Deusa, Paganismo e Ecologia

segunda-feira, 31 de maio de 2010



Realmente este texto é uma das mais belas manifestações do espírito nativo dos povos que habitavam este continente.

Quando o pretenso civilizado aqui chegou e impôs sua cultura, impôs a ferro e fogo, com morte e dor, encontrou aqui uma cultura complexa, de valores ecológicos sofisticados como bem mostra esta carta. A sintonia com a Vida e com a Terra, vista como Mãe, é algo que nós neopagãos bem entendemos. Este é o valor mais ausente desta cultura utilitarista e consumista que se instalou no mundo: Não conseguem sentir a Vida pulsando em tudo à nossa volta, perderam o elo com a Mãe Terra, ser vivo e dinâmico, com o qual podemos criar uma relação que nos permite um grau de completude, de plenitude existencial e energética inominável.

Um dos riscos que vejo na Wicca hoje é uma adoção de um culto formal à Deusa, fazendo aquilo que tantos chamam de criar um "jeová" de saias. Sem a consciência ecológica não há ligação com a Deusa. Sem a mudança dos paradigmas fundamentais nos quais fomos criados, que não são ecológicos, não levam a uma relação direta com a divindade sem intermediários e sentindo faces da divindade em cada aspecto da existência. Sem esses pontos-base não há paganismo. Sem perceber a Deusa na natureza e na vida como um todo não há paganismo efetivo. É minha opinião que os cultos a uma "personalização" da Deusa pouca relação tem com "sentir" e "celebrar" a Deusa, que sempre foi sentir e celebrar a própria vida em seus ciclos. Uma pessoa que se diz pagã e não possuí aguda, clara e intensa consciência ecológica é alguém diletante, alguém que apenas repete formas prontas, sem entender a essência. Pois como estar em um movimento que busca ser uno com a vida sem ter essa consciência ecológica plenamente desenvolvida? Este me parece o primeiro ponto.

Segundo ponto a debater é a questão de sentir a Deusa. A percepção da Deusa sem faces, da Deusa enquanto origem e fonte sempre foi um conhecimento iniciático. Pelo que pesquisei nenhum culto "popular" tinha essa concepção. Sempre neste nível mais "exotérico" o culto era a uma das faces da divindade, da Deusa. O conceito da Fonte sem Fonte, da Deusa sem face sempre esteve associado aos trabalhos já dentro dos chamados mistérios. Estes dois níveis da religiosidade antiga nunca podem ser esquecidas quando falamos sobre os cultos ancestrais, os cultos abertos ao público e portanto os únicos que deixaram registros possíveis de serem estudados pelos historiadores tinham um outro aspecto, secreto, oculto, transmitido apenas de boca para ouvido e que sobrevive até os dias de hoje dentro destas mesmas premissas, pois me parece uma das grandes ilusões contemporâneas crer que o secreto e o sagrado estão revelados. Aliás podem até estar, já que etimologicamente revelar é velar de novo. RE-velar. Mas nunca o sagrado, o segredo, os mistérios serão revelados neste sentido que dão ao termo, pois não é o mistério que pode ser aberto à compreensão limitada de quem apenas foi condicionado pela sociedade, mas somos nós que temos que nos desenvolver, sutilizar e ampliar nossa percepção para mergulhar na vastidão onde reside o secreto e o sagrado. Como a cor só se revela a alguém quando este alguém abre os olhos, não há como falar sobre cores a quem insiste em manter os olhos fechados.

O esoterismo contemporâneo, ou, melhor dizendo, o que se convencionou chamar de esoterismo hoje, é um conjunto de idéias que remete ao transcendente, mas ir ao transcendente é algo para ser feito com plenitude, jamais apenas como conceito intelectual. Da mesma forma, o paganismo é algo que hoje precisa ser recuperado. Não está em nós, criados como civilizados, de forma "natural". Por isso gosto do termo “neopagão”, fica claro que somos pessoas com toda uma influência cultural urbana, que pouco a pouco lutam para recuperar uma abordagem mais plena e realista da vida, que inclui o perceber da Vida em sua plenitude e da natureza como ser vivo e do qual fazemos parte. Por isso, lendo esta carta do chefe Seattle a gente volta a notar como são distintos e distantes os paradigmas da cultura que fomos criados e destes povos nativos.

Nossa chance é de hibridação, de fusão entre estas culturas. Quando notamos o que aconteceu de fato aos povos nativos, como foram subjugados e quase completamente destruídos percebemos que algo falhou em termos práticos, na realidade da luta pela continuidade existencial algo não foi pleno neles, pois perderam a guerra para este modelo cultural no qual fomos também limitados. Este é um dos pontos mais fundamentais quando vamos estudar o paganismo em geral. O paganismo, embora tenha as melhores respostas para a sobrevivência efetiva da humanidade, uma vez que os modos de vida do mundo civilizado nos levam a esta crise ecológica e social sem precedentes históricos que vivemos, não conseguiu resistir à invasão, saque e genocídio, acompanhados de destruição da cultura, subjugação e imposição de um modelo cultural estranho que aconteceu onde quer que os conquistadores chegassem com seu estilo de vida. Das legiões romanas aos navegadores cristãos católicos e protestantes dos séculos XV e XVI o fato é o mesmo: destruição de povos nativos com ricas e milenares tradições seguidas da imposição de uma cultura servil aos dominadores. Portanto, há algo que os povos nativos precisavam aprender em termos reais de sobrevivência frente a grupos outros que não os seus.

O irônico é que o grupo social vencedor, até agora, nesta guerra entre nações, não é o mais apto à sobrevivência, ao contrário, apresenta mesmo um comportamento danoso e perigoso a si e a todos os outros grupos de seres vivos da Terra, pois em sua loucura e luta pelo poder constrói armas cada vez mais nefastas, já suficientes par acabar com o mundo num nível alarmante, fora as tecnologias pesadas e poluentes que adotamos em nosso cotidiano, com um total desrespeito à vida e as próximas gerações. Daí que considero que o paganismo é revelado antes de mais nada pela prática que pelo discurso. Discursos verborrágicos, cheios de erudição não fazem de ninguém pagão. O paganismo vem da realidade prática, que pode e deve mesmo, ser embasada por um bom conhecimento da teoria do que se faz, mas é no fazer que se revela. Paganismo é atitude.

Nuvem que passa

Entrevista em espanhol sobre a Nova Ordem Mundial

domingo, 23 de maio de 2010

Alexander Backman é professor de filosofia no México. Nessa entrevista ele faz uma tentativa de conectar diversas partes do quebra-cabeças que envolve a questão da nova ordem mundial, queda da república dos EUA, decadência do dólar, ataques de falsa bandeira, provocações geopolíticas, a questão exopolítica, David Icke, Jordan Maxwell, o bloco norte-americano, jesuístas, idiotização da população, etc. Se você está acessando esses temas pela 1ª vez, por favor, não assista a entrevista pois ela lhe parecerá uma sucessão de disparates e ficções próprios de um filme de Hollywood. Aliás, você sabe o que significa Hollywood?

Nessa 1ª parte ele - AB - fala sobre a importância deste planeta na galáxia pelo fato de sua biodiversidade genética. Bárbara Marciniak em Mensageiros do Amanhecer diz que a Terra é uma espécie de biblioteca cósmica e que sua biodiversidade e riqueza genética atiçaram a disputa num outro nível sobre o controle do planeta.



+ Nessa 2ª parte é falado sobre o poder da intenção plasmada num símbolo, tal como na nota de 1 dólar. Também é dito sobre a 3ª guerra mundial, David Icke e sobre a questao da soberania nacional e individual.



+ Há 13 "pastores" no mundo e 6 bilhões de "ovelhas". O Clube Bilderberg. O amero e o colapso do dólar. A divisão entre os Rockfeller e os Rotschild. Os cubos negros e filme Mimzy. A degradação dos EUA. A desestabilização do México e a intervenção miltar estadunidense de olho no petróleo mexicano.



+ O assassinato premeditado do ministro do interior Juan Camillo como represália ao fato de não ter cedido a pressão para privatizar a Petrobrás mexicana - PEMEX. Um sistema econômico controlado eletronicamente e o impalnte de nano-chips.



+ 2010 e o alinhamento do sistema solar com o centro da galáxia.


Hora Imensa

sábado, 22 de maio de 2010

Nossa conversação foi interrompida, e não voltei a vê-lo até que me mandou chamar para vir ao pátio dos fundos, algumas horas mais tarde.

Dom Juan e Genaro caminhavam na extremidade mais distante do corredor. Podia vê-los gesticulando no que parecia ser uma conversação animada.

Era um dia claro e ensolarado. O sol da tarde brilhava diretamente sobre alguns dos vasos de flores que pendiam das traves do teto ao longo do corredor e projetavam suas sombras nas paredes norte e leste do pátio. A combinação de intensa luz amarela do sol, maciças sombras negras dos vasos e sombras delicadas e adoráveis das frágeis plantas floridas que neles cresciam era estonteante. Alguém com olho aguçado para o equilíbrio e a ordem havia disposto aquelas plantas para criar um efeito extraordinário.

