Questionamentos importantes sobre a falsa pandemia.

quarta-feira, 31 de março de 2010

Tentem responder a este pequeno questionário:

1- Por que a secretaria da saúde, Kathleen Sebelius, assinou um decreto dando total imunidade jurídica aos fabricantes de vacinas contra a gripe H1N1, em caso de perseguição jurídica (por parte das vitimas dessas vacinas, seja por efeitos secundários indesejáveis, seja por falecimentos)? Isto não parece mais uma licença para matar?

Fonte: http://www.globalresearch.ca/index.php?context=va&aid=14487

2- Por que, Madame Bachelot (ministra da saúde em França) pediu no inicio de Fevereiro de 2009, a um grupo de advogados constitucionais, um memorando sobre a seguinte questão: a instituição de um plano de vacinação para toda a população seria ilegal e inconstitucional? Ao que os especialistas reponderam, garantindo que uma situação excepcional e um estado de emergência sanitária justificava amplamente a remoção de todas as liberdades pessoais!

Fonte: http://www.ccne-ethique.fr/docs/Avis%20106_anglais.pdf

3- Por que que a OMS modificou, no dia 27 de Abril de 2009, a sua definição de pandemia? Antes, para declarar uma pandemia, os requisitos eram muito mais exigentes! Agora, basta que a doença seja identificada em dois países de uma mesma zona OMS!

Fonte: http://www.who.int/csr/disease/influenza/pipguidance09FR.pdf
(ver pag. 13 do pdf e as explicações nas paginas seguintes)

4- Como é possível que a patente da vacina contra a gripe suína (H1N1) tenha sido apresentada em 2008 (muito antes da aparição do vírus desaparecido desde da famosa epidemia da gripe espanhola, em 1918)?

Fonte:
http://appft.uspto.gov/netacgi/nph-Parser?Sect1=PTO2&Sect2=HITOFF&p=1&u=/netahtml/PTO/search-bool.html&r=3&f=G&l=50&co1=AND&d=PG01&s1=Kistner.IN.&OS=IN/Kistner&RS=IN/Kistner#top

5- Por que obra do destino o presidente francês Sarkozy teve a intuição de ir assinar um contracto de investimento de um montante de 100 milhões de euros, no dia 9 de Março de 2009, para a construção de uma fabrica de produção de vacinas contra a gripe? E imagine onde! No México, precisamente onde nasceu a gripe suína!

Fonte: http://www.sanofi-aventis.com/presse/communiques/2009/ppc_24324.asp

6- Por que, que nenhuma mídia e nenhum especialista nos diz que a gripe normal mata a cada ano entre 250.000 e 500.000 pessoas, ou seja, mais de 1.000 mortes por dia (são os números oficiais da OMS)?

Fonte: http://www.who.int/mediacentre/factsheets/fs211/en/index.html
(veja no texto por baixo de seasonal epidemics)

7- Por que, que toda a imprensa mundial diz repetidamente que o vírus da gripe A irá provocar uma batolada de mortes, quando os factos demonstram que não passa de uma gripezinha (muito menos grave que a gripe normal) que fez apenas 2.000 mortes em mais de 5 meses? A gripe normal faria, no mesmo espaço de tempo, 200.000 mortes !

Fonte: http://www.who.int/csr/don/2009_09_18/en/index.html

(na tabela podemos ver 3.486 mortes até 13 de Setembro. Um numero ridículo comparado com a gripe sazonal (devo relembrar que o hemisfério sul está a sair do inverno! Deveríamos ter tido milhões de mortes na Argentina, no Chile, no Brasil e na Austrália, segundo as previsões da OMS! Onde é que eles estão?)

8- Por que, apesar destes números de mortalidade insignificantes (2.000 em vez de 200.000), a maior parte dos países fizeram encomendas monstruosas para centenas de milhões de doses de vacinas desde o mês de Junho de 2009?

Fonte: Não é preciso, isso deu todos os dias nos telejornais. Apenas para relembrar, Portugal: 6 milhões de doses, França 94 milhões de doses, Canadá 50,4 milhões de doses, E.U.A 195 milhões de doses, Brasil: 40 milhões de doses e etc....

9- Portanto, para quê tomar medidas excepcionais este ano, visto que a gripe é menos virulenta que os outros anos? Quais são os fatos que justificam tais decisões quando não existe nada de especial? Porquê as leis de emergência (lei marcial) já foram aprovadas na maioria dos países (sem revelar o conteúdo)?

Fonte: http://fimdostempos.net/gripe-militarizacao-lei-marcial.html

10 - Porquê o exercito americano foi implantado em todo o território dos E.U.A ?

Fonte: http://www.progressive.org/wx081209b.html (Este artigo menciona que o Pentágono quer aumentar o número dos seus efectivos para cerca de 400.000 no terreno. Mas a maioria dos militares já estão implantados).

11- Para quê mais de 800 campos de concentração foram instalados nos Estados Unidos, estes últimos anos (por enquanto, estão vazios)? Porquê que eles são geridos pela a FEMA (Federal Emergency Management Agency), que actua nas grandes catástrofes do território (como no furacão katrina) ?

Fontes: http://www.globalresearch.ca/index.php?context=va&aid=12793

http://www.govtrack.us/congress/billtext.xpd?bill=h111-645

http://www.youtube.com/watch?v=1qQ4iFI5Np8&feature=player_embedded

(este ultimo vídeo já foi removido (censura), só podia! Mas dizia o seguinte: Neste vídeo You Tube, uma mulher que pretende ser um soldado, explica como ela participou num exercício de repetição na Califórnia, praticando a colocação de barreiras e postos de controle, de modo que as autoridades possam verificar quem recebeu a vacina contra a gripe suína. Aqueles que tenham sido vacinados serão equipados com uma bracelete munida de um chip RFID, a fim de ser localizados e monitorados. Para aqueles que não tomaram a vacina, será lhes oferecida no local, caso continuem a recusar, eles serão transportados para um campo de internamento, de acordo com este testemunho.

Fonte: http://www.alterinfo.net/La-police-et-les-militaires-s-entrainent-a-arreter-les-refractaires-au-vaccin_a36855.html


12 - Porquê que nos escondem que em 1918, foram as pessoas vacinadas que morreram de gripe espanhola, e não as não vacinadas? Isso quer dizer que elas foram mortas pela a vacina e não pela a gripe?

Fonte: http://www.whale.to/vaccine/sf1.html

13 - Porquê que nos escondem que todas as epidemias do século 20 foram provocadas por campanhas de vacinação ?

Fonte: http://www.vaccinationdebate.com/web2.html (uma de muitas fontes)

14 - Porquê que autorizam a adição de esqualeno na futura vacina contra a gripe H1N1, quando esse adjuvante foi explicitamente reconhecido como responsável pelo o síndrome da Guerra do Golfo que, adoeceu 180.000 GI?s (25% dos soldados) após a injeção da vacina contra o anthrax? Saiba que o esqualeno foi proibido por um juiz federal em 2004!

Fonte: http://www.rense.com/general87/mill.htm

15 - Porquê 50% dos médicos ingleses recusam-se a tomar a vacina contra o H1N1, será que eles não confiam no procedimento de preparação?

Fontes: http://www.healthcarerepublic.com/news/935745/Exclusive-GPs-may-reject-swine-flu-vaccine/

http://www.pulsetoday.co.uk/story.asp?sectioncode=35&storycode=4123491&c=2


16 - Porque nos apresentam o Tamiflu como um antiviral eficaz, quando todas as campanhas de utilização deste produto foram catastroficamente ineficazes? Mais, este medicamento provoca desordens psicológicas e neurais, provocando em alguns casos suicídios dos consumidores!

Fontes: http://www.bmj.com/cgi/content/abstract/339/aug10_1/b3172


http://www.independent.co.uk/life-style/health-and-families/health-news/tamiflu-researchers-warn-of-child-nightmares-1765431.html

17 - Porquê que as autoridades sanitárias, que supostamente querem o nosso bem estar e proteção, autorizam que um novo tipo de vacina (segundo suas palavras) seja testado diretamente em centenas de milhões de cobaias (ou seja, nós), sem que os protocolos normais de comercialização sejam respeitados, e sem nenhuma garantia de segurança da dita vacina ?

