É preciso pensar a Nova Ordem Mundial como Brasileiros - 3

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Um outro nome para esta postagem é Zeitgeist Tupiniquim. Espero que entendam com o texto o porquê do título alternativo, mas se não entenderem a culpa será, exclusivamente, deste rebelde digital.

A 1ª coisa para se pensar as ações da Nova (Velha) Ordem Mundial no Brasil é entender a história do Brasil. Fazer o que Jordan Maxwell fez como historiador ao olhar a história dos EUA. Então poderemos compreender o modus operandi da elite aqui no Brasil.

Zeitgeist, o documentário, é um exemplo. Zeitgeist Addendum, também. Links disponibilizados para quem não viu.

Em Zeitgeist há uma forte contribuição intelectual de Jordan Maxwell. Aqui, agora, neste post, ainda não faremos isso, vamos passo à passo, mas há algo que quero chamar a atenção sobre nossas elites que é bem característico de seu vínculo com a elite global:

É copiar os modelos de ação política.

Isso está muito bem estampado nesta campanha presidencial e o texto abaixo é uma verdadeira aula mostrando como um dos candidatos da campanha brasileira simplesmente clonou, como bom marionete dos senhores do mundo, toda a estratégia política do partido republicano estadunidense, invocando questões religiosas, trazendo a baila uma série de mentiras, boatos e calúnias, disparando panfletos de teor altamente prejudicial à saúde democrática porque impregnados de ódio, preconceito e racismo. O texto é escrito por um dos mais importantes neurocientistas do mundo. É professor da Universidade de Duke, nos Estados Unidos, e criador do Instituto Internacional de Neurociência de Natal, (RN). Em 2008, foi indicado ao Prêmio Nobel de Medicina.

Campanha de Serra importa modelo de Bush*

Desde que cheguei ao Brasil, há duas semanas, eu vinha sentindo uma sensação muito estranha. Como se fora acometido por um ataque contínuo da famosa ilusão, conhecida popularmente como déjà vu, eu passei esses últimos 15 dias tendo a impressão de nunca ter saído de casa, lá na pacata Chapel Hill, Carolina do Norte, Estados Unidos.

Mas como isso poderia ser verdade? Durante esse tempo todo eu claramente estava ou São Paulo ou em Natal. Todo mundo ao meu redor falava português, não inglês. Todo mundo era gentil. A comida tinha gosto, as pessoas sorriam na rua. No aeroporto, por exemplo, não precisava abrir a mala de mão, tirar computador, tirar sapato, tirar o cinto, ou entrar no scan de corpo todo para provar que eu não era um terrorista. Ainda assim, com todas essas provas evidentes de que eu estava no Brasil e não nos EUA, até no jogo do Palmeiras, no meio da imortal “porcada”, a sensação era a mesma: eu não saí da América do Norte! Mesmo quando faltou luz na Arena de Barueri durante o jogo, porque nem a 25 km da capital paulista a Eletropaulo consegue garantir o suprimento de energia elétrica para um prélio vital do time do coração do ex-governador do estado (aparentemente ninguém vai muito com a cara dele na Eletropaulo. Nada a ver com o Palmeiras), eu consegui me sentir à vontade.

Custou-me muito a descobrir o que se sucedia.

Porém, ontem à noite, durante o debate dos candidatos a Presidência da República na Rede Record, uma verdadeira revelação me veio à mente. De repente, numa epifania, como poucas que tive na vida, tudo ficou muito claro. Tudo evidente. Não havia nada de errado com meus sentidos, nem com a minha mente. Havia, sim, todo um contexto que fez com que o meu cérebro de meia idade revivesse anos de experiências traumatizantes na América do Norte.

