O Jardim - The Garden

domingo, 31 de janeiro de 2010

O Jardim ou The Garden é um documentário que revela porque os poderosos do mundo apesar de terem tanto dinheiro não querem ceder nem mesmo um pedaço de terra para gente comum plantar, cultivar, comer e viver dignamente. A questão não é dinheiro, nem poder financeiro. A questão é que eles se acham melhores e que não querem partilhar o mesmo espaço com outras pessoas. E como se eles estivessem doentes e se vissem como os legítimos proprietários de tudo o que há, possuem uma mente distorcida que os faz sentir-se superiores aos outros e completamente dissociados da Terra e da Humanidade. Essa dissociação psíquica equivale a uma radical perda da alma, eles não são mais gente, são como zumbis que não sentem, não se emocionam, não se compadecem. Talvez eles nem estejam mais doentes, talvez já estejam mortos, apesar de perambularem por aí como se vivos fossem.

A história não tem um desdobrar de todo ruim, pois mostra a beleza de um dos maiores jardins urbanos do mundo e toda a solidariedade, apesar das divergências internas, que se criou em torno do Jardim, além da criação de alternativas por parte dos agricultores que cuidavam do maior jardim urbano do mundo. Tal história se desenvolve em Los Angeles, EUA, e mostra como a comunidade transformou uma área de conflito numa área de pacificação social, que depois se viu ameaçada por manobras políticas e ecônomicas.

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Marinha russa denuncia que os EUA criaram o terremoto do Haiti

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

A Frota Russa do Norte indica que o sismo que devastou o Haiti foi, claramente, resultado de um teste da Marinha norteamericana através de uma de suas armas de terremotos e que elaborou um diagrama de sucessão linear em relação aos terremotos denunciados que casualmente se produziram à mesma profundidade na Venezuela e em Honduras.

A Frota do Norte tem monitorado os movimentos e atividades navais dos EUA no Caribe desde 2008 quando os norteamericanos anunciaram sua intenção de restabelecer a IV Frota, que foi desmobilizada em 1950, e ao que a Rússia respondeu, um ano mais tarde, com a Frota comandada pelo cruzador nuclear “Pedro, o Grande” começando seus primeiros exercícios nesta região desde o fim da Guerra Fria.

Desde o final da década de 70 do passado século, os EUA “avançaram muito” o estado das suas armas de terremotos e, segundo estes relatórios, agora empregam dispositivos que usam uma tecnologia de Pulso, Plasma e Sônico Eletromagnético Tesla junto com “bombas de ondas de choque”.

O relatório compara também as experiências de duas destas armas de terremotos da Marinha dos EUA na semana passada, quando o teste no Pacifico causou um sismo de magnitude 6,5 atingindo a área ao redor da cidade de Eureka, na Califórnia, sem causar mortes. Mas o teste no Caribe já causou a morte de, pelo menos, 140 mil inocentes.

Segundo o relatório, é “mais do que provável” que a Marinha dos EUA teve “conhecimento total” do catastrófico dano que este teste de terremoto poderia ter potencialmente sobre o Haiti e que tinha pré-posicionado o seu Comandante Delegado do Comando Sul, General P.K. Keen, na ilha para supervisionar os trabalhos de ajuda se fossem necessários.

Quanto ao resultado final dos testes destas armas, o relatório adverte que existe o plano dos EUA da destruição do Irã através de uma série de terremotos concebidos para derrubar o seu atual regime islâmico. Segundo o relatório, o sistema experimentado pelos EUA (Projeto HAARP) permitiria também criar anomalias no clima para provocar inundações, secas e furacões.

De acordo com outro relatório coincidente, existem dados que permitem estabelecer que o terremoto de Sichuan, na China, em 12 de maio de 2008, de magnitude 7,8 na escala Richter, foi criado também pela radiofrequência do HAARP. Ao existir uma correlação entre a atividade sísmica e a ionosfera, através do controle da Radiofrequência induzida por Hipocampos, nos marcos do HAARP, conclui-se que:

1.- Os terremotos em que a profundidade é linearmente idêntica na mesma falha, se produzem por projeção linear de frequências induzidas.

2.- A configuração de satélites permite gerar projeções concentradas de freqüências em pontos determinados (Hipocampos).

3.- Elaborou-se um diagrama de sucessão linear dos terremotos denunciados em que casualmente todos se produziram à mesma profundidade.

- Venezuela, em 8 de janeiro de 2010. Profundidade: 10 km.
- Honduras, em 11 de janeiro de 2010. Profundidade: 10 km.
- Haiti, em 12 de janeiro de 2010. Profundidade: 10 km.

O restante das réplicas ocorreram em profundidades próximas dos 10 km.

Logo após o terremoto, o Pentágono informou que o navio-hospital USNS Confort, ancorado em Baltimore, convocou sua tripulação para zarpar para o Haiti, ainda que pudessem levar vários dias até a chegada no Haiti. O almirante da Marinha, Mike Mullen, chefe do Estado Maior Conjunto, disse que o Exército dos EUA trabalhava preparando a resposta de emergência para o desastre.

Fraser, do Comando Sul (SOUTHCOM), informou que navios da Guarda Costeira e da Marinha dos EUA na região foram enviados para oferecer ajuda mesmo que tenham recursos e helicópteros limitados.

O portaviões USS Carl Vinson foi enviado da base naval de Norfolk, Virginia, com sua capacidade de aviões e helicópteros completa e chegou ao Haiti nas primeiras horas da tarde de 14 de janeiro. Outros grupos adicionais de helicópteros unir-se-ão ao Carl Vinson, declarou Fraser.

A Agência dos EUA para o Desenvolvimento Internacional (USAID), já operava no Haiti antes do sismo. O presidente Obama foi informado do terremoto às 17h52 de 12 de janeiro e solicitou ao seu pessoal que se a assegurassem de que os funcionários da Embaixada estivessem a salvo e que começassem os preparativos para proporcionar a ajuda humanitária que fosse necessária.

De acordo com o relatório russo, o Departamento de Estado, USAID e o Comando Sul dos EUA começaram seu trabalho de “invasão humanitária” ao enviar pelo menos 10.000 soldados e mercenários, para controlar, no lugar da ONU, o território haitiano após o devastador “terremoto experimental”.

