O Iogue, o Padre e o Sufi

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012


Nasrudin vestiu um manto SUFI e decidiu realizar uma peregrinação. No meio do caminho, encontrou um PADRE e um IOGUE e decidiram prosseguir todos juntos. Quando chegaram a um vilarejo, o PADRE e o IOGUE pediram a Nasrudim que angariassem donativos, enquanto estivessem ambos ocupados em orações. Nasrudin juntou algum dinheiro, que gastou comprando Halwa.

Sugeriu que dividissem aquele alimento, mas os outros, ainda sem muita fome, disseram que ele deveria ser guardado para a noite. Prosseguiram seu caminho, e, quando caiu a noite, Nasrudin reivindicou a primeira porção (pois foi pelo meu intermédio que si conseguiu a comida.) Os outros discordaram: o PADRE alegou que representava um corpo hierárquico devidamente estruturado e, portanto, deveria ter preferência; o iogue, porque conforme disse, comia uma vez a cada três dias e, portanto, deveria fazer jus a maior parte.

Finalmente, decidiram dormir. Ao amanhecer, aquele que realizasse o melhor sonho deveria ser o primeiro a escolher sua parte da Halwa.

De manhã, o padre disse: No meu sonho, vi fundador da minha religião fazendo o sinal da bênção, distinguindo-me como alguém especialmente abençoado.

Todos focaram impressionados, mas disse o iogue: Sonhei que visitava o Nirvana e que era completamente absorvido no nada.

A atenção voltou-se para Nasrudin: Sonhei que vi KHIDR, o Mestre SUFI, que aparece apenas aos mais santificados. Ele disse: Nasrudin, coma a Halwa, AGORA! Obviamente, tive que obedecer.

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