Fonte: http://www.santelog.com/modules/connaissances/actualite-sante-essais-cliniques-du-vaccin-anti-ah1n1-12.000-enfants-am%C3%A9ricains-concern%C3%A9s-_1683.htm

Para quê estas manobras todas? Quem está por trás disto?

A instauração de uma nova ordem mundial, com um único governo (ditador, claro!), será que já ouviu falar disso? Não? Então está com umas décadas de atraso na sua informação. Sinto muito pelo choque, para alguns. Mas isto está a acontecer agora. Tudo está pronto. Só faltava um pretexto para aplicar as leis marciais e a carta será jogada! E esse pretexto é uma pandemia mediática que precipitará o publico para as vacinas que ele verá como salvador, mas na verdade será essa arma biológica que acabará com ele (o público).

Repito.

Esta vacina não tem nada a ver com as vacinas que conhecemos até hoje. É uma arma fabricada com a cumplicidade dos laboratórios. Não há nada a temer do vírus H1N1 (bastante contagioso, mas pouco virulento). A Austrália que está no fim do inverno já fez o balanço. Poucas mortes (88 mortes para uma população de 20 milhões de habitantes), porque eles não tinham vacinas. Será para o próximo inverno (Junho a Setembro 2010) que haverá muitas, quando a vacina estará
disponível para eles também.

Perca um bocado de tempo a examinar as fontes. E, quando a campanha de vacinação estiver em obra, pergunte-se uma coisa: A pessoa que acabou de morrer será que tomou a vacina? Será que tomou algum antiviral (tipo Tamiflu)? Se a resposta for sempre sim, então você saberá, com certeza, qual foi a causa da morte.

Alexandre Pimentel

Informações adicionais

As pessoas estao acordando para a realidade: que a gripe é branda, que a vacina nao é tao segura quanto a OMS e o ministério da saúde afirmam e que os laboratórios farmacêuticos tiveram grande influencia sobre a OMS para diminuir o criterio para proclamar a pandemia nível 6 e a recomendacao para vacinar todos os países.


Foi comprovado que nos países que não vacinaram nao houve mais mortes do que naqueles que se vacinaram:

http://www.anovaordemmundial.com/2010/03/diario-digital-de-portugal-gripe-ah1n1.html

"Houve uma manipulação e uma encenação por parte da OMS", acusou a eurodeputada ecologista francesa Michèle Rivais, que disse que a gripe A foi "a crônica de uma pandemia anunciada sob a qual se esconderam interesses econômicos da indústria farmacêutica".

A ministra polaca da Saúde, Ewa Kopacz, sublinhou que os governos "não devem ser reféns dos laboratórios", explicando que a Polónia decidiu recusar encomendas de vacinas contra a pandemia por causa das condições impostas pela indústria, que pareceram "pelo menos duvidosas".

Kopacz referiu que os laboratórios recusaram assumir responsabilidade por quaisquer efeitos nefastos das vacinas.

A ministra da polonia frisou que não só se registaram menos mortes por causa do vírus H1N1 do que por causa da gripe sazonal, como os países que não fizeram campanhas de vacinação não tiveram mortalidade maior.

Émerson

Veja tambem:
http://www.anovaordemmundial.com/2010/03/opiniao-de-profissionais-altamente.html


Quem matou o carro elétrico?

(EUA, 2006 - Direção: Chris Paine, 92 min.)

Em 1996, pensando em reduzir o efeito dos gazes estufa, o Estado da Califórnia exigiu que as montadoras fabricassem uma pequena porcentagem de carros que não emitissem poluentes, isso quer dizer, carro elétrico.

As montadoras, então, se focaram em duas linhas de frente: 1 - fazer o carro para cumprir a lei, 2 - derrubar a exigência legal através de lobistas.

Conseguiram fabricar o carro, a exemplo dos EV1 da GM, que eram muito mais eficientes, duráveis, ágeis, silenciosos e sustentáveis que o velho carro de motor a combustão. Foi uma grande evolução para o meio-ambiente.

Mas conseguiram também derrubar a lei e, então, obrigaram os usuários (inclusive Tom Hanks e Mel Gibson) a devolver seus veículos elétricos que estavam em leasing e... os destruíram!

Você tem idéia da razão de interesses estariam por trás de destruir os melhores carros até então construídos? O filme mostra, esclarece, derrubando todos os mitos gerados pro interesses corporativos.

Depois de assistir a esse documentário, você perceberá o quanto seu carro é ultrapassado...
(Sinopse original do docverdade)

Torrent - Legendas pt-br - Subtítulos spa

Fonte - Doc Verdade

Sobre o lado oculto da Lua e muito mais

terça-feira, 30 de março de 2010

A postagem desse vídeo foi uma decisão um pouco difícil porque no vídeo-palestra do Alex Collier tem coisas apresentadas muito difíceis de digerir e ao mesmo tempo tem algumas evidências. Gostaria muito de saber a opinião de vocês sobre essa palestra de um homem que está no seu perfeito juízo revelando coisas muito além dos paradigmas vigentes. A palestra é 1996 e é falado claramente sobre o atentado terrorista de 11 de setembro de 2001, por exemplo, e sobre uma catástrofe natural na costa oeste americana. Alex também fala de conseguirmos provar a existência de 11 dimensões, dado que é um elemento fundamental da teoria das cordas ou da teoria M. Os gigantescos aceleradores de partículas que estão sendo (e já foram) construídos visam esse objetivo, dentre outros. As datas da previsão não são precisas, como sabemos a avaliação de tempo nessas questões é bastante relativa. São mostradas algumas fotos sobre a Lua e outros componentes de nosso sistema solar, especialmente sobre certas formações ou estruturas dentro de crateras que deveriam naturalmente estarem vazias já que são fruto de colisão de meteoros. Há mesmo uma suposta cratera quadrada, mostrada através de fotos. Como as fotos foram conseguidas eu desconheço, obviamente Alex Collier não revelaria suas fontes.

Alex Collier é um canalizador de seres originários de Andrômeda. Tal como Bárbara Marciniak e outros teve a coragem de expor-se ao ridículo para entregar uma mensagem que é e seria destrutiva para a imagem e vida de qualquer um, mas ele o fez e só por isso merece o crédito devido. Uns diriam, louco! Outros nada diriam. E alguns talvez reconhecessem o peso de tal tarefa que não visa lucros ou promoção pessoal. As provas apresentadas, imagens, fotos, apesar de qualidade ruim devem ser levadas em conta pois revelam coisas extremamente chocantes para a mentalidade corrente. Quem tiver coragem para assitir de mente aberta e sem pré-julgamentos os vídeos, ei-los:


























Espírito Sagrado, Sagrado Espírito

Eu sei que alguns dos temas que tratamos aqui não são fáceis porque eles colocam em xeque a nossa própria forma de ser e se há algo em nós que merece o xeque-mate é o nosso próprio ego que nos isola de tudo o mais. Na verdade nada importa ou tudo importa porque de uma maneira ou de outra todos nós morreremos. A maneira como morreremos é uma escolha nossa, pode ser uma bela escolha ou uma mera indulgência que não honra a própria vida. Mas apesar de começarmos a escrever de uma maneira aparentemente dura, minhas letras virtuais estão carregadas de amor e agradecimento ao Espírito, é assim que quero compartilhar com vocês esse pequeno presente, um álbum de música com 7 cds que encontrei pela net, para celebrar o tempo que vem, o tempo que foi e o tempo que não será mais. Que o som aqui compartilhado inspire a nossa luta com alegria!

Download via Torrent AQUI!

Tamanho - 623,97 MB


“O toque dos guerreiros-viajantes é bem suave, embora deva ser cultivado. A mão do guerreiro-viajante é, no princípio, uma mão de ferro, pesada, que segura firme mas que depois transforma-se numa mão de um fantasma, numa mão que parece ser feita de teias de aranha. Os guerreiros-viajantes não deixam nenhuma marca, nenhum rastro. Esse é o desafio para os guerreiros-viajantes” - O Lado Ativo do Infinito, de Carlos Castaneda - download AQUI.