Fonte: http://anncol-brasil.blogspot.com/2010/01/haiti-os-eua-criaram-o-terremoto-do.html

Outras fontes:

O Globo:

http://oglobo.globo.com/mundo/mat/2010/01/21/governo-venezuelano-diz-que-os-eua-provocaram-terremoto-no-haiti-ao-testarem-armas-915676838.asp

Pravda:

http://english.pravda.ru/science/tech/24-01-2010/111809-russia_says_US_created_earthqua-0

Testemunho do Vaticano sobre Extraterrestres e outros

Vaticano


Descobrimentos incômodos para a ciência


Zecharia Sitchin



Síntese histórica dos Annunaki



David Ickie

Os ETs podem estar bem debaixo do nosso nariz, diz cientista

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

Esses cientistas são tão cansativos...repassando mensagem da lista Holos Gaia. Essa matéria da Veja merece o seguinte comentário: a notícia é a propria notícia em si.

25 de janeiro de 2010

http://veja.abril.com.br/noticia/ciencia-tecnologia/et-s-podem-estar-bem-debaixo-nosso-nariz-528468.shtml

Cientistas de diversas áreas do conhecimento estão reunidos desde a manhã desta segunda-feira na Grã-Bretanha para uma séria discussão em torno da existência de vida em outros planetas. O encontro de dois dias, organizado pela Royal Society - a conceituada Academia de Ciências britânica – e realizado em Londres, tem como tema "A descoberta de vida extraterrestre e suas consequências para a ciência e a sociedade".

A conferência conta com representantes da Nasa, da Agência Espacial Europeia e do escritório da ONU dedicado aos assuntos extraterrestres, além do presidente da Royal Society, Lorde Rees. Ela marca os 50 anos do programa "Busca por Inteligência Extraterrestre", conhecido pela sigla Seti. Durante o encontro, serão debatidas várias perspectivas e formas de se procurar os extraterrestres, diante dos avanços tecnológicos que facilitam essa busca. Em abril, haverá uma nova conferência sobre o assunto, no Texas (EUA).

Apesar de até hoje os cientistas nunca terem conseguido encontrar sinais de atividade extraterrestre, muitos deles acreditam na existência de vida no espaço e apostam que sua descoberta esteja prestes a acontecer. Biólogos especialzados em evolução apontam que, pelos princípios de Darwin, é "inevitável" que a vida inteligente tenha se desenvolvido em algum lugar do universo, em um ambiente com as condições adequadas.

Para o físico Paul Davies, da Universidade Estadual do Arizona, a procura por alienígenas deve se focar bem debaixo do nosso nariz: demonstrar que alienígenas estiveram na Terra seria a melhor evidência de se provar sua existência no Universo. "Precisamos desistir dessa ideia de que os ETs deveriam nos enviar algum tipo de mensagem ou ter alguma iniciativa nesse sentido", disse ele ao jornal britânico The Times.

A conferência também coloca em pauta as implicações dessa possível descoberta. Alguns estudiosos alertam para o "perigo" do contato entre humanos e alienígenas. Marek Kukula, astrônomo do Royal Observatory, em Greenwich, admitiu ao The Sunday Times: "Nós gostaríamos de afirmar que, se existe vida fora da Terra, ela seria sábia e benevolente. Porém, não temos evidências para isso."

O medo e a mentira como arma de dominação

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

O jornalista Aaron Russo, que fez uma excelente investigação sobre a farsa do IRS americano (Imposto sobre a Receita Americano), faz um depoimento onde diz que um membro da família Rockfeller lhe contou sobre o 11 de setembro 9 meses antes do evento, revelando-lhe também toda a agenda de ação da elite americana. Tudo isso é também citado "an passant" no excelente documentário Zeitgeist.


O mesmo Aaron Russo resolve fazer um documentário aprofundado sobre o IRS americano, o FED e sobre quem realmente manda nos EUA. O resultado está a seguir. Esse resultado demonstra que os EUA caminham para uma governo tirânico, onde o medo está sendo usado como arma de manobra para assegurar os objetivos controladores de uma elite nefasta. E como o que ocorre lá tem efeitos por aqui, podemos dizer que aqui pelo Brasil a arma principal não é tanto o medo (porque será que os jornais só falam repetidamente de desgraças? Será que é porque é assim que eles querem definir a realidade para nós afim de justificar a presença de uma ditadura disfarçada?), mas a fraude, que ocorre principalmente através de um sistema eleitoral que não garante ao eleitor que seu voto vai para quem ele escolheu. Vivemos uma falsa democracia, uma ditadura sofisticada, tecnológica, apoiada na fraude, numa mídia "global" e na corrupção. Se não vejamos:


Se você não paga o IPTU você perde a sua casa.

Se você não paga o IPVA você perde o seu carro.

Então você não é dono realmente nem de sua casa e nem do seu carro. Nâo há propriedade privada, você deve pagar a eles para ter o que é seu e pelo qual já pagou!


Você paga uma das maiores cargas tributárias do mundo. Tudo que você compra tem impostos embutidos. 44% em média. Em troca você tem um sistema de saúde falido, um sistema educacional pífio, estradas em péssimas condições e um sistema de segurança e de justiça que favorece os mais ricos.


Você paga uma das maiores taxas de juros do mundo. O sistema de crédito e os bancos são as empresas que mais lucram no Brasil. São os banqueiros que dominam o mundo, tendo como seus próprios mestres forças outras. Se nos EUA o FED é administrado diretamente por banqueiros privados aqui no Brasil quem está no comando desde o início do governo Lula é Henrique Meireles, que é do PSDB, e que Lula teve que aceitar no BACEN sob a justificativa de tal figura ter excelente trânsito entre a banca internacional.


Você não tem garantia nenhuma de que seu voto vai para quem você escolheu. CLIQUE NO LINK.


O voto não pode ser recontado ou auditado. Nossa classe política é das mais corruptas e despreparadas.


A Justiça Eleitoral brasileira administra a votação eletrônica, faz as leis eleitorais e julga as questões eleitorais, possuindo, assim, poderes totalitários e ditatoriais sobre o processo de eleição.Trata-se de uma verdadeira oligarquia jurídica e política.


CLIQUE NOS LINKS PARA MAIORES INFORMAÇÕES.


Na questão do voto a Justiça Eleitoral é o executivo, o legislativo e o judiciário.


No Paraguai nossas urnas eletrônicas foram jogadas no lixo.


Foram feitos testes que comprovaram a vulnerabilidade das urnas brasileiras.


A empresa que as produz é americana (EUA).


O salário mínino deveria ser 5 vezes maior do que é.


O Brasil possui a maior concentração latifundiária do mundo.


Também possui uma das maiores concentrações de renda.