Pois ali na minha frente, na TV, não estava o candidato José Serra, do PSDB, o “partido do salário mais defasado do Brasil”, como gostam de frisar os sofridos professores da rede pública de ensino paulistana, mas sim uma encarnação perfeita, mesmo que caricata, de um verdadeiro George Bush tropical. Para os que estão confusos, eu me explico de imediato. Orientado por um marqueteiro que, se não é americano nato, provavelmente fez um bom estágio na “máquina de moer carne de candidatos” em que se transformou a indústria de marketing político americano, o candidato Serra tem utilizado todos os truques da bíblia Republicana. Como estudante aplicado que ainda não se graduou (fato corriqueiro na sua biografia), ele está pronto para realizar uns “exames difíceis” e ser aceito para uma pós-graduação em aniquilação de caracteres em alguma universidade de Nova Iorque.

Ao ouvir e ver o candidato, ao longo dessas duas semanas e no debate de ontem à noite, eu pude identificar facilmente todos os truques e estratégias patenteados pelo partido Republicano Americano. Pasmem vocês, nos últimos anos, essa mensagem rasa de ódio, preconceito, racismo, coberta por camadas recentes de fé e devoção cristã, tem sido prontamente empacotada e distribuída para o consumo do pobre povo daquela nação, pela mídia oficial que gravita ao seu redor.

Para quem, como eu, vive há 22 anos nos EUA, não resta mais nenhuma dúvida. Quem quer que tenha definido a estratégia da campanha do candidato Serra decidiu importar para a disputa presidencial brasileira tanto a estratégia vergonhosa e peçonhenta da “vitória a qualquer custo”, como toda a truculência e assalto à verdade que têm caracterizado as últimas eleições nos Estados Unidos. Apelando invariavelmente para o que há de mais sórdido na natureza humana, nessa abordagem de marketing político nem os fatos, nem os dados ou as estatísticas, muito menos a verdade ou a realidade importam. O objetivo é simplesmente paralisar o candidato adversário e causar consternação geral no eleitorado, através de um bombardeio incessante de denúncias (verdadeiras ou não, não faz diferença), meias calúnias, ou difamações, mesmo que elas sejam as mais absurdas possíveis.

Assim, de repente, Obama não era mais americano, mas um agente queniano obcecado em transformar a nação americana numa república islâmica.

Como lá, aqui Dilma Rousseff agora é chamada de búlgara, em correntes de emails clandestinos.

Como os EUA de Bill Clinton, apesar de o país ter experimentado o maior boom econômico em recente memória, foi vendido ao povo americano como estando em petição de miséria pelo então candidato de primeira viagem George Bush.

Aqui, o Brasil de Lula, que desfruta do melhor momento de toda a sua história, provavelmente desde o período em que os últimos dinossauros deixaram suas pegadas no que é hoje o município de Sousa, na Paraíba, passa a ser vendido como um país em estado de caos perpétuo, algo alarmante mesmo. Ao distorcer a verdade, os fatos, os números e, num último capítulo de manipulação extremada, a própria percepção da realidade, através do pronto e voluntário reforço do bombardeio midiático, que simplesmente repete o trololó do candidato (para usar o seu vernáculo favorito), sem crítica, sem análise, sem um pingo de honestidade jornalística, busca-se, como nos EUA de George Bush e do partido Republicano, vender o branco como preto, a comédia como farsa.

Não interessa que 26 milhões de brasileiros tenham saído da miséria.

Nem que pela primeira vez na nossa história tenhamos a chance de remover o substantivo masculino “pobre” dos dicionários da língua portuguesa.

Não faz a menor diferença que 15 milhões de novos empregos tenham sido criados nos últimos anos.

Ou que, pela primeira vez desde que se tem notícia, o Brasil seja respeitado por toda a comunidade internacional.

Para o candidato da oposição esse número insignificante de empregos é, na sua realidade marciana, fruto apenas de uma maior fiscalização que empurrou com a barriga do livro de multas 10 milhões de pessoas para o emprego formal desde o governo do imperador FHC.

