mesmo, que duvidam destas e outras histórias “fantásticas”. Fantástico é não entenderem como alguns de nós conseguem ser tão inteligentes e, ao mesmo tempo, suscetíveis à tanta burrice e infantilismos.
Isso não quer dizer que aceite a idéia de que a ordem do universo seja esta a da predação. Esta só pode e deve ser uma situação passageira (por mais que tenha durado), porque é uma aberração tremenda e não há ordem que se mantenha assim.
Como minha companheira me disse, “Eles (os predadores) vivem o inverso, e pensam que estão vivendo soberania. Inteligência é coisa muito distinta da sabedoria.”
Só percebi que a história dos voadores era realmente verdadeira, porque li aqui “Predadores e reptilianos no Caminho do Xamã”, de quarta-feira, 24 de dezembro de 2008.
A gente simplesmente não acata as visões que temos e damos a primeira interpretação que nosso ego é capaz de dar. Nós vimos boa parte disso oito anos antes, mas por não compreender à que vinha, deixamos em aberto: poderia ser verdade ou não. Agora, a gente sabe que é verdade.
A Fabiana (que é nome fictício, aliás é a única coisa fictícia aqui) estava num trabalho normal dentro da igreja, bailando e cantando como fazemos em círculo, tocando maracás como os índios faziam e fazem, até que o poder nos leve.
Dentro da força, do poder, olhou suas mãos e viu que eram patas negras enormes. Foi olhando mais e percebeu que sua pele era fria e rugosa, suas asas eram como às de um morcego enorme. A visão se abriu e ela pôde observar muitos seres negros voadores idênticos à pterodátilos, num passado remoto da terra, chegando em bandos do espaço. Nosso planeta era novo e eles vinham de uma longa migração em massa e estavam cansados. Eram poderosos e atentos, pousaram e sua postura era ereta. A vitalidade, apesar do cansaço, ainda era imensa e eles tinham para mais de dois ou três metros. Pararam e olharam tudo em volta atentamente.
Fabiana tinha essas visões de dentro do ser, ela era um daqueles seres, naquele momento sem tempo ou espaço na miração. E isso era de tal forma, que o ser que tinha essas apreciações do ambiente terrestre no passado, da qual a Fabiana partilhava a visão, percebeu que estava sendo visto, olhou para o futuro e viu ele mesmo encarnado como Fabiana tendo aquela visão. Ele pareceu estar bem consciente do que estava se passando e fez questão de evidenciar isso para a consciência da Fabiana, sabe lá quantos milhões de anos à frente. Dá pra entender?

benjamin disse...