Se você anda sozinho a noite sem documentos pode ir preso. Ou morto.


Se você quiser abrir uma empresa a carga de impostos e burocrática é tão grande que você desiste.


Como já dissemos, o sistema de saúde é ruim. O sistema escolar também. A segurança idem. As drogas infestam a sociedade apesar da política proibicionista.


O sistema de comunicação via televisão é controlado por umas poucas famílias, as notícias são filtradas e servem aos interesses dessas famílias e aos donos do poder. Por que o documentário da BBC sobre a rede Globo nunca passou em nenhuma TV daqui?


A noite numa grande cidade é um risco de vida considerável. Você se tornou um prisioneiro em seu próprio lar.


Isso pode ser chamado de democracia e de vida digna? Liberdade?


Plim, plim. Desligue a TV.





































Mensagem dos Anciões Hopi

Estão dizendo que o povo está na hora 11.
Agora vocês devem regressar e dizer-lhes o que é A HORA.
E dizer-lhes quais coisas devem ser consideradas:
Onde estão vivendo?
O que estão fazendo?
Quais são as suas relações?
Essas relações estão corretas?
Onde está a sua água?
Conhece o seu jardim?
É tempo de falar a sua verdade...
De criar a sua comunidade...
De serem bons uns com os outros...
E de não buscar um líder fora de si.
Este pode ser um bom tempo!
Agora há um rio que flui bem depressa...
É tão grande e rápido que há alguns temerosos, tratando de se agarrar às margens.
Sentem que estão sendo destroçados e sofrem muito...
Saibam que o rio tem seu destino.
Os anciões dizem de devemos nos soltar das margens e nos colocar no meio do rio,
Mantendo os olhos abertos e a cabeça fora da água.
Vendo quem está conosco e celebrar.
Neste tempo da história não devemos tomar nada pessoalmente
E muito menos a nós mesmos,
Porque este é o momento em que não podemos deter a nossa jornada espiritual.
O tempo do lobo solitário acabou.
Unam-se! Apaguem a palavra "luta" de seu vocabulário e de suas ações.
Agora tudo deve ser feito de forma sagrada e em celebrações...
Nós somos aqueles que estamos esperando...

Os Anciões - Oraibi, Arizona

O perigo da História única

domingo, 24 de janeiro de 2010

Sugestão de um amigo deste blog que coloco aqui antes mesmo de assistir. Agradeço!

O crânio alienígena de Lloyd Pye

Recomendo também verem os seguintes posts do Pistas:

Achados que desafiam o conhecimento vigente

Vencendo paradigmas

Manipulação genética e predadores reptilianos



Bancos

sábado, 23 de janeiro de 2010

Quem viu Zeitgeist sabe que os Bancos são a corporação chave para o controle das pessoas e dos países. O simples fato do FED estadunidense ser controlado por banqueiros é um absurdo tão grande quanto ter Henrique Meireles a frente do Banco Central do Brasil, infelizmente Presidentes eleitos tem que se curvar ante o capital financeiro porque se não não se elegem ou não tomam posse. O alto grau de impopularidade dos Bancos merece uma resposta de baixo para cima, e ela é tão simples como desligar a TV. Trata-se de simplesmente retirar o seu dinheiro de qualquer Banco privado.

Por que razão devemos deixar o nosso poder, o nosso dinheiro suado na mão de quem nos oprime com taxas e juros escorchantes?



Naomi Klein dá opinião sobre a situação no Haiti

sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

http://pistasdocaminho.blogspot.com/2009/06/doutrina-do-choque-mkultra-holistico.html

Acima link aqui do Pistas sobre dois livros de Naomi Klein e mais um outro vídeo. Do canal deusmihifortis é o vídeo abaixo indicando a manipulação corporativista no Haiti.

Uma mensagem de Mirian Estrela Azul

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

Aqui temos duas de três partes de uma entrevista de Mirian Estrela Azul, uma americana que é um contato com outras civilizações extra-terrestres e que também tem bom trânsito entre diversos povos índigenas da América do Norte, em particular os Hopis. Aqui ela ressalta três coisas:

1 - a importância de sermos seletivos em nossas relações.

2 - o ano de 2010 como mais difícil que o ano de 2009 e a necessidade de criar um banco de sementes ou comunidades que possam ser auto-sustentáveis.

3 - nos posicionarmos diante das autoridades políticas e pressioná-las para que venham à tona as questões relativas aos ETs, e eu acrescentaria outras áreas de pressão como, por exemplo, aqui no Brasil, a questão do voto eletrônico, já que nenhum eleitor ou candidato possui garantia nenhuma de que o seu voto vai para quem ele escolheu. O voto eletrônico no Brasil é uma verdadeira abdução alienígena da cidadania nacional. E se não há garantias sobre isso não há garantia de democracia política, ou seja, vivemos uma ditadura disfarçada pela farsa eleitoral engendrada pelo novo coronelismo, o coronelismo eletrônico.



David Icke e o jogo por trás da 3ª Guerra Mundial

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010



O paradoxo da virtude

Se você não percebe a generosidade do mundo você não pode percebê-la em sua vida. O paradoxo da virtude é simples, mas só pode ser resolvido de dentro para fora.

O caçador imaculado: homenagem a Oxosse

O guerreiro é um caçador imaculado que caça o poder - Carlos Castaneda.


Vídeo de um festival de música e dança na UCLA, a Universidade do nagual Carlos, na primavera de 2007. Interessante notar a interação fraterna entre o caçador (Oxosse) e o guerreiro (Ogum). Tais arquétipos expressam bem as qualidades do caminho do guerreiro através da arte.



Um venerável ancião

terça-feira, 19 de janeiro de 2010



Peixes na Lua

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

Al Sheik Bahaudin Naqshband lhe perguntaram:


“Porque sempre dizeis que alguém que pense que está mais avançado no caminho que outro não tem categoria alguma?”


Ele respondeu:


“Porque por minha própria experiência cotidiana cheguei a conclusão de que aqueles que pensam que podem aprender sufismo por si mesmos não podem de fato fazê-lo: estão demasiado centrados em si mesmos.


Quem pensa que não pode aprender só, de fato, pode fazê-lo. Porém, devido a vaidade, só um mestre verdadeiro pode dizer-lhes se podem continuar sós, já que só ele pode diagnosticar a sua verdadeira condição.


“Qualquer um que pense que está mais avançado no caminho do conhecimento que outro é quase um completo ignorante e não é capaz de aprender nada mais. Dá voltas e voltas nos intestinos de Satã de sua própria ignorância. Isto ocorre porque a experiência do conhecimento real não é em absoluto similar a pensar que alguém está mais avançado que outrem.


