Annunakis, DNA e a Tese do Astronauta Antigo

quinta-feira, 30 de setembro de 2010



DNA, aliens e evolução

quarta-feira, 29 de setembro de 2010



Crop Circles 2009-2010

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Música, Arte, na Terra, em mistério. Dançemos ao som da Terra, mãe da Arte.

Amor

domingo, 26 de setembro de 2010

Que o nosso amor seja um devorador do tempo - F.A.

Um sonho

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Estava caminhando no mundo dos sonhos, que seria o mundo da mais absoluta solidão se não estivesse na companhia de mim mesma. É paradoxal para a lógica comum falar "na companhia de mim mesma", mas é assim que me sinto nos sonhos, só é completa, onde um outro eu em mim me faz sentir sempre acompanhada. Talvez, no mundo dos sonhos, eu me torne a minha própria sombra e nessa consciência dupla de mim mesma eu não consigo me perceber solitária tal como me sinto nessa ordinária realidade que chamam de mundo real. Nos sonhos a esquizofrenia do chamado real se esvai e a carência é uma palavra sem sentido. Não há uma parte de mim a clamar por outra, sou.

Andando por caminhos indefiníveis, vejo meu marido conversando alegremente com uma mulher e noto como aquela conversa alegre possui também um ar de sedução que visa provocar aquele velho sentimento: ciúme. Finjo que não vejo, e pareço dormir, mas já não estou dormindo na cama ao lado dele!? O que o sonho quer me dizer? Saio daquela cena e continuo a caminhar e ouço um grito de mulher. Olho e vejo uma mulher em lágrimas, uma amiga que ainda conheço pouco, e ela me diz como que pedindo socorro:

- Eu estou me sentindo tão só!

Toda a energia que ela joga em meu corpo de sonho trago para a consciência cotidiana quando acordo, em forma de nítida lembrança. E penso que se nós mulheres soubéssemos como sonhar um novo sonho de nós mesmas veríamos que não estamos sós, que temos a nós mesmas. Mas isso que parece tão óbvio e tão pueril, quase sem sentido, é uma verdade que só pode ser entendida na atmosfera misteriosa de nós mesmas, de onde nos arrancaram faz tempo e para onde devemos lutar para retornar, a cabaça mágica de nossos corpos, que na dimensão do sonhar cumpre a mesma função que na dimensão terceira, parir. Mas lá no sonho deve parir uma mulher de sonho, sem limites, onde não há solidão, pois faz tempo que já foi dito que tal como é em baixo é em cima. Pelo sonho vamos para o andar de cima de nós mesmas e escapamos da solidão da terceira dimensão, onde procuramos, sem encontrar, um homem que nos complete, quando nós mesmas somos completas, mas esquecemos disso. Sonhemos, e resgatemos a nós mesmas de nossa própria solidão.

FACS

Uma explicação sobre a vaidade

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

A vaidade não é algo simples e ingênuo — explicou. — De um lado, é o núcleo de tudo que é bom em nós e, por outro, o núcleo de tudo que não presta. Livrar-se da vaidade que não presta requer prodígios de estratégia. Através dos tempos, os videntes renderam homenagens àqueles que conseguiram - O Fogo Interior, de Carlos Castaneda.


"Na vaidade há Narciso e Dionísio".


Dizer isso é dizer que há duas vaidades, uma que presta e outra que não presta.


Narciso pode ser visto como a vaidade que não presta, representa a pessoa fascinada por si.


Dionísio é a vaidade que presta, está a serviço da pessoa, a auto-estima se encontra valorizada, a pessoa se ama, mas não está fascinada por si mesma.


Mas porque ligar o mito de Dionísio com a vaidade que é benéfica?


Dionísio se veste como uma pele de leão e conduz um carro puxado por leões, segundo o mito. Leão é o 5º signo do zodíaco, regido pelo sol, e representa aquele que é, o ser, o self, o centro da atenção. Isso nos liga a vaidade, um dos defeitos de Leão e também uma de suas qualidades. Defeito quando é expressão de carência, a pessoa distanciada do seu próprio centro buscando ser o centro da atenção de alguém, a auto-piedade.


E qualidade quando é uma legítima afirmação de si mesmo, a auto-estima.


A busca incessante por reconhecimento social é a vaidade que não presta, a tranqüila aceitação de si e o reconhecimento do próprio valor, essa consciência de si, é a verdadeira auto-estima, que não nasce do reconhecimento social, nasce da compreensão que ninguém é superior ou inferior a coisa alguma, mas que cada um possui o seu valor, sem comparação, sem inveja.


No mito, Dionísio conduz os leões, isso significa que a vaidade não lhe fascinou ou devorou, mas está a servico dele, a serviço do ser.


Dionísio, no mito, é quem assegura o retorno da Primavera, que já se anuncia por aqui.


É o deus da embriaguez divina e do êxtase, nascido da coxa do próprio Zeus após a morte da mãe consumida no fogo da visão divina.


O xamanismo pode então ser visto como a arte do êxtase, é a arte de Dionísio e a superação de Narciso, é a arte de sair fora de si (vendo nesse "si" como os limites da auto-reflexão enfeitiçadora do ego) para além dos limites da vaidade que não presta.


Fernando Augusto

O melhor método para resolver problemas

terça-feira, 21 de setembro de 2010

Colocar em prática tudo aquilo que você diz já saber quando eventualmente esquece de aplicar -F.A.

Mudança no DNA: Tensegridade

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Já há estudos que comprovam que os seres humanos estão modificando seu DNA por força da própria ação da Terra que está buscando dar seu salto evolutivo, ou como diz o nagual Carlos, mover seu ponto de aglutinação (o ponto da Terra) para um outro posicionamento. Ciente desses estudos e como testemunha viva dessa força evolutiva em mim e a minha volta aproveito para lembrar de um passe mágico, um movimento de Tensegridade, que está imbuído desse intento e que se chama O Código dos Xamãs do México Antigo. Tal exercício só tem o seu devido valor se feito dentro do sistema tolteca que envolve outros atos de impecabilidade e que passam por basicamente quatro fatores em síntese:

1 - excelente condição física

2 - economia da energia sexual

3 - trabalho sobre a vaidade

4 - cultivo do silêncio interior

Os dois primeiros implicam no aumento da vibração interna a partir dessa realidade. Os dois últimos envolvem um nível mais sutil. Dessa forma trabalhamos com as forças "de baixo" e "de cima" logrando o alinhamento necessário. Os problemas que as pessoas tem enfrentado como o processo de mudança de DNA decorre pura e simplesmente da falta de alinhamento entre essas forças "de baixo" e "de cima".

Ei-lo, em espanhol:

Passes Mágicos de Não-Fazeres

O código dos xamãs do México Antigo

Secuencia : Aumentando la vibracion interna , para Modificar Geneticamente el hecho de ser una concepcion Aburrida.

Sequência : Aumentando a vibração interna para modificar geneticamente o fato de ser uma concepção pobre energeticamente .

Ensinado no Seminário de Tensegridade na cidade do México em 23 e 24 de Outubro de 1999

Todos os passes desse código, executam-se de pé .
Este Cóigo , se divide en tres partes.
I .- Passes de Abertura.
II .- Código.
III.- Passes de Fechamento.



Passes de Abertura :

Nesta parte não movemos os pés, apenas os mantemos erguidos, em posição de alerta ( pés separados e alinhados com cada ombro e pequena flexão dos joelhos ).
Consta de 5 Movimentos.
A.- Manos frente a Torax Dibujando Circulos Hacia dentro del Cuerpo.

Las Manos se colocan enfrente del torax , aproximadamente a 10 cms de separacion del torax , con las palmas de las manos mirando al piso , y las puntas de los dedos apuntandose entre si , pero sin tocarse.

En esta Posicion , los antebrazos-manos que se encuentran rectos y en posicion horizontal , empiezan a trazar seis circulos imaginarios hacia adentro , esto es Arriba-Adentro-Abajo. La distancia de viaje de ese circulo imaginario es de aproximadamente de 10 cms de radio. Esto es 10 cms arriba , 10 cms adentro , 10 cms abajo y regresar al origen , lo que completaria un circulo. Son seis circulos en total y es importante mencionar que al realizar los giros , se debe lograr mover los homoplatos atrás-adelante mientras se dibujan los circulos.


B.- Manos frente al Abdomen Dibujando Circulos Hacia dentro del Cuerpo.

Las Manos se colocan enfrente del abdomen , aproximadamente a 10 cms de separacion de el mismo , con la palma de la mano izquierda mirando al abdomen y la palma de la mano derecha mirando el dorso de la mano izquierda con una distancia aproximada entre ambas de 10 cms.

Se dibujan seis circulos imaginarios hacia adentro , realizados por el movimiento de los antebrazos , esto es arriba-adentro-abajo (igual que el movimiento anterior), en direccion del abdomen.


C.- Abriendo la Red Energetica del Cuerpo desde el torax hasta las rodillas Entrecruzando los Antebrazos.

Los antebrazos se levantan hacia delante hasta quedar en horizontal , con las manos rectas , las puntas de los dedos apuntando hacia el frente y las palmas mirando hacia el interior del cuerpo. Ahora los antebrazos se mueven a 45 grados hacia adentro del cuerpo.(esto es , el antebrazo izquierdo gira hacia la derecha 45 gr, y el antebrazo derecho gira hacia la izquierda 45 gr) formando las puntas de los dedos un triangulo pero sin tocarse.