- A mulher nagual fez isso – disse Dom Juan, como se lesse meus pensamentos. – Ela olha para essas sombras durante as tardes.

A idéia dela olhando para as sombras durante as tardes teve um efeito rápido e devastador sobre mim. A intensa luz amarela daquela hora, a quietude daquela cidade, a afeição que sentia pela mulher nagual colocaram-me bruscamente diante de toda a solidão do caminho infinito dos guerreiros.

Don Juan havia definido o objetivo daquele caminho quando me disse que os novos videntes são os guerreiros da liberdade total, que sua única busca é a liberação última, que chega ao atingir a consciência total. Compreendi com clareza absoluta, enquanto olhava para aquelas sombras fantasmagóricas sobre a parede, o que a mulher nagual queria dizer quando afirmava que ler poemas em voz alta era o único repouso que seu espírito tinha.

Lembrei-me que no dia anterior ela lera algo para mim ali no pátio, mas eu não havia compreendido realmente a sua urgência sua ansiedade. Era um poema de Juan Ramon Jimenez, “Hora Inmensa”, que ela disse sintetizar a solidão dos guerreiros que vivem para fugir para a liberdade total.

Somente um sino e um pássaro quebram a quietude....

Parece que os dois conversam com o sol poente.

Silêncio colorido de ouro, a tarde é feita de cristais.

Uma pureza errante agita as árvores frescas, e além de tudo isso

Um rio transparente sonha que correndo sobre pérolas se liberta e flui par o infinito.

Don Juan e Genaro vieram para o meu lado e olharam-me com uma expressão de surpresa.

- O que estamos realmente fazendo, Dom Juan? – perguntei. – É possível que os guerreiros estejam apenas se preparando para a morte?

- De maneira alguma – respondeu, batendo suavemente em meu ombro. – Os guerreiros preparam-se para serem conscientes, e a consciência plena só chega quando não há mais vaidade neles. Apenas quando são nada tornam-se tudo.

Ficamos quietos por um momento. Então dom Juan perguntou-me se eu estava na agonia da autopiedade. Não respondi, porque não tinha certeza.

- Você não está arrependido de estar aqui está? - perguntou Dom Juan com um leve sorriso.

- É claro que não esta – assegurou Genaro. Depois pareceu ter um momento de duvida. Coçou a cabeça, olhou para mim e arqueou as sombrancelhas. – Talvez estela – disse. – Esta?

- É claro que não esta! – trovejou Genaro, e ambos explodiram em um riso incontrolável.

Quando se acalmaram, Dom Juan disse que a vaidade é a força motivadora de todos os ataques de melancolia. Acrescentou que os guerreiros podem ter profundos estados de tristeza, mas que a tristeza está presente apenas para fazê-los rir.

- Genaro tem algo para mostrar-lhe que é muito mais excitante que toda autopiedade que você puder juntar – continuou Dom Juan. – Tem a ver com a posição do ponto de aglutinação.

Por que uma planta feita por Deus é demonizada

O peso da culpa

quinta-feira, 20 de maio de 2010

Conta uma antiga lenda que na Idade Média um homem muito religioso foi injustamente acusado de ter assassinado uma mulher.

Na verdade, o autor era uma pessoa influente do reino e, por isso, desde o primeiro momento se procurou um "bode expiatório" para acobertar o verdadeiro assassino.

O homem foi levado a julgamento, já temendo o resultado: a forca. Ele sabia que tudo iria ser feito para condená-lo e que teria poucas chances de sair vivo desta história.

O juiz, que também estava combinado para levar o pobre homem a morte, simulou um julgamento justo, fazendo uma proposta ao acusado que provasse sua inocência.

Disse o juiz:

- Sou de uma profunda religiosidade e por isso vou deixar sua sorte nas mãos do Senhor: vou escrever num pedaço de papel a palavra INOCENTE e no outro pedaço a palavra CULPADO. Você sorteará um dos papéis e aquele que sair será o veredicto. O Senhor decidirá seu destino, determinou o juiz.

Sem que o acusado percebesse, o juiz preparou os dois papéis, mas em ambos escreveu CULPADO de maneira que, naquele instante, não existia nenhuma chance do acusado se livrar da forca.

Não havia saída. Não havia alternativas para o pobre homem. O juiz colocou os dois papéis em uma mesa e mandou o acusado escolher um.

O homem pensou alguns segundos e pressentindo a "vibração" aproximou-se confiante da mesa, pegou um dos papéis e rapidamente colocou na boca e engoliu. Os presentes ao julgamento reagiram surpresos e indignados com a atitude do homem.

- Mas o que você fez? E agora? Como vamos saber qual seu veredicto?

- É muito fácil - respondeu o homem -, basta olhar o outro pedaço que sobrou e saberemos que acabei engolindo o contrário. Imediatamente o homem foi liberado.

Moral da história: Quase parafraseando Matrix quando Morpheus diz à Neo: Há uma diferença entre conhecer o caminho e percorrer o caminho.

Há uma diferença entre culpa e responsabilidade.

A primeira pertence ao algoz que tenta lhe ferir.

E a segunda pertence a você quando assume a responsabilidade pelo próprio destino, mas quando você não o faz a culpa recai, inevitavelmente, sobre você - F.A.

Livro: As Sociedades Secretas e Seu Poder no Século XX

quarta-feira, 19 de maio de 2010

Vós, leitores, também fizestes a pergunta: Por que os homens estão sempre em guerra?

Download do livro AQUI!

O sábio suíço Jean-Jacques Babel verificou que desde os últimos 56 séculos, a humanidade organizou 14.500 guerras, que provocaram três bilhões e meio de mortes. Isso representa a metade da população mundial de hoje. Somente no ano de 1991, por exemplo, registramos 52 guerras ou focos de crise em nossa terra. Isso significa que após numerosos conflitos neste planeta, dentre os quais duas guerras mundiais em um século, esse ano viu opor-se reciprocamente 104 ideologias, cujas solicitações eram manifestamente muito importantes para justificar novamente o massacre de muitos milhões de seres humanos.

Qual finalidade impele, pois, a guerra entre os homens?

O motivo da guerra é, já há séculos, o quebra-cabeça das organizações de paz, mas também dos filósofos. Eles chegaram à conclusão de que quase todas as criaturas da Terra se afrontam regularmente por falta de alimento e de território. Não podemos atribuir ao ser humano a agressividade dos animais entre si, pois ele possui, além disso, uma inteligência, uma consciência e uma ética. Pensamos na diferença que existe entre dois animais predadores que lutam por sua presa, e nas multinacionais de armamento que só vivem da venda de armas e, portanto, das crises permanentes.

Que o “combate pela vida” possa servir de distração, nós o sabemos desde a antiga Roma, onde sob a divisa de panem et circenses (o pão e os jogos distraem o povo), os gladiadores combatiam entre si, o que ocasionava a alegria da plebe e a impedia de pensar na própria desgraça. É o mesmo princípio que mantém, em nossos dias, a televisão, o vídeo e os grandes jogos de futebol: dá-se ao cidadão superficial a possibilidade de escapar do vazio e do peso da existência.
Do que nos afastam pois a mídia?

É preciso perguntarmo-nos a nós mesmos do que teríamos consciência se não estivéssemos constantemente distraídos de nós mesmos.

Não é novidade que um terceiro tire vantagem da guerra entre dois países. É bem sabido que “quando duas pessoas disputam entre si, uma terceira se alegra”. Coloquemos esse ditado para um país ou para um planeta inteiro e veremos o conformismo. Por exemplo, os sistemas bancários que fazem um empréstimo a um país beligerante têm interesse em que a guerra não termine tão cedo.

É por meio de guerras e perturbações que se pode impulsionar um povo a aceitar e até mesmo a desejar que surjam instituições que ele jamais teria consentido espontaneamente (por exemplo, a OTAN, a ONU).

Entretanto, para aqueles que não se interessam especialmente por isso ─ excluamos os mortos ─ não existe, a bem dizer, uma relação entre as guerras dos últimos séculos.

Será possível que somente a indústria de armamentos tire proveito disso? O que leva os seres humanos a odiar-se indefinidamente até o ponto de matar seus próprios congêneres? O que é tão importante para levar-nos a exterminar uma vida? Nada aprendemos, pois, das centenas de milhões de seres humanos mortos na guerra e do sofrimento que disso resultou?

Tomemos, como exemplo, a ex-Iugoslávia, onde, há décadas muitos povos viviam em paz e onde estes acabam de massacrar-se. O que leva esses seres humanos a considerar de repente como seus piores inimigos os seus irmãos que viviam na mesma cidade, falavam a mesma língua, usavam as mesmas vestimentas, compartilhavam o mesmo amor, as mesmas alegrias, os choros e os risos? O que faz com que matem suas crianças, violentem suas mulheres e suas mães, enviem seus maridos para campos de concentração?