“Perceba que nunca é aceito como discípulo qualquer um que eu critique por ter uma vontade egóica. Isto é assim porque, sem dúvida, ele sentiria, independente do que imagine, que minhas críticas à ele foram motivadas por um desejo de ensinar-lhe. Por isso, sempre não aceito a quem critico. Existe sempre a esperança de que possam encontrar um mestre em alguma parte que não lhes adulem, ainda que isso seja tão improvável como a existência de peixes na Lua.

Lições da História

segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

Perguntas para refletirmos sobre as pessoas que tem "liderado" o nosso mundo até então:


Qual o significado histórico de homem do ano e prêmio nobel da paz? Quando a mídia corporativa estimula a visibilidade de certos personagens o que ela e o grupo que representa está realmente querendo?

Hitler, Homem do Ano em 1938 - http://www.mdig.com.br/index.php?itemid=6332

[05-06-2009]


O evento mais importante de 1938 aconteceu em 29 de setembro, quando quatro homens de estado se encontraram na residência de Hitler, em Munique, para redesenhar o mapa da Europoa. Os três visistantes nesta histórica conferência eram o Premiê Neville Chamberlain, da Grã-Bretanha, o Premiê Edouard Daladier da França e o Ditador Benito Mussolini da Itália. Mas com toda segurança a figura dominante era o anfitrião alemão, Adolf Hitler.



O Führer dos alemães, Comandante em Chefe do Exército, da Marinha e da Força Aérea alemãs, Chanceler do Terceiro Reich, Hitler, colheu naquele dia o resultado da audaz, desafiante e implacável política exterior que tinha exercido durante cinco anos e meio. Ele havia conseguido converter o Tratado de Versalles em nada. Roubou a Áustria diante dos olhos de um horrorizado e aparentemente impotente mundo.


Todos estes fatos escandalizaram às nações que tinham derrotado a Alemanha no campo de batalha 20 anos antes, mas nada aterrorizava tanto o mundo como os metódicos fatos do passado verão e começo do outono que ameaçavam com uma guerra mundial sobre a Checoslovaquia. Mas Hitler, sem derramamento de sangue, reduziu Checoslovaquia a um estado-marionete da Alemanha, forçando uma revisão drástica das alianças defensivas da Europa e ganhando sua liberdade de ação sobre o leste europeu, conseguindo a promessa de não envolvimento da poderosa Grã-Bretanha -e posteriormente da França-. Adolf Hitler, sem dúvida, converteu-se no homem do ano de 1938.

Tudo isto pode ser lido na edição da primeira semana de janeiro de 1939 da revista Time, que declarava Hitler como o homem do ano de 1938. Hoje em dia sabemos com certeza que ser escolhido como homem do ano pela revista Time é um privilégio e denota uma grande deferência, algo bom. Neste caso, a Time deixava claro que o protagonista do ano anterior tinha sido Hitler, o que não indica que estivesse de acordo com suas ações. Em qualquer caso, o pior ainda estava por chegar e é verdadeiro que naquele momento Hitler tinha levado a Alemanha a um ponto dominante na política internacional.


Outro detalhe interessante é que a capa daquela edição é a imagem anterior que tem pouco a ver com Hitler. É uma das poucas ocasiões nas quais o eleito como protagonista do ano não apareceu na capa da revista.


Em meio a esta escolha da Time, um deputado sueco E.G.C. Brandt chegou a propor o nome de Adolf Hitler como Prêmio Nobel da Paz, Iniciativa apoiada inclusive por judeus como a escritora Gertrude Stein. Felizmente a nominação foi recusada em fevereiro, alguns meses antes de começar a Segunda Guerra Mundial. E a partir daí a gente já sabe a história.

Professor Molion e a farsa do aquecimento global

Recomendo também, além dessa entrevista com o professor Molion, ver o vídeo no post logo abaixo do jornalista Alex Jones, pois ele indica outras vozes que sustentam que não há base científica para responsabilizar o CO2 pelo como variável importante para impactar o clima no Planeta.



Por Carlos Madeiro
Especial para o UOL Ciência e Saúde

Com 40 anos de experiência em estudos do clima no planeta, o meteorologista da Universidade Federal de Alagoas Luiz Carlos Molion apresenta ao mundo o discurso inverso ao apresentado pela maioria dos climatologistas. Representante dos países da América do Sul na Comissão de Climatologia da Organização Meteorológica Mundial (OMM), Molion assegura que o homem e suas emissões na atmosfera são incapazes de causar um aquecimento global. Ele também diz que há manipulação dos dados da temperatura terrestre e garante: a Terra vai esfriar nos próximos 22 anos.

Em entrevista ao UOL, Molion foi irônico ao ser questionado sobre uma possível ida a Copenhague: “perder meu tempo?” Segundo ele, somente o Brasil, dentre os países emergentes, dá importância à conferência da ONU. O metereologista defende que a discussão deixou de ser científica para se tornar política e econômica, e que as potências mundiais estariam preocupadas em frear a evolução dos países em desenvolvimento.

UOL: Enquanto todos os países discutem formas de reduzir a emissão de gases na atmosfera para conter o aquecimento global, o senhor afirma que a Terra está esfriando. Por quê?

Luiz Carlos Molion: Essas variações não são cíclicas, mas são repetitivas. O certo é que quem comanda o clima global não é o CO2. Pelo contrário! Ele é uma resposta. Isso já foi mostrado por vários experimentos. Se não é o CO2, o que controla o clima? O sol, que é a fonte principal de energia para todo sistema climático. E há um período de 90 anos, aproximadamente, em que ele passa de atividade máxima para mínima. Registros de atividade solar, da época de Galileu, mostram que, por exemplo, o sol esteve em baixa atividade em 1820, no final do século 19 e no inicio do século 20. Agora o sol deve repetir esse pico, passando os próximos 22, 24 anos, com baixa atividade.

UOL: Isso vai diminuir a temperatura da Terra?

Molion: Vai diminuir a radiação que chega e isso vai contribuir para diminuir a temperatura global. Mas tem outro fator interno que vai reduzir o clima global: os oceanos e a grande quantidade de calor armazenada neles. Hoje em dia, existem boias que têm a capacidade de mergulhar até 2.000 metros de profundidade e se deslocar com as correntes. Elas vão registrando temperatura, salinidade, e fazem uma amostragem. Essas boias indicam que os oceanos estão perdendo calor. Como eles constituem 71% da superfície terrestre, claro que têm um papel importante no clima da Terra. O [oceano] Pacífico representa 35% da superfície, e ele tem dado mostras de que está se resfriando desde 1999, 2000. Da última vez que ele ficou frio na região tropical foi entre 1947 e 1976. Portanto, permaneceu 30 anos resfriado.