Esta ultima , es la posicion de inicio de este pase . la descripcion previa fue solo para llegar a entender que las palmas de las manos se enfrentan formando un triangulo.

Con los antebrazos-manos en triangulo , movemos los homoplatos hacia atrás

Lanzamos los antebrazos al frente a 45 gr , entrecruzando las manos enfrente del torax , quedando la mano izquierda arriba , la derecha abajo , casi pegadas entre ellas. pero separadas 10 cms del torax. Movemos los homoplatos un poco hacia atrás para preparar el siguiente entrecruce.

El movimiento anterior se repite hasta acompletar seis veces , viajando hacia abajo , entre cada entrecruzamiento y el ultimo entrecruze termina a la altura de las rodillas y nuestro tronco inclinado.


D.- Sacudir la Energia desde las orejas hasta el piso.

Se levantan los antebrazos en vertical , posicionando las palmas de las manos mirando a los oidos.

Los antebrazos viajan con energia hacia delante , describiendo medio circulo enfrente del cuerpo . y terminando abajo con las puntas de los dedos mirando al piso.

Son seis sacudidas.


E.- Respirar la Energia para el Centro de Decisión.

Se llevan las palmas de las manos , debajo de la barbilla , y se agitan enfrente de ella como si abanicaramos. Mientras respiramos-aspiramos por tres veces.

Fin de Primera parte



Codigo :

Consta de tres movimientos , donde se mueven conjuntamente pies y brazos.
Consta de 3 movimientos .
A.- trazando diagonales en el cuerpo con viaje de las manos y levantamiento de pierna contraria a la mano que viaja.

----Viaje de Mano izquierda y Pierna Derecha.

La mano Izquierda recta se posiciona en el costado izquierdo del cuerpo , debajo de la costilla , pero separada 5 cms del cuerpo , con la palma de la mano , mirando hacia el cuerpo.

Se pega la mano izquierda al cuerpo (enfrente de donde miraba la palma de la posicion anterior), e inicia un viaje en diagonal (45 grados) hacia abajo y a la derecha --siempre pegada al cuerpo--, mientras la mano empieza su viaje lentamente , la pierna derecha dobla por la rodilla y se empieza a elevar , (las puntas de los dedos de el pie derecho apuntan al suelo) , y ambos viajes --mano pierna-- coinciden , cuando la pierna esta levantada al maximo y la mano izquierda llega a la punta de la rodilla doblada . despues de haber llegado el viaje de ambos miembros al mismo tiempo , la mano derecha sigue su viaje hacia arriba y queda aproximadamente a 15 cms de la punta de la rodilla flexionada y con los dedos de la mano apuntando hacia arriba.

El trayecto de dezplazamiento de la mano , es , --debajo de la costilla izquierda , genitales , pierna derecha (hasta la rodilla) y arriba de la rodilla flexionada.

Mientras la mano y la pierna viajan , nosotros empezamos a voltear poco a poco la cabeza para echar un vistazo a el lado derecho del horizonte.

Despues de que la mano izquierda llega a la posicion arriba de la rodilla , la pierna derecha empieza a bajar , adelantando medio paso y la mano se retrae a su posicion inicial.



-----Viaje de Mano derecha y Pierna Izquierda.

Igual que el anterior , pero con extremidades contrarias. Y se adelanta otro paso , pero ahora con la pierna Izquierda.



-----Repeticion de los dos pasos descritos anteriormente hasta completar tres series. Esto es en total tres pasos delante de pierna izquierda y tres pasos delante de pierna derecha , alternados.



---- Repeticion , pero ahora al bajar la pierna que ejecuta el movimiento , se da el paso hacia atrás , y también son tres series con piernas alternadas.


B.- Manotazo a la altura de la ingle con movimiento de una pierna.



El pase anterior nos dejo erguidos , con los pies alineados.



Ahora , el Brazo derecho , de caida natural extendido en que se encuentra , describe un circulo abajo-atraz-arriba-adelante-abajo , concluyendo la formacion de este circulo , cuando la mano con la palma mirando al piso golpea y queda a la altura de la ingle de la pierna derecha. Al momento en que da el golpe final , se eleva el talon del pie derecho , quedando solo las puntas (puntillas) de los dedos de ese pie haciendo contacto con el suelo.

Ahora el brazo izquierdo describe un circulo similar al anterior y termina en manotazo , también a la altura de la ingle de la pierna derecha , cuando este manotazo termina , se mueve el pie derecho un paso hacia delante.



Nuevamente Brazo derecho describe su circulo y da manotazo a la altura de la ingle de la pierna derecha , mientras el pie derecho atraza un paso quedando el pie en puntillas.

Nuevamente el brazo Izquierdo da manotazo describiendo su circulo , mientras el pie derecho se mueve hacia atraz un paso.

Los golpes de manos con movimientos de pie derecho , hasta aquí , han completado un ciclo . se debe repetir ese ciclo seis veces.
Ahora , se ejecuta un ciclo de otras seis veces pero ahora , los golpes se dan a la altura de la ingle de la pierna izquierda y la pierna que se mueve es la izquierda (centro-adelante-centro-atraz). Y el golpe que empieza es el que se da con la mano izquierda seguido despues por el golpe de la mano derecha.




C.- Golpe con ambas manos a la altura de la ingle con movimiento de un pie adelante-atraz.



Al mismo tiempo , ambos brazos describen su circulo abajo-atraz-arriba-adelante-abajo hasta terminar el golpe a la altura de su ingle respectiva (brazo derecho-ingle derecha , brazo izquierdo-ingle izquierda) , mientras se mueve el pie un paso adelante .

Ahora el movimiento de brazos es igual al anterior pero el pie se atraza dos pasos. Esto quiere decir que a diferencia del movimiento b aquí no hay paso intermedio o alineado.

Cuando hemos golpeado dos veces y adelantado y atrazado el pie , se ha cumplido un ciclo , se deben repetir los mismos movimientos hasta completar una serie de seis ciclos.


Pases de Cierre.


Consta de cinco movimientos similares a los de apertura , pero realizando los giros o las direcciones en sentido contrario a los de apertura.


A.- Manos frente al pecho , describiendo circulos hacia fuera.

Igual posicion y movimiento de las manos que en mov A de la serie de apertura , pero realizando los circulos hacia fuera.
B.- Manos frente al pecho , con palmas apuntando al cuerpo , haciendo giros hacia fuera.

Igual que el el movimiento B de la serie de apertura , con solo dos variaciones , la primer variacion es que las manos no se ponen frente al abdomen sino frente al pecho. La segunda variacion es que los circulos que se describen es hacia fuera.


C.- Entretejiendo una red energetica.

Igual que su contraparte C de la serie de apertura , pero con dos variaciones.

La primer variacion , es que el primer entrecruce de los brazos se da a la altura de las piernas , para lo cual uno se inclina al iniciar este movimiento.

La segunda variacion , es que al ir subiendo los entrecruces por el cuerpo , el ultimo entrecruce de los seis que deben realizarse , termina encima de la cabeza mientras nos agachamos un poco.


D.- Viaje de los brazos extendidos de caida natural hacia lo alto.

Nos encontramos erguidos , con los brazos en caida natural. Los brazos extendidos , realizan un movimiento abajo-adelante-arriba hasta terminar extendidos verticales a lo alto y permanecemos un momento en esa posicion mientras nuestra vista observa hacia lo alto , y luego se bajan los brazos a su posicion inicial.

Se realiza este movimiento por seis veces.

La sexta vez , que enviamos los brazos hacia lo alto , observamos lo alto un tiempo un poco mayor mientras respiramos tres veces. Despues las puntas de los dedos se encorvan un poco hacia adentro y se bajan los brazos lentamente , como si trajeramos algo hacia una parte debajo de nuestra barbilla.

E.- Abanicar con las manos debajo de nuestra barbilla.

Se mueven ambas manos como si abanicaramos aire hacia el punto ubicado debajo de nuestra barbilla.

Fin De Codigo

OBS: por informação de alguns praticantes o Código dos Xamãs é mais amplo do que o aqui exposto, segundo tais informações essa descrição seria apenas um fragmento.

Oliver Shanti: Discografia e Homenagem

quinta-feira, 16 de setembro de 2010




Download da discografia completa de Oliver Shanti, AQUI, via Torrent. São 546 músicas, em mais de 3 GB.

A música acima é dedicada ao amigo Nuvem que passa, Júlio César Guerrero e aos amigos, todos:

Donovan, Timeless Cosmic Friend

A dádiva e a dívida

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

O PERDÃO COMO DISPOSITIVO PSICOLÓGICO

Marcelo Bolshaw Gomes1


O presente ensaio tem por objetivo entender a noção de Perdão no cristianismo, utilizando-se das noções de 'Dádiva 'e de 'Dívida'. Primeiro, a partir do famoso Ensaio de Marcel Mauss, e de algumas suas releituras, revisa-se a noção da Dádiva. Também discute-se a noção de Dívida, investiga-se, a partir da perspectiva de Nietzsche e pensadores afins, o sentido da culpa e do pecado na ideologia cristã como uma forma manipulação da dádiva. E em um segundo momento, o texto pensa a noção de pecado a partir dos evangelho e dos textos recebidos por Eva Pierrakos. Conclue-se apresentando um novo significado para o termo 'Perdão': a superação da perda pelo excesso.