Isso nada lembra para nós?

Será que são verdadeiramente os motivos ideológicos próprios de certos grupos que causaram essa guerra ou será preciso encontrar quem está por detrás disso?

Quem poderia assumir a parte do terceiro? De onde provém, pois, a idéia pré-concebida do adversário, inculcada no ser humano pelas religiões pelos livros escolares e pela mídia?
Qual é a meta dessas pessoas que estão na base dessa idéia e no-la sugerem constantemente?
Quem tiraria proveito do ódio crescente e da degenerescência da humanidade?

Talvez Satã, Lúcifer, Ariman, Baphomet ou outras entidades “intocáveis”, a quem imputaríamos com prazer a culpa?

Neste livro contaremos a história de algumas personagens bem tangíveis que, em 1773, estabeleceram um projeto em Frankfurt numa casa da Judenstrasse (Rua dos Judeus). Elas queriam preparar o caminho para seu governo mundial único até o ano 2000 por meio de três guerras mundiais. Um projeto perfeitamente elaborado, baseado nas fraquezas e nos medos dos seres humanos, e que acabaria por voltar-se contra eles.

A finalidade de um governo mundial nada tem de novo em si, pois o Vaticano sempre procura fazer do nosso mundo um mundo católico. Por essa razão, ele torturou e massacrou milhões de seres humanos, como a história comprova.

O islamismo teve a mesma finalidade: sendo a maior e a mais fanática das religiões, tem todas as oportunidades.

Não nos esqueçamos de que a ideologia russa “pan-eslava”, instaurada originalmente por Guilherme, o Grande, exigia a eliminação da Alemanha e da Áustria, para anexar a Índia e a Pérsia, após ter subjugado a Europa.

Notemos também a ideologia da “Ásia para os asiáticos”, que reclama que a confederação dos estados asiáticos esteja sob o controle do Japão.

Notemos também a ideologia “pan-germânica”, que prevê um controle da Europa pela Alemanha, para estender-se mais tarde pelo resto do mundo.

Entretanto, as pessoas que este livro menciona nada têm absolutamente a ver com qualquer dogma e não pertencem a nenhuma nação. Elas não são nem da esquerda, nem da direita, nem liberais, mas utilizam todas as instituições para conseguir suas finalidades. Naturalmente elas fazem parte de uma organização qualquer, mas somente para tornar difíceis eventuais buscas, para criar confusão entre os “curiosos” e levá-los assim a uma pista falsa. Essas pessoas servem-se tanto dos cristãos como dos judeus, dos fascistas, dos comunistas, dos sionistas, dos mórmons, dos ateus, dos satanistas, dos pobres, dos ricos, de todos! Mas elas servem-se principalmente dos ignorantes, dos preguiçosos, daqueles que se desinteressam pela vida e daqueles que não possuem um espírito crítico.

Entre os iniciados, as pessoas citadas acima se denominam os Illumunati, Big Brother, o governo invisível, os homens cinzentos, o governo oculto, o governo secreto, o Establishment.

Segundo minhas fontes, os procedimentos dos Illuminati (Iluminados, aqueles que sabem) sobre a Terra remontam a mais ou menos 3.000 séculos antes de Cristo, quando eles infiltraram-se na “Fraternidade da Serpente”, na Mesopotâmia, da qual se serviam para fins negativos.

É mais do que possível e é praticamente certo que esse drama começou muito tempo antes do período mencionado acima, se não for na época em que “o ego” se desenvolveu. Podemos remontar esse acontecimento para um período preciso da história simplesmente graças à ação da “Fraternidade da Serpente”. Somente após 3.000 gerações é que lhe sucederam outros agrupamentos, tais como os judeus, os cristãos, os franco-maçons ou outras comunidades religiosas que conhecemos. Como se pode verificar facilmente com a leitura deste livro, alguns membros da comunidade sionista trouxeram, entre outras coisas, até os nossos dias, esse jogo do qual eles não são nem os criadores nem o alvo. O que começou antigamente funciona ainda hoje segundo as mesmas modalidades. Para nós é suficiente olhar a situação presente para ver onde se encontra o problema. Certamente, podemos ligar o sistema de pensamento ou de fé dos Illuminati ao de “Maquiavel”, o maquiavelismo ou a justificação de uma política de poder desprovida de normas éticas e, como conseqüência, de qualquer escrúpulo político.

Eis aqui um pequeno exemplo de poder: Imaginemos que sois o novo rei de um país e desejais ter a segurança de continuar sendo. Então, convocais separadamente duas pessoas das quais tendes a certeza de que elas farão o que lhes direis. Para uma dareis diretrizes “de esquerda” e a financiareis para que ela possa criar um partido. Com a outra agireis da mesma forma, fazendo-a criar um partido “de direita”.

Acabais de dar vida a dois partidos de oposição, financiais a propaganda, os votos, as ações e estais exatamente a par de seus mínimos planos. O que significa que controlais os dois. Para que um partido tenha vantagem sobre o outro, só tendes de lhe dar mais dinheiro. Os dois chefes de partido crêem ter-vos a seu lado, e sois assim “amigo” dos dois.

O povo é assim, dessa forma, preso nesse vai-e-vem entre “esquerda” e “direita” e sequer pode imaginar que, como rei podeis ser a origem da dissensão.

O povo até vai pedir-vos auxílio e conselho.

Tomemos outro exemplo: o dinheiro. Durante a Guerra de Secessão (1861-1865), os estados do Norte ─ que eram contra a escravidão ─ combatiam aqueles do Sul ─ favoráveis a manter a escravidão.

Antes da guerra, a família Rothschild enviou seus agentes para reforçar uma tomada de posição “a favor da União” com os estados do Norte e, ao mesmo tempo, outros agentes suscitavam uma atitude “contra a União” com os estados do Sul.

Quando a guerra estourou, o banco Rothschild de Londres financiou os estados do Norte, e o de Paris, aqueles do Sul. Os únicos que ganharam essa guerra foram os Rothschild.

Resumamos brevemente esse sistema:

1. provoca-se o conflito, fazendo os homens lutar entre si e não contra aqueles que são a origem da dissensão;
2. não mostrar-se como o verdadeiro instigador;
3. sustentar todos os partidos em conflito;
4. passar-se assim por uma “instância benevolente” que poderia dar fim ao conflito.

Eis aí o caminho seguido pelos Illuminati, que querem dominar o mundo; provocar tanto quanto possível a discórdia entre os seres humanos e as nações da Terra, que perdidos numa nuvem de informações contrárias, não poderão chegar até os verdadeiros investigadores. As sociedades secretas internacionais servem-lhes de instrumento poderoso para semear a discórdia entre os seres humanos; nós as estudaremos mais de perto. Os seres humanos empenhados durante muito tempo em guerras acabarão cansando-se de combater e virão “implorar” um governo mundial.

É então que o plano torna-se evidente. Exigir-se-á da “instância benevolente” que dê um fim ao conflito. E quem é que representa esse papel em nosso planeta? A ONU! Veremos quem se encontra na realidade por detrás da ONU.

Os Illuminati de quem falamos, não importa quem eles sejam, são os homens mais ricos do mundo.

Eles não aparecem na televisão nem em outros sistemas indiretos, pois possuem e controlam não somente essa mídia, mas também todos os serviços de informações. Se acontece que falem deles, é sempre em termos neutros ou positivos.

A maior parte do povo não conhece seus nomes. Mesmo os autores que desmascararam suas maquinações não se tornaram célebres, se bem que teriam merecido um prêmio Nobel.

Reagir seria louvável, mas como seis bilhões de seres humanos podem defender-se contra alguma coisa da qual nem conhecem a existência?

Não devemos esquecer que quase todos os humanos estiveram ─ e estão ─ de tal forma preocupados com seus próprios pequenos problemas pessoais que jamais têm a visão global dos acontecimentos deste mundo nem ao seu redor. Onde eles perderam essa visão? A maior parte da civilização atual sofre de “indiferença política” e retirou-se desses acontecimentos. Esse descaso é devido à penúria dos tempos, à falta de interesse, de crítica e de conhecimentos específicos. Retirando-se, não se mudará seguramente nada. Ao contrário, isso é desejado pelos nossos “dirigentes”. Todo aquele que deserta facilita a tarefa dos Illuminati. A verdade que se impõe em primeiro lugar é, pois, saber-se mais sobre seus feitos e gestos.

Assim como um grande instrutor do mundo o afirmou: “Procurai a verdade, e a verdade vos libertará”.

Uma mulher

"Não me importa o que você faz para sobreviver. Quero saber qual a sua dor e se você tem coragem de encontrar o que o seu coração anseia. Não me importa saber a sua idade. Quero saber se você se arriscaria parecer com um louco por amor, pelos seus sonhos, pela aventura de estar vivo. Não me importa saber quais planetas estão quadrando sua lua. Quero saber se você tocou o âmago de sua tristeza, se as traições da vida lhe ensinaram, ou se omitiu por medo de sofrer. Quero saber se você consegue sentar-se com as dores, minhas ou suas, sem se mexer para escondê-las, diluí-las ou fixá-las.

