Ce la vie

quinta-feira, 28 de abril de 2016

Qualquer semelhança não será mera coincidência: ce la vie.

Imagina que você fez um coliforme federal, está num mato sem cachorro, com a corda no pescoço pronto para ser engolido pelo cadafalso, bem no pelotão de fuzilamento parecendo não ter mais saída, aquele momento dramático onde o herói está literalmente fornicado e mal pago. A morte está sorrindo para você e te chamando de meu bem e a única coisa que você pode fazer é sorrir de volta. Aquele momento luminoso onde você percebe a luz no fim do túnel e trata-se de um trem.

É como na história do juiz sacana que desejando parecer misericordioso pede para o herói escolher entre dois pedaços de papel dobrados onde está escrito em ambos: CULPADO.

Sacou bem o drama?

Então, como por encanto a roda gira e você percebe uma oportunidade de escapar da situação. Mas você tem que ser preciso, esperto, astuto e você não tem nada a perder e tudo a ganhar... então você agradece, respira, promete não repetir velhos erros e arrisca... pois você tornou-se o Mago e a jogada para livrar-se de um destino tão terrível está em suas mãos.

Eis a história de cada um de nós que já nascemos neste mundo condenados como pecadores pela doutrina religiosa dominante que considera este mundo um mundo de prova, de expiação ou pecaminoso quando é justamente ao contrário, cabe a nós realizar a nossa própria salvação pela compreensão.

Conta uma antiga lenda que na Idade Média um homem muito religioso foi injustamente acusado de ter assassinado uma mulher.

Na verdade, o autor era uma pessoa influente do reino e, por isso, desde o primeiro momento se procurou um "bode expiatório" para acobertar o verdadeiro assassino.

O homem foi levado a julgamento, já temendo o resultado: a forca. Ele sabia que tudo iria ser feito para condená-lo e que teria poucas chances de sair vivo desta história.

O juiz, que também estava combinado para levar o pobre homem a morte, simulou um julgamento justo, fazendo uma proposta ao acusado que provasse sua inocência. Disse o juiz:

- Sou de uma profunda religiosidade e por isso vou deixar sua sorte nas mãos do Senhor: vou escrever num pedaço de papel a palavra INOCENTE e no outro pedaço a palavra CULPADO. Você sorteará um dos papéis e aquele que sair será o veredicto. O Senhor decidirá seu destino, determinou o juiz.

Sem que o acusado percebesse, o juiz preparou os dois papéis, mas em ambos escreveu CULPADO de maneira que, naquele instante, não existia nenhuma chance do acusado se livrar da forca.

Não havia saída. Não havia alternativas para o pobre homem. O juiz colocou os dois papéis em uma mesa e mandou o acusado escolher um.

O homem pensou alguns segundos e pressentindo a "vibração" aproximou-se confiante da mesa, pegou um dos papéis e rapidamente colocou na boca e engoliu. Os presentes ao julgamento reagiram surpresos e indignados com a atitude do homem.

- Mas o que você fez? E agora? Como vamos saber qual seu veredicto?

- É muito fácil - respondeu o homem -, basta olhar o outro pedaço que sobrou e saberemos que acabei Engolindo o contrário. Imediatamente o homem foi liberado.

Com o Mago sucedendo a Roda da Fortuna nós temos a chance de realizar algo completamente diferente frente ao nosso destino se não formos eclipsados pelos nossos hábitos, fica esperto, não se repita, surpreenda, faça o novo, o inusitado! O passado é passado, não precisa ser reeditado, mude a faixa do disco, mude a si mesmo, surpreenda-se!

F. A.

O que é esoterismo? 3ª parte

sexta-feira, 8 de abril de 2016

A comprovação do poder das palavras, vibrações, pensamentos e intenções?


Eis uma possível metáfora visual da dualidade (aparente) esotérico / exotérico (olhando para o símbolo, criação nossa inspirada no trabalho Mensagens da Água do Dr. Masaro Emoto) vemos um cubo que surge das três linhas centrais do hexágono interno, e conforme olhamos para o ponto central, a singularidade, podemos ver o cubo por dentro ou por fora.

Qual a fronteira entre dentro (esotérico) e fora (exotérico)?

Isso não é um koan. Ou será?

Abaixo um vídeo bem esclarecedores sobre o trabalho do Dr. Masaro Emoto. O símbolo gráfico acima baseou-se no cristal formado na água pela palavra OBRIGADO.


Crise política e auto-conhecimento

terça-feira, 5 de abril de 2016

A crise política de certa forma nos empurra a um engajamento, nem que seja pelo estudo mais aprofundado da situação, levando-nos para além das querelas pessoais e das adjetivações fúteis e partidárias, para compreender o que ocorre, de fato, para além do bombardeio midiático, da seletividade questionável de alguns juízes e do jogo mais amplo no campo geopolítico.

É nesses momentos que aqueles dedicados ao auto-conhecimento e a espiritualidade se revelam, pois espiritualidade não implica em afastamento das questões desse mundo, mas em usar as próprias situações como um treinamento e uma forma de aperfeiçoar-se, mantendo o seu norte, o seu foco, o seu centro, não propagando mentiras, não entrando em brigas inúteis, refinando a sua vibração no meio da confusão e checando a própria fonte da informação.

Deixo estes pensamentos de um político chamado Ghandi, que lutou pela independência da Índia frente ao império inglês em seu tempo e por isso foi chamado de Mahatma ou Grande Espírito.


Nunca país algum se elevou sem se ter purificado no fogo do sofrimento.
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Estou firmemente convencido que só se perde a liberdade por culpa da própria fraqueza.
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O mundo está farto de ódio.
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Aprendi através da experiência amarga a suprema lição: controlar minha ira e torná-la como o calor que é convertido em energia. Nossa ira controlada pode ser convertida numa força capaz de mover o mundo.
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Um homem não pode fazer o certo numa área da vida, enquanto está ocupado em fazer o errado em outra. A vida é um todo indivisível.
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O amor é a força mais sutil do mundo.
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A alegria está na luta, na tentativa, no sofrimento envolvido e não na vitória propriamente dita.
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A força não provém da capacidade física. Provém de uma vontade indomável.
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A não-violência e a covardia não combinam. Posso imaginar um homem armado até os