Nada, nem a realidade, é capaz de impressionar os fariseus e arautos que estão sempre prontos a denegrir o sucesso desse país de mulatos, imigrantes e gente que trabalha e batalha incansavelmente para sobreviver ao preconceito, ao racismo, à indiferença e à arrogância daqueles que foram rejeitados pelas urnas e vencidos por um mero torneiro mecânico que virou pop star da política internacional. Nada vai conseguir remover o gosto amargo desse agora já fato histórico, que atormenta, como a dor de um membro fantasma, o ego daqueles que nunca acreditaram ser o povo brasileiro capaz de construir uma nação digna, justa e democrática com o seu próprio esforço.

Como George Bush ao Norte, o seu clone do hemisfério sul não governa para o povo, nem dele busca a sua inspiração. A sua busca pelo poder serve a outros interesses; o maior deles, justiça seja feita, não é escuso, somente irrelevante, visto tratar-se apenas do arquivo morto da sua vaidade, o maior dos defeitos humanos, já dizia dona Lygia, minha santa avó anarquista.

Para esse candidato, basta-lhe poder adicionar no currículo uma linha que dirá: Presidente do Brasil (de tanto a tanto).

Vaidade é assim, contenta-se com pouco, desde que esse pouco venha embalado num gigantesco espelho.

Voltando à estratégia americana de ganhar eleições, numa segunda fase, caso o oponente sobreviva ao primeiro assalto, apela-se para outra arma infalível:

a evidente falta de valores cristãos do oponente, manifestada pela sua explícita aquiescência para com o aborto;

sua libertinagem sexual e falta de valores morais, invariavelmente associada à defesa do fantasma que assombra a tradição, família e propriedade da direita histérica, representado pela tão difamada quanto legítima aprovação da união civil de casais homossexuais.

Nesse rolo compressor implacável, pois o que vale é a vitória, custe o que custar, pouco importa ao George Bush tupiniquim que milhares de mulheres humildes e abandonadas morram todos os anos, pelos hospitais e prontos-socorros desse Brasil afora, vítimas de infecções horrendas, causadas por abortos clandestinos.

George Bush, tanto o original quanto o genérico dos trópicos, provavelmente conhece muitas mulheres do seu meio que, por contingências e vicissitudes da vida, foram forçadas a abortos em clínicas bem equipadas, conduzidas por profissionais altamente especializados, regiamente pagos para tal prática. Nenhum dos dois George Bushes, porém, jamais deu um plantão no pronto-socorro do Hospital das Clínicas de São Paulo e testemunhou, com os próprios olhos e lágrimas, a morte de uma adolescente, vítima de septicemia generalizada, causada por um aborto ilegal, cometido por algum carniceiro que se passou por médico e salvador.

Alguns amigos de longa data, que também vivem no exterior, andam espantados com o grau de violência, mentiras e fraudes morais dessa campanha eleitoral brasileira.

Alguns usam termos como crime lesa pátria para descrever as ações do candidato do Brasil que não deu certo, seus aliados e a grande mídia.

Poucos se surpreenderam, porém, com o fato de que até o atentado da bolinha de papel foi transformado em evento digno de investigação no maior telejornal do hemisfério sul (ou seria da zona sul do Rio de Janeiro? Não sei bem). No caso em questão, como nos EUA, a dita grande imprensa que circunda a candidatura do George Bush tupiniquim acusa o Presidente da República de não se comportar com apropriado decoro presidencial, ao tirar um bom sarro e trazer à tona, com bom humor, a melhor metáfora futebolística que poderia descrever a farsa. Sejamos honestos, a completa fabricação, desmascarada em verso, prosa e análise de vídeo, quadro a quadro, por um brilhante professor de jornalismo digital gaúcho.