Quero saber se você pode conviver com alegria, se pode dançar com selvageria e deixar o êxtase preenchê-lo até o limite sem lembrar de suas limitações de ser humano.


Não me importa se a estória que você me conta é verdadeira. Quero saber se você é capaz de desapontar o outro para ser verdadeiro para si mesmo, se pode suportar a acusação da traição e não trair sua própria alma. Quero saber se você pode ser fiel e consequentemente fidedigno. Quero saber se você pode enxergar a beleza mesmo que não seja bonitos todos os dias, e se pode perceber na sua vida a presença de Deus. Quero saber se você pode viver com as falhas, suas e minhas, e ainda estar de pé na beira do lago e gritar para o prateado da lua cheia... "Sim"!

Não me importa saber onde você mora ou quanto dinheiro tem. Quero saber se você pode levantar depois de uma noite de pesar e desespero, exausto, e fazer o que tem de fazer para as crianças.


Não me importa saber quem você é, ou como veio parar aqui. Quero saber se você estará ao meu lado no centro do fogo sem recuar. Não me importa saber onde, o que, ou com quem você estudou. Quero saber o que sustenta o seu interior quando todo o resto desaba. Quero saber se você pode estar só consigo mesmo e se verdadeiramente gosta da companhia que carrega em seus momentos vazios.


Oriah Mountain Dreamer (Uma Anciã Nativa Americana)

Gregos invadem TV em protesto com a Nova Ordem Mundial

sexta-feira, 14 de maio de 2010

E os protestos se multiplicam pela Europa...





O homem-aranha versus a indústria farmacêutica

quarta-feira, 12 de maio de 2010

Vou fazer uma daquelas perguntas de criança, de tão ingênua que irá soar e que pelo menos pode ter o valor de não estar presa a nenhum paradigma vigente.


Uma pessoa pode ajudar a si mesma ou essa ajuda depende de alguém que não a própria pessoa?


Digamos que essa nossa pessoa é uma pessoa que tem um nível de orgulho normal, que não chega a ser doentio, que é independente mas não chega ao absurdo de morrer afogada só por vergonha de pedir socorro. Essa pessoa pode ajudar a si mesma? Pergunta boba, né?


Hoje em dia é comum os famosos serviços de “self service” ou auto-serviço ou sirva você mesmo. Parece algo moderno e que valoriza o auto-atendimento, a capacidade de se resolver. E o sistema parece dar muito valor a isso. Vemos isso nos Bancos, nos caixas eletrônicos. Não precisamos mais depender da interface humana e tiramos o nosso dinheiro direto na máquina. Legal.


Mas se é tão legal assim valorizar o auto-atendimento, o self service, porque há um preconceito com relação ao termo auto-ajuda?


Tenho reparado como isso é criticado de diferentes maneiras pelo sistema, até em seriados de tv. Pô, não é uma coisa legal a pessoa própria se ajudar? Não é legal a pessoa ter condição de se auto-avaliar, cuidar de si, prevenir-se, auto-curar-se, tratar-se, mantendo uma qualidade de vida excelente? Parece que para alguns não. Parece que para alguns que aparentemente se preocupam conosco é perigoso nós cuidarmos de nós mesmos.


E confesso que sou um desses que se amarra num auto-cuidado, numa auto-ajuda, tanto que a um tempo atrás resolvi eu mesmo tratar um problema que eu tinha decorrente de uma alimentação passada exageradamente protéica: uma verruga. Sim, uma enorme verruga vermelha sobre o peito direito. As cenas que se seguem são um pouco fortes, assim recomendo que os estômagos mais fracos não prossigam, pois vou apresentar o tratamento que fiz ao vivo e a cores usando uma teia de aranha, uma simples teia, dica da medicina oriental que peguei no livro Autocuraterapia, do Tomio Kikuchi, da Musso Publicações 1983.


Esse foi o primeiro efeito da teia da aranha quando enrolei ela em torno da base da verruga. A verruga inchou um pouco, comecou a perder o tom vermelho vivo e começou a ficar escura. Sentia uma sutil formigação no local e quando acordava, devido aos movimentos noturnos, sempre saía uma quantidade ínfima de sangue coagulado. Nessa fase cheguei a ter um sonho onde a aranha se apresentava envolvida no processo de cura.



Tudo bem se de repente o apelido de spiderman pegar, ok?;))) Mais de uma semana depois a verruga começou a murchar e a escurecer cada vez mais, a teia tinha apertado completamente a base, fechando o canal por onde o sangue fluía. Ainda saia um pouco de sangue coagulado que eu limpava sempre com cotonete embebido em álcool. Sentia o contato muito sensível e evitava abraçar por aquele lado do corpo.




No início da terceira semana a verruga começou a desprender e a parte branca que vemos é a teia da aranha que usei, usei a teia de uma aranha que fica aqui na varanda do quarto. Quando tirei a teia pedi licença a aranha, no bom estilo xamânico, e pedi que ela me auxiliasse no processo de cura. Hoje a pele está perfeita e não há mesmo marca de cicatriz. Marca que existiria caso fosse ao médico dermatologista para operar.



Eis a nossa indústria farmacêutica, a aranha. Fiz esse exibicionismo "verrugoso" para mostrar como através de atos simples de auto-cuidado e de auto-ajuda podemos resgatar para nós mesmos o dom de cura que todos possuímos quando trabalhamos em harmonia com a Natureza, permitindo assim que sejamos autônomos com relação a um sistema médico que está governado por uma indústria farmacêutica que não está interessado em você como ser humano, está interessado na sua doença como uma fonte de lucro. E é por isso que o conceito de auto-ajuda, que eles associam com as chamadas terapias alternativas ou complementares ou holísticas tem que ser reavaliado por nós e valorizado num contexto de auto-cuidado, auto-estima, eficácia, tradição (como a xamânica, a oriental) e medicina preventiva (homeopatia, acunpuntura, reiki, etc).

Vamos cuidar de nós mesmos e de nosso planeta, isso é a melhor ajuda que damos aos outros.


obs: esse post faz hum ano e foi reeditado.

Previsão de ataque biológico à China confirmada

terça-feira, 11 de maio de 2010

Agradecimentos ao Aldo Luiz pela dica do vídeo abaixo. Em nossa postagem de 04 de maio de 2010 colocamos uma entrevista de Bill Ryan, do Projeto Camelot, onde ele informava, com base numa fonte secreta, sobre um ataque biológico à China e um outro possível ataque de Israel ao Irã, as duas ações como estratégias de provocação para iniciar uma guerra nuclear. Isso como parte do intento para reduzir a população mundial, forçar a China a alinhar-se à NOM ou então enfrentar uma guerra e criar a nova ordem a partir do caos, tal como é o lema maçônico:

Ordem através do Caos.

Não temam. A estratégia deles é criar medo, gerar agressividade, revolta e paranóia. A nossa é revelar, informar, ter a coragem de libertar-se das amarras do sistema, mudar nossos hábitos e retirar toda a energia que pudermos da ilusão da matrix.

Vejam os vídeos.






7 quando os ímpios brotam como a erva, e florescem todos os que praticam a iniqüidade, é para serem destruídos para sempre - Salmo 92.

Avião da Presidência da Polônia abatido pelos Illuminatis?



Esse vídeo foi feito logo após o acidente e não se encontrou corpos conforme se pode ver.

Documentário: Império Invisível

segunda-feira, 10 de maio de 2010

Carece de maiores apresentações o novo documentário de Alex Jones e Jason Bermas, em PT-BR. A 1ª parte já constitui por si mesma uma bela introdução. A tradução naturalmente merece nossos generosos agradecimentos dentro da urgência e esforço em que imagino que foi feita.



Reveladores e Conspiradores

domingo, 9 de maio de 2010

É interessante perceber como os conspiradores acusam os reveladores de:

teóricos da conspiração.

Nós aqui somos os reveladores, no verdadeiro sentido da palavra grega apocalipse, ou seja, nós revelamos os conspiradores, que para se ocultar nos acusam de teóricos da conspiração, e assim traem a si mesmos.

conspirar

1 secretamente planejar, junto com outra(s) pessoa(s), ações contra alguém, ger. um dirigente ou governante, objetivando a sua destituição, desgraça, morte etc.; conluiar, tramar, maquinar

revelar

1 tirar o véu a; deixar ver; tornar(-se) patente; mostrar(-se), manifestar(-se), desvelar(-se)

1.1 dar-se a conhecer verdadeiramente; mostrar-se

2 fazer conhecer (o que era ignorado ou secreto); divulgar, propagar

apocalipse

latim. apocalypsis,is, do gr. apokalúpsis,eós; ato de descobrir, descoberta;
revelação', no Novo Testamento 'revelação divina', de apkalúptó 'desmascarar, forçar a falar;
fig. revelar';
f.hist. XIV apocalipsi, sXIV apocalise, sXV apocalipse, sXV apocalisse

Todo e qualquer ato que transforme o apocalipse numa tragédia, hecatombe, guerra, desastre é um intento conspiracionista e, portanto, terrorista.