O que há por trás da hora do planeta?

segunda-feira, 29 de março de 2010

Teoria da Conspiração, Protesto Ecológico, Manipulação das Massas ou Ritual Mágico? Escolhe, mas não deixe de ver que as idéias e fatos aqui concatenados possuem a sua lógica, ainda mais diante de um ato que oculta a enorme polêmica sobre a questão climática. Sabemos que o clima tem sido manipulado em seus dados para servir a uma estratégia de criação de um governo mundial, tal como como vemos agora na questão da falsa pandemia, coordenada pela OMS como um super-poderoso organismo mundial que pode afetar povos soberanos e independentes. Pesquisa, investiga, questiona, não fica apenas como vaca de presépio.

Imunidade jurídica para fabricantes da vacina H1N1

domingo, 28 de março de 2010

A notícia é requentada do ano passado, meados de 2009, mas muita gente não sabe que os laboratórios farmacêuticos que produzem a vacina porcina estão ISENTOS de qualquer RESPONSABILIDADE LEGAL sobre as consequências da mesma, então estamos divulgando-a aqui.

A Ministra da Saúde dos EUA, Kathleen Sebelius assinou um decreto que garante a total imunidade jurídica para os fabricantes de vacinas contra a gripe suína em todos os processos criminais que possam se originar de qualquer ligação da nova vacina contra esta gripe. Além disso, este urgente programa do governo ao custo de 7 bilhões de dólares tenta lançar no mercado a vacina contra o H1N1 antes da alta estação da gripe, que começa no outono, e sem proceder com as usuais medidas de segurança. Trata-se talvez, nesta histeria oficial apoiada pelo OMS, da declaração do vírus H1N1 em pandemia mundial como algo totalmente diferente?

Primeiramente, nem a Organização Mundial da saúde – OMS, nem o Center for Disease Control (CDC) dos EUA, nem qualquer instituto científico apresentaram a prova científica necessária para a existência do alegado vírus Influenza-A-H1N1. Para tal prova seria necessário isolar o vírus segundo critérios científicos, determinar e fotografar com microscópio eletrônico – esse é o procedimento padrão. Mesmo assim ele é usado para alertar mundo afora contra uma “pandemia”.

O pânico espalhado pelo lado oficial ante uma suposta ameaça através da gripe suína toma dimensões dignas de romance de ficção científica a lá George Orwell. O decreto que a Ministra Sebelius acabou de assinar garante aos fabricantes de vacinas contra a gripe suína, segundo lei que entrou em vigor em 2006, imunidade jurídica em casos de calamidade pública na saúde.

O plano não tão sábio do SAGE

Desde que a Organização Mundial da Saúde OMS, seguindo uma recomendação do grupo de trabalho da OMS para questões de imunização, Strategic Advisory Group of Experts (SAGE) on Immunizations, declarou a infecção H1N1 como fase 6 ou pandemia, podem ser iniciadas imediatamente medidas de caráter emergencial de saúde pelo mundo afora, até mesmo em países como a Alemanha, onde o número de casos de infecções H1N1 registrados ou até mesmo somente “suspeitos” podem ser contados nos dedos da mão.

O grupo SAGE da OMS deve ser examinado mais atentamente. Seu diretor é desde 2005 o Dr. David Salisbury, chefe do departamento de imunização do Ministério da Saúde britânico. Nos anos 80, Salisbury foi bastante criticado, pois apoiou a vacinação em massa de crianças com a vacina combinada MMR (Caxumba-Sarampo-Rubéola) da empresa que antecedeu a GlaxoSmithKline. Justamente essa vacina foi tirada do mercado no Japão, após ter gerado efeitos colaterais em um número considerável de crianças e o governo japonês ter sido obrigado a pagar enormes indenizações. Na Suécia, a vacina MMR foi retirada do mercado quando os cientistas ligaram-na com o aparecimento da doença de Morbus Crohn. Aparentemente o chefe da SAGE, David Salisbury não se deixou impressionar com isso na época.



Diretor do conselho da SAGE – OMS é o questionável britânico Dr. David Salisbury (quinto a partir da esquerda).

Segundo informações do investigador britânico independente Alan Golding, que conseguiu a liberação dos documentos sobre o caso, foi “introduzido em 1986, no Canadá, o preparado MMR Trivix, que contém a cepa do vírus da caxumba Urabe AM-9, ao invés do MMR I. Nos protocolos dos grupos de trabalhos conjuntos da associação britânica de pediatras (Joint Working Party of the British Paediatric Association) e do Comitê conjunto do grupo para vacinação e imunização (Joint Committee on Vaccination and Immunization JVCI Liaison Group), a 26 de junho do mesmo ano, foi expressa a preocupação com a introdução do MMR na Grã-Bretanha. Esta preocupação foi confirmada rapidamente, pois aumentaram os relatos de casos de meningite asséptica em pessoas vacinadas. Finalmente, no início de 1988, no Canadá, todas as vacinas MMR que continham a cepa Urabe, foram retiradas de circulação. Isso aconteceu ainda antes do Ministério da Saúde do Reino Unido ter liberado as vacinas que continham o Urabe...”

No relatório temos: “Smithkline-French, a empresa farmacêutica, que mais tarde se tornou Smith-Kline-Bencham e produzia na Grã-Bretanha, levou a sério estas questões de segurança e hesitou em pedir a licença para a vacina com Urabe. Como resultado de sua “preocupação”, as crianças poderiam sofrer sérios danos através de algum de seus produtos, eles exigiram que o governo britânico os assegurasse contra possíveis processos criminais, os quais poderiam acontecer devido a possíveis “baixas” em relação com a vacina, cujos riscos para a saúde já eram conhecidos nesta época. Por recomendação do professor Salisbury e dos representantes do Ministério da Saúde, o governo britânico, que estava empolgado em poder fornecer uma barata vacina MMR, cedeu às exigências.

Hoje, o mesmo Dr. Salisbury se empenha na utilização mundial da não-testada vacina H1N1, que é produzida pelo mesmo fabricante e que se chama agora GlaxoSmithKline.

O último desastre da inventada gripe suína

Na última vez, o governo norte-americano foi confrontado em 1976 com uma nova gripe suína. Milhares exigiram indenização naquela época e alegaram que eles sofriam efeitos colaterais da vacina. Desta vez o governo tomou medidas para evitar processos desde o início, caso novamente milhares de cidadãos americanos venham a sofrer sérias complicações, porque receberam vacinas não testadas.

Em 1976, o presidente Gerald Ford que estava preocupado na época com sua reeleição, foi aconselhado pelo chefe do CDC, David Sencer, a promover uma ampla campanha de vacinação em todo o país. Da mesma forma como hoje em dia com a gripe suína H1N1, Spencer fomentou o medo de uma suposta epidemia de gripe como em 1918. é notável que ainda hoje alguns cientistas declarem que os óbitos de 1918-1919 – após o fim da devastadora Primeira Guerra Mundial – se originaram não devido a um vírus, mas sim à campanha de vacinação do governo contra a “gripe espanhola”. Vale mencionar que a Universidade e Fundação Rockfeller estavam no centro dos acontecimentos daquela época.

Em 1976, apareceram casos da chamada naquela época gripe suína em soldados no Fort Dix, Estado de Nova Jersey, que provocaram uma vítima. A causa da morte é controversa, pois o soldado adoecido pela gripe foi forçado a participar uma marcha e caiu morto. Sencer solicitou a Ford que iniciasse uma campanha, a qual se revelou posteriormente como um vergonhoso fiasco da história da saúde pública americana. Sencer foi forçado a se demitir finalmente do cargo de diretor do CDC.