Curiosamente, a mesma imprensa e seus arautos colunistas não tecem um único comentário sobre a gravidade do fato de ter um pretendente ao cargo máximo da República ter aceitado participar de uma clara e explicita fabricação. Ou será que esse detalhe não merece algumas mal traçadas linhas da imprensa?
Caso ainda estivéssemos no meio de uma campanha tipicamente brasileira, o já internacionalmente famoso “atentado da bolinha de papel” seria motivo das mais variadas chacotas e piadas de botequim. Mas como estamos vivendo dentro de um verdadeiro clone das campanhas americanas, querem criminalizar até a bolinha de papel. Se a moda pega, só eu conheço pelo menos uns dez médicos brasileiros, extremamente famosos, antigos colegas de Colégio Bandeirantes e da Faculdade de Medicina da USP, que logo poderiam estar respondendo a processos por crimes hediondos, haja vista terem sido eles famosos terroristas do passado, que se valiam, não de uma, mas de uma verdadeira enxurrada, dessas armas de destruição em massa (de pulgas) para atingir professores menos avisados, que ousavam dar de costas para tais criminosos sem alma .

Valha-me Nossa Senhora da Aparecida — certamente o nosso George Bush tupiniquim aprovaria esse meu apelo aos céus –, nós, brasileiros, não merecemos ser a próxima vítima do entulho ético do marketing eleitoral americano. Nós merecemos algo muito melhor. Pode parecer paranóia de neurocientista exilado, mas nos EUA eu testemunhei como os arautos dessa forma de fazer política, representado pelo George Bush original e seus asseclas, conseguiram vender, com grande sucesso e fanfarra, uma guerra injustificável, que causou a morte de mais de 50 mil americanos e centenas de milhares de civis iraquianos inocentes.

Tudo começou com uma eleição roubada, decidida pela Corte Suprema. Tudo começou com uma campanha eleitoral baseada em falsas premissas e mentiras deslavadas. A seguir, o açodamento vergonhoso do medo paranóico, instilado numa população em choque, com a devida colaboração de uma mídia condescendente e vendida, foi suficiente para levar a maior potência do mundo a duas guerras imorais que culminaram, ironicamente, no maior terremoto econômico desde a quebra da bolsa de 1929.

Hoje os mesmos Republicanos que levaram o país a essas guerras irracionais e ao fundo do poço financeiro acusam o Presidente Obama de ser o responsável direto de todos os flagelos que assolam a sociedade americana, como o desemprego maciço, a perda das pensões e aposentadorias, a queda vertiginosa do valor dos imóveis e a completa insegurança sobre o que o futuro pode trazer, que surgiram como conseqüência imediata das duas catastróficas gestões de George Bush filho.

Enquanto no Brasil criam-se 200 mil empregos pro mês, nos EUA perdem-se 200 mil empregos a cada 30 dias. Confrontado com números como esses, muitos dos meus vizinhos em Chapel Hill adorariam receber um passaporte brasileiro ou mesmo um visto de trabalho temporário e mudar-se para esse nosso paraíso tropical. Eles sabem pelo menos isto: o mundo está mudando rapidamente e, logo, logo, no andar dessa carruagem, o verdadeiro primeiro mundo vai estar aqui, sob a luz do Cruzeiro do Sul!

Fica, pois, aqui o alerta de um brasileiro que testemunhou os eventos da recente história política americana em loco. Hoje é a farsa do atentado da bolinha de papel. Parece inofensivo. Motivo de pilhéria. Eu, como gato escaldado, que já viu esse filme repulsivo mais de uma vez, não ficaria tão tranqüilo, nem baixaria a guarda. Quem fabrica um atentado, quem se apega ou apela para questões de foro íntimo, como a crença religiosa (ou sua inexistência), como plataforma de campanha hoje, é o mesmo que, se eleito, se sentirá livre para pregar peças maiores, omitir fatos de maior relevância e governar sem a preocupação de dar satisfações aqueles que, iludidos, cometeram o deslize histórico de cair no mais terrível de todos os contos do vigário, aquele que nega a própria realidade que nos cerca.