Todo e qualquer ato que faça do apocalipse o que ele é: a revelação dos atos conspiracionistas (da NOM) faz jus ao verdadeiro espírito da palavra.

F.A.

David Icke tinha razão?


Descobri esse vídeo através do site SenzalaMundi, que possui farto e interessante material.

David Icke é o primeiro homem a denunciar a ligação energética e espiritual entre reptilianos e certas linhagens reais européias. Ele resiste a prova do tempo, e depois de um início difícil, onde era apenas uma voz no deserto, um remo contra a corrente, agora já gasto pelo efeito do próprio tempo, apresenta uma mensagem que se renova com o vigor dos fatos. O interessante deste documentário é que mostra o lado pessoal de Icke, desfazendo o mito e mostrando o homem. Quantos teriam a resistência psíquica de David Icke para enfrentar a opinião pública solitariamente? E ainda hoje, devido a propria desinformação, a revelação de Icke, que produziu dezenas de livros editados em 8 línguas, ainda é chocante.

F.A.









A manipulação da mente pelo Estado

sexta-feira, 7 de maio de 2010

Quando nós vemos filmes como:

a Teoria da Conspiração,

Manchurian Candidate (Sob o domínio do mal, link disponível AQUI no blog) e

até mesmo filmes de ação como a trilogia Bourne, que conta a história de um agente envolvido num projeto secreto para a criação do soldado perfeito, temos a tendência a achar que tudo não passa no fundo de ficção.

Bem que eu gostaria, sabiam? As vezes é duro ter que lidar com esse aspecto da realidade ordinária. Não gostaria de apresentar esses temas como algo real, mas eles são. Projetos como o MK Ultra são realidades. Este é apresentado no documentario a seguir, um documentário da SIC Notícias, de Portugal, que mostra através de fatos e relatos reais como governos podem, através de drogas, espionagem (CIA, KGB,...), sexo e lavagem cerebral, sob o patrocínio de cientistas, controlar as mentes, e não só através da propaganda ou dos diversos aparelhos ideológicos de Estado (igrejas, partidos, mídia, forças armadas, escolas, sociedades secretas).

Não se trata aqui de satanizar (aliás, quem criou a figura de Satã? A cultura judaico-cristã que identificada com sua própria criação promove em sua práxis cultural o inferno mesmo que gerou, sob diferentes formas: inquisição, cruzadas, pedofilia, martírio dos seus santos, atentados diversos contra seu próprio rebanho.) os EUA, pois sabemos que isso é uma técnica de manipulação usada por certos grupos que se apropriaram do Estado norte-americano para atender seus próprios interesses, obviamente que tais grupos também estão imiscuídos em outras máquinas estatais e trabalham fortemente para criar uma nova ordem mundial sob uma forma totalitária, usando técnicas de medo, terror, armas de manipulação ambiental, biológica, mental e satanização de seus alvos de ataque. Inclusive tais grupos já estão tramando a derrubada da moeda norte-americana para agilizar o processo de uma nova ordem mundial e financeira.

Download via Rapishare AQUI! São cinco partes que devem ser reagrupadas.

Questiono se a própria idéia de esoterismo não foi, de certa forma, apropriada pela ideologia dominante.

A idéia de esoterismo se liga a segredo, a conhecimento inacessível e elitizado, a idéia liga-se a grupos secretos, seletos, de iniciados, portanto é um conhecimento distante da maioria. O problema surge quando essa distância, em vez de ser uma mera decorrência da dificuldade inerente ao conhecimento e ao conhecer a si mesmo, torna-se uma distância manipulada por uma elite que não quer que todos e qualquer um possa ter acesso. Assim a idéia de esoterismo quando colocada como algo distante das massas e da realidade torna-se um instrumento ideológico de Estado, uma manipulação de muitos por poucos "iluminados". E é isso que acontece não só hoje mas há bastante tempo, assim vemos como de uma forma maquiavélica a idéia de esoterismo juntou-se a idéia de política num jogo de dominação, que fica bem estampado na nota do dólar, onde o vértice superior da pirâmide está desconectada da base. O próprio Hitler apropriou-se da cruz suástica, invertendo-a, afim de expressar sua intenção mágica, política e ideológica, e assim a História demonstra o combate mental que é travado para que muitos fiquem escravos de poucos. No vídeo abaixo temos uma explicação da simbologia usada por esses "iluminados" na nota de um dólar, onde usam símbolos de uma determinada tradição de uma maneira diferente para expressar sua intenção e ideologia.


Sabemos, realmente, que somos mortais?

quinta-feira, 6 de maio de 2010

Sabemos, realmente, que somos mortais?


O fato da morte, da dissolução ao final desta existência nos coloca em um ponto completamente diferente de todos os caminhos tidos por espiritualistas e esotéricos hoje em moda.

"Espreitamos a nós mesmos como seres mortais ou imortais?"

A diferença do enfoque desta espreita é determinante em nossas posturas existenciais.

Conversando com muitas pessoas em situações diversas noto muitas delas alegando que trabalham com os paradigmas toltecas, mas neste ponto da continuidade da existência tentam sempre elocubrar, tergiversar, enfim, há sempre um "medo" de encarar a morte como o evento que dissolve nossa existência individual.

Concordo contigo na reação a esse fato, há um "sobressalto" inicial, por vezes assustador , mas logo depois vem a certeza que tudo que temos é esse "aqui e agora" .

É tão profundo este jeito de viver, de se relacionar com o mundo, cada instante, cada momento, pode ser o momento final, pode ser o ponto final em nosso discurso existencial, assim, para alguém que lida com esta abordagem do caminho, não há dúvida que cada instante é tudo que temos e a qualidade de nossa vida em cada momento determina se estamos fluindo pelo Mar Escuro da consciência ou continuamos na condição de navegantes num rodamoinho artificial, que nos leva para o fundo tendo a ilusão que estamos indo para algum lugar.

Está demonstrado que a energia disciplinada e focada é "ruim" para os predadores , eles não apreciam esse estilo de comportamento, assim agir com foco e disciplina é impregnar nossa energia pessoal de um "gosto" que não agrada os predadores.

Quando nos conscientizamos que só há o aqui e agora, tudo muda.

Descobrimos que não podemos perder tempo, não podemos nos manter num caminho sem coração, pode não haver um amanhã ou um " depois" para dizermos a quem amamos, o tanto que amamos, para fazer em cada momento de nossas vidas o que queremos e não o que querem por nós.

Precisamos olhar a nossa realidade circundante e corajosamente questionar : estou num caminho com coração?

É aqui que gostaria de estar?

Se houver um não como resposta a questão é : por que não mudamos já?

Ou estamos esperando papai do céu?

É radical, é revolucionária a proposta de vida daí resultante.

Sem dúvida alguma é a plena compreensão desta abordagem que nos dá a força e a integridade para fazermos de cada ato um gesto para o infinito, um gesto para a Eternidade.

É muito bom enfatizar isso pois tem pessoas que se aproximam das propostas Toltecas achando que estão em alguma religião que se "seguirmos os preceitos" encontraremos alguma " recompensa", " reinos do céu", " prêmios sagrados".

Total ilusão.

Um trabalho de vida inteira pode resultar em nada, pode levar a lugar nenhum.

É interessante compreender que pode haver um sobrevivência de personalidade após a morte física.

Temos muitos casos em várias tradições de seres que continuam a se comunicar após a morte, mas o que o caminho Tolteca coloca é que nestes casos temos "filamentos" sobrevivendo, os mesmos filamentos que voltam para a Eternidade um dia, os mesmos filamentos que vão e voltam, "encarnado" em outros seres e confundidos com "minha vida anterior" pelas práticas reencarnacionistas.

O conjunto de fibras que " animamos" durante a vida pode se cristalizar, há cristalizações de vários tipos, este ser pode sobreviver se, por diversos caminhos, tivermos criados um corpo de energia, vai sobreviver ainda mais tempo se certas medidas forem tomadas, vejam o trabalho dos ancestrais em mumificar o corpo ou agir de formas outras para garantir que o corpo dure por muito tempo.

Mas todas estas práticas apenas geram uma sobrevida, não a pretensa imortalidade.

No Fogo Interior D. Juan Matus revela uma linhagem de desafiadores da morte que enterraram seus corpos físicos em certos locais do México, o problema dessas práticas é que levam a um estado de continuidade, mas não de liberdade.

A sutileza do Caminho Tolteca, revolucionariamente ele não apenas trabalha as questões dos (as) desafiadores(as) da morte mas foi além, descobriu esta possibilidade, essa chance que temos de ter chance de reinvidicar o "presente da águia", podermos entrar noutra condição de atenção, noutra condição de realidade que não é nem a primeira atenção, esta que nos cirunda, nem a segunda atenção, que abrange mundos outros que não este, mas um estado misterioso, chamado de terceira atenção, onde, após morrermos e abandonarmos esta primeira e segunda atenção, após devolvermos a consciência que nos foi "emprestada" para a desenvolvermos com nossas experiências, podemos reinvidicar , se tivermos energia e intento para isso, um estado existencial distinto.