No escopo daquela campanha, 40 milhões de norte-americanos foram vacinados pelos órgãos públicos. Nunca houve uma pandemia, mas milhares que foram vacinados pediram indenizações por causa de lesão corporal, pois eles contraíram a doença neurológica Síndrome Guillain-Barre ou apresentaram outros efeitos colaterais. Pelo menos 25 pessoas morreram, 500 adoeceram devido à síndrome de Guillain-Barre, uma inflamação do sistema nervoso que leva a paralisias ou até à morte. Houve também outros efeitos colaterais. O governo norte-americano teve que pagar indenizações após as vítimas da vacinação provocaram um escândalo nacional. Em 1976, a vacina contra a gripe suína se mostrou muito mais perigosa do que a própria doença.

Sencer foi demitido em 1976 por causa desse fiasco, mas o leite já tinha sido derramado.


Mas ainda vem o pior. Agora, quando o governo Obama assinou um decreto que garante a imunidade jurídica contra vindouros processos criminais, o órgão regulamentador de medicamentos FDA, dos EUA e os órgãos públicos da saúde da Grã-Bretanha decidiram que as grandes empresas farmacêuticas (“Big Pharma”) podem colocar vacinas no mercado, antes que os resultados das pesquisas sobre seus efeitos colaterais sejam conhecidos.

As primeiras doses da vacina contra gripe suína serão liberadas antes que estejam disponíveis os dados sobre efeitos colaterais e eficácia. A vacina não-testada contra “pandemia” deve ser aplicada em duas altas doses. Uma marca deve conter um composto químico adicional em sua formulação, o assim chamado de adjuvante, para tornar a vacina mais “eficaz”, mas que aumenta drasticamente o perigo de possíveis efeitos colaterais.

Primeiramente devem ser vacinadas as crianças; elas tomam a vacina provavelmente já um mês antes dos resultados dos testes serem conhecidos.

Na Grã-Bretanha, os órgãos públicos da saúde National Health Service (NHS) receberam a ordem de se preparar para o pior dos casos: a gripe suína pode provocar a morte de até 65.000 vidas no próximo inverno, dentre eles milhares de crianças.

O governo britânico já encomendou 132 milhões de doses da vacina junto a dois fabricantes, GlaxoSmithKline eBaxter, os quais licenciaram já previamente três vacinas-“bases” em preparação contra uma pandemia. Isso soa como encomendado, embora a OMS e os epidemiológicos assegurem que não é possível se preparar antecipadamente frente a uma ameaçadora mutação do atual e relativamente inofensivo problema do H1N1.

Realmente é inacreditável que o grande fabricante farmacêutico Baxter já tenha requerido a patente para a vacina H1N1, um ano antes que o primeiro caso do suposto H1N1 tivesse sido relatado:

Baxter Vaccine Patent Application (requerimento de patente para vacina) US 2009/0060950 A1. No requerimento lê-se: “… a composição ou agente ativo contém mais do que um antígeno … como Influenza A ou Influenza B, principalemnte escolhidas de um ou mais sub-tipos de gripe humana H1N1, H2N2, H3N2, H5N1, H7N7, H1N2, H9N2, H7N2, H7N3, H10N7, dos sub-tipos de gripe suína H1N1, H1N2, H3N1 e H3N2 assim como sub-tipos de gripe canina e eqüina H7N7, H3H8 ou de sub-tipos de gripe aviária H5N1, H7N2, H1N7, H7N3, H13N6, H5N9, H11N6, H3N8, H9N2, H5N2, H4N8, H10N7, H2N2, H8N4, H14N5, H6N5, H12N5.”

E mais além lê-se no requerimento: “Como adjuvantes adequados são considerados géis minerais, hidróxido de alumínio, substâncias tensoativas, lisolecitinas, Pluronic-Polyole, poliânions ou emulsões oleosas como água em óleo ou óleo em água ou uma combinação disto. A escolha dos adjuvantes depende naturalmente da aplicação planejada. Desta forma, por exemplo, a toxidade depende do organismo alvo e pode variar de não-tóxico até altamente tóxico”.

Não existe qualquer dispositivo legal – poderia ser que Baxter esteja se preparando para vender muitas centenas de milhões de doses da vacina que contêm o altamente tóxico hidróxido de alumínio como adjuvante? Talvez fosse a hora de exigir que todas as lideranças da OMS, da SAGE e do CDC, do governo Obama, os membros do gabinete e do congresso norte-americano, que liberaram sete bilhões de verba para o H1N1, e consentiram que a indústria farmacêutica recebesse imunidade perante as posteriores indenizações que seus produtos viessem a causar, se colocassem eles próprios à disposição como cobaias para a nova vacina. Assim pode se observar os resultados. O mesmo deveria valer para outros órgãos públicos ou instituições que exigem que os cidadãos sejam vacinados com a vacina H1N1 da GlaxoSmithKline ou Baxter, eles devem atentar que a vacina seja realmente segura.

A OMS não registrará mais os casos do H1N1

Um outro sinal de que todo mundo está fazendo papel de idiota neste cenário de gripe suína da OMS, se mostra na mais nova decisão da OMS – desta instituição atuante internacionalmente, que justamente deveria ser responsável em vigiar este princípio das chamadas pandemias ou somente epidemias pelo mundo afora –, de não seguir mais o desenvolvimento da gripe suína (ou do H1N1 Influenza A, como hoje se prefere chamar para não atrapalhar oSmithfield Foods ou outros produtores industriais de Porcos - CAFO).

Em um informativo publicado em sua página na Rede, encontra-se o espantoso anúncio que os casos de H1N1 não serão mais registrados. A última contagem da OMS, de 6 de julho, resultou em 96.512 casos confirmados em 122 países, dos quais 429 mortes.Aparentemente a OMS quer dizer com através deste novo passo, que o número de casos confirmados em laboratório é irrelevante.

No informativo pede-se que os países continuem a noticiar os casos confirmados. Os países devem também atentar a eventual aumento dos casos de morte que poderia indicar a mutação do vírus para uma forma mortal. Outro “sinal, que dever-se-ia atentar com cuidado”, seria o aumento de casos em escolas, um aumento dos infectados e freqüentes internações.

Também a CDC em Atlanta apoiou a decisão da OMS. Dr. Michael T. Osterholm, diretor do Center for Infectious Disease Research and Policy (em português: Centro de pesquisa e vigilância de doenças infecciosas) da Universidade de Michigan, admite que os testes para confirmar o H1N1-Influenza A não são exatos, mas conduzidos mais pela sorte, pois: “Fazer a coisa errada pode ser pior do que fazer nada”. Portanto a OMS decidiu não mais registrar os resultados dos testes, os quais não fornecem qualquer quadro científico se alguém contraiu ou não o H1N1. Ela também decidiu não contar mais os resultados de testes e casos confirmados do H1N1 por todo o mundo, porque “a gente pode presumir que na maioria dos caso trata-se da gripe suína H1N1”. Isso não pode ser considerado uma pesquisa científica, que sobre seus fundamentos nos aconselha a vacinar nossas crianças. Não, não com nossas crianças!

F. William Engdahl
Kopp Verlag, 28/07/2009

Vozes contra a globalização ou nova ordem mundial

sábado, 27 de março de 2010

500 empresas detêm 52% do PIB mundial.

Você pode imaginar o impacto disso na vida humana? Você tem sentido isso na vida humana. Alguns preferem não ver. Ver a realidade provoca mudanças no ser e muitos de nós não querem mudar, mas seremos forçados a tal de uma forma ou de outra. Contudo, não é preciso temer, nada, nem mesmo a verdade, sobretudo aquela que diz respeito a nós mesmos. Nunca entendi porque os jornais davam tanta importância a cotação das bolsas de valores, afinal aquilo não interessa a maior parte da população, mas lá está a cotação com seus números flutuantes e maçantes. O mundo se tornou o mercado de algumas empresas que vêem o ser humano como um produto que consome outros produtos. Mas é possível um mundo diferente porque tal mundo diferente começa a partir de nós mesmos quando fazemos a diferença em nossas vidas através de ações simples: cuidarmos muito bem de nós mesmos, desligar a tv, não votar, não tomar vacinas, não consumir certos produtos, os produtos das grandes corporações, unir-se à outras pessoas que tenham as mesmas idéias e práticas. Dizer NÃO ao que está aí e extrair toda a energia que ainda doamos à este sistema neoliberal. Vozes contra a globalização é mais um excelente documentário que nunca passará nas redes de tv. Vale à pena vê-lo, talvez você descubra coisas que nunca permitiram que você visse. A TV é uma venda sobre os seus olhos.