UOL: Esse resfriamento vai se repetir, então, nos próximos anos?

Molion: Naquela época houve redução de temperatura, e houve a coincidência da segunda Guerra Mundial, quando a globalização começou pra valer. Para produzir, os países tinham que consumir mais petróleo e carvão, e as emissões de carbono se intensificaram. Mas durante 30 anos houve resfriamento e se falava até em uma nova era glacial. Depois, por coincidência, na metade de 1976 o oceano ficou quente e houve um aquecimento da temperatura global. Surgiram então umas pessoas – algumas das que falavam da nova era glacial – que disseram que estava ocorrendo um aquecimento e que o homem era responsável por isso.

UOL: O senhor diz que o Pacífico esfriou, mas as temperaturas médias Terra estão maiores, segundo a maioria dos estudos apresentados.

Molion: Depende de como se mede.

UOL: Mede-se errado hoje?

Molion: Não é um problema de medir, em si, mas as estações estão sendo utilizadas, infelizmente, com um viés de que há aquecimento.

UOL: O senhor está afirmando que há direcionamento?

Molion: Há. Há umas seis semanas, hackers entraram nos computadores da East Anglia, na Inglaterra, que é um braço direto do IPCC [Painel Intergovernamental sobre Mudança Climática], e eles baixaram mais de mil e-mails. Alguns deles são comprometedores. Manipularam uma série para que, ao invés de mostrar um resfriamento, mostrassem um aquecimento.

UOL: Então o senhor garante existir uma manipulação?

Molion: Se você não quiser usar um termo tão forte, digamos que eles são ajustados para mostrar um aquecimento, que não é verdadeiro.

UOL: Se há tantos dados técnicos, por que essa discussão de aquecimento global? Os governos têm conhecimento disso ou eles também são enganados?

Molion: Essa é a grande dúvida. Na verdade, o aquecimento não é mais um assunto científico, embora alguns cientistas se engajem nisso. Ele passou a ser uma plataforma política e econômica. Da maneira como vejo, reduzir as emissões é reduzir a geração da energia elétrica, que é a base do desenvolvimento em qualquer lugar do mundo. Como existem países que têm a sua matriz calcada nos combustíveis fósseis, não há como diminuir a geração de energia elétrica sem reduzir a produção.

UOL: Isso traria um reflexo maior aos países ricos ou pobres?

Molion: O efeito maior seria aos países em desenvolvimento, certamente. Os desenvolvidos já têm uma estabilidade e podem reduzir marginalmente, por exemplo, melhorando o consumo dos aparelhos elétricos. Mas o aumento populacional vai exigir maior consumo. Se minha visão estiver correta, os paises fora dos trópicos vão sofrer um resfriamento global. E vão ter que consumir mais energia para não morrer de frio. E isso atinge todos os países desenvolvidos.

UOL: O senhor, então, contesta qualquer influência do homem na mudança de temperatura da Terra?

Molion: Os fluxos naturais dos oceanos, polos, vulcões e vegetação somam 200 bilhões de emissões por ano. A incerteza que temos desse número é de 40 bilhões para cima ou para baixo. O homem coloca apenas 6 bilhões, portanto a emissões humanas representam 3%. Se nessa conferência conseguirem reduzir a emissão pela metade, o que são 3 bilhões de toneladas em meio a 200 bilhões?Não vai mudar absolutamente nada no clima.

UOL: O senhor defende, então, que o Brasil não deveria assinar esse novo protocolo?

Molion: Dos quatro do bloco do BRIC (Brasil, Rússia, Índia e China), o Brasil é o único que aceita as coisas, que “abana o rabo” para essas questões. A Rússia não está nem aí, a China vai assinar por aparência. No Brasil, a maior parte das nossas emissões vem da queimadas, que significa a destruição das florestas. Tomara que nessa conferência saia alguma coisa boa para reduzir a destruição das florestas.

UOL: Mas a redução de emissões não traria nenhum benefício à humanidade?

Molion: A mídia coloca o CO2 como vilão, como um poluente, e não é. Ele é o gás da vida. Está provado que quando você dobra o CO2, a produção das plantas aumenta. Eu concordo que combustíveis fósseis sejam poluentes. Mas não por conta do CO2, e sim por causa dos outros constituintes, como o enxofre, por exemplo. Quando liberado, ele se combina com a umidade do ar e se transforma em gotícula de ácido sulfúrico e as pessoas inalam isso. Aí vêm os problemas pulmonares.

UOL: Se não há mecanismos capazes de medir a temperatura média da Terra, como o senhor prova que a temperatura está baixando?

Molion: A gente vê o resfriamento com invernos mais frios, geadas mais fortes, tardias e antecipadas. Veja o que aconteceu este ano no Canadá. Eles plantaram em abril, como sempre, e em 10 de junho houve uma geada severa que matou tudo e eles tiveram que replantar. Mas era fim da primavera, inicio de verão, e deveria ser quente. O Brasil sofre a mesma coisa. Em 1947, última vez que passamos por uma situação dessas, a frequência de geadas foi tão grande que acabou com a plantação de café no Paraná.

UOL: E quanto ao derretimento das geleiras?

Molion: Essa afirmação é fantasiosa. Na realidade, o que derrete é o gelo flutuante. E ele não aumenta o nível do mar.

UOL: Mas o mar não está avançando?

Molion: Não está. Há uma foto feita por desbravadores da Austrália em 1841 de uma marca onde estava o nível do mar, e hoje ela está no mesmo nível. Existem os lugares onde o mar avança e outros onde ele retrocede, mas não tem relação com a temperatura global.

UOL: O senhor viu algum avanço com o Protoclo de Kyoto?

Molion: Nenhum. Entre 2002 e 2008, se propunham a reduzir em 5,2% as emissões e até agora as emissões continuam aumentando. Na Europa não houve redução nenhuma. Virou discursos de políticos que querem ser amigos do ambiente e ao mesmo tempo fazer crer que países subdesenvolvidos ou emergentes vão contribuir com um aquecimento. Considero como uma atitude neocolonialista.

UOL: O que a convenção de Copenhague poderia discutir de útil para o meio ambiente?