Mas tudo isto são possibilidades, algo que "pode" acontecer, para o qual não temos nenhuma certeza.

Por isso, a meu ver, o (a) praticante do caminho Tolteca, intenta estes objetivos com sua mais profunda percepção e isto reflete na VIDA.

Para meu entender, praticar as propostas do Caminho Tolteca é um ato de cada instante, de cada momento, cada mínimo ato é um profundo desafio.

Ler este mail, a postura que estamos, nosso cocar colocado, nossa sintonia, atos simples como lavar um copo, andar, estar onde estamos, tudo isto é tido como um desafio, como um trabalho para ampliar a consciência e nos afastar da condição robotizante que é a " normal" e nos despertar para as tremendas possibilidades ao nosso alcance.

Fomos condicionados a agir como máquinas, em vários setores de nossas vidas, estar aqui e agora, pleno, isto muda tudo, se nos conscientizamos que a vida é única, que esta vida é tudo que temos de fato, que este momento é nosso único e efêmero instante, tudo muda, nossa qualidade de existência se transforma para outros valores e podemos ousar deixar de sermos rôbos e entrarmos na condição distinta de seres vivos, auto conscientes.

Estou numa empresa que dou consultoria em São Paulo. Fico observando como as pessoas são sugadas na cidade grande para estarem mais robotizadas, fora dos ciclos da natureza.

Agora enquanto escrevia este mail fui até a linha de produção passar para eles uns exercícios físicos de alongamento, destinado a evitar LER (Lesões por efeitos repetitivos).

Fiquei observando como as pessoas fazem as coisas automaticamente, nestes momentos que paramos para estes exercícios há uma mudança do "automatismo", por alguns instantes elas estão ali mais presentes, o sorriso, os comentários, é incrível observar como a energia muda por alguns instantes.

Mas alguns instantes depois já voltam a uma participação mais "dormente".

E nós?

Como estamos?

O dia todo, cada instante é um desafio ou temos "momentos" e depois permitimos que os "problemas" do dia a dia, nossas atividades outras nos consumam e nos adormeçam?

O desafio do (a) praticante de caminhos como o Tolteca é justamente ir além do automatismo, é despertar de fato para nossas potencialidades interiores.

Só aí temos vida, antes temos sobrevivência.

É muito interessante observar isso.

Não fomos "criados" para este estado, não é nosso destino " evoluirmos" para esta condição.

Não é um “caminho" espiritual.

O Caminho Tolteca é uma descoberta, resultado do estudo , da observação, dos erros e acertos de gerações incontáveis de homens e mulheres.

É muito trabalhoso porque não é "natural", é um caminho de desafios constantes e crescentes.

É muito importante entender isso, o Caminho Tolteca não é uma "revelação".

Se estudamos com cuidado vamos notar que no começo o caminho Tolteca ajudou a induzir muito erros, vejam os ancestrais desafiantes da morte, as
armadilhas sutis que caíram.

Notem por exemplo quantos praticantes caíram no mundo dos seres inorgânicos, os desafios iniciais quando julgavam que a segunda atenção era um mundo "espiritual", "superior", como tantos caminhos ainda hoje julgam ser, enfim, tais equívocos só foram superados pela prática e observação de incontáveis gerações.

E é interessante observar que muitas práticas que são apresentadas como xamanismo hoje, são abordagens dentro desses paradigmas ancestrais.

Os (as) Toltecas não foram apenas um povo no sentido étnico. A comunidade xamanística Tolteca foi um estado de consciência, atuando em vários pontos de uma vasta região.

Eventos intensos foram forçando mudanças perceptivas quanto a realidade.

Foram momentos duros, como a invasão e subjugação, primeiro pelos povos nativos mesmo, como Astecas e outros, depois pelos conquistadores europeus que levaram o Caminho Tolteca a afastar -se de tudo que era mera fantasia e buscar um pragmatismo cada vez maior e efetivo.

Dentro de sua tribo os (as) Toltecas eram capazes de manipular o ponto de aglutinação de todas as pessoas que estavam ali, mas quando chegaram os invasores tudo mudou, poderosos (as) xamãs morrendo como moscas.

Os (as) sobreviventes foram então avaliar, avaliar como eles sobreviveram e os outros não, como seus " aliados" os ajudaram e aos outros não e então muita coisa mudou, pois começaram a perceber que a questão chave estava no "poder pessoal".

Hoje somos herdeiros desse caminho, os novíssimos videntes.

Os antigos videntes, adeptos de práticas que valorizavam mais os fenômenos e o contato com a segunda atenção como se ela fosse um mundo "espiritual" e tal, evoluiu para o caminho dos novos videntes, quando sob ataque de grupos diversos os herdeiros e herdeiras do Caminho foram se aprofundando em práticas mais profundas e de efeitos pragmáticos e hoje, graças a ação implacável do Nagual de 3 pontas, podemos partilhar deste milenar saber e arriscarmos nossa chance de continuar a aventura que nos é proposta, a chance de termos chance.

Cá estamos, praticantes deste desafio intentando esse sonho fugidio.

Homenagem à Morte com Mantra

Polônia é elogiada pelo Conselho da Europa por sua estratégia de não vacinação contra a gripe suína

quarta-feira, 5 de maio de 2010

Enquanto isso no Brasil o Ministro da Saúde Temporão dança ao som daquele funk: Toma, toma, totoma, toma, toma, totoma... Vai Temporão!!! Perde a linha no bonde do porcão!

Desculpem, mas não deu para resistir, se fosse cartunista ainda fazia uma desenho.

A notícia que se segue foi extraída do blog A Nova Ordem Mundial.


Polônia é elogiada pelo Conselho da Europa por sua estratégia de não vacinação contra a gripe suína

O Conselho da Europa elogiou a ministra da Saúde da Polônia Ewa Kopacz por sua estratégia contra o vírus da gripe suína.

O Comitê de Assuntos Sociais, de Saúde e da Família disse que a decisão do Ministério da Saúde para não ordenar as vacinas contra H1N1 estava correta, apesar da pressão das companhias farmacêuticas e organizações de saúde.

Ewa Kopacz (na foto), foi a Paris para explicar a resposta de seu governo para com o vírus da gripe, para a qual a Organização Mundial da Saúde previu (erroneamente) que faria explodir uma grande pandemia em toda a Europa. Ewa disse que a Polônia havia considerado comprar uma vacina anti-gripal, mas os termos propostos pelas empresas farmacêuticas eram inaceitáveis.

A ministra da Saúde da Polónia disse que, graças à estratégia de contra a gripe suína adotada na Polónia, menos casos fatais do vírus foram relatados e que o vírus era menos virulento do que em outros países.
Paul Flynn, que escreveu o relatório do Conselho da Europa, chamou a decisão "um ato de coragem" e salientou que outros países gastaram milhões de euros em vacinas.

Ex-chefe da Cruz Vermelha Francesa Prof. Marc Gentilini disse que a Polônia pode servir como um exemplo de como lidar com a ameaça de uma pandemia de H1N1.

A decisão do Ministério da Saúde de não comprar vacinas contra a gripe foi muito criticada na Polônia durante o surto. Ombudsman Janusz Kochanowski até mesmo ameaçou processar Ewa Kopacz sobre a política do governo.

Fontes:
The News: Poland praised for anti-swine flu strategy

Estranhamente, no dia 10 de abril, o avião da presidência da Polônia caiu, matando o presidente polonês, a 1ª dama e outras autoridades polonesas. Quantos acidentes com aviões presidenciais ocorrem assim, repentinamente, quando um país se recusa a seguir as determinações da OMS e da complexo industrial-farmacêutico? Ver notícia no link abaixo:

http://www.estadao.com.br/noticias/internacional,russia-inicia-investigacoes-sobre-acidente-que-matou-presidente-polones,536611,0.htm

A 3ª guerra mundial e o projeto anglo-saxão

terça-feira, 4 de maio de 2010

Hoje, quando liguei o computador, ao entrar no MSN para falar com minha esposa, tive estampado em minha frente o rosto de Hillary Clinton falando do perigo nuclear que representa o Irã. Até onde sei o único país a usar tais armas contra outro foi os EUA. Lembrei-me que a justificativa estadunidense para entrar no Iraque eram as armas de destruição em massa, que nunca foram encontradas. Me parece admirável que a revista Time não tenha concedido o prêmio ou o troféu de cara de pau ou pinóquio da década a esta mulher, que é porta-voz do complexo militar dos EUA. Confesso que a escolha de Hillary para tal honraria talvez fosse injusta porque a concorrência é enorme.