Aliás, ocorre-me um último pensamento. A única forma do ex-presidente (Imperador?) Fernando Henrique Cardoso demonstrar que o seu governo não foi o maior desastre político-econômico, testemunhado por todo o continente americano, seria compará-lo, taco a taco, à catastrófica gestão de George Bush filho. Sendo assim, talvez o candidato Serra tenha raciocinado que, como a sua probabilidade de vitória era realmente baixa, em último caso, ele poderia demonstrar a todo o Brasil quão melhor o governo FHC teria sido do que uma eventual presidência do George Bush genérico do hemisfério sul. Vão-se os anéis, sobram os dedos. Perdido por perdido, vamos salvar pelo menos um amigo. Se tal ato de solidariedade foi tramado dentro dos circuitos neurais do cérebro do candidato da oposição (truco!), só me restaria elogiá-lo por este repente de humildade e espírito cristão.

Ciente, num raro momento de contrição, de que algumas das minhas teorias possam ter causado um leve incômodo, ou mesmo, talvez, um passageiro mal-estar ao candidato, eu ousaria esticar um pouco do meu crédito junto a esse grande novo porta-voz do cristianismo e fazer um pequeno pedido, de cunho pessoal, formulado por um torcedor palmeirense anônimo, ao candidato da oposição. O pedido, mais do que singelo, seria o seguinte:

Candidato, será que dá pro senhor pedir pro governador Goldman ou pro futuro governador Dr. Alckmin para eles não desligarem a luz da Arena Barueri na semana que vem? Como o senhor sabe, o nosso Verdão disputa uma vaguinha na semifinal da Copa Sulamericana e, aqui entre nós, não fica bem outro apagão ser mostrado para todo esse Brazilzão, iluminado pelo Luz para Todos, do Lula. Afinal de contas, se ocorrer outro vexame como esse, o povão vai começar a falar que se o senhor não consegue nem garantir a luz do estádio pro seu time do coração jogar, como é que pode ter a pretensão de prometer que vai ter luz para todo o resto desse país enorme? Depois, o senhor vem aqui e pergunta por que eu vou votar na Dilma? Parece abestalhado, sô!

* Miguel Nicolelis é um dos mais importantes neurocientistas do mundo. É professor da Universidade de Duke, nos Estados Unidos, e criador do Instituto Internacional de Neurociência de Natal, (RN). Em 2008, foi indicado ao Prêmio Nobel de Medicina.

fonte: Vi o Mundo



16 comentários:

Frater Đ 875 disse...

Fazer o que Jordan Maxwell fez como historiador ao olhar a história dos EUA. Então poderemos compreender o modus operandi da elite aqui no Brasil.

Existe um historiador brasileiro chamado Gustavo Barroso. Acredito que ele tenha tentado fazer esse trabalho.

http://blog-do-sentinela.blogspot.com/2010/03/historia-secreta-do-brasil-gustavo.html

Inté.

Fernando Augusto disse...

Frater,

Com certeza esse historiador não fez este trabalho, basta ver que é um site nazista.

O que o torna uma referência quanto ao nazismo e as ações nazistas da Nova Ordem.

Jordan Maxwell vai justo na direção oposta.

Grato,

F.A.

Frater Đ 875 disse...

F.A,

Com certeza esse historiador não fez este trabalho, basta ver que é um site nazista.

Vc leu o seu trabalho?

encontro o livro do Gustavo em diversos blogs... de diferentes linhas de pensamento.
só por que o link esta num blog nazista, vc vai deixar de analisar a informacao?

Mas com certeza ele nao fez esse trabalho, pois assim vc definiu.

Entao David Icke tb é considerado Nazista. Haja visto que ele cita os Protocolos dos Sabio de Siao... questiona o Holocausto...

Outro dia coloquei um link católico, vc leu?
que falava das ligacoe dos rockfeller tanto com o PT como com o PSDB...

e que tal esse link:
http://holosgaia.blogspot.com/2010/10/nova-ordem-mundial-e-o-socialismo.html

Espero que tenha ampliado sua percepcao de realidade.

Daqui a pouco estarao julgando o livro pela capa, pelo titulo...


Inté.

Frater Đ 875 disse...