1) Generosa gênesis

“É dando que se recebe” – já dizia São Francisco. Hoje, no entanto, a máxima franciscana tornou-se slogan da prostituição e do clientelismo politico. Como as idéias de generosidade espiritual e de altruísmo desinteressado foram substituídas pela insinuação de extorsão e chantagem?

Até hoje nos falta, em minha petulante opinião, uma compreensão adequada de O Ensaio sobre a Dádiva (1974), de Marcel Mauss, um marco no desenvolvimento da sociologia da religião e da antropologia. Mauss coloca a noção de Dádiva no centro de uma 'aliança' arcaica universal – em oposição aos pensadores que fundamentam as relações sociais na exploração e na violência (Platão, Maquiavel, Marx). Porém ao contrário do contrato social de Rousseau, não se trata de acordos entre indivíduos racionais mas de regras da organização de uma aliança coletiva entre o grupo e a Divindade e/ou entre grupos vizinhos. A vida, nessa perspectiva, seria, verticalmente, um presente dos deuses; a cultura (ou o consenso da ordem social), a retribuição deste presente e a celebração desta aliança através de sacrifícios e da religião. E, horizontalmente, a Dádiva fundamentaria ainda às trocas entre os homens. A Dádiva seria um 'fato social total', o fundamento religioso das trocas sociais (econômicas, políticas e culturais).

O argumento central do Ensaio é de que a dádiva produz um laço social, não só no sentido de troca de mercadorias e de bens de consumo, mas sobretudo em alianças matrimoniais, políticas (trocas entre chefes ou diferentes camadas sociais), jurídicas e diplomáticas (incluindo-se aqui as relações pessoais de hospitalidade).

Ao receber alguém estou me fazendo anfitrião, mas também crio a possibilidade de vir a ser hóspede deste que hoje é meu hóspede. A mesma troca que me faz anfitrião, faz-me também um hóspede potencial. Isto ocorre porque “dar e receber” implica não só uma troca material mas também uma troca espiritual, uma comunicação entre almas. Ao dar, dou sempre algo de mim mesmo. Ao aceitar, o recebedor aceita algo do doador. A Dádiva é, por definição, gratuita; para funcionar como vínculo, não é objeto de negociação nem pode ser explicitamente pressuposta uma restituição; mas, ao mesmo tempo, ela gera uma dívida subjetiva, um desejo de retribuição.

Mauss teorizou a Dádiva nas sociedades primitivas como a conjugação de três obrigações socialmente instituídas: obrigação de dar; obrigação de receber; obrigação de retribuir. Para ele, dar e receber são obrigações universais, mas a obrigação de retribuir varia bastante de acordo com a época e o local. Aliás, essa parece ser a diferença entre as 'sociedades primitivas' e a nossa, em que a principal forma de retribuição é monetária. O objeto do Ensaio, assim, não é a economia primitiva, mas a circulação de valores como um momento do estabelecimento do contrato social.

Para Mauss, o mercado capitalista “enfraqueceu” a Dádiva (1974, 132), tornando-a compulsória através da mercadoria, mas as trocas podem ser re-encantadas e re-significadas culturalmente através da generosidade espiritual de todos com todos. As trocas não são apenas objetivas mas também intersubjetivas e é preciso valorizar sua dimensão transpessoal. A Dádiva nas sociedades atuais, está “embutida na relação de compra e venda” e não anexa ou desconexa desta. Se, em determinados contextos, há conflito entre as lógicas da Dádiva e da Mercadoria, em outros pode haver complementaridade. Essas lógicas não se excluem porque “as coisas vendidas tem uma alma” (Mauss, 1974, p. 164). Não se trata de uma visão nostálgica ou que veja na dádiva uma explicação para sociedades anteriores ao capitalismo. A dádiva é uma opção pessoal e uma atitude de agradecimento diante da vida.

E mais: a Dádiva explica o passado, dá sentido ao presente e projeta o futuro. Mauss acredita que, através da intensificação das trocas e do espírito de generosidade, a Dádiva nos levará a uma sociedade melhor no futuro, uma vez que o aumento da reciprocidade generalizada corresponderá à diminuição dos conflitos, que o comércio vencerá a guerra.

Hoje, vemos que o Ensaio tem problemas incontornáveis. Primeiro a definição de Dádiva é muito abrangente. Ele inclui não só presentes como também visitas, festas, comunhões, esmolas, heranças, até mesmo os tributos como uma forma de dádiva. Outro problema, conexo com essa abrangência desmedida, é que, devido ao seu caráter descontínuo, assistemático e com referência culturais múltiplas (os nativos da polinésia, os índios norte-amercianos, o império romano), várias leituras bem diferentes podem ser feitas do Ensaio sobre a Dádiva. Por exemplo: Pierre Clastres (1978) usa para definir a sociedade sem estado; Marcos Lanna (1995), para estudar as relações de clientelismo político e apadrinhamento no nordeste brasileiro.

2) O espírito da coisa

Entre as importantes e polêmicas interpretações do Ensaio da Dádiva, está a leitura do antropólogo Claude Lévi-Strauss (1949), que faz dessa noção o fundamento das estruturas elementares do parentesco (entendido como princípio da reciprocidade), dissociando-a da trocas de bens (e das regras da economia) e da troca de mensagens (e das regras linguísticas). É famosa a censura crítica de Lévi-Strauss, no prefácio das edições recentes do Ensaio, sobre o fato de Mauss adotar a noção de mana (energia, axé) específica dos nativos da costa noroeste americana em sua teoria antropológica, misturando o particular com o universal e, principalmente, sucumbindo ao misticismo.

O sociólogo Pierre Bourdieu (2009), por sua vez, no clássico A Economia das Trocas Simbólicas, critica o objetivismo estruturalista de Lévi-Strauss porque ao transformar a dádiva numa simples troca, ignora a importância da representação subjetiva da liberdade da restituição. Em cada processo de dádiva a retribuição é incerta. E é essa incerteza, o carácter não contratual nem coercivo da restituição, que cria o vínculo pessoal e superioriza aquele que dá (o investe de capital simbólico) consoante os recursos de que dispõe e a adequação estratégica das suas jogadas.

Porém, a concepção de Bourdieu - a dádiva como jogo estratégico de conquista e manutenção do poder simbólico - ainda não contempla os valores de amizade, o desinteresse, a gratidão, o reconhecimento mútuo e a confiança implicados no processo de dádiva e retribuição. Esses fatores subjetivos, afetivos, são as bases indispensáveis da Dádiva como vínculo social primário e solidariedade social generalizada, tal qual foi pensado por Marcel Mauss.

Faltou tanto a Lévi-Strauss quanto a Bourdieu a noção de 'áurea', desenvolvida por Walter Benjamim, sobre as mudanças que a reprodutividade técnica dos objetos propiciou na percepção humana da realidade, principalmente na dessacralização da obra de arte. Para ele, no entanto, a industrialização generalizada (ou a produção de objetos iguais em série) destituía as coisas de sua alma, enquanto para Mauss, esta carga afetiva continua embutida nas mercadorias.

Dos autores não-esotéricos quem melhor entendeu o espírito da coisa - que as coisas permutadas guardam e transportam energia psíquica, que as trocas são eróticas além de econômicas, que a Dádiva é um complexo de significações sagradas e políticas - foi o filósofo francês Georges Bataille.

Em seus primeiros trabalhos, principalmente no livro A parte maldita (1949/1975) Bataille desenvolve uma 'economia genérica' em que o consumo precede a produção e, de modo geral, a destruição precede a construção. Há uma inversão do modo tradicional de compreensão da troca utilitária. Essa forma não-utilitária de pensar as trocas é caudatária do Ensaio, mas Bataille coloca a noção da despesa (e não de dádiva) como o motor da economia nas sociedades arcaicas e pré-capitalistas. Para ele, há uma pressão permanente provinda de um excesso que perturba os organismos vivos, havendo então a exigência do desperdício, do gasto ou da descarga. A energia excedente constituir-se-á em uma "parte maldita", já que não é usada para o crescimento ou para a conservação dos sistemas. Trata-se de uma maldição pelo fato de o dispêndio ser exigência da própria sobrevivência do sistema.

Outra forma de colocar a mesma questão (GOMES, 2006) é dizer que um grupo é mais e menos que a soma dos esforços dos seus componentes. O trabalho coletivo é mais que a soma dos trabalhos individuais gerando um excedente (o resto que sobra do todo menos as partes ou o Capital). Porém, o grupo também é menos que a soma das suas partes e recalca as qualidades de seus componentes. A esse déficit (o inibido das partes através do todo) chama-se Inconsciente. A disputa política pelo excedente simbólico do grupo e o recalque da energia psíquica é que torna nosso vínculo social tão violento. Nossas perdas e nossos excessos são as causas de nossos conflitos. Dito assim parece simples. Bastaria (para viver em uma paz dinâmica) reinvestir o excedente do todo para compensar o inibido das partes?

Mauss é um pensador otimista: a noção de Dádiva realiza esse reinvestimento do (excedente) social no (reprimido) psíquico. Já Bataille é abertamente trágico: a noção de despesa/perda (a expropriação social do excedente biológico) produz apenas luxo (status quo) ou a dilapidação. Mauss remitifica uma solução metateológica para sociologia da religião; Bataille, nietzschiano, desmitifica o problema de sociabilidade humana a partir do consumo e do desejo de destruição. E em seus derradeiros trabalhos, Bataille também usará essa noção de despesa/perda de energia em seus estudos sobre o erotismo e o sagrado.