O alcance destes seres é muito grande, ou era, porque viu ele mesmo no futuro transformado em gente, ou foi capaz de perceber alguém de um futuro distante observando-o.
Essa visão foi num trabalho lá no Céu de Maria, com o finado Glauco, nosso comandante, no ano 2.000, no pico do Jaraguá. E até aqui, é incrivelmente idêntica à vista pelo autor da matéria já citada, relatada oito anos após este ocorrido.
Anos depois, a Fabiana se viu novamente na força do trabalho em outro passado menos remoto. Continuava enorme, completamente sem luz e negro, junto com outros iguais, mas insatisfeito. Eram todos sombras grandes, nessa miração não tinham aspecto pterodátilo. Como já disse, Fabiana, sendo um desses seres sem luz, estava insatisfeito. Pensou consigo mesmo: ele (o supremo do lugar) não tem amor por nós, não tem amor à nada, nem à si mesmo. Isso aqui é inútil. No preciso momento da conclusão, uma fenda de luz se abriu no local, como um rasgo no ambiente, e um ser muito forte e iluminado (que minha companheira acredita ser o Cristo) saiu dalí e disse: vem comigo! Ela atravessou a fenda, caiu num abismo e virou gente, entrou no ciclo das encarnações humanas. Disse que foi sofrível.
Em outra vida ainda matou o que eu era, numa dessas guerras que se têm por aí entre cristãos e muçulmanos. Vai entender o Karma!
Mas brincadeiras à parte, na verdade estou confuso, porque normalmente não consideraria lógico que alguns destes seres virassem sua própria comida mais tarde, ainda mais por opção. Mas torna-se muito lógico, se entendermos que a perspectiva que eles têm de nos predar as energias talvez não seja assim tão invejável. Nem pra eles mesmos. E que nossas perspectivas talvez sejam melhores do que imaginamos, se conseguirmos nos iluminar, ou nos libertar deles.
Eu de fato nunca vi grande ato de poder na burrice. Eu acho que é mais poderoso e inteligente ser auto-suficiente do que parasita.
De minha parte, tive outra miração que complementa essa história e a exposta no artigo de vocês. É no que se refere aos pássaros do barco.
Sendo eu, ao mesmo tempo, um coletivo de consciência compartilhável, olhamos para baixo aqui na terra e pensei: “eles não sabem mais o que estão fazendo, precisamos descer para ajudar a resgatar”. Nesse momento, um pensamento dentro do coletivo nos avisou: “vocês vão descer para resgatar, mas se não tomarem cuidado, vão é gritar pelo resgate”. Eu respondi que estaríamos descendo assim mesmo. Então eu vi a parábola das sementes, e eu era uma semente caída entre os espinhos, mas ao contrário do que está na bíblia, eu tinha é que lutar para passar por eles, do contrário, de fato me sufocariam. Neste caso, vi morte, não vi reencarnação nenhuma e isso me assustou. Quando voltei a um estado mais normal de consciência, mas ainda expandido, ainda ouvi uma voz no interior: “um ser divino acabou de cair por você”.
Eu e este coletivo éramos como pássaros, cabeça de pássaro e corpo de gente com penugem, só que nossa cabeça era branca, não era azul como os seres do artigo. Quem viu como éramos foi outra pessoa e isso me foi contado depois. Saí do trabalho com a certeza de que havia uma irmandade aqui na terra de gente comprometida com o resgate da humanidade (gente que era passarinho no astral, como vim a saber depois). E muitos poderiam estar perdidos por aí, entre espinhos e solo seco, assim como eu estava, sem ao menos saber o que eram, ou a quê vieram.

benjamin disse...

Em trabalhos subseqüentes, o Daime e o corpo de seres que abriga, foi completando a informação, mas deixando muita coisa para que eu mesmo descobrisse. Mostraram-me segurando um livro sobre a fronte, ao mesmo tempo jurava que “não vai sobrar nenhum”, no sentido que ninguém fica para trás, e eu tive a impressão que era muita gente, senão todos, toda a humanidade mesma.
Ao contrário do que os juízes dizem, será bom se for assim. Será justo, porque a humanidade já pagou muito caro, além da conta. Pagou e continua pagando para regredir. Se fosse pagar caro e progredir, já era alguma coisa. Eu espero mesmo que seja, que este sofrimento todo tenha algum sentido.
Eu não sou ninguém especial que eu saiba, então não devo ter sido o único a afirmar este propósito. Eu gostaria que vocês me ajudassem com o que sabem, para que as pistas comecem a se juntar e possam ser mais compartilhadas. Sei que posso e devo expandir essas pistas nos próximos trabalhos de Daime. Se eu tiver clareza, o alcance pode ser bem legal e eu quero dizer com isso que pode mesmo ser grande, porque há quem nos ajude a expandir o que for necessário sobre as pessoas e sobre o próprio corpo vivo da terra. O aparelho humano só precisa ter clareza e vontade mesmo de aparelhar essa clareza dentro de uma consciência maior de si mesmo, sem temer nada, confiante no poder que nos segura e assegura. É pela vida que a gente vai. Mas concordo que a gente precisa ser objetivo, e não entrar em história alguma recheado de crendices e esperanças em sistemas prontos que só fortalecem nossas fragilidades.
Eu nunca vi mundos no Daime. Ainda, e estou há quase dez anos na parada. Sei que o astral, pelo menos o mais próximo da terra, está recheado de gente doente, porque sensibilidade pra sentir e ajuda pra me virar, eu tenho. E sei que tem estâncias superiores, dada a consciência que nos é passada. E também vêm os enganadores. Por enquanto, só recebi consciência, força e cura.
O Daime não é apenas um expansor de consciência. Ele expande e afirma a força dessas consciências, o melhor delas, pelo mundo afora. E traz mais outras, através das conexões feitas, para dar vida genuína à esse sistema Terra. Se um trabalho de Daime não prestar, e eu nunca vi isso acontecer, é porque 100% das pessoas envolvidas não estão à fim de nada que valha a pena. Acho que somente nesse caso. Agora, se o núcleo formador e sustentador da igreja estiver corrompido, e os demais participantes forem muito crentes na superioridade dos mesmos, você pode passar por um trabalho pesado. Mesmo assim recebe suas prendas, por ter enfrentado e ajudado a transmutar a freqüência ruim dos “bichos”. É porque os hinários que cantamos são feitos para isso, para manter a frequência alta e, quem estiver com a frequência baixa, que se limpe. Mas, neste caso específico de dirigentes corrompidos, e isso fica muito visível na força, eu não aconselho. Já bastam os meus bichos. Uma coisa garante-se: se você tem boas intenções, clareza de si mesmo, não é arrogante, não tem vícios e faz a disciplina sexual de três dias antes, mais três depois, atentamente, você pode até balançar, mas não há o que te derrube, nem dentro, nem fora do salão.