Eles, essa rapaziada que é testa de ferro do complexo industrial-militar-farmacêutico estadunidense, estão louquinhos para arrumar uma desculpa para entrar no Irã. Lembrei-me também de uma entrevista do Bill Ryan, do projeto Camelot, falando sobre o chamado Projeto Anglo-Saxão, que é mais um plano da elite, da NOM, para criar uma guerra a partir de um conflito entre Israel e Irã, que objetiva envolver até a China, grande ameaça econômica para os EUA, a fim de desestabilizar toda a região e exterminar boa parte de chineses via guerra nuclear e bacteriológica. Tudo bem, já sei o que estão pensando, tudo não passa de teoria da conspiração, pois tudo isso é terrível demais para acontecer, Oxalá não ocorra, mas há mentes que o estão intentando, por isso coloco aqui, em espanhol a partir da 5ª parte, a entrevista de Bill Ryan, sobre o Projeto Anglo-Saxão. Se tivermos dúvidas de quão terrível pode ser a mente humana basta abrirmos um livro de História antiga ou recente.

Na entrevista Bill chama a atenção para um fato recente - set/07 - que saiu na imprensa: foi o fato de um bombardeiro B52 ter supostamente transportado por engano 5 ogivas nucleares. Vocês acham que é possível alguém transportar por engano, pronto para ser disparado, 5 ogivas nucleares num avião de guerra de grande porte? Eis aqui a notícia.



2ª parte

3ª parte

4ª parte

5ª parte

6ª parte

História de coincidências ou coincidências históricas?

Para quem gosta de coincidências...

A imagem do post é de uma sociedade secreta, A Sociedade Thule, da qual Hitler fez parte. Notem a data, 1919, não tem algo do 11-9? Pois é, Hitler entrou para tal sociedade em 1919, mais precisamente em setembro. Coincidência? Notem que 11 de setembro foi a data escolhida por Bush pai para anunciar a nova ordem mundial, que é o nome do segundo livro de Hitler. Vejam que 11 de setembro não só está ligada ao atentado das torres gêmeas mas também a tomada do poder no Chile em 1973, pelo general Pinochet, com apoio estadunidense.

As torres gêmeas derrubadas em 11 de setembro de 2001, sob certa ótica, são como um duplo 1, 11.

O número para emergências nos EUA é 911.

http://www.espada.eti.br/n2104.asp

"Em 2001, a Agência Federal da Administração da Emergência (FEMA) classificou os desastres mais prováveis e mais mortais que poderiam ocorrer nos EUA. Os três principais foram: um ataque terrorista em Nova York, um terremoto em San Francisco e um furacão em New Orleans. A lista foi anunciada em uma conferência em 10 de setembro. O dia seguinte foi o 11 de setembro."

Essa notícia é tão incrível que precisamos parar aqui, para que possamos compreender corretamente o que acabamos de ler. Em 10 de setembro de 2001, a FEMA "previu" exatamente os três dos mais prováveis e mortais desastres que poderiam ocorrer nos EUA. Os desastres mortais previstos foram:

1. Ataque terrorista em Nova York.
2. Terremoto em San Francisco.
3. Furacão em New Orleans.

No dia seguinte após essa predição da FEMA, ocorreram os ataques de 11/9/2001 — as Torres Gêmeas e o Pentágono foram atacados, exatamente como previsto nas cartas do jogo RPG "INWO, A Nova Ordem Internacional dos Illuminati", lançado em 1995. Obviamente, os desastres 1 e 3 dessa lista já ocorreram. Portanto, temos apenas de nos preocupar que um terremoto sem precedentes ocorrerá na costa oeste — em Los Angeles ou em San Francisco — possa ser o próximo na lista de alvos dos Illuminati. Lembre-se que a tecnologia das ondas escalares pode produzir tanto furacões quanto terremotos de qualquer magnitude que for desejado e exatamente na localização desejada - http://www.espada.eti.br/n2104.asp

Mudando de assunto.

No dia 29 de abril o nosso presidente Lula foi eleito homem do ano pela revista Time com biografia escrita pelo documentarista genial Michael Moore. Tal como se segue.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi apontado como o líder mais influente do mundo em uma lista de personalidades escolhidas pela revista americana 'Time'. A relação foi divulgada nesta quinta-feira (29) no site da revista. O presidente americano Barack Obama aparece na mesma lista em 4° lugar.

A revista faz uma tradicional indicação anual das 100 pessoas mais influentes do mundo nas categorias "líderes", "heróis", "artistas" e "pensadores". Bill Clinton foi escolhido como primeiro na lista dos heróis e teve sua apresentação redigida por Bono, enquanto Lady Gaga é a artista mais influente, apresentada por um artigo de Cyndi Lauper. Na categoria pensadores, a primeira da lista é Zaha Hadid. O ex-governador do Paraná Jaime Lerner foi apontado como 16º na lista dos pensadores.

O documentarista Michael Moore foi o responsável por escrever o texto no qual apresenta uma breve biografia de Lula. "O que Lula quer para o Brasil é o que nós [dos Estados Unidos] costumávamos chamar de sonho americano", avalia o documentarista.

Cá entre nós, qual foi o ato heróico do Bill Clinton?

Longe de mim comparar o Lula ao homem do ano de 1938 (ver mais abaixo), mas só o fato de estar na revista Time já indica que o nosso Lula, com todo o respeitável histórico que tem de luta, teve que se compor com o poder vigente, vulga NOM, para estar onde está e mesmo ter se elegido, não é à toa que quem está na Presidência do Banco Central do Brasil é Henrique Meireles, egresso do PSDB e executivo financeiro com trânsito junto à banca internacional. Lula é o chefe político, mas quem tá sentado na banca é um representante dos banqueiros internacionais e que nem se quer veio do PT. Ossos do ofício, "vide" quem é o vice da Dilma, mas ainda assim votarei nela.

O fato de Lula estar estampado como grande líder na revista Time é deveras preocupante para nós brasileiros. Significa que o olho gordo da NOM está voltado para cá tal como o olho de Sauron, do senhor dos anéis. Tal olho torna-se gordo não apenas sobre a Amazônia e nossas enormes riquezas naturais, mas pelo próprio papel que estamos desempenhando e podemos desempenhar no mundo.

Escrevo isto porque se aproximam as eleições e os ânimos se inflamam por esse ou aquele candidato, quando o cenário político é apenas um jogo de cartas marcadas articulado por um grupo que sai governo e entra governo sempre está nos bastidores do poder. Não há esquerda e direita, a não ser pela cara do povo que leva porrada sempre de todo lado. Você não tem garantia que o seu voto vai para quem você escolheu e você ainda tem que votar em quem as panelas que existem dentro dos partidos escolhem.

Não importa, meus amigos(as) quem está na linha de frente do Executivo, se entrou já tem que fazer parte do jogo que está aí. A única solução para isso é desmascararmos esse jogo e participarmos de forma organizada desse arena. E, no Brasil, a recuperação de nossa liberdade política e cidadania começa por termos o voto impresso, não em 2014, mas já, porque não se pode permitir que continuem fraudando eleições nesse país! Esse assunto da fraude é complexo, recomendo darem uma olhada no site votoseguro.org. Não podem haver mais eleições onde a auditoria e recontagem dos votos não sejam possíveis. Que país é este?

Eis o homem do ano de 1938:

Hitler, Homem do Ano em 1938 - http://www.mdig.com.br/index.php?itemid=6332

[05-06-2009]

O evento mais importante de 1938 aconteceu em 29 de setembro, quando quatro homens de estado se encontraram na residência de Hitler, em Munique, para redesenhar o mapa da Europoa. Os três visistantes nesta histórica conferência eram o Premiê Neville Chamberlain, da Grã-Bretanha, o Premiê Edouard Daladier da França e o Ditador Benito Mussolini da Itália. Mas com toda segurança a figura dominante era o anfitrião alemão, Adolf Hitler.



O Führer dos alemães, Comandante em Chefe do Exército, da Marinha e da Força Aérea alemãs, Chanceler do Terceiro Reich, Hitler, colheu naquele dia o resultado da audaz, desafiante e implacável política exterior que tinha exercido durante cinco anos e meio. Ele havia conseguido converter o Tratado de Versalles em nada. Roubou a Áustria diante dos olhos de um horrorizado e aparentemente impotente mundo.


Todos estes fatos escandalizaram às nações que tinham derrotado a Alemanha no campo de batalha 20 anos antes, mas nada aterrorizava tanto o mundo como os metódicos fatos do passado verão e começo do outono que ameaçavam com uma guerra mundial sobre a Checoslovaquia. Mas Hitler, sem derramamento de sangue, reduziu Checoslovaquia a um estado-marionete da Alemanha, forçando uma revisão drástica das alianças defensivas da Europa e ganhando sua liberdade de ação sobre o leste europeu, conseguindo a promessa de não envolvimento da poderosa Grã-Bretanha -e posteriormente da França-. Adolf Hitler, sem dúvida, converteu-se no homem do ano de 1938.