3) A moratória ilimitada

A diferença entre as duas abordagens reside mesmo na contrapartida da espiritualidade da Dádiva: a religiosidade de Dívida.

Para o filósofo alemão Friedrich Nietzsche (1985) e para os pensadores que desenvolveram suas ideias, o cristianismo é “uma doutrina de escravos”, concebida pela plebe durante a decadência do Império Romano para dominar as elites através da culpa e reprimir seus instintos. Para ele, o cristianismo é uma forma senil de domesticação da vontade de poder.

Nietzsche deixa claro que não se trata dos ensinamentos de Jesus de Nazaré, uma doutrina de amor incondicional, mas de sua platonização em uma doutrina transcendente e abstrata primeiro por São Paulo e depois pelos sucessivos concílios da igreja católica. Em minha opinião, no entanto, o filósofo alemão em sua crítica devastadora poupa o verdadeiro responsável pela helenização do cristianismo, que foi Santo Agostinho. Para ele, devido ao pecado original de Eva, todo homem já nascia na condição de devedor, precisando ser batizado para ser salvo e permanecer devedor de sua salvação. A ideia de amor-dádiva, universal e sublimado (originária de Platão e de São Paulo) em oposição ao amor-necessidade (ao afeto natural e ao sexo) será propositalmente estruturada de forma a desenvolver a repressão dos instintos e das emoções primárias.

Michel Foucault, na História da Sexualidade (1988, 1984 e 1985) vai indiretamente tomar essa trajetória do domesticação do desejo através da Dívida na ótica nietzschiana, sem no entanto crucificar o cristianismo. Para ele, a culpa cristã é apenas “um modo de sujeição”, um estágio histórico de desenvolvimento de um mecanismo de controle social.

Desenvolvendo essa ideia, o também filósofo nietzschiano Gilles Deleuze, no famoso texto 'Post-scriptum sobre as sociedades de controle' (1985, 219-226), proclama o regime de moratória ilimitada mais do que levar a culpa (e o ressentimento) dos indivíduos contemporâneos a um estatuto de responsabilidade social, vai estabelecer um novo tipo de funcionamento do poder, ainda mais introjetado e subliminar que a disciplina: o controle contínuo a partir de um sistema numérico de cifras e senhas. Trata-se do fim das instituições disciplinares de confinamento estudadas por Foucault e o aparecimento de novos dispositivos de controle 'em redes a céu aberto'.

Não há uma ruptura radical entre a Dádiva e a Dívida – vistos como universais e categorias analíticas aplicáveis a diferentes sistemas de crença. E eles são opostos reversíveis: Mauss levava em conta o endividamento nas sociedades arcaicas e a culpa cristã pressupõe a Dádiva do Cristo, que “morreu por nossos pecados” - como denunciam Nietzsche e os nietzschianos. O que há na verdade é o crescimento histórico da religiosidade da Dívida em relação à espiritualidade da Dádiva. No Hinduísmo, por exemplo, em que a concepção de tempo é ciclico e não histórico, há uma alegoria que explica bem essa oposição complementar: o homem é um arqueiro que só possui três fechas. A primeira já foi lançada, é o seu passado. A segunda está guardada e é seu futuro. A terceira está no arco e dependendo para onde for lançada decido o destino do arqueiro: se a lançar na mesma direção do passado, o homem terá dois terços de suas ações contra si e terá um destino recorrente – estará na Dívida (ou Karma); porém, se for lançada em uma nova direção, haverá possibilidade de um destino novo, isto é, em harmonia com o Tempo e a Roda da Vida que o governa, e portanto estará na Dádiva (ou Dharma).

Dharma e Karma, Dádiva e Dívida, presente-futuro e presente-passado são assim faces da mesma moeda, pois toda generosidade implica em algum tipo retribuição – embora sempre se afirme o contrário. Mauss disse que a Dádiva é universal e as formas de retribuição são relativas no tempo-espaço. Para redimensionar a presença desses dois aspectos polares (o dever de dar e o dever de retribuir) no cristianismo e entender o sentido original da noção de Perdão, vamos agora proceder uma breve análise de alguns trechos dos evangelhos, buscando entender a evolução do significado de 'Pecado' e qual realmente seu papel na hermenêutica cristã.

(Continua)

1 Jornalista, professor de comunicação, doutor em ciências sociais.

Oliver Shanti / David e Steve Gordon



Mudanças no DNA

Pessoal, sempre fui muito reticente as questões tais como a desse texto pelo risco delas poderem implicar numa não responsabilização pelas mudanças em nós mesmos, mas tal risco é conjurado nessa entrevista e eu, particularmente, estou tendo uma série de evidências de tais mudanças aqui mesmo, em minha família. Então é isso. Boa leitura!

As mudanças no DNA ... Notas do Dr. Fox no Mt. Shasta

Data: 30 de Março de 2002


O Doutor Berrenda Fox mostra evidências de mudanças celulares e no DNA, neste artigo escrito por Patrícia Resch. O Doutor Fox é um médico Holístico do Centro Avalon Wellness no Monte Shasta,Califórnia. A Clínica Avalon representa a re-emersão do ideal de cura da forma praticada na Ilha original de Avalon. O Doutor Fox provou através de testes sangüíneo que algumas pessoas têm atualmente desenvolvido novos filamentos de DNA.

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PR: Berrenda, conte-nos um pouco sobre sua formação:

BF: Eu tenho doutorado em fisiologia e naturopatia. Ao longo do meu treinamento na Europa eu eu também estive envolvido com a mídia e ainda continuo com filmes e gerenciamento. Como você sabe, eu estou trabalhando com a rede Fox de televisão para trazer a compreensão extraterrestre e o seu papel no que está acontecendo com a humanidade nesta época. Os mais conhecidos são: "Sighting" a "The X Files".


PR: Quais são as mudanças que estão ocorrendo neste momento no planeta, e como nossos corpos estão sendo afetados?

BR: Há grandes mudanças, transformações que não aconteceram, de acordo com os geneticistas, desde o tempo que nós supostamente saímos da água. Há vários anos atrás na Cidade do México aconteceu uma convenção de geneticistas de todo o globo, e o tópico principal foi a mudança do DNA. Nós estamos fazendo uma mudança evolucionária, ainda assim nós não sabemos no que estamos nos transformando.

PR: De que forma é a mudança no nosso DNA?

BF: Todo mundo tem um DNA de dupla espiral. O que nós estamos encontrando é que novas espirais estão sendo formadas. No formato de duas espirais existem dois filamentos de DNA enrolados em uma espiral. É de meu entendimento que nós estamos desenvolvendo 12 espirais.

Ao longo da atual época, a qual parece ter iniciado talvez de 5 à 20 anos atrás, nós estivemos mudanças. Esta é a explicação científica.

É a mutação de nossa espécie em algo no qual o resultado final ainda não é conhecido. As mudanças não são de conhecimento público porque a comunidade científica sente que isso causaria medo à população.
Entretanto, as pessoas estão mudando à nível celular.
Eu estou trabalhando com três crianças neste momento que têm o DNA de três espirais.

A maioria das pessoas sabe e sente isso. Muitas religiões falaram sobre as mudanças e sabem que elas virão de diferentes formas. Nós sabemos que é uma mudança positiva mesmo que fisicamente, mentalmente e emocionalmente isso possa ser mal compreendido e amedrontador.

PR: Essas crianças têm apresentando alguma característica diferente das outras crianças?

BR: Estas são crianças que podem mover objetos de um lado para outro dentro da sala apenas concentrando nestes ou enchendo copos d'água apenas olhando-os. Elas são telepáticas. Conhecendo essas crianças você quase que pensaria que elas são meio angélicas ou super humanas, mas eles não são. Eu acho que elas são aquilo para qual nós estamos crescendo durante as ultimas poucas décadas.

PR: Você acredita que isso irá acontecer para nós todos?

BR: Parece que a maioria das pessoas que nasceram da década de 40 pra trás não foram capazes de realizar tais mudanças, mas iniciaram algo na geração seguinte que nos deram essa capacidade de formar outra espiral durante esse nosso tempo de vida. Nosso sistema imunológico e endócrino são as mais evidentes destas mudanças. Esta é uma das razões pela qual eu trabalho com a pesquisa em testes imunológicos e terapias. Alguns adultos que eu testei atualmente têm outra espiral de DNA se formando. Alguns estão de fato concebendo a terceira. Estas pessoas estão passando por mudanças maiores em seus corpos consciênciais e físico, porque são todos um só. Na minha opinião, a Terra e todos aqui estão aumentando em vibração. Muitas das crianças nascidas recentemente têm corpos que são magneticamente mais leves. Aqueles de nós que somos mais velhos e escolheram mudar temos que passar por diversas mudanças físicas.

PR: Que causas fazem a mudança dos corpos nascidos com DNA normal de duas espirais?

BF: A maneira mais simples de mudar nosso DNA é através de um vírus. Conseqüentemente os vírus não são necessariamente ruins. Os vírus só sobrevivem em tecido vivo. O vírus de DNA como o Epstein Barr e o Herpes #6 mudam a estrutura celular. O retrovírus HIV não é um vírus DNA. Ao invés de fazer mutação no corpo, ele na verdade o come. A maioria das pessoas que passa por esse processo e saem do outro lado têm uma nova profissão, uma nova maneira de pensar, ou no mínimo começam um novo estilo de vida. Mesmo que elas se sintam realmente mal, cansadas ou algumas vezes sem esperança, isso é um presente.


