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sábado, 14 de março de 2015

Interessante entrevista com a monja budista Robina Courtin que com uma fala rápida e uma inteligência afiada corta rapidamente nossas ilusões a respeito de uma visão de mundo que perdura no sofrimento, na neurose e na culpa.



A Venerável Robina Courtin, ou Ven. Rob., é uma professora do dharma que o transmite de forma dinâmica e franca. Desde a sua ordenação no final de 1970, a ex-cantora australiana tem trabalhado em tempo integral com a "Fundação pela Preservação da Tradição Mahayana" de Lama Thubten Yeshe e Lama Zopa Rinpoche. Ela atuou como diretora editorial da Wisdom Publications, editora da Mandala Magazine, e diretora-executiva do Liberation Prison Project. E viaja incansavelmente para ensinar o dharma ao redor do mundo. Sua vida e trabalho com os presos foi destaque nos documentários Chasing Buddha e Key to Freedom.

Ela é descrita como engraçada, dinâmica, carinhosa, amável e ultrajante, com sua fala freqüentemente pontilhada com palavras fortes. Tudo isso, falando a mil por hora, provando que você não necessariamente tem que ser sereno e passivo para ser budista. Ven. Robina diz: "Eu estou trabalhando radicalmente na minha própria mente. Não acreditando na forma como as coisas aparecem para nós: Você não consegue ser mais radical do que isso. Eu quero olhar para o componente interno, e não o externo. Quero desenraizar as causas de todo o sofrimento, que são mentais. Quanto a isso, estou mais radical do que nunca, mais radical do que quando era ativista feminista ou brigava pelo meu ideal político quando jovem."

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