benjamin disse...

O que aconteceu ao Glauco e ao seu filho foi um ataque tenebroso bem armado, coisa da pesada mesmo, envolvendo a possessão de um sujeito que já não tomava Daime na Igreja há um tempo considerável e com histórico de esquizofrenia na família.
É porque o Glauco ajudou a abrir os olhos de muita gente. Também esteve à frente, por uma quinzena de anos, de um grande trabalho de limpeza sobre nada menos que o pesado e perigoso sumidouro energético chamado cidade de São Paulo. Eu tenho idéia das forças que ele desafiou, venceu ou transmutou nesse tempo porque tive o privilégio de bailar naquela casa tempo o suficiente antes de vir pra cá, na Amazônia.
Eu vejo os textos de vocês e percebo que são muito inteligentes e articulados. Gosto demais destes textos, assim como os do Quiroga, acho já têm um lastro enorme de consciência. Mas no Daime não é bem assim, ele é para todos, vem gente muito humilde, nada intelectualizada, vem gente média, vem gente que tem busca e vem gente muito doente. Tem muita gente sábia também. Logo todo mundo percebe que é igual numa coisa: está ali pra se curar, não é perfeito e o mundo não é apenas o que ele pensava que era. Tem mais mundos, tem muito mais pra se ver, e quem ensina é a natureza, ou a inteligência dela. Claro, tem um sistema de crenças estabelecido ali, que crê no bem e na sobriedade, felizmente. E embora alguns exagerem, eu percebo que há uma verdade inequívoca nisso.
Tem gente que pára por aí. Tem gente que busca ir além e vai, tem gente que se acomoda em si mesmo também, ouve o próprio ego e pensa que é a força. A humanidade é esta, o trabalho é esse também.
De qualquer modo, pra mim está confirmada a história dos predadores. Até a aparência física que tinham ou têm. Mas o melhor é ver o que se pode fazer com esta certeza. Acho que vocês podem ter mais material à esse respeito. Eu sei muito pouco ainda. Se puderem ajudar e indicar como se defender e ampliar a margem de manobra, agradeço enormemente.
O que eu souber por aí e que possa ser útil, obviamente mando pra vocês também. O que sei ou desconfio é que alguns deles preferiram se tornar humanos e isso é muito revelador. Obrigado, pela clareza e pelo bom intento.
Só uma pergunta. O que é ponto de aglutinação? É onde focamos a consciência? Outra coisa. Como faço para participar da escola de vocês? Mais uma coisa ainda, quem é o nuvem que passa?

benjamin disse...