No xamanismo que eu aprendi nao existem certezas...
apenas possibilidades.

qndo vc define, vc limita.
qndo vc observa apenas a surpeficie nao descobre o que a profundidade esconde.

como diz robert anton wilson...

"aquilo que se torna verdade, te aprisiona."

vc ta acreditando piamente na Dilma. e entupindo os outros com seus argumentos. Democracia... porem,
nao aceita a possibilidade que ambos os lados estao dominados. Mesmo tendo uma penca de ligacoes que levam a raiz do processo.
Quem FINANCIOU O NAZISMO, QUEM FINANCIOU A REVOLUCAO RUSSA?
sao os mesmos que financiam a casa azul e vermelha.

estas negando qq comentario, qq informacao que mude sua pseudo-verdade.
coloquei um site catolico, pq sei q es pagao...
depois coloquei um site nazista e vc fez a mesma coisa.

só palavras...
só palavras.
esses ismos confundem. eu sei.

"Nada escapa Àquele que tudo sabe, que tudo vê
Ele criou tudo, inclusive o mundo, eu e você
Nós criamos a sigla: IRA, ETA, CIA
ONU, OTAN, FBI, D-20, HIV"

Fernando Augusto disse...

Frater,

pode ser que eu esteja errado.

Que tal ofereceres um link para download do livro para tirarmos a prova dos nove?

Parece que minhas certezas abalam as suas possibilidades ;-)

Abraços,

F.A.

Frater Đ 875 disse...

São quatro volumes RAROS escritos pelo advogado, contista, ensaísta, político e romancista fortalezense Gustavo Barroso (1888-1923). Neles o autor descobre o manto que revestia a verdadeira história do Brasil e escancara o que, só agora, a nova história vem mostrando para a contemporaneidade: “Existe um Poder acima do Rei”. É a História do Brasil como nunca vista, diferente do que os livros didáticos costumam ensinar.


Download do Livro 1:



http://www.easy-share.com/1903878857/HistóriasecretadoBrasil1.pdf



I. O Monopólio do Pau-de-Tinta;

II. O Empório do Açúcar;

III. O Tráfico de Carne Humana;

IV. A Pirataria e a Conquista;

V. A Ladroeira do Estanco;

VI. A Tragédia do Ouro;

VII. O Drama dos Diamantes;

VIII. A Guerra Judaica;

IX. O Ninho do Contrabando;

X. A Entrada em Cena da Maçonaria;

XI. O Diabo Coxo e o Diabo Preto.

Frater Đ 875 disse...

Download do Livro 2:





http://www.easy-share.com/1903878220/HistóriaSecretadoBrasil2-GustavoBarroso.pdf





XII. O Trovão de França;

XIII. Maçons Aquém e Além Mar;

XIV. Guatimozin à Sombra da Acácia;

XV. O Ouro de Rothschild e a Mão do General Miranda;

XVI. O Minotauro da América;

XVII. A Semente do Bacharelado Judaizado;

XVIII. O Motim dos Mercenários;

XIX. O Imperador do Sacrifício.

Frater Đ 875 disse...

Download 3 livro

http://www.easy-share.com/1903878226/HistóriaSecretadoBrasil3-GustavoBarroso.pdf





XX. O Brasil e a Baviera;

XXI. O Homem que teve dois Túmulos;

XXII. A Camorra de Cima;

XXIII. Satanás da Paulicéia;

XXIV. A Divindade do Mistério;

XXV. A Religião do Segredo;

XXVI. Tartufo e o Poder Oculto;

XXVII. Os Cabanos do Grão-Pará;

XXVIII. A Maçonaria Negra.

Frater Đ 875 disse...

Download do Livro 4:





http://www.easy-share.com/1903878231/HistóriaSecretadoBrasil4-GustavoBarroso.pdf





XXIX. A mão oculta;

XXX. A epopéia dos centauros;

XXXI. A república que nasceu morta;

XXXII. O reino encantado do diabo;

XXXIII. O imperador dos bentevis;

XXXIV. A restauração da autoridade.

Frater Đ 875 disse...

