O mal invisível: poluição eletromagnética

segunda-feira, 4 de abril de 2016

Estava assistindo a 2ª temporada de Arquivo X, o 19º episódio, quando me deparei com um diálogo entre Scully e Mulder já falando a 20 anos atrás dos perigos da radiação eletromagnética. Então resolvi montar este vídeo para alertar as pessoas e ajudá-las a conectar alguns pontos desconhecidos da maioria e que são responsáveis por um profundo impacto na saúde humana para quem vive em grandes centros urbanos.

As pessoas não se dão conta mas o ambiente urbano está profundamente doente e hoje mais do que nunca devido a ação da tecnologia de comunicação e da transmissão de energia que produz de forma invisível a poluição eletromagnética, capaz inclusive de quebrar o DNA e modificar o comportamento humano, desequilibrando-o, provocando envelhecimento precoce e doenças de difícil diagnóstico ou de causa não identificada.

Por exemplo, quem mora em grandes prédios dificilmente dorme bem pois a poluição eletromagnética afeta o funcionamento da glândula pineal e atrapalha a produção de melatonina, desequilibrando o "zeitgeist" do corpo, do ciclo sono-vigília.

Restabelecer o equilíbrio natural, a harmonia natural é um dos desafios da tecnologia que deve agir em sintonia com a Natureza, um paradigma que homens como Nicola Tesla e Frederico De Marco já trabalhavam desde o início do século 20.


Um comentário:

Roger Monteiro disse...

Em "Relatos de Belzebu a Seu Neto", Gurdjieff de forma alegórica e obscura, fala sobre a interferencia das radiações planetárias no corpo humano, as quais "ditam" nosso comportamento. Isso é claro numa época em que não havia eletroeletrônicos. Ele falava apenas das radiações "naturais". Imagina o que acontece ao nosso corpo hoje em dia, somando-se as naturais e artificiais. Não é a toa que basta 2 minutos no trânsito pra que eu pragueje e amaldiçoe a raça a qual pertenço.