(Espanha,2006-2007, +/- 60 min cada documentário - Direção Carlos Estévez)
(Maior parte dos comentários retirados do site da TVE espanhola):
Quem gostou de "The Corporation", vai gostar dessa série.

Consta de sete capítulos documentários, de uma hora de duração cada um, frutos de conversações mantidas entre o diretor da Série, Carlos Estévez e 54 personalidades relevantes, provenientes de âmbitos distintos.

Download da série completa, Via Torrent, AQUI!

Episódio 1 - Episódio 2 - Episódio 3 - Episódio 4 - Episódio 5 - Episódio 6 - Episódio 7

Legendas

Episódio 1 - Amos do Mundo - AQUI

Episódio 2 - A estratégia de Simbad - AQUI

Episódio 3 - O mundo de hoje - AQUI

Episódio 4 - Um mundo desigual - AQUI

Episódio 5 - A caminho da extinção - AQUI

Episódio 6 - A larga noite dos 500 anos - AQUI

Episódio 7 - O século das pessoas - AQUI

Vejam o que aconteceu na falsa pandemia de 1976

sexta-feira, 26 de março de 2010



10 estratégias de manipulação ou Armas silenciosas para guerras tranquilas

quinta-feira, 25 de março de 2010

O lingüista estadunidense Noam Chomsky, que se define politicamente como "companheiro de viagem" da tradição anarquista, é considerado um dos maiores intelectuais da atualidade. Seus estudos sobre gramática generativa tiveram enorme impacto na área da linguística, que ele considera um ramo da psicologia cognitiva. Seu trabalho magistral, "Syntatic Structures", publicado em 1957, não somente influenciou sua área de trabalho, mas diversas outras.

Entre outros estudos, ele elaborou excelentes livros e textos sobre o papel dos meios de comunicação no sistema capitalista. É dele a clássica frase de que "a propaganda representa para a democracia aquilo que o cassetete significa para o Estado totalitário". Como ativista político, manifestou-se contra a guerra do Vietnã e contra o processo de dominação imposto pelo sistema capitalista.

No didático artigo abaixo, Chomsky lista as "10 estratégias de manipulação" das elites. Vale a penar ler e reler:

1- A estratégica da distração.

O elemento primordial do controle social é a estratégia da distração que consiste em desviar a atenção do público dos problemas importantes e das mudanças decididas pelas elites políticas e econômicas, mediante a técnica do dilúvio ou inundações de contínuas distrações e de informações insignificantes.

A estratégia da distração é igualmente indispensável para impedir ao público de interessar-se pelos conhecimentos essenciais, na área da ciência, da economia, da psicologia, da neurobiologia e da cibernética. "Manter a atenção do público distraída, longe dos verdadeiros problemas sociais, cativada por temas sem importância real. Manter o público ocupado, ocupado, ocupado, sem nenhum tempo para pensar; de volta à granja como os outros animais (citação do texto "Armas silenciosas para guerras tranqüilas")" .

2- Criar problemas, depois oferecer soluções.

Este método também é chamado "problema-reação-solução". Cria-se um problema, uma "situação" prevista para causar certa reação no público, a fim de que este seja o mandante das medidas que se deseja fazer aceitar. Por exemplo: deixar que se desenvolva ou se intensifique a violência urbana, ou organizar atentados sangrentos, a fim de que o público seja o mandante de leis de segurança e políticas em prejuízo da liberdade. Ou também: criar uma crise econômica para fazer aceitar como um mal necessário o retrocesso dos direitos sociais e o desmantelamento dos serviços públicos.

3- A estratégia da degradação.

Para fazer com que se aceite uma medida inaceitável, é suficiente aplicar progressivamente, em "degradado", sobre uma duração de 10 anos. É dessa maneira que condições socioeconômicas radicalmente novas têm sido impostas durante os anos de 1980 a 1990. Desemprego em massa, precariedade, flexibilidade, salários que já não asseguram ingressos decentes, tantas mudanças que haviam provocado uma revolução se tivessem sido aplicadas de forma brusca.

4- A estratégica do deferido.

Outra maneira de se fazer aceitar uma decisão impopular é a de apresentá-la como sendo "dolorosa e necessária", obtendo a aceitação pública no momento para uma aplicação futura. É mais fácil aceitar um sacrifício futuro do que um sacrifício imediato. Primeiro, por que o esforço não é empregado imediatamente. Em seguida, por que o público, a massa, tem sempre a tendência a esperar ingenuamente que "tudo irá melhorar amanhã" e que o sacrifício exigido poderá ser evitado. Isto dá mais tempo ao público para acostumar-se com a idéia de mudança e de aceitá-la com resignação quando chegue o momento.

5- Dirigir-se ao público como crianças de pouca idade.

A maioria da publicidade dirigida ao grande público utiliza discurso, argumentos, personagens e entonação particularmente infantis, muitas vezes próximos à debilidade, como se o espectador fosse um menino de baixa idade ou um deficiente mental. Quanto mais se intente buscar enganar ao espectador, mais se tende a adotar um tom infantilizante.

Por quê?

"Se você se dirige a uma pessoa como se ela tivesse a idade de 12 anos, então, em razão da sugestionabilidade, ela tenderá, com certa probabilidade, uma resposta ou reação também desprovida de um sentido critico como a de uma pessoa de 12 anos de idade (ver "Armas silenciosas para guerras tranqüilas")" .

6- Utilizar o aspecto emocional muito mais do que a reflexão.

Fazer uso do aspecto emocional é uma técnica clássica para causar um curto circuito na análise racional, e por fim ao sentido critico dos indivíduos. Além do mais, a utilização do registro emocional permite abrir a porta de acesso ao inconsciente para implantar ou enxertar idéias, desejos, medos e temores, compulsões, ou induzir comportamentos…

7- Manter o público na ignorância e na mediocridade.

Fazer com que o público seja incapaz de compreender as tecnologias e os métodos utilizados para seu controle e sua escravidão. "A qualidade da educação dada as classes sociais inferiores deve ser a mais pobre e medíocre o possível, de forma que a distância da ignorância que paira entre as classes inferiores às classes sociais superiores seja e permaneça impossíveis para o alcance das classes inferiores (ver "Armas silenciosas para guerras tranqüilas")" .

8- Promover ao público a ser complacente na mediocridade.

Promover ao público o achar legal o fato de ser estúpido, vulgar e inculto…

9- Reforçar a revolta pela culpabilidade.

Fazer o indivíduo acreditar que é somente ele o culpado pela sua própria desgraça, por causa da insuficiência de sua inteligência, de suas capacidades, ou de seus esforços. Assim, ao invés de rebelar-se contra o sistema econômico, o individuo se auto-desvalida e culpa-se, o que gera um estado depressivo do qual um dos seus efeitos é a inibição da sua ação. E sem ação, não há revolução!

10- Conhecer melhor os indivíduos do que eles mesmos se conhecem.

No transcorrer dos últimos 50 anos, os avanços acelerados da ciência têm gerado crescente brecha entre os conhecimentos do público e aquelas possuídas e utilizadas pelas elites dominantes. Graças à biologia, à neurobiologia e à psicologia aplicada, o "sistema" tem desfrutado de um conhecimento avançado do ser humano, tanto de forma física como psicologicamente. O sistema tem conseguido conhecer melhor o individuo comum do que ele mesmo conhece a si mesmo. Isto significa que, na maioria dos casos, o sistema exerce um controle maior e um grande poder sobre os indivíduos do que os indivíduos a si mesmos.