Caro F.A,

suas certezas jamais abalariam minhas possibilidades...

como ja lhe disse, gosto do seu blog, acompanho desde o ano passado, inclusive o indiquei para muita gente...

me imagine com um aluno, la no fundao da sala...
q ta chateado com as besteiras que seu professor esta dizendo.

entao para que a turma nao fique com uma "visao" errada da historia

eu me manifesto.

Fernando Augusto disse...

Caro aluno Frater,

Se minhas certezas não abalam vossas possibilidades então são minhas besteiras que estremecem o seu saber.

Você devia ouvir mais as besteiras do seu professor, mas como você prefere a própria sapiência, vou deixar que a sua infinita sabedoria se espalhe pela internet num pequeno dever de casa desse besteirento professor.

Afinal que professor é esse que fala besteiras?

E que aluno é esse que fica dizendo que o professor fala besteiras?

Talvez esse professor seja como o Serra, vulgo Serrojas, um "jênio"... hahahaha...

Deixemos que ele, aluno, revele seu saber e nos esclareça.

Eis as lições que meu iluminado aluno do fundo da sala deve pesquisar, se antes não considerá-las besteira ;-)

E é provável que tão notável aluno tenha razão, eu mesmos concordo com ele, só falo besteiras... risos. Mas tenha compreensão e redimam essa alma da negra escuridão da bestialidade.

Best, Bestialidade, Besta, Best, tudo é vaidade.

Quem foi Gustavo Barroso? Qual a sua biografia? Qual a sua ideologia?

Quem foi Plínio Salgado?

O que foi o movimento integralista?

O que foi o integralismo?

O que é nacional-socialismo?

Quais seus efeitos na história brasileira, especialmente na 1ª metade do século XX?

Quem eram os galinhas verdes? No que eles acreditavam?

Quais os princípios filosóficos do integralismo?

O integralismo é uma versão tupiniquim do fascismo?

Por favor, esclareça esse seu professor que continua a dizer o mesmo que disse acima, tal obra extraída de um blog fascista e digitalizada por um site fascista só pode ser fascista e feitas por fascistas. Mas isto tudo talvez não passe de besteira... risos...pois se isto for verdade significa que há criminosos nazistas se aproveitando da ingenuidade de terceiros, já que o nazismo no Brasil é crime segundo este site:

http://www.nacional-socialismo.com/faq.htm

HH, 88, é a NOM.

F.A.

Dom disse...

Caro professor F.A,

integralismo
é apenas mais um ismo
financiando pelos mesmos que criaram
cristianismo
judaismo
islamismo
capitalismo
socialismo
anarquismo
fascismo
sionismo
nazismo
feminismo
ambientalismo
satanismo
anti-semitismo
consumismo

basta se ter uma ideia que ameace o status quo, que facilmente vc sera classificado num dessas gavetas mentais... dependendo da situacao varia de cargo...

"Os limites da tua linguagem, sao os limites do teu mundo"

ei, professor, o cardapio nao eh a refeicao...
posso ir ao banheiro, anacronismo ta me chamando...

Fernando Augusto disse...

Quem manda ter idéias? O anacronismo acaba te pegando. É o dom das idéias.

Duobla disse...

Frater
Grata pela indicação desse livro. É preciso desconstruir a imagem de alguns autores, propositalmente demonizados e associados a movimentos nazifascistas. O que foi realmente o integralismo naquele período histórico? Qual a ideologia dos homens que participaram desse movimento? Será que o que sabemos sobre o integralismo foi convenientemente manipulado pela imprensa da época (PIG)? O que sabemos realmente da História?
Gustavo Barroso foi um dos poucos homens no Brasil que expôs corajosamente uma das principais vertentes da NOM. Leiam "Brasil, Colônia de Banqueiros" do mesmo autor (Gustavo Barroso), com abertura e se surpreenderão.
A verdade pode estar sendo exposta onde menos esperamos. Não defendo qualquer ideologia racista ou discriminatória. Não concordo com o estilo do blog Sentinela, mas não podemos "condenar" um livro, sem ao menos lê-lo.