Está sendo dada a elas uma chance para mudar a estrutura de seus DNA's e seus corpos para um mais leve e saudável que poderão ser vistos nas próximas gerações. Os anjos que estão sendo avistados são sinais que nós estamos mudando. Dentro do meu entendimento, nós temos até 2012 para completar esse processo...

PR: Que outras mudanças deveríamos esperar para ver?

BF: Não haverá doenças, não precisaremos morrer. Nós todos seremos capazes de aprender nossas lições, não através do sofrimento, mas através do contentamento e do amor. O velho sistema tem que desmoronar, e não acontecerá isso sem uma grande luta. Por esta razão estamos tendo todas as guerras; tantos tipos de curas por drogas que não estão funcionando. Aqueles de nós que escolheram viver este momento são os precursores de uma quase totalmente nova espécie. Esta ainda é humana, mas estamos na verdade ao mesmo tempo manifestando o paraíso na Terra. Nós estamos recebendo ajuda extra de mestres e extraterrestres, seres angélicos e aprendendo a se se interiorizar.

PR: Quais são os efeitos colaterais destas mudanças?

BF: Com uma mudança celular vocês talvez tenham a sensação que não estão aqui.

Talvez sintam exaustão,

porque nós estamos literalmente mudando as células e se tornando novos seres. Como um bebê novinho, talvez vocês precisam de muito descanso.

Confusão mental e pouca capacidade de concentração em tarefas rotineiras podem acontecer à medida que nós estamos sendo programados para algo maior.

Sofrimentos e dores pelo corpo, para os quais não há causas específicas, são comuns. Algumas pessoas se sentem como se estivessem ficando louca.

Se elas entram num consultório médico ortodoxo, provavelmente elas serão receitadas com o Prozac, porque eles não conseguem definir o que está acontecendo. É difícil para a profissão médica porque eles não estão acostumados a lidar com as energias do corpo. Porque os chakras estão relacionados ao nosso sistema endócrino, as mulheres passarão por mudanças hormonais.

Podem acontecer choros sem saber a razão, mas o choro libera hormônios.

Muitas mulheres estão entrando na menopausa mais cedo porque nós estamos acelerando.

Os homens talvez fiquem frustrados com a exaustão quando antes eles estavam acostumados com a grande atividade. Talvez eles sintam o seu lado feminino vindo pra fora porque este é o lado intuitivo. A terapia emocional que têm aparecido nos últimos 20 a 30 anos acelerou com novas técnicas para estas mudanças. Nós estamos de fato realizando uma tremenda quantidade de trabalho emocional num tempo bastante curto, o qual teria levado milhares de anos.

PR: Como que você trata alguém que está passando por estas mudanças?

BF: Eu dou uma aproximação do ponto de vista do trabalho com seres individuais ao invés de individuais ao invés de tratar uma doença. "Doutor" em latim significa educador. O único serviço efetivo que você pode fazer como um verdadeiro médico é dar a força aos indivíduos com as ferramentas necessárias para reassegurá-los de que o que está acontecendo é real e que eles podem se curar e se libertar dos sintomas "negativos" enquanto procede a cura. Primeiro, eu peço um teste imunológico que não é tradicionalmente feito. Este é um teste sangüíneo de laboratório feito por um avançado e especializado laboratório de pesquisa. Então eu dou ao paciente as informações em si. Este é mais parecido como um mapa das mudanças para que eles possam ter a força para se curar. Eu não sou uma pessoa que cura, mas somente um instrumento no processo individual do seu processo de cura. Há poder em uma pessoa que olha seu próprio exame de sangue e vê o mapa do que está acontecendo nos seus corpos que causa um clique em seus subconscientes. A verdadeira chave é que a pessoa tenha responsabilidade e faça o seu próprio trabalho.

O que eu uso como ferramentas não são comumente usadas. Eu uso muito a Organoterapia, que é um tratamento vindo da Europa, para elevar o sistema hormonal para que este aceite as mudanças no DNA. E também, eu uso a Homeopatia para trabalhar no corpo energético, vitaminas, ervas e terapia de laser frio. A terapia depende inteiramente das necessidades individuais. Muito do que eu faço foi acessado daqueles a quem eu os chamaria de irmãs e irmãos mais velhos que já se foram antes de nós. Eles são de outros sistemas solares dos quais todos nós viemos para ajudar este planeta em transição.

PR: Como que você enxerga o seu trabalho evoluindo?

BF: Eu olho para o meu trabalho como uma fonte de transição. É tanto científico como artístico. A cura é uma arte e uma ciência. Usando apenas a ciência ou apenas a arte de curar não é o suficiente para a saúde completa. Eu acho que não serei um médico por toda minha vida porque eu acredito que a doença será eliminada. Nós como pessoas conscientes iremos eliminar a doença e o sofrimento.


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MUDANÇAS DO DNA E DO CORPO E SEUS REMÉDIOS


Extraído de um artigo "The Bigger Picture" por Susanna Thorpe-Clark

Nós estamos mudando fisicamente de seres baseados em carbono com DNA de duas espirais em seres cristalinos com 1024 filamentos de DNA (conseqüentemente), porque somente as substâncias cristalinas podem existir em níveis dimensionais mais elevados. Nós estamos na verdade existindo em níveis dimensionais mais elevados. Nós estamos na verdade tendo nossos corpos fundidos com os filamentos de DNA Siriano, já que esse formato é parecido o suficiente com o nosso sendo assim capaz de se integrar com relativamente poucos efeitos colaterais.

Não somos apenas nós humanos que estamos mudando, mas todas as formas de vida no planeta Terra estão se tornando cristalinos. Todos os peixes no mar, as flores e árvores no seu jardim, os pássaros no céu, até mesmo seu cão e seu gato. Tudo está mudando... Já que todos nós estamos nos movendo para um novo estado de existência. Este novo estado de existência requer entretanto, que nós fisicamente, mentalmente e emocionalmente nos desconectemos dos conceitos tri-dimensionais. Da mesma forma que na morte, o desconectar é a maior parte do processo de mudança, já que ninguém poderá levar os velhos valores e maneiras de vida para uma nova e completamente diferente vida futura.

Então o avanço pelas mudanças nos compele a desconectar de atuais relacionamentos, empregos, carreira, casas, posses... Se estes não são mais capazes de dar suporte há uma nova forma de existência. Não é então nenhuma novidade que há uma grande quantidade de ansiedade e medo sendo sentido em razão dessas mudanças já estarem em processo, mesmo que a maioria das pessoas não esteja conscientes disso. E também, as mudanças na nossa constituição fisiológica estão atualmente se acelerando e há diversos sintomas físicos temporários que está acontecendo nos nossos corpos como conseqüência dessa mudança.

Alguns destes sintomas são:

Sintomas parecidos com gripe - temperatura alta, suor, dores nos ossos e juntas, etc.

Enxaquecas - dor severa que não passa com analgésicos

Diarréias ocasionais.

Escorrimentos ocasionais no nariz - com espirros que duram 24 horas que não estão relacionados com resfriado ou febre do feno.

Tonturas.

Zumbido nos ouvidos.

Palpitações no coração.

Sensação de o corpo todo vibrar - especialmente à noite quando se está relaxado.

Espasmos musculares intensos - adicionado de dor no corpo, freqüentemente na coluna.

Formigamento - nos braços, mãos, pernas ou pés.

Perda de força muscular - nas mãos, causadas pela mudança no sistema circulatório.

Dificuldade respiratória ocasional - e/ou percepção de uma respiração mais forte e ruidosa quando num estado relaxado.

Mudanças no sistema imunológico.

Mudanças no sistema linfático

Sensação de cansaço - ou exaustão pelo menor esforço.

Necessidade de sono - mais longo e mais do que o normal.

Crescimento dos cabelos e das unhas mais rápido do que o normal.

Acessos de depressão sem razão aparente

Aprofundamento no passado - observação das antigas relações, obtendo claridade em questões pessoais.

Sensação de uma grande purificação

Tensão, ansiedade e níveis altos de stress - porque a pessoa se sente que algo está acontecendo, mas não tem consciência do quê.

Alguns desses sintomas estão sendo sentidos por um grande número de pessoas. Muitos estão correndo em pânico para os médicos, quiroprático, herbalista, e por aí vai, e normalmente é dito que não há nada de errado. E essa é a verdade. Já que todos estes sintomas são apenas temporários e simplesmente indicam que estas mudanças fisiológicas estão acontecendo.

Alguns DOS REMÉDIOS ALIVIADORES RECOMENDADOS para o apresentado acima:

Aceite as coisas da forma que elas vêm, não lute com elas. Se você se sentir cansado ou exaurido, descanse e durma bastante.

Beba muita água, já que você está desintoxicando e desidratando mais rápido que o normal.

Para aliviar os espasmos musculares tente banhos de lama (medicinal) ou um longo mergulho quente numa banheira na qual você adiciona uma xícara de Sal inglês. Faça isso diariamente.

Reconheça que mesmo que você esteja tendo palpitações ou dificuldades respiratórias, é o chakra cardíaco ou o laríngeo que está se desbloqueando e isso é um sintoma temporário.

Você não está morrendo, só mudando! Entretanto, não levem minhas palavras à risca.