Tudo isto pode ser lido na edição da primeira semana de janeiro de 1939 da revista Time, que declarava Hitler como o homem do ano de 1938. Hoje em dia sabemos com certeza que ser escolhido como homem do ano pela revista Time é um privilégio e denota uma grande deferência, algo bom. Neste caso, a Time deixava claro que o protagonista do ano anterior tinha sido Hitler, o que não indica que estivesse de acordo com suas ações. Em qualquer caso, o pior ainda estava por chegar e é verdadeiro que naquele momento Hitler tinha levado a Alemanha a um ponto dominante na política internacional.


Outro detalhe interessante é que a capa daquela edição é a imagem anterior que tem pouco a ver com Hitler. É uma das poucas ocasiões nas quais o eleito como protagonista do ano não apareceu na capa da revista.


Em meio a esta escolha da Time, um deputado sueco E.G.C. Brandt chegou a propor o nome de Adolf Hitler como Prêmio Nobel da Paz, Iniciativa apoiada inclusive por judeus como a escritora Gertrude Stein. Felizmente a nominação foi recusada em fevereiro, alguns meses antes de começar a Segunda Guerra Mundial. E a partir daí a gente já sabe a história.

Mª Madalena: um resgate do feminino?

segunda-feira, 3 de maio de 2010

O documentário da GNT a seguir mostra o esforço dos católicos e cristãos para recuperar o feminino em sua tradição, feminino que foi amputado pelo esforço milenar da Igreja, desde Pedro, o apóstolo, de relegar o papel mágico, espiritual e intelectual da mulher.

Obviamente, uma outra maneira de recuperar o feminino seria um diálogo inter-religioso com a tradição pagã que por ser assentada no feminino conheceu bem a ação da instituição católica contra as mulheres.

Um dado muito interessante do documentário é a tese defendida por um intelectual cristão, e muito bem defendida, de que várias passagens da Bíblia, onde Maria Madalena teve um papel importante, terem sido substituídas por um outro personagem: João, o evangelista. Revela-se assim uma manobra que visava dar legimitação a certos feitos da vida de Jesus que não teriam sido aceitos na época se viessem de uma mulher.

Fica claro também no documentário como Maria Madalena foi associada, indevidamente pelo Papa Gregório, com a figura da prostituta para se gerar o personagem da pecadora arrependida.

http://rapidshare.com/users/Q9V9OW/4

Recomendamos baixar o link usando o programa USDownloader, pois ele dispensa o tempo de espera do Rapidshare - AQUI!

Outro bom programa é o JDownloader - AQUI!

Basta copiar os links com o programa aberto e clicar no botão mais ou adicionar do programa que os links ficarão no programa que providenciará o download automático.

Dia Mundial do Escravo: Documentário: da Escravidão Moderna

sábado, 1 de maio de 2010

Documentário extremamente bem feito sobre a escravidão moderna disfarçada de trabalho, produtividade, consumismo, impostos e pseudo-democracia, como em nosso caso, onde votamos numa máquina que não nos garante o destino de nossas escolhas. Uma bela porrada na visão de mundo que acredita que não somos escravos. Hoje, nossas correntes são apenas outras, revestidas pela tecnologia, pela propaganda e pela ideologia que quer nos fazer acreditar que somos o que não somos.

Assista o documentário pelo Youtube no final do post ou baixe-o AQUI, via Megaupload. Legendas AQUI.

Segue texto assinado pelos responsáveis pelo documentário

A servidão moderna é um livro e um documentário de 52 minutos produzidos de maneira completamente independente; o livro (e o DVD contido) é distribuído gratuitamente em certos lugares alternativos na França e na América latina. O texto foi escrito na Jamaica em outubro de 2007 e o documentário foi finalizado na Colômbia em maio de 2009. Ele existe nas versões francesa, inglesa e espanhola. O filme foi elaborado a partir de imagens desviadas, essencialmente oriundas de filmes de ficção e de documentários.

O objetivo principal deste filme é de por em dia a condição do escravo moderno dentro do sistema totalitário mercante e de evidenciar as formas de mistificação que ocultam esta condição subserviente. Ele foi feito com o único objetivo de atacar de frente a organização dominante do mundo.

No imenso campo de batalha da guerra civil mundial, a linguagem constitui uma de nossas armas. Trata-se de chamar as coisas por seus nomes e revelar a essência escondida destas realidades por meio da maneira como são chamadas. A democracia liberal, por exemplo, é um mito já que a organização dominante do mundo não tem nada de democrático nem de liberal. Então, é urgente substituir o mito de democracia liberal por sua realidade concreta de sistema totalitário mercante e de expandir esta nova expressão como uma linha de pólvora pronta para incendiar as mentes revelando a natureza profunda da dominação presente.

Alguns esperarão encontrar aqui soluções ou respostas feitas, tipo um pequeno manual de “como fazer uma revolução?” Esse não é o propósito deste filme. Melhor dizendo, trata-se mais exatamente de uma crítica da sociedade que devemos combater. Este filme é antes de tudo um instrumento militante cujo objetivo é fazer com que um número grande de pessoas se questionem e difundam a crítica por todos os lados e sobretudo onde ela não tem acesso. Devemos construir juntos e por em prática as soluções e os elementos do programa. Não precisamos de um guru que venha explicar à nós como devemos agir: a liberdade de ação deve ser nossa característica principal. Aqueles que desejam permanecer escravos estão esperando o messias ou a obra que bastando seguir-la ao pé da letra, libertam-se. Já vimos muitas destas obras ou destes homens em toda a história do século XX que se propuseram constituir a vanguarda revolucionária e conduzir o proletariado rumo a liberação de sua condição. Os resultados deste pesadelo falam por si mesmos.

Por outro lado, condenamos toda espécie de religião já que as mesmas são geradoras de ilusões e nos permite aceitar nossa sórdida condição de dominados e porque mentem ou perdem a razão sobre muitas coisas. Todavia, também condenamos todo astigmatismo de qualquer religião em particular. Os adeptos do complot sionista ou do perigo islamita são pobres mentes mistificadas que confundem a crítica radical com a raiva e o desdém. Apenas são capazes de produzir lama. Se alguns dentre eles se dizem revolucionários é mais com referência às “revoluções nacionais” dos anos 1930-1940 que à verdadeira revolução liberadora a qual aspiramos. A busca de um bode expiatório em função de sua pertencia religiosa ou étnica é tão antiga quanto a civilização e não é mais que o produto das frustrações daqueles que procuram respostas rápidas e simples frente ao mal que nos esmaga. Não deve haver ambigüidade com respeito a natureza de nossa luta. Estamos de acordo com a emancipação da humanidade inteira, fora de toda discriminação. Todos por todos é a essência do programa revolucionário ao qual aderimos.

As referências que inspiraram esta obra e mais propriamente dita, minha vida, estão explicitas neste filme: Diógenes de Sinope, Etienne de La Boétie, Karl Marx e Guy Debord. Não as escondo e nem pretendo haver descoberto a pólvora. A mim, reconhecerão apenas o mérito de haver sabido utilizar estas referências para meu próprio esclarecimento. Quanto àqueles que dirão que esta obra não é suficientemente revolucionária, mas bastante radical ou melhor pessimista, lhes convido a propor sua própria visão do mundo no qual vivemos. Quanto mais numerosos em divulgar estas idéias, mais rapidamente surgirá a possibilidade de uma mudança radical.

A crise econômica, social e política revelou o fracasso patente do sistema totalitário mercante. Uma brecha surgiu. Trata-se agora de penetrar mas de maneira estratégica. Porém, temos que agir rápido pois o poder, perfeitamente informado sobre o estado de radicalização das contestações, prepara um ataque preventivo sem precedentes. A urgência dos tempos nos impõe a unidade em vez da divisão pois o quê nos une é mais profundo do quê o que nos separa. É muito fácil criticar o quê fazem as organizações, as pessoas ou os diferentes grupos, todos nós reclamamos uma revolução social. Mas na realidade, estas críticas são provenientes do imobilismo que tenta convencer-nos de que nada é possível.

Não devemos deixar que o inimigo nos vença, as antigas discussões de capela no campo revolucionário devem, com toda nossa ajuda, deixar lugar à unidade de ação. Deve-se duvidar de tudo, até mesmo da dúvida.

O texto e o filme são isentos de direitos autorais, podem ser recuperados, divulgados, e projetados sem nenhuma restrição. Inclusive são totalmente gratuitos, ou seja, não devem de nenhuma maneira ser comercializados. Pois seria incoerente propor uma crítica sobre a onipresença das mercadorias com outra mercadoria. A luta contra a propriedade privada, intelectual ou outra, é nosso golpe fatal contra a dominação presente.

Este filme é difundido fora de todo circuito legal ou comercial, ele depende da boa vontade daqueles que asseguram sua difusão da maneira mais ampla possível. Ele não é nossa propriedade, ele pertence àqueles que queiram apropriar-se para que seja jogado na fogueira de nossa luta.

Jean-François Brient e Victor León Fuentes

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