Eu agradeço por terem postado a matéria sobre ponto de aglutinação. Aliás, percebo que realmente procuram atender e dissipar as dúvidas de quem os lê. Mas na verdade eu gostaria mesmo é de trocar mais idéias, gostaria de saber o que pensam dessas mirações, que conclusões tiraram, não importa se é parecido com o que penso ou não. Eu não tenho muita gente aqui para conversar sobre esses e outros assuntos, falta um feed back que não caia em lugares comuns.Às vezes eu acho que estou falando e pensando sozinho.
De qualquer modo, muito obrigado.

Fernando Augusto disse...

Benjamin,

seus comentários não passam em branco. Aqui no blog apenas esse que vos escreve está na ativa, os outros parceiros estão em outras frentes de batalha e como temos o trabalho com o Tarot, no blog da sócia, o trabalho com o Curso de Tarot, a disciplina com os trabalhos espirituais que a Umbanda me exige, etc, etc, etc, nessa fase está difícil comentar. Há um pragmatismo exigido pela vida que tem me tomado mais do que por inteiro. Mas como toda fase vai passar, pois ninguém é de ferro.

É muito bom tê-lo por aqui!

Tenho uma querida amiga que vai sempre para o Acre, Virgínia Gandres, quem sabe você não a conhece?

Sinto muito, me perdoa, eu te amo, sou grato!

F.A.

benjamin disse...

Ô Fernando, valeu! Às vezes à gente só precisa de um toque desse tipo. Obrigado por abrir tantas frentes de batalha e conseguir mantê-las. Os aliados estão chegando. Abraços.

benjamin disse...

Não conheço a Virgínia, mas se ela quiser se hospedar com minha família, sendo uma buscadora, quando vier aqui a casa já está aberta. Não será a primeira, nem a última.

benjamin disse...

Aliás, falar que é aliado e não fazer nada é bobagem. Eu sou designer gráfico e jornalista, se precisarem de ajuda nestes intentos, podem contar comigo.

Fernando Augusto disse...

Oi, Benjamin!

Anotado! Sobre esse post quero também deixar algumas dicas cinematográficas que me levaram a crer que mesmo no cinema, mesmo em Hollywood, há pessoas que se aproveitam da arte e da ficção para revelar a existência de inteligências que sendo superiores as nossas e vivendo numa dimensão próxima se alimenta de nós. Assim recomendo:

- Eles Vivem, do John Carpenter.

- Cidade das Sombras ou Dark City

- 13º Andar

Todos esses filmes estão disponíveis para download aqui no blog.

Abraços!

Te amo, sou grato!

F.A.

Eduardo disse...

Sou leitor do blog e gostaria de comentar dois pontos levantados pelo Benjamin.

Primeiro, me identifiquei com esta parte:

"Eu e este coletivo éramos como pássaros, cabeça de pássaro e corpo de gente com penugem, só que nossa cabeça era branca, não era azul como os seres do artigo. Quem viu como éramos foi outra pessoa e isso me foi contado depois. Saí do trabalho com a certeza de que havia uma irmandade aqui na terra de gente comprometida com o resgate da humanidade (gente que era passarinho no astral, como vim a saber depois). E muitos poderiam estar perdidos por aí, entre espinhos e solo seco, assim como eu estava, sem ao menos saber o que eram, ou a quê vieram."

Tenho motivos para acreditar que sou um desses e quero contato com os outros. Aproveito para perguntar ao F.A. se ele tem conhecimento do que venha a ser a expressão "tribo dos homens pássaro", que costumava ser usada pelo Nuvem. Joguei no google algumas vezes, mas nunca achei nada. Alguém tem uma luz sobre o assunto?