Deixo o link para reflexão:
QUE HISTÓRIA É ESSA?

- Uma abordagem sobre a manipulação da história
http://www.anauefoz.hpg.ig.com.br/textos_diversos/que_historia_e_essa.htm

beijamim disse...

Eu não sei. Me parece besteira discutir. O que vale é o que cada um faz com aquilo que sabe, não importa se é aluno ou professor.
Em resumo, um me diz que sempre existem escolhas, outro, que é tudo igual, e não importam quais sejam nossas escolhas.
Muito conhecimento que me leve à não ter escolha, pra mim é conhecimento vazio.
De vazios, o mundo já está cheio. Prefiro ter escolha, a mais sensata, apesar dos riscos, do que ficar na mesma e ser entreguista pra uma situação que não é nada boa.
Quando a gente se entrega para uma situação atroz, começamos a fazer parte constituinte da mesma. Depois, não adianta chorar, com ou sem muito conhecimento.

Fernando Augusto disse...

Já que o argumento dos defensores do integralismo ou simpatizantes de Gustavo Barroso é a manipulação da história com a qual concordo em termos gerais, fiquemos com a história presente e deixo Gustavo Barroso a quem prefere uma interpretação específica da história que passou, agora, para mim, trata-se da história presente e somos nós que a estamos escrevendo e realizando-a.

O desafio de compreender a NOM aqui permanece e as evidências estão a nossa frente sem ter que recorrer a fontes outras perdidas num passado manipulado. Deixo que seus adeptos e admiradores o defendam, seja lá por que razão for. A história não está lá atrás no sentido de recorrer àqueles que por posições ideológicas consideram-se os únicos a expressarem a verdade numa atitude arrogante, mas a história está aqui mesmo e podemos compreendê-la por nós mesmos, está bem a nossa frente e cabe a nós compreendê-la e escrevê-la, deixemos que os mortos enterrem aos seus.

Afinal de contas como diz a saudação integralista, com todos os seus ritos, pompas, rituais e formalismos, seus uniformes, simbologias e gestos, com seus galinhas verdes e uniformes verdes, eis-me aqui.

Em tempo, a saudação integralista, de origem tupi usa apenas a linguagem nativa, mas seu lema mesmo é Deus, Pátria e Família, muito semelhante ao lema da TFP, Tradição, Família e Propriedade. Naturalmente o vínculo é negado. Assim como o vinculo com o fascismo até por que esta ideologia, por ser racista é considerada criminosa em nosso país.

Olhando uma foto de Plínio Salgado, por exemplo, vê-se o sujeito com uniforme a la nazi com o sigma, bem no estilo nazi, investiguem, pesquisem todas as fontes, comparem e mantenham a intuição afiada como uma espada samurai.

Se o integralismo na sua origem era uma forma de fascismo brasileiro ou apenas uma espécie de "conservadorismo romântico", que importa?

Mas salta a vista o uso que pode ser feito de tal ideologia para servir a propósitos que não podem se revelar as claras.

HH, 88, é a própria NOM, eles não podem se revelar como são, então usam fachadas e se infiltram sorrateiramente, eles mesmos defendem isso em seus sites. Aviso dado. Há muitas afinidades, muitas posturas e atitudes semelhantes, por trás das palavras para justificar uma posição.

Na tentativa de golpe de 38 eles, integralistas e fascistas estavam juntos.

Dentro do próprio integralismo havia uma ala assumidamente fascista. A estética é a mesma, exatamente a mesma.

Pesquisem todas as fontes, há muitas histórias, extraim delas o que for possível, mas não fiquem apenas nas palavras, vejam a estética. Gestos falam mais do que palavras.

Vejam a estética, uma imagem fala mais do que o trolóló (affff...):

http://br.oocities.com/airevolucionaria/pensamentos.htm

No intento,

F.A.