Por que não compramos produtos da Nestlê e de outras empresas

Aqui em São Lourenço faz alguns anos um grupo de pessoas aguerridas travou uma luta contra a Nestlê pelo fato da mesma explorar abusivamente as águas da cidade como grande parasita corporativo que é. Um acordo acabou por ser feito e ela parou de extrair aqui, supostamente, e foi sugar vampiricamente noutro lugar. Agora temos isso! Não comprem produtos dessa empresa, por favor. http://greenpeace.org.br/kitkat/

Você gosta de roleta russa...ops...quero dizer, você vai tomar a vacina?

terça-feira, 23 de março de 2010



Documentário: Moon Rising (ou o Lado acobertado da Lua)

Moon Rising é um filme de investigação sobre as imagens retocadas pela Nasa da Lua e de Marte. José Escamilla utilizando técnicas de fotografia, filtros e outras ferramentas submeteu essas fotos a um processo de reconstrução e descobriu coisas extremamentes interessantes. Acompanhado do testemunho e relato de outros pesquisadores bem como de parte do pessoal do Disclosure Project esse é um trabalho que além de interessante é muito bonito, revelando toda a beleza do mistério que nos têm sido ocultadas. Certamente a Lua e as estrelas sempre foram motivo de encanto e mistério para nós humanos, a questão é quando isso se torna parte de um projeto de acobertamento que envolvem governos e elites que não querem ver abaladas suas estruturas de controle.

Agradecimentos ao Lucas Santos pelo envio desse filme! Muito agradecido!







4ª parte - 5ª parte - 6ª parte - 7ª parte - 8ª parte - 9ª parte

Por que você vale mais morto do que vivo ou Capitalismo, uma história de amor

Capitalismo, uma história de amor, é mais uma produção genial de Michael Moore sobre o fim do capitalismo nos EUA e o nascimento de uma ordem econômica onde o ser humano é o produto. Há dois exemplos chocantes sobre esse fato. Corporações que fazem seguros para seus funcionários e se colocam como beneficiárias, recebendo gordas indenizações pela morte dos mesmos, sendo que a família nem vê a cor do dinheiro. Difícil de acreditar? Concordo. Mas é real. De outra forma Michael nos mostra aquilo que Jordan Maxwell e Zeitgeist nos revelaram: para os senhores do mundo nós somos o produto. Por que razão um banco ou uma empresa colocam jovens funcionários dentro de uma apólice de seguro onde elas são as beneficiárias? Só pode haver uma: eles estão apostando na morte rápida do funcionário. Junte isso a questão das vacinas e do extermínio programado da população e então... surge a idéia de derivativo! Você sabe o que é um derivativo? Se você não sabe não há problema porque mesmo um corretor de Wall Street e um professor de Harvard não conseguiram explicar isso para Michael, mas posso te dizer que quando uma empresa ou um banco apostam na morte de um funcionário isso é um derivativo! Sim, derivativo parece, é quase o preservativo dos investidores, quase uma sacanagem que se auto-preserva... risos. Eis a explicação técnica:

- É uma aposta secundária num ativo subjacente.

Esse conceito e nada é a mesma coisa. Lembro de mim mesmo quando escravo de uma financeira brincava com advogados perguntando:

- Você sabe o que é um ato de adesão formal de efeito vinculativo plúrimo?

- O quê?!

Nem eles sabiam que o cartão de crédito que eles compravam na minha mão era tecnicamente chamado assim.

Não deixem de ver essa genial obra de Michael Moore, extremamente esclarecedora, bem feita e engraçada, apesar de tudo.

Quando corporações consideram seres humanos ativos subjacentes é porque o Corporativismo dominou por completo o sistema econômico. Corporativismo era o conceito substituto para Fascismo, segundo o ditador Benito Mussolini, aquele da Itália, pátria da velha e não tão boa máfia. Corporativismo = Fascismo = Máfia.

E lá como aqui não é muito diferente. Precisamos de um Michael Moore tupiniquim.

F.A.

Mais uma vez nossos agradecimento ao pessoal do DocVerdade.

Torrent - Legendas

Nas mentiras nós confiamos: a guerra invisível contra a população

domingo, 21 de março de 2010

Existem formas de guerra tão sutis que o atacado não percebe que está sendo atingido?

Sim, a guerra biológica ou bacteriológica é uma dessas formas de guerra. Já ouviu falar de Ántrax?

A criação de vírus e de doenças em laboratório disseminadas de forma invisível tem dois objetivos:

1º - aumentar o lucro das indústrias farmacêuticas que produzem remédios e vacinas.

2º - dizimar a população que possa ser uma ameaça potencial à ordem vigente. Certamente como eu, todos já repararam como historicamente negros e índios foram massacrados, e vocês também já devem ter reparado como nos filmes de ação o negro era sempre o primeiro a morrer. Hoje as populações indígenas são as primeiras a serem vacinadas contra a gripe dos porcos da NOM, junto com o pessoal da saúde que é obrigado a dar o "bom" exemplo. Pra África o Bill quer mandar de graça a vacina. Bonzinho ele, não? Quando a esmola é demais o que que faz o pobre? Desconfia.

As vacinas podem conter vírus embutidos, como se fossem programas de computador, prontos para agirem a longo prazo no corpo humano? Sim!!! Descubra isso e muito mais nessa série de vídeos, legendados em espanhol.

Detalhe, todos os vídeos em português ou em páginas portuguesas foram tirados do ar. Por que será?

Sabe aquela vacina da poliomelite que você tomou quando criança, pois é, tinha dentro dela 40 vírus diferentes e nem todos desativados.

A vacina contra febre amarela contém o vírus da leucemia. Supreso? Eu também! Essas são denúncias do Dr. Leo Horowitz, são gravíssimas, e devem ser investigadas e estudadas, porque se ele estivesse mentindo deveria ter sido processado por calúnia, mas pelo visto não foi. E sabemos que quem cala, consente.

13ª parte - Como o vírus da Aids foi importada para a América.



12ª parte - a gripe aviária é a gripe do câncer!



11ª parte - importação de vírus de outras partes do mundo para a América: Kuru




9ª parte e 10ª parte - Ántrax antes do 11 de setembro




8ª parte - 7ª parte - 6ª parte - 5ª parte - 4ª parte - 3ª parte - 2ª parte - 1ª parte


14ª parte - 15ª parte

Petição pela suspensão da vacina contra a gripe suína

http://www.peticaopublica.com/?pi=P2010N1582

Senhor Presidente da República do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva

Solicitamos a imediata paralisação da vacinação contra a gripe A H1N1 em todo o território nacional, pois de acordo com fontes científicas independentes, não alinhadas aos laboratórios fabricantes de vacinas, essa vacina além de não ter sido testada o suficiente, apresenta gravíssimos efeitos colaterais. Diversos artigos podem ser encontrados nos links anexos, que advertem que não se deve fazer o uso da vacina contra o vírus A-H1N1 nas condições atuais. Também é de nosso conhecimento que 80% dos profissionais de saúde, médicos, nos Estados Unidos, se recusaram a tomar essa vacina. E em todo mundo os profissionais da saúde em sua maioria estão se recusando a tomar essa vacina. Diversos governos estão cancelando suas compras junto aos laboratórios.

http://www.anovaordemmundial.com/2009/08/reino-unido-carta-confidencial-para.html

http://vimeo.com/7965935

http://crohnsnews.wordpress.com/2010/02/03/gripe-a-h1n1-portugal-cancelou-dois-milhoes-de-vacinas-a-gla

http://pt.kioskea.net/news/12953-franca-cancela-pedido-de-50-milhoes-de-doses-da-vacina-anti-h1n1

http://www.ecodebate.com.br/2010/01/18/influenza-ah1n1-influenza-dos-laboratorios/


Embasados na gravidade do caso, solicitamos ainda:

Imediata suspensão das vacinações, até que testes definitivos tenham sido feitos e todos os parâmetros de segurança tenham sido avaliados no Brasil.

Garantias do Governo Federal quanto à completa inocuidade das vacinas, incluindo seus diluentes e adjuvantes, de todas as marcas e laboratórios envolvidos.

Não utilização de adjuvantes e diluentes não suficientemente testados.

Garantias de indenização a todos os cidadãos vacinados que porventura venham a apresentar danos em seu organismo, decorrentes da vacinação, a médio e longo prazo.