Siga os conselhos médicos se você não tem certeza.

Peça o seu guias mentores para ajudar a aliviar a dor. Eles estão apenas a esperando o chamado! A maioria dos sintomas parece durar umas duas semanas, então somem. Alguns dos sintomas podem ocorrer de vez em quando.

Estas mudanças não estão necessariamente sendo experimentadas por todos atualmente. Uma percentagem mínima de adultos já completaram a mudança inteira para a forma cristalina e agora possuem 1024 filamentos de DNA. Um relato é de uma mulher que cresceu 7,62 cm e passou a calçar um número maior.

Todas as crianças abaixo dos 7 anos de idade também já completaram a mudança, ou completará em breve. Bebês nascidos nos últimos 2 anos todos nasceram com o grupo do DNA completo.

Algumas pessoas estão apenas começando a entrar nessas mudanças, e muitos nem mesmo iniciaram.

Esse processo de mudança é conhecido como o Despertar, ou o Processo de Ascensão, ou conhecido como o alcançar do Merkabah, ou corpo de luz.

Nós precisamos transcender nossos medos e aprender sobre o amor, o verdadeiro amor, o qual precisa começar consigo mesmo.

Porque enquanto nós não podermos amar e confiar em nós mesmos,nós não poderemos amar verdadeiramente ou confiar em nada ou em ninguém mais.

Fonte

Tal é a Natureza do Homem...

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Que ao primeiro presente que você lhe faz — ele se ajoelha;

ao segundo — beija-lhe a mão;

ao terceiro — ele se inclina;

ao quarto — contenta-se com um sinal de cabeça;

ao quinto — torna-se familiar;

ao sexto — ele o insulta;

e ao sétimo — ele o põe na justiça porque você não lhe deu o suficiente.

Comentário

A primeira recusa a uma pessoa desprovida de consciência ou consideração, destruirá os resultados de milhares de boas ações que você antes lhe prestou!


Gurdjieff

A morte dos outros

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Quando a gente fala morte é sempre e necessariamente a morte dos outros: a extinçao da vida de um corpo, de um ser.

Quase ninguém pode falar da própria morte. A morte pessoal é uma inteira desconhecida.

E mesmo diante da morte do outro não tomamos conhecimento dela em nós.

Assim a morte se associa ao desconhecido. E mesmo que forjemos teorias ou explicações, metafísicas ou religiões elas são um consolo que apenas amortecem o impacto do desconhecido.

A morte é uma ilustre desconhecida.

Deparar-se com o desconhecido é deparar-se com a morte.

Assim conhecer alguém é deparar-se com a morte em vida no outro.

A timidez é o medo de deparar-se com o desconhecido no outro.

O medo é o sentimento de insegurança que o desconhecido provoca.

A morte é sempre o(a) desconhecido(a) e o desconhecido provoca temor.

Temor é um anagrama da morte.

Assim até na palavra morte e temor se entrelaçam.

Morte, temor e desconhecido.

E inevitavelmente vamos sempre na direção do desconhecido, da morte e, portanto, do medo.

E a despeito de termos medo, avançamos na direção do desconhecido.

O desconhecido exerce uma força magnética muito poderosa.

Se negarmos tal força, em nome da segurança, do conforto e da comodidade, negamos também a vida. E por mais que nos refugiemos o inevitável sempre se faz presente.

Assim tentamos prever o desconhecido, que podemos chamar de futuro, através de técnicas ou métodos divinatórios tais como o Tarot, a fim de melhor administrarmos o medo, a ansiedade de nos deparar com o desconhecido.

Mas dentre as cartas do Tarot lá também encontramos a morte, o desconhecido. Conheço tarólogos e cartomantes que são incapazes de jogarem para si mesmos e isso em parte prova a tese de que é difícil lidarmos com a nossa morte pessoal, o nosso desconhecido, somos capazes de ver a morte do outro, mas dificilmente a nossa mesma.

Mesmo quando jogo para mim sinto o frio na barriga, o toque da morte.

Tornei-me ao longo dos anos especialista numa técnica de Tarot chamada Jogo da Lua ou da Magia e percebo que ela revela não só processos de enfeitiçamento, mas processos psicológicos pessoais que estão ocultos em nós mesmos, nos enfeitiçando, num certo sentido. Posso assim dizer que certos complexos, traumas ou neuroses atuam como hipnotizadores ou enfeitiçadores da psique.

Ser capaz de deparar-se com o próprio desconhecido em si, lidar com sua própria morte pessoal é uma tarefa e tanto, uma prova iniciática, uma forma de quebrar o auto-enfeitiçamento psíquico do eu.

Olhar para si mesmo e perceber profunda e intensamente certos defeitos, qualidades, características das quais não se estava consciente é uma forma de morte, morte psicológica.

Assim deparar-se com o desconhecido em si é morrer. É nesse sentido que a morte é uma companheira para um(a) guerreiro(a). É nesse sentido que estar consciente da própria morte é um resgate do ser. É nesse sentido que estar consciente da própria morte é pertencer a si mesmo, pois nos coloca na perspectiva de perceber aquilo que tem verdadeiramente valor.

É por isso que um(a) guerreiro(a) grita seu intento para o infinito e invoca essa consciência:

- Quero a responsabilidade de quem vai morrer!

Tão somente por isso, para dar valor ao que tem, de fato, valor.

Você não tem nada que possa chamar de seu, a começar pela vida que pode ser finalizada a qualquer momento sem qualquer aviso prévio.

Você não pertence ao mundo das coisas, pois ao pensar que você possui algo esse algo te possui.

Você pertence ao mundo do ser, pertence a si mesmo. Pertencer a si mesmo é estar consciente de sua própria morte. Então você estará livre de toda possessividade, ciúme, ambição, sofreguidão, ira e ânsia.

Poderá agir livremente porque não terá nada a perder.

F.A.


Sobre o Poder (continuação)

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Se um homem quer prazer, não lhe pode dar fim.

Mais e mais é voar nas asas da luxúria, sempre por mais e mais.

Se adentra ao céu com as forças do inferno, porque tentação maior não é feita de dor, mas de êxtase.

Isso é magia sexual.

Isso é minha força presente sem fim em todas as coisas.

Essa sou eu

A Força que cavalga o leão do sol em delícia

Suave, sutil e sempre querendo mais e mais

Não por uma profana ânsia

Mas um sagrado desejo.

Não há vontade, apenas desejo.

Vontade é o desejo de integrar-se.

Em minha força, só há um e um.

Se é rei ou escravo. Mas o rei é um escravo do poder. Mas aquele que não puder ser rei de si mesmo, apenas servirá, “os escravos servirão.” Serão servos do desejo e da dissipação. Mas os reis, aquilo mesmo que tu e cada um deveis ser são mestres do poder, o servem, mas não são servidos como uma vítima de si mesmos.

Fraqueza e Força são uma coisa só, pois fraqueza é a ausência de Força. Então o leão engole o homem.

Jesus disse: "Bendito o leão que for comido pelo homem, pois que o leão tornar se á homem; e maldito o homem que for comido pelo leão, pois que o leão tornar-se-á homem".

F.A.


O Último Inimigo

domingo, 5 de setembro de 2010


Entrenimento interessante lançado antes da falsa pandemia de gripe suína e que por coincidência (?) fala sobre uma conspiração envolvendo a inoculação de um vírus mortal, que acaba sendo uma bomba biológica racial para alguns e a introdução de um chip identificador para outros. A série criada pela BBC e lançada em 17 de fevereiro de 2008 tem ares de 1984, de George Orwell, e reflete bem o Estado Policial e totalitário que usa da mídia controlada(ra) e da tecnologia para monitorar a vida dos cidadãos. Isso não é mais mera ficção, mas parece que filmes assim produzem no imaginário social um efeito narcotizante onde a realidade passa a ser vista como uma película cinematográfica. Lembro-me da sensação de irrealidade quando vi na TV o ataque do 11/09, parecia um filme de Hollywood e não um acontecimento real.

Aliás, o que foi feito da tão propalada pandemia suína?

Cadê a tão terrível pandemia? Parece que o bicho papão ainda assusta muito marmanjo quando a mídia corporativa vendida quer realizar os lucros da indústria farmacêutica.

Não se fala mais nada... A mulher que denunciou a Baxter, Jane Burgermeister, o fez em fevereiro de 2009, 1 ano após o lançamento de O Último Inimigo. Estranhamente o cinema e a tv não parecem os "profetas" narcotizantes digitais da NWO? F.A.


SINOPSE: Esta minissérie está situada num futuro próximo no Reino Unido atormentado pelo terrorismo e à imigração ilegal. Mostra a introdução do TIA (Total Information Awareness), um banco de dados centralizado que pode ser usado para monitorar e controlar eficazmente qualquer pessoa, colocando todas as informações disponíveis ao governo num único lugar. A história trata da política de encobrimento em torno de um lote de vacinas adulteradas que parecem estar inoculando um vírus mortal. É contada através dos olhos de um gênio da matemática, que é retratado como uma pessoa reclusa e com alguns sinais de transtorno obsessivo-compulsivo. Um dinâmico thriller sobre um homem cuja busca pela verdade sobre a morte de seu irmão o leva a uma conspiração internacional e a uma paixão.

Pura adrenalina do começo ao fim!