Molion: Certamente não seriam as emissões. Carbono não controla o clima. O que poderia ser discutido seria: melhorar as condições de prever os eventos, como grandes tempestades, furacões, secas; e buscar produzir adaptações do ser humano a isso, como produções de plantas que se adaptassem ao sertão nordestino, como menor necessidade de água. E com isso, reduzir as desigualdades sociais do mundo.

UOL: O senhor se sente uma voz solitária nesse discurso contra o aquecimento global?

Molion: Aqui no Brasil há algumas, e é crescente o número de pessoas contra o aquecimento global. O que posso dizer é que sou pioneiro. Um problema é que quem não é a favor do aquecimento global sofre retaliações, têm seus projetos reprovados e seus artigos não são aceitos para publicação. E eles [governos] estão prejudicando a Nação, a sociedade, e não a minha pessoa.

"Vamos forçar as regras para um governo mundial"

A frase acima é o do secretário das nações Unidas e é extremamente suspeita, pois denuncia a intenção de um golpe de estado a nível mundial. Claro que vão dizer que não é bem assim, mas é assim que a agenda da Nova Velha Ordem Anglo Saxônica vem tentando implementar um novo centro de poder mundial a partir do Banco Mundial e do FMI. O vídeo abaixo é de Alex Jones fazendo uma análise do pós COP15.


O livro dos segredos

domingo, 10 de janeiro de 2010

Alguns pontos, introduções. Primeiro, o mundo do Vigyan Bhairav Tantra não é intelectual, não é filosófico. A doutrina não tem sentido nele. ocupa-se do método, da técnica; não de nenhum princípio. A palavra «tantra» significa técnica, o método, o caminho. De modo que não é filosófico; observa isto. Não se ocupa de problemas e indagações intelectuais. Não se ocupa do «porquê» das coisas, ocupa-se do «como»; não do que é a verdade, mas sim de como se pode alcançar a verdade.

Tantra significa técnica. De modo que este tratado é científico. A ciência não se ocupa do porquê, a ciência se ocupa do como. Essa é a diferença básica entre a filosofia e a ciência. A filosofia pergunta: « por que esta existência?» A ciência pergunta: « Como esta existência?» Assim que faz a pergunta « Como?», o método, a técnica, voltam-se importantes. As teorias perdem seu sentido; a experiência se converte no central.

O tantra é ciência, o tantra não é filosofia. Compreender a filosofia é fácil, porque só se requer seu intelecto. Se pode compreender a linguagem, se pode compreender o conceito, pode compreender a filosofia. Não precisa trocar; não requer nenhuma transformação. Tal como é, pode compreender a filosofia; mas não o tantra.

Necessitará uma mudança..., mas bem uma mutação. A não ser que você seja diferente, o tantra não se pode compreender, porque o tantra não é uma proposta intelectual, é uma experiência. A não ser que esteja receptivo, disponível, vulnerável à experiência, não vai vir a ti.

A filosofia se ocupa da mente. Sua cabeça é suficiente; não se requer sua totalidade. O tantra te necessita em sua totalidade. É um desafio mais profundo. Terá que estar nele integralmente. Não é fragmentário. requer-se uma aproximação diferente, uma atitude diferente, uma disposição diferente para recebê-lo. Por isso, Devi faz perguntas aparentemente filosóficas. O tantra começa com as perguntas do Devi. Todas as perguntas podem ser abordadas filosoficamente.

Em realidade, qualquer pergunta pode ser abordada de duas maneiras:

filosoficamente ou totalmente, intelectualmente ou existencialmente.

Por exemplo, se alguém perguntar: «O que é o amor?», pode-o abordar intelectualmente, pode debater, pode propor teorias, pode argumentar a favor de uma hipótese determinada. Pode criar
um sistema, uma doutrina: e pode que não tenha conhecido absolutamente o amor.

Para criar uma doutrina, a experiência não é necessária. Em realidade, pelo contrário, quanto menos saiba, melhor, porque então pode propor um sistema sem vacilar. Só um cego pode definir facilmente o que é a luz. Quando não sabe, é atrevido.

A ignorância sempre é atrevida; o conhecimento duvida. E quanto mais sabe, mais sente
que se dissolve o chão sob seus pés, quanto mais sabe, mais adverte quão ignorante é. E os que são realmente sábios se voltam ignorantes, voltam-se tão básicos como os meninos, ou tão simples como os idiotas.

Quanto menos saiba, melhor. Ser filosófico, ser dogmático, ser doutrinário: isso é fácil. Abordar um problema intelectualmente é muito fácil. Mas abordar um problema existencialmente - não só pensar nele, mas também vivê-lo, experimentá-lo, permitir que te transforme, é difícil. Ou seja, para conhecer o amor um terá que estar possuído pelo amor. Isso é perigoso, porque não seguirá sendo o mesmo. A experiência te vai trocar.

Assim que entra no amor, entra em uma pessoa diferente. E quando sair não poderá reconhecer seu velho rosto; não te pertencerá. Agora há uma fissura, o homem de antes morreu e chegou o homem novo. Isso é o que se conhece como renascimento: ter nascido duas vezes.

O tantra é existencial, não filosófico. De modo que, é obvio, Devi faz perguntas que parecem filosóficas, mas Shiva não as vai responder dessa maneira. Assim é melhor compreendê-lo ao princípio; do contrário se sentirá perplexo, porque Shiva não vai responder a uma só pergunta.

Todas as perguntas que faz Devi, Shiva não as vai responder absolutamente. E, entretanto, responde-as! E na verdade, só ele as respondeu e ninguém mais; mas em um plano diferente.

Devi pergunta: « Qual é sua realidade, meu senhor?» Ele não vai responder. Em troca, dará uma técnica. E se Devi experimentar esta técnica, saberá. De modo que a resposta é indireta; não é direta. Não vai responder « Quem sou?», mas sim dará uma técnica: ponha em prática e saberá.

Para o tantra, fazer é saber, e não há outro saber. A não ser que faça algo, a não ser que troque, a não ser que tenha uma perspectiva diferente a que olhar, com a que olhar, a não ser que entre em uma dimensão totalmente diferente ao intelecto, não há resposta. podem-se dar respostas: todas são mentira. Todas as filosofias são mentira.

Faz uma pergunta e a filosofia te dá uma resposta. Satisfaz-te ou não te satisfaz. Se te satisfizer, converte a essa filosofia, mas segue sendo o mesmo. Se não te satisfizer, segue procurando alguma outra filosofia a que te aderir. Mas segue sendo o mesmo; não te afetou absolutamente, não te trocou.