Testes compulsórios em todos os lotes vindos dos diferentes laboratórios, em animais de laboratório, com o devido tempo para atestar a segurança dos lotes e possíveis efeitos deletérios em animais.

Testes posteriores em voluntários para comprovação da inocuidade.

Garantias dos Laboratórios fornecedores de indenização por morte ou danos físicos, intelectuais e morais, decorrentes de reações adversas provocadas pelos constituintes e a formulação das vacinas.


Os signatários

Operação Pandemia: como gerar medo para gerar lucros

quinta-feira, 18 de março de 2010

Bom para rever nesses tempos de pandemia manipulada: O Jardineiro Fiel

Depois de ler essa entrevista da revista Super-interessante, com a qual concordo plenamente, resolvi criar um post colocando não só a entrevista a disposição de vocês mas também "O Jardineiro Fiel", excelente filme, que denuncia a ação da indústria farmacêutica e a cumplicidade de parte dos médicos com essa dominação farmacológica.


Download do filme , via Torrent, e da legenda AQUI!

Ou via Rapidshare, , , , e 5ª parte


MEDICINA FAZ MAL À SAÚDE

Por Sérgio Gwercman

"Os médicos estão entre as três maiores causas de morte atualmente" Um selo colado na testa advertindo sobre os perigos que podem causar à saúde."

Se dependesse do inglês Vernon Coleman, esse seria o uniforme ideal dos médicos. Dono de um diploma em medicina e um doutorado em ciências, Coleman abandonou a carreira após dez anos de trabalho para ganhar a vida escrevendo livros com títulos sugestivos do tipo Como Impedir o seu Médico de o Matar.

Autor de 95 livros, o inglês é um auto-intitulado defensor dos direitos dos pacientes. Em seus textos, publicados nos principais jornais do Reino Unido, costuma atacar a indústria farmacêutica - para ele, a grande financiadora da decadência - e, principalmente, os médicos que recusam tratamentos que excluam a utilização de remédios e cirurgias. Dono de opiniões polêmicas, Coleman ainda afirma que 90% das doenças poderiam ser curadas sem a ajuda de qualquer droga e que quanto mais a tecnologia se desenvolve, pior fica a qualidade dos diagnósticos.

1)Como um médico deve se comportar para oferecer o melhor tratamento possível a seu paciente?

Os médicos deveriam ver seus pacientes como membros da família. Infelizmente, isso não acontece. Eles olham os pacientes e pensam o quão rápido podem se livrar deles, ou como fazer mais dinheiro com aquele caso. Prescrevem remédios desnecessários e fazem cirurgias dispensáveis.

Ao lado do câncer e dos problemas de coração, os médicos estão entre os três maiores causadores de mortes atualmente. Os pacientes deveriam aprender a ser céticos com essa profissão. E os governos, obrigá-los a usar um selo na testa dizendo "Atenção: este médico pode fazer mal para sua saúde".

2) Qual a instrução que pacientes recebem sobre os riscos dos tratamentos?

A maior parte das pessoas desconhece a existência de efeitos colaterais. E grande parte dos médicos não conhece os problemas que os remédios podem causar.

Desde os anos 70 eu venho defendendo a introdução de um sistema internacional de monitoramento de medicamentos, para que os médicos sejam informados quando seus companheiros de outros países detectarem problemas. Espantosamente, esse sistema não existe. Se você imagina que, quando uma droga é retirada do mercado em um país, outros tomam ações parecidas, está errado. Um remédio que foi proibido nos Estados Unidos e na França demorou mais de cinco anos para sair de circulação no Reino Unido. Somente quando os pacientes souberem do lado ruim dos remédios é que poderão tomar decisões racionais sobre utilizá-los ou não em seus tratamentos.

3) Você considera que os médicos são bem informados a respeito dos remédios que receitam a seus pacientes?

A maior parte das informações que eles recebem vem da companhia que vende o produto, que obviamente está interessada em promover virtudes e esconder defeitos. Como resultado dessa ignorância, quatro de cada dez pacientes que recebem uma receita sofrem efeitos colaterais sensíveis, severos ou até letais. Creio que uma das principais razões para a epidemia internacional de doenças induzidas por remédios é a ganância das grandes empresas farmacêuticas. Elas fazem fortunas fabricando e vendendo remédios, com margens de lucro que deixam a indústria bélica internacional parecendo caridade de igreja.

4) E o que os pacientes deveriam fazer? Enfrentar doenças sem tomar remédios?

É perfeitamente possível vencer problemas de saúde sem utilizar remédios. Cerca de 90% das doenças melhoram sem tratamento, apenas por meio do processo natural de autocura do corpo.. Problemas no coração podem ser tratados (não apenas prevenidos) com uma combinação de dieta, exercícios e controle do estresse. São técnicas que precisam do acompanhamento de um médico. Mas não de remédios.

5) Receber remédios não é o que os pacientes querem quando vão ao médico?

É verdade que muitos pacientes esperam receber medicamentos. Isso acontece porque eles têm falsas idéias sobre a eficiência e a segurança das drogas. É muito mais fácil terminar uma consulta entregando uma receita, mas isso não quer dizer que é a coisa certa a ser feita. Os médicos deveriam educar os pacientes e prescrever medicamentos apenas quando eles são essenciais, úteis e capazes de fazer mais bem do que mal.

6) Que problemas os remédios causam?

Sonolência, enjôos, dores de cabeça, problemas de pele, indigestão, confusão, alucinações, tremores, desmaios, depressão, chiados no ouvido e disfunções sexuais como frigidez e impotência.

7) Em um artigo, você cita três greves de médicos (em Israel, em 1973, e na Colômbia e em Los Angeles , em 1976) e diz que elas causaram redução na taxa de mortalidade. Como a ausência de médicos pode diminuir o risco à vida?

Hospitais não são bons lugares para os pacientes. É preciso estar muito saudável para sobreviver a um deles.. Se os médicos não matarem o doente com remédios e cirurgias desnecessárias, uma infecção o fará. Sempre que os médicos entram em greve as taxas de mortalidade caem. Isso diz tudo.

8) Muitas pessoas optam por terapias alternativas. Esse é um bom caminho?

Em diversas partes do mundo, cada vez mais gente procura práticas alternativas em vez de médicos ortodoxos. De certa maneira, isso quer dizer que a medicina alternativa está se tornando a nova ortodoxia. O problema é que, por causa da recusa das autoridades em cooperar com essas técnicas, muitas vezes é possível trabalhar como terapeuta complementar sem ter o treinamento adequado. Medicina alternativa não é necessariamente melhor ou pior que a medicina ortodoxa. O melhor remédio é aquele que funciona para o paciente.

9) Em um de seus livros, você afirma que a tecnologia piorou a qualidade dos diagnósticos. A lógica não diz que deveria ter acontecido o contrário?

Testes são freqüentemente incorretos, mas os médicos aprenderam a acreditar nas máquinas. Quando eu era um jovem doutor, na década de 70, os médicos mais velhos apostavam na própria intuição. Conheci alguns que não sabiam nada sobre exames laboratoriais ou aparelhos de raio X e mesmo assim faziam diagnósticos perfeitos. Hoje, os médicos se baseiam em máquinas e testes sofisticados e cometem muito mais erros que antigamente.

10) Você faz ferrenha oposição aos testes médicos realizados com animais em laboratórios. De que outra maneira novas drogas poderiam ser desenvolvidas?

Faz muito mais sentido testar novas drogas em pedaços de tecidos humanos que num rato. Os resultados são mais confiáveis. Mas a indústria não gosta desses testes porque muitos medicamentos potencialmente perigosos para o homem seriam jogados fora e nunca poderiam ser comercializados. Qual o sentido de testar em animais? Existe uma lista de produtos que causam câncer nos bichos, mas são vendidos normalmente para o uso humano. Só as empresas farmacêuticas ganham com um sistema como esse.

11) O que você faz para cuidar da saúde?

Eu raramente tomo remédios. Para me manter saudável, evito comer carne, não fumo, tento não ficar acima do peso e faço exercícios físicos leves. Para proteger minha pressão, desligo a televisão quando médicos aparecem na tela apresentando uma nova e maravilhosa droga contra depressão, câncer ou artrite que tem cura garantida, é absolutamente segura e não tem efeitos colaterais.