RMVB LEGENDADO

Episódio 01/05
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Episódio 02/05
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Episódio 03/05
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Episódio 04/05
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Episódio 05/05 (Final da Série)
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Sobre o Poder

sábado, 4 de setembro de 2010

A força que percorre o universo

Percorre o teu corpo.

Não pode ser diferente.

Teu corpo não é em verdade teu.

É o corpo do universo.

A manifestação do poder.

Perfeito, brilhante, pleno de saúde e luz.

A força do universo que percorre teu corpo

Te faz compreender que és um com a força

tornando-te então nenhum.

Sendo tudo não és nada.

No pináculo do poder desabrocha a flor sutil da humildade.

A plenitude que se manifesta em ti,

É apenas plenitude, presente em tudo, em todos.

Essa consciência da plenitude não pode ser contida em nenhuma palavra criada pelo homem: deus, amor, espírito, nada significam sem a consciência dessa força em si. É um imbecil aquele que olha o dedo que aponta para o céu sem olhar para o céu.

Assim não podes reverenciar ou adorar deus ou deuses, pois tal força está presente em ti, aqui e agora, não és algo distinto ou distante de tal poder. Reverencia o Poder em si através da impecabilidade.

Eu Sou. Tu És. Unos com o Poder. Sê consciente e isso é suficiente.

Se perguntam se acredito em deus digo que não, pois como posso acreditar se o vejo no sol brilhante, no céu azul, no vento suave, nas árvores frondosas, no mar revolto, nos pássaros e aves, na música vibrante, no belo sorriso da mulher amada, no olhar deslumbrado da criança, na força de vida que percorre meu corpo?

Acreditar em deuses ou deus é alienar-se da força em si para alimentar vampiros que manipulam as multidões para se fazerem o que não são.

Não preciso acreditar no que vejo e sinto presente e pulsante em tudo.

A crença é para cegos e insensíveis. A consciência dispensa a crença. A crença oblitera a mente e o coração.

Destrói a crença e deixa brilhar o sol da verdade em tua mente. Destrói toda forma de autopiedade. Destrói os ídolos, as religiões e as igrejas e bebe direto da água da vida. Já foi dito: Não há religião superior a verdade.

Silencia e procura sentir a força em si.

F.A.

Jesus disse: "Bendito o leão que for comido pelo homem, pois que o leão tornar se á homem; e maldito o homem que for comido pelo leão, pois que o leão tornar se á homem" - O Evangelho de Tomé.

Gurdjieff e o Enegrama - 1ª parte

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Um Sistema Complexo para estudar a cognição

Esse capítulo resume e atualiza o livro Um mapa, uma bússola - Hipertexto, Complexidade e Eneagrama (GOMES, 2000) e apresenta a noção de Eneagrama como um modelo de sistema complexo capaz medir ruído e auto-organização, associando os fatores dinâmico e sincrônico aos aspectos objetivo e subjetivos. E, no final, em um apêndice inédito, aplica-se o modelo do eneagrama ao pensamento de Carlos Castaneda.

Os livros estão caros porque existem poucos leitores e existem poucos leitores porque os livros são caros; estou doente porque não tenho qualidade de vida e não tenho auto-estima porque estou doente; os biscoitos não vendem porque são velhos e estão velhos porque não foram vendidos. A vida é cheia de Círculos Viciosos, isto é: de ciclos de recorrência em que os fatores causais se condicionam mutuamente impedindo o desenvolvimento ou o funcionamento regular do sistema em questão.

Em contrapartida, também existem os Círculos Virtuosos, ou ciclos de excelência, em que os fatores causais se retroalimentam determinando uma crescente otimização do sistema: muitos leitores = livros baratos = mais leitores; qualidade de vida = saúde = auto-estima; biscoitos fresquinhos = boas vendas = novos biscoitos fresquinhos. Então, essa é a questão central de que me coloco (tanto do ponto de vista teórico como do existencial) há algum tempo: como transformar os ciclos viciosos em ciclos virtuosos? E mais: como e porque a ordem dos fatores causais altera o resultado do sistema? Quais os fatores da excelência comuns a um 'sistema ótimo' e à vida criativa? É possível estabelecer uma teoria centrada no desenvolvimento pessoal?

Os estudiosos apontam a antiga Mesopotâmia como o provável berço do símbolo do Eneagrama. Ele teria sido preservado misteriosamente a várias civilizações, chegando aos nossos dias através dos sábios sufis, os místicos do Islã. O Eneagrama, neste contexto, era um sistema combinado de nove virtudes e nove paixões. Teria sido com eles que o místico armênio G. Gurdjieff (OUSPENSKY, 1980) aprendeu o símbolo e os fundamentos de seu ensinamento.

Gurdjieff utilizava o modelo do Eneagrama como uma síntese do Universo e do Homem, visto como um processo de três níveis em três etapas. A aplicação deste modelo ao corpo humano resultava na teoria das três oitavas (ou eneagramas secundários) e da associação das atividades biológicas de alimentação, respiração e percepção através de vibrações como os três principais processos da máquina humana a serem desautomatizados. Esses processos, por sua vez, seriam interdependentes dentro de uma grande oitava (ou eneagrama principal).


Gurdjieff


Input


Output


Feedback



Oitava


Alimento


Fezes


Biosfera


Líquido


Urina


Hidrosfera



Oitava


Oxigênio


Gás carbônico


Atmosfera



Oitava


Luz e Som


Idéias


Noosfera



Esta bio-máquina tinha três entradas e três saídas, produzindo três ciclos cibernéticos de reatroalimentação intricados em um mesmo processo. E realizar a grande oitava através da desmecanização das três oitavas menores, para Gurdjieff e seus seguidores, é a principal finalidade humana no ecossistema, nossa missão fotossintética e espiritual: a produção do hidrogênio número um (1).

O Eneagrama, neste contexto, era uma estrutura geral do universo visto como um processo de três níveis e três etapas – tanto no micro como no macrocosmo. O sistema do Eneagrama, assim, aparece o entrecruzamento de três centros cognitivos ou “inteligências” - o mental, o sensível e o motor – com três campos ou esferas – a biosfera, a atmosfera e a ionosfera. Nessa época, os nove pontos de fixação do eneagrama não se constituíam em uma tipologia própria. O Eneagrama era um diagrama-síntese da idéia matemática da oitava musical como modelo de desenvolvimento universal.

Tipologia Psicológica

O 'Eneagrama da Personalidade' e a aplicação do símbolo do Eneagrama especificamente ao estudo do caráter só vai surgir nos anos 70 com Oscar Ichazo e a Escola de Arica. Porém é com o trabalho do psicólogo Cláudio Naranjo (1986) que o Eneagrama chegará a se constituir como uma tipologia psicológica rigorosamente fundamentada.

Segundo ele, em algum ponto da vida, nos fixamos em um dos nove pontos da circunferência e, a partir deste ponto, construímos nossa personalidade. A cada ponto de fixação (ou recorrência cognitiva), há uma paixão (ou motivação de deficiência) correspondente. Paixão e fixação se retroalimentam, então, formando um tipo de personalidade do Eneagrama e nos afastando de nossa essência, de nosso verdadeiro Ser.

Nessa lógica, durante o desenvolvimento humano haveria, em algum momento traumático, uma perda, uma limitação, um fracasso no crescimento do potencial pleno, uma fixação do ego em relação à circulação de energia psíquica. A personalidade funciona como uma forma para perpetuar a inconsciência a partir de 'um ponto cego', em que a canalização energia se daria de forma desequilibrada, em que "a percepção está cega da própria cegueira".

Assim, personalidade e inconsciência também formam em um círculo vicioso: a personalidade condicionada conduz à uma interferência específica no organismo biológico (reforçando o ponto de fixação); essa interferência no organismo causa uma perda da experiência (da totalidade) do Ser; e, finalmente, a perda da experiência de Ser alimenta à paixão dominante e à perpetuação da personalidade condicionada.


Tipo


Personalidade


Ponto de Fixação ou
recorrência cognitiva


Paixão ou
motivação de deficiência


1


Perfeccionista


A ordem


Raiva


2


Prestativo


O outro


Orgulho


3


Bem-sucedido


A imagem


Vaidade


4


Individualista


As formas


Inveja


5


Observador


O saber


Avareza


6


Questionador


A autoridade


O medo


7


Sonhador


A palavra


Gula


8


Confrontador


A justiça


Luxuria


9


Pacifista


O corpo


Preguiça


Neste sistema tipológico, o primeiro passo consiste em descobrir qual o centro cognitivo predominante em si: o mental, o emocional ou o motor. A partir daí, observar a predominância de um ego introvertido, extrovertido e ambivalente.



EXTROVERTIDO


AMBIVALENTE


INTROVERTIDO


MOTOR


8


9


1


EMOCIONAL


2


3


4


MENTAL


7


6


5


E o segundo passo, nesse sistema, é descobrir qual centro que negligenciamos e definir em qual dos nove pontos do eneagrama estamos fixados.