Assim dá no mesmo que seja hindu ou maometano ou cristão ou jaina. A pessoa real detrás da fachada de hindu ou maometano ou cristão é a mesma. Só são distintas as palavras, ou a roupa. O homem que vai à igreja ou ao templo ou à mesquita é o mesmo.

Só troca o rosto, e se trata de rostos falsos, máscaras. detrás das máscaras encontrará ao mesmo homem -a mesma ira, a mesma agressividade, a mesma violência, a mesma avareza, a mesma luxúria-; tudo é o mesmo. É a sexualidade maometana diferente à sexualidade hindu? É a violência cristã diferente à violência hindu? É a mesma! A realidade segue sendo a mesma; só troca a roupa.

O tantra não se ocupa da roupa; o tantra se ocupa de ti. Se fizer uma pergunta, sua pergunta mostra onde está. Mostra também que, em qualquer lugar que esteja, não pode ver; por isso surge a pergunta. Um cego pergunta: « O que é a luz?», e a filosofia começa a responder o que é a luz. O tantra só saberá isto: se um homem perguntar « O que é a luz?», pergunta-a mostra tão somente que está cego. O tantra começará a operar o homem, a trocar ao homem, para que possa ver. O tantra não dirá o que é a luz. O tantra te dirá como alcançar a compreensão, como chegar a ver, como obter a visão.

Quando houver visão, haverá uma resposta. O tantra não te dá a resposta; o tantra te dá
a técnica para obter a resposta.

Agora bem, esta resposta não vai ser intelectual. Se lhe disser algo sobre a luz a um cego, isto é intelectual. Se o cego mesmo se voltar capaz de ver, isto é existencial. A isto refiro quando digo que o tantra é existencial. De modo que Shiva não vai responder às perguntas do Devi; entretanto, responderá. Isto é o primeiro.

O segundo: este é um tipo diferente de linguagem. Deve saber algo sobre ele antes de abordá-lo. Todos os tratados de tantra são diálogos entre a Shiva e Devi. Devi pergunta e Shiva responde. Todos os tratados de tantra começam dessa maneira. Por que? Por que este método? É muito significativo. Não é um diálogo entre um professor e um discípulo, a não ser entre dois amantes.

E com isso, o tantra dá a entender algo muito significativo: que os ensinos mais profundos não podem dar-se a menos que exista o amor entre os dois: o discípulo e o professor. O discípulo e o professor devem estar profundamente apaixonados. Só então se pode expressar o mais elevado, o mais à frente.

De modo que é uma linguagem de amor; o discípulo deve estar em uma atitude de amor. Mas não só isto, porque os amigos podem ser amantes. O tantra diz que um discípulo deve atuar de forma receptiva, adotar uma receptividade feminina; só então é possível algo. Não precisa ser uma mulher para ser um discípulo, mas sim ter uma atitude feminina de receptividade. Quando Devi pergunta, isto significa que pergunta a atitude feminina. por que esta ênfase na atitude feminina?

O homem e a mulher não só são diferentes fisicamente; são diferentes psicologicamente. O sexo não é só uma diferença no corpo; é também uma diferença de psicologias. Uma mente feminina significa receptividade: receptividade total, entrega, amor. Um discípulo necessita uma psicologia feminina; do contrário não poderá aprender. Pode perguntar, mas se não estar aberto, não poderá ser respondido. Pode fazer uma pergunta e mesmo assim seguir fechado. Então a resposta não pode penetrar em ti. Suas portas estão fechadas; está morto. Não está aberto.
Uma receptividade feminina significa uma receptividade como a do útero na profundidade interna, de modo que possa ser receptivo. E não só isso: significa muito mais. Uma mulher não só está recebendo algo; assim que o recebe se converte em parte de seu corpo. recebe-se um menino. Uma mulher concebe; no momento em que se produz a concepção, o menino se converteu em parte do corpo feminino. Não é um estranho, não é um forasteiro. Foi absorvido.

Agora o menino não viverá como um pouco acrescentado à mãe, a não ser simplesmente como uma parte, simplesmente como a mãe. E o menino não só é recebido; o corpo feminino se volta criativo, o menino começa a crescer.

Um discípulo necessita uma receptividade como a do útero. O que se receba não deve ser acumulado como conhecimento morto. Deve crescer em ti; deve converter-se em sangue e ossos dentro de ti. Deve converter-se em uma parte, agora. Deve crescer!

Este crescimento te trocará, transformará a ti, o receptor. Por isso o tantra usa este sistema. Todos os tratados começam com o Devi fazendo uma pergunta e Shiva respondendo. Devi é a consorte da Shiva, sua parte feminina.

Uma coisa mais... Agora a psicologia moderna, especialmente o psicanálise, diz que o homem é homem e mulher. Ninguém é só varão e ninguém é só fêmea; todo mundo é bissexual. Os dois sexos estão pressentem. Esta é uma investigação muito recente no Ocidente, mas para o tantra este foi um dos conceitos mais básicos há milhares de anos. Deve ter visto imagens da Shiva como ardhanarishwar: metade homem, metade mulher. Não há outro conceito como este em toda a história humana.

Shiva é representado como metade homem, metade mulher.

De modo que Devi não é só uma consorte; é a outra metade da Shiva. E a não ser que um discípulo se converta na outra metade do professor, é impossível transmitir o ensino mais alta, os métodos esotéricos. Quando te faz um, não há dúvida. Quando é um com o professor - tão totalmente um, tão profundamente um -, não há debate, não há lógica, não há razão. A gente simplesmente absorve;

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Pelo Caminho do Guerreiro

sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

Pelo Caminho do Guerreiro, de Ana Catan, me fez ler um livro como não fazia há muito tempo: dê um só folêgo, em cerca de 6 horas. Ele trouxe para mim todo o intento que percebi nas obras do próprio nagual de uma maneira toda própria: pela visão de uma mulher, uma mulher brasileira, que teve contato direto com o nagual e que viu sua partida desse mundo pela ponte que Don Juan vislumbrou, a ponte do intento.

Sempre tive um pé atrás com relação as obras que não tivessem o aval do próprio nagual, mas a obra de Ana Catan tem para mim a assinatura do próprio espírito. Não tenho a menor dúvida de que toda a sua narrativa é autêntica, verdadeira. A obra também é bem escrita e não deixa nada a desejar com relação ao escrito por mulheres e "brujas" como Taisha Abelar e Florinda Grau. E ele tem uma marca que é bem própria nossa, da nossa cultura, do nosso jeito brasileiro, das nossas preocupações. Há nele uma proximidade e uma intimidade peculiar. Só posso agradecer à Ana e ao Espírito.