Copyright (c) Abril S.A. Superinteressante - fevereiro 2004

Vitamina D3 para aumentar a imunidade contra gripes

A produção de vitamina D3 em larga escala seria muito mais barata e teria efeitos muito mais poderosos sobre a imunidade das pessoas, sem produzir sequelas, mas não daria tanto lucro quanto a campanha terrorista em vigência na mídia corporativa contra a gripe suína, através da vacina pouco pesquisada e produzida a toque de caixa.



A Globo quer que você tome, de qualquer maneira, a vacina.

quarta-feira, 17 de março de 2010



Sobre a Globo veja o documentário Muito além do cidadão Kane, facilmente encontrado no YouTube, mas nunca veiculado nas tvs do Brasil. Por que será? Por que a Globo impediu a veiculação de tal documentário aqui. Cadê a tal liberdade de imprensa?

Vejas estas informações da Wikipédia:

Beyond Citizen Kane (no Brasil Muito Além do Cidadão Kane) é um documentário televisivobritânico de Simon Hartog exibido em 1993 pelo Channel 4[1], uma rede televisiva pública doReino Unido. Mostra as relações entre a mídia e o poder do Brasil[2][3]. Embora o documentário ter sido censurado pela justiça, a Rede Record comprou os direitos de trasmissão exclusiva por 20 mil dólares do produtor John Ellis.[2]


A obra detalha a posição dominante da Rede Globo na sociedade brasileira, debatendo a influência do grupo, seu poder e suas relações políticas, que os autores do documentário vêem como manipuladoras e formadora de opinião.[3] O ex-presidente e fundador da Globo Roberto Marinho foi o principal alvo das críticas do documentário, sendo comparado a Charles Foster Kane, personagem criado em 1941 por Orson Welles para Cidadão Kane, um drama de ficção baseado na trajetória de William Randolph Hearst, magnata da comunicação nos Estados Unidos da América. Segundo o documentário, a Globo empregaria a mesma manipulação grosseira de notícias para influenciar a opinião pública como fazia Kane no filme[3].


De acordo com matéria veiculada na Folha Online em 28 de agosto de 2009, a produtora que montou a filmagem é independente e a BBC não tem relação com seu desenvolvimento. Já a Record sustenta que a BBC está relacionada com sua produção[2].

Índice

[esconder]

Sinopse

O documentário acompanha o envolvimento e o apoio da Globo à ditadura militar brasileira, sua parceria com o grupo americano Time Warner (naquela época, Time-Life), algumas práticas vistas como manipulação feitas pela emissora de Marinho (incluindo um suposto auxílio dado a uma tentativa de fraude nas eleições fluminenses de 1982 para impedir a vitória de Leonel Brizola, a cobertura tendenciosa do movimento das Diretas-Já, em 1984, quando a emissora noticiou um importante comício como um evento de comemoração ao aniversário de São Paulo, e a edição, para o Jornal Nacional, do debate do segundo turno das eleições presidenciais brasileiras de 1989, de modo a favorecer o candidato Fernando Collor de Mello frente a Luís Inácio Lula da Silva), além de uma controversa negociação envolvendo ações da NEC Corporation e contratos governamentais à época em que José Sarney era presidente da República[1].

O documentário apresenta depoimentos de destacadas personalidades brasileiras, como o cantor e compositor Chico Buarque de Hollanda que na época tinha um progama na emissora[1], os políticos Leonel Brizola e Antônio Carlos Magalhães, o ex-Ministro da Justiça Armando Falcão, o publicitário Washington Olivetto, o escritor Dias Gomes, os jornalistas Walter Clark, Armando Nogueira e Gabriel Priolli e o atual presidente do Brasil Luís Inácio Lula da Silva[1].

Controvérsia sobre direitos britânicos

O documentário foi transmitido pela primeira vez em setembro de 1993 no Canal 4 do Reino Unido. A transmissão foi adiada em cerca de um ano, pois a Rede Globo contestou, baseando-se em leis britânicas, os produtores de "Muito Além do Cidadão Kane" pelo uso sem permissão de pequenos fragmentos de programas da emissora para fins de "observação crítica e de revisão".

Durante este período, o diretor Simon Hartog morreu após uma longa enfermidade. O processo de edição do documentário foi assumido por seu co-produtor, John Ellis. Quando pôde ser finalmente transmitido, cópias do documentário foram disponibilizadas pelo Canal 4 ao custo de produção.

Em agosto de 2009 a Rede Record anunciou que adquirira os direitos de exibição do documentário "Beyond Citizen Kane", que tentava adquirir desde a década de 1990 [2].

Banimento no Brasil

A primeira exibição pública do filme no Brasil ocorreria no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (MAM-RJ), em março de 1994. Um dia antes da estréia, a polícia militar recebeu uma ordem judicial para apreender cartazes e a cópia do filme, ameaçando, em caso de desobediência, multar a administração do MAM-RJ. O secretário de cultura acabou sendo despedido três dias depois[1].

Durante os anos noventa, o filme foi mostrado em universidades e eventos sem anúncio público de partidos políticos. Em 1995, a Globo entrou com um pedido na Justiça para tentar apreender as cópias disponíveis nos arquivos da Universidade de São Paulo (USP), mas o pedido foi negado.[carece de fontes] O filme teve acesso restrito a grupos universitários e só se tornou amplamente visto a partir do ano 2000, graças à popularização da internet[3].


Distribuição e visualização na internet

A Rede Globo tentou comprar os direitos de exibição do programa no Brasil, provavelmente para tentar impedir sua exibição.[carece de fontes]Entretanto, antes de morrer, Hartog tinha feito um acordo com organizações brasileiras para que os direitos de exibição do documentário não caíssem nas mãos da Globo, a fim de que pudesse ser amplamente conhecido tanto por organizações políticas quanto culturais. A Globo perdeu o interesse em comprar o filme quando os advogados da emissora descobriram isso, mas até hoje uma decisão judicial proíbe a exibição de Beyond Citizen Kane no Brasil[3]. A Rede Record comprou os direitos de transmissão por aproximadamente 20 mil dólares, e espera a autorização da justiça para trasmitir[2].

"Isso não é verdade", diz John Ellis em entrevista [4]. Segundo Ellis: "A Large Door concedeu o direito de exibir o programa em eventos e em público a diversas organizações no Brasil. Não poderia ser transmitido pela televisão só porque muitas imagens pertencem à TV Globo" [4].

Entretanto, muitas cópias ilegais em VHS e DVD do filme vem circulando no país desde então. O documentário está disponível na internet, por meio de redes peer-to-peer e de sítios de partilha de vídeos como o YouTube e o Google Video (onde foi visto quase 600 mil vezes).

Livro

Quando era funcionário do Museu da Imagem e do Som de São Paulo (MIS-SP) à época do lançamento do documentário, Geraldo Anhaia Mello havia promovido exibições públicas do mesmo. Quando soube, o então secretário de cultura da cidade, Ricardo Ohtake, proibiu as exibições, com a alegação de que a cópia do acervo era pirata. O pedido de proibição veio de Luiz Antônio Fleury Filho, então governador do São Paulo. Mello se encarregou de fazer cópias do documentário e, juntamente com outras pessoas, de sua dublagem e distribuição. O livro, que veio logo depois, se trata de uma transcrição em português do roteiro e das entrevistas, exceto alguns trechos de entrevistas de rua ou cenas do acervo da Globo. Os trechos não-dublados no vídeo estão presentes na transcrição.

Em entrevista ao caderno "Mais!" publicada em fevereiro do ano passado, o produtor do documentário, o professor britânico John Ellis, 55, do departamento de mídia e artes da Universidade de Londres, revelou que tanto Globo quanto Record tentaram comprar os direitos do filme nos anos 90 - a primeira para engavetá-lo, a segunda pare exibi-lo. Ellis teria dito também que o título nunca foi proibido ou embargado pela Justiça brasileira [2][4].