Tipo


Centro Principal


Centro Secundário


Centro Reprimido


1


MOTOR


EMOCIONAL


MENTAL


2


EMOCIONAL


MOTOR


MENTAL


3


EMOCIONAL


-


EMOCIONAL


4


EMOCIONAL


MENTAL


MOTOR


5


MENTAL


MOTOR


EMOCIONAL


6


MENTAL


-


MENTAL


7


MENTAL


MOTOR


EMOCIONAL


8


MOTOR


MENTAL


EMOCIONAL


9


MOTOR


-


MOTOR



RESUMOS DOS TIPOS ENEAGRAMÁTICOS

O Perfeccionista (tipo 1): tipo com preferência pelo centro motor (introvertido) que negligencia o centro mental. Fixação: É extremamente organizado e trabalhador, com padrões de exigências muito altos - nas áreas de seu interesse. Sério e sincero, procura ser independente dos outros e evita que os outros dependa dele. Estabelece fronteiras claras em relação aos territórios físicos e mentais, acreditando que é possível controlar todas situações através da organização. Paixão: valoriza a "moral e bons costumes", julga tudo e todos, muitas as vezes com críticas destrutivas. Quando as coisas não saem segundo seus planos ou ordens, explode em raiva irracional, por isso a 'Ira' foi o pecado capital escolhido para sua caracterização.

O Prestativo (tipo 2): tipo com preferência pelo centro emocional (extrovertido) que negligencia o centro mental. Fixação: Identifica-se facilmente com os problemas e com desejos alheios, tendo dificuldade de dizer 'não' quando se trata de ajudar alguém. Paixão: porém essa empatia afetiva nunca é verdadeiramente desinteressada, ao contrário faz parte de uma estratégia de manipulação que tenta fazer com os outros dependam de si. O 'número dois' dá, dá, dá ... para ser aceito. Em compensação, cuidam tanto dos outros que se esquecem de si e não se atem as suas próprias necessidades, desejos e anseios. Eles não precisam disso. E por isso o 'Orgulho' é sua característica principal.

O Bem Sucedido (tipo 3): tipo com preferência pelo centro emocional (ambivalente) que negligencia o próprio centro emocional. Fixação: Assim tem facilidade em disfarçar seus sentimentos verdadeiros (raiva, medo, ansiedade, etc.), usando várias máscaras (uma para cada ocasião). Por isso, também é chamado de 'Camaleão'. Quer ser admirada a qualquer custo e vê tudo em função dessa disputa por admiração e reconhecimento. Geralmente são pessoas exigentes e preocupadas em alcançar seus objetivos. Paixão: a 'Vaidade' ou capacidade emocional de falsificar a verdade a partir de realidades relativas e subjetivas, transferindo a responsabilidade de seus erros para os outros.

O Individualista (tipo 4): tipo com preferência pelo centro emocional (introvertido) que negligencia o centro motor. Fixação: Geralmente são pessoas muito sensíveis e com pouco contato com o mundo exterior, identificando e explicando melhor as coisas através de símbolos. Gosta de ser especial, única e singular, cultivando gostos diferentes e estranhos. Prezam o status social e tem carência de atenção; porém, ao mesmo tempo, que sentem superior aos outros, sofrem devido ao isolamento. Paixão: Têm uma tendência à depressão e à melancolia. Desejar é mais importante que possuir, pois tão logo conseguem o objeto de seus desejos, sentem-se frustrados. Por isso, a 'Inveja' é seu pecado capital.

O Observador (tipo 5): tipo com preferência pelo centro mental (introvertido) que negligencia o centro motor. Fixação: São pessoas extremamente objetivas e racionais, mas que têm certa dificuldade em relacionar-se com os outros. Pode ignorar facilmente as pessoas ao seu redor, incomodando-as. Gostam de se isolar para solver o conhecimento aprendido e detestam quando usurpam-lhes o tempo ou a liberdade com detalhes ou tarefas pequenas. Paixão: a Avareza. Porém, não se trata simplesmente de dinheiro, mas, sobretudo de tempo e de conhecimento. O ego do número cinco se recusa a dividir sua experiência de mundo, que acredita ser mais racionalizada do que a da maioria.

O Questionador (tipo 6): tipo com preferência pelo centro mental (ambivalente) que negligencia o próprio centro mental. Fixação: são pessoas que procuram ficar mentalmente ocupadas para não pensar. Daí serem tanto muito questionadoras (os 'advogados do Diabo') como também intuitivas. Paixão: O medo. Os ' número seis' são pessoas dependentes e inseguras, que precisam sempre de um referencial ( um chefe, uma instituição) como sustentação. Entre os mentais, são mais leais e confiáveis em relação aos preceitos de seu grupo do que aos amigos individualmente. Dividem-se em fóbicos (ou covardes assumidos) e contrafóbicos (aparentemente destemidos), que podem chegar a extremos.

O Sonhador (tipo 7): tipo com preferência pelo centro mental (extrovertido) que negligencia o centro emocional. Fixação: São pessoas sempre entusiasmadas e alegres, mas que alimentam muitas ilusões e fantasias. Na verdade, com essa 'inocência' o tipo número 7 evita entrar em contato com qualquer eventual dor ou sofrimento, só observando o lado bom dos acontecimentos e da vida. São, geralmente, oradores muito loquazes e manipuladores. Paixão: A gula, não apenas de alimentos, mas de pessoas, informações e aventuras. Os 'número 7' têm gula de qualquer coisa que lhe dê prazer.

O Confrontador (tipo 8): tipo com preferência pelo centro motor (extrovertido) que negligencia o centro emocional. Fixação: Pessoas que vêm o mundo em relação à justiça e poder, e se consideram capazes de dirimir e vingar suas injustiças. E muitas vezes cometem absurdos em nome dos desprotegidos que pretendem defender. Paixão: Buscam o confronto como forma de impor sua supremacia, muitas vezes por simples prazer. Gostam de conquistar mais e mais territórios e de serem vistos como pessoas fortes, capazes de proteger aqueles que os ajudarem. Nunca pedem perdão. A princípio, são sempre contrários a qualquer novidade.

O Pacifista (tipo 9): tipo com preferência pelo centro motor (ambivalente) que negligencia o próprio centro motor. Fixação: Este tipo se caracteriza por evitar os conflitos a todo custo. Ao contrário dos outros tipos motores (1 e 8) tem uma relação democrática em relação aos territórios físicos e mentais, tanto invadindo como deixando invadir seus domínios. São pessoas que não estabelecem fronteiras nem limites do espaço/tempo. Paixão: A Preguiça. Mas não a simples preguiça do ócio em relação ao trabalho. Trata-se aqui de uma indolência mental, de uma 'preguiça de ser', muitas vezes oculta sobre a capa de muitas atividades não essenciais. O pecado do pacifista é postergar coisas importantes.

Os tipos eneagramáticos são modelos ideais, generalizações abstratas de pessoas concretas e singulares, de uma gama gigantesca de fatores e traços culturais de várias épocas e locais (2). Podem-se ainda destacar três grandes contribuições de Naranjo ao Eneagrama:

A - A abordagem terapêutica e o papel de não-interferência do ministrante. Enquanto Gurdjieff (certamente um número oito) interagia instintivamente com seus discípulos através da confrontação, apresentando provas e exercícios segundo suas fixações; Oscar Ichazo se utilizava da técnica de diagnóstico autorizado, indicando o tipo de cada um dos seus alunos e clientes. Naranjo defende o autodiagnóstico, ou seja, cada um deve descobrir seu próprio tipo dentro do sistema de classificação supervisionado por simples coordenador. O papel de ministrante do Eneagrama evoluiu do guru espiritual para o psicólogo e deste para o facilitador terapêutico.

B - Uma teoria da neurose meta-instintiva, baseada em estratégias gerais de adaptação. Estabelecendo analogias entre a Protoanálise de Oscar Ichazo e outras tipologias psicológicas em uma única taxonomia científica, Naranjo construiu uma engenhosa ‘teoria da neurose e da degradação da consciência’. Freud construiu sua teoria da neurose a partir da idéia de repressão da vida instintiva, principalmente da sexualidade: a neurose era uma forma de sublimação patológica de nossos desejos. Para Naranjo, a neurose (ou a fixação em um ponto de recorrência) também se origina em uma experiência traumática a partir da qual se fixa uma reação obsoleta (um mecanismo de defesa recorrente) aliada à perda da capacidade de agir criativamente.

C – Naranjo, no entanto, reconhece a importância da vida instintiva sobre a formação das personalidades neuróticas e adiciona ao sistema do Eneagrama a idéia de que, independentemente do eneatipo, somos marcados por uma das três formas específicas de restrições instintivas que sofremos: a sexual (Freud), a relacional (Lacan) e a sobrevivência (Marx). Instintos desenvolvidos em relação ao Outro (e à natureza), aos outros (aos grupos) e ao próprio a si mesmo como indivíduo diante da sociedade.

Por mais consistente e interessante que seja a tipologia de Naranjo e o Eneagrama visto como um sistema de compulsões dos vícios e virtudes do ego, a tipologia psicológica fez com que o símbolo perdesse sua fluidez original e em seu conjunto cognitivo (a exemplo do que aconteceu também com a astrologia, com os orixás e outras mitologias tradicionais que se tornaram tipologias psicológicas modernas). Assim, não somos um único tipo. 'Estamos' um, sete ou três – dependendo da época, do local e das pessoas com as quais interagirmos. É comum, a pessoa ter um ponto de fixação no trabalho, outro em casa, um terceiro com os amigos.

Para recuperar a essência do Eneagrama é necessário retornar ao simbolismo original. Assim, retomando as idéias de Bennett (1999) e as recolocando em um contexto científico contemporâneo, desenvolvemos a noção de 'Bússola Complexa', como um modelo de sistema complexo, levando em conta tanto os aspectos dinâmico/sincrônico como os objetivo/subjetivos (3).

Marcelo Bolshaw Gomes