Sobre a Ayahuasca ser benéfica: concordo que na maioria dos casos sim, mas gostaria de registrar que há centros fazendo muito mau uso deste sacramento. Estive em um centro comandado por um médico em Mogi das Cruzes, SP. Ali o que testemunhei não foi bonito. Muita lambança, mistura de todo quanto é tipo de religiosidade, sendo que de xamanismo só tinha mesmo a bebida, e o rótulo que usavam pra atrair pessoas. Vi uma das pessoas que frequentava o lugar há anos e era tido como de confiança do líder entrar em surto psicótico no meio das sessões, se debatendo feito peixe fora d'água e gritando feito louco, clamando estar possuído pelo Diabo (?). Os outros integrantes do núcleo, incluindo o líder, não só compraram essa história como acreditavam ser os escolhidos de Deus para combater o mal, e que por isso o Diabo ali estava. Enfim, um autêntico caso de histeria coletiva.
Como se não bastasse, o líder usava seu suposto registro como médico para reforçar autoridade e apregoava práticas que são condenadas pela Organização Mundial de Saúde e que poderiam lhe render a cassação do CRM, como por exemplo oferecer cura para homossexuais, sendo que muitos dos integrantes do núcleo eram nada menos do que homossexuais.
Com este relato nada bonito só quis demonstrar que não necessariamente todo centro que se diz xamânico e utiliza ayahuasca necessariamente trabalha em prol da consciência. De fato, há quem use a bebida para produzir um mar de inconsciência (e dinheiro).

Achei interessante o comentário sobre a cidade de São Paulo ser um sumidouro de energia. Seria bom se alguém pudesse falar mais do assunto, quem sabe rende um post?

saudações

Fernando Augusto disse...

Olá, rapaziada!

Há na mitologia maia o famoso pássaro Quetzal. Bem como há muitas referências ao povo serpente (reptilianos). É bom dizer que reptilianos não são os caras do mau. A coisa é mais complexa. Creio que tais alusões, tribo dos homens pássaros, são referências a ligações que temos com outros povos e espécies. Todos nós temos ligações energéticas, genéticas e ancestrais com certos segmentos da Natureza existentes por todo o Universo. Eu mesmo carrego em mim um forte componente reptiliano. Todos nós o temos, uns mais, outros menos. Provavelmente uns terão mais o componente "pássaro" em sua configuração. O grande lance me parece é unirmos todas essas contribuições genéticas, ancestrais e energéticas para darmos o nosso salto de consciência. Me parece que por isso existe a figura de Quetzalcoatl.

Quetzal = pássaro

Coalt = serpente

Quetzalcoatl = a serpente emplumada.

A união dos atributos do céu e da terra nos fazem completos e dá fim a guerra que nos diferencia um dos outros, pois nos unifica em nossas diferenças.

Quetzalcoatl é assim um poderoso símbolo de união para o fim da diáspora humana.

É o uso que fazemos do poder, no caso a Ayahuasca, é que define o benefício ou malefício.

De fato, São Paulo é um sumidouro de energia, outras grandes cidades também, por isso mesmo elas representam o melhor desafio para quem trilha o caminho, afinal, somos elementos infiltrados dentro desses sistemas urbanos para fazê-los implodir, de uma forma muito sutil, pela consciência, sem violência. Uma das tarefas nossas, que vivemos em grandes cidades, é encontrar pontos de energia, que possam ser trabalhados para a nossa cura e a cura da cidade. Temos que estar muito atentos também, pois há momentos que devemos alternar entre um grande meio urbano e o contato mais direto com a Natureza. É na Natureza onde está a força que nos recarrega dentro de um trabalho xamânico. Mesmo na cidade grande há ilhas onde essa força se faz presente. No Rio de Janeiro, por exemplo, é fácil encontrar esses pontos.

Te amo, sou grato!

Fernando

Nelliel disse...

Hoje é a primeira vez que leio sobre o assunto. E o estranho (ou não) é que para mim nada disso soa como mentira ou loucura. Eu acredito facilmente e acho que já esperava por algo do tipo.
Estou devorando os artigos e comentários dos amigos.
Obrigada a todos por compartilhar suas histórias.
Thais - Sao Paulo - SP