Título: Pelo Caminho do Guerreiro
Autor: Ana Catan
Gênero: Esoterismo
Editora: Saraiva
Tamanho: 216
Formato: doc, pdf e txt

Carlos Castaneda, como escritor, é uma das pessoas mais fascinantes e controvertidas da atualidade. Sempre envolto em mistério, ele esteve incógnito no Brasil em diversas ocasiões. O que teria vindo fazer aqui? Teria algum discípulo entre nós? Quem seria o escolhido?Pelo caminho do guerreiro é o relato sincero de Ana Catan, recapitulando cada momento, cada pensamento, cada emoção da convivência com Castaneda e revivendo todos os medos e desafios de trilhar o árduo caminho que escolheu.

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A Profecia Hopi

quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

A extraordinária profecia Hopi que se segue foi primeiramente publicada num manuscrito mimeografado que circulou entre diversas igrejas Metodistas e Presbiterianas norte-americanas em 1959. Algumas das profecias foram publicadas em 1963 por Frank Waters em The Book of the Hopi. O relato começava descrevendo como, quando dirigia através de uma rodovia no deserto em um dia quente do verão de 1958, um sacerdote chamado David Young parou para oferecer uma carona a um ancião índio, que aceitou com um aceno. Após viajar em silêncio por vários minutos, o índio disse:

"Eu sou Pena Branca, um Hopi do antigo Clã Urso. Em minha longa existência eu pude viajar através deste mundo, buscando por meus irmãos, e aprendendo deles muitas coisas plenas de sabedoria. Eu segui pelas trilhas sagradas de meu povo, que vive nas matas e nos muitos lagos do leste, na terra do gelo e das longas noites no norte, e nos lugares dos sagrados altares de pedra construídos muitos anos atrás pelos ancestrais de meus irmãos no sul. De todos estes eu escutei as histórias do passado, e as profecias do futuro. Hoje, muitas das profecias viraram história, e poucas restam por acontecer - o passado se torna longo, e o futuro se torna curto.

"E agora Pena Branca está morrendo. Todos os seus filhos congraçaram com seus ancestrais, e logo ele também deve estar junto a estes. Mas não sobrou ninguém, ninguém para declamar e passar adiante a antiga sabedoria. Meu povo se cansou dos velhos costumes - as grandes cerimônias que contavam de suas origens, de seu despertar para o Quarto Mundo, tudo foi abandonado, esquecido, mesmo havendo chegado a ser recontado. O tempo se tornou curto.

"Meu povo aguarda por Pahana, o Irmão Branco desaparecido, [lá das estrelas] assim como todos nossos irmãos neste mundo. Ele não será como o homem branco que conhecemos agora, que são cruéis e ambiciosos. Nós falamos de sua vinda há muito tempo. Mas ainda aguardamos por Pahana.

"Ele trará consigo os símbolos, e a peça faltante dessa mensagem sagrada que agora é guardada pelos anciãos, e que nos foi dado quando ele partiu, o qual o poderá identificar como nosso Verdadeiro Irmão Branco.

"O Quarto Mundo deve terminar em breve, e o Quinto Mundo terá início. Isto todos os anciãos em toda a parte sabem. Os Sinais ao longo de muitos anos estiveram sendo observados, e muito pouco resta por acontecer.

"Este é o Primeiro Sinal: Nós estivemos falando da chegada dos homens de pele branca, como Pahana, mas que não viviam como Pahana e que iam tomar a terra que não lhes pertencia. E homens que derrubavam seus inimigos com trovões.

"Este é o Segundo Sinal: Nossas terras veriam a chegada de rodas rolantes carregadas de sons. Em minha juventude, meu pai viu essa profecia tornar-se realidade com seus próprios olhos - os homens brancos trazendo suas famílias em carros que cruzavam as pradarias."

"Este é o Terceiro Sinal: Uma estranha besta como um búfalo mas com grandes chifres compridos, iriam atravessar o território em grande quantidade. Isto Pena Branca viu com seus olhos - a chegada do gado do homem branco."

"Este é o Quarto Sinal: O território seria cruzado por serpentes de ferro."

"Este é o Quinto Sinal: O território deveria ser entrecruzado por uma gigantesca teia de aranha."

"Este é o Sexto Sinal: O território deveria ser entrecruzado com rios de pedra que formariam figuras sob o calor do sol."

"Este é o Sétimo Sinal: Você sentiria o mar se tornando negro, e muitas das coisas existentes morrendo por causa disso."

"Este é o Oitavo Sinal: Você veria muitos jovens, que usariam cabelos longos como a gente de meu povo, vindo e congraçando com as nações das tribos, para aprender seus costumes e sabedoria.

"E este é o Nono e Último Sinal: Você ouvirá de uma morada nos céus, sobre a Terra, que deve cair com um grande estrondo. Vai parecer como se fosse uma estrela azul. Logo depois disso, as cerimônias de meu povo cessarão.

"Estes são os sinais de que uma grande destruição está chegando. O mundo deve balançar pra frente e pra trás. O homem branco irá combater contra outro povo em outras terras - com aqueles que possuíram a luz primeira da sabedoria. Haverão muitas colunas de fumaça e fogo como as que Pena Branca viu o homem branco fazer nos desertos não muito longe daqui. Assim que estas acontecerem causarão doença e uma grande mortandade.

"Muitos do meu povo, compreendendo as profecias, devem se salvar. Aqueles que estejam presentes ou vivam nos lugares do meu povo também devem ser salvos. Daí deve haver muito por reconstruir. E cedo - logo em seguida - Pahana regressará. Ele deve trazer consigo a aurora do Quinto Mundo. Ele deve plantar as sementes de sua sabedoria em seus corações. Mesmo agora as sementes estão sendo plantadas. Elas devem abrir caminho para o despertar no Quinto Mundo.

"Mas Pena Branca não verá isto. Estou velho e morrendo. Você - talvez o veja. A seu tempo, a seu tempo..."

O velho Índio caiu em silêncio. Eles chegaram a seu destino, e o Reverendo David Young parou para deixá-lo sair de seu carro. Eles nunca se encontraram novamente. O Reverendo Young faleceu em 1976, de modo que não viveu para ver o prolongamento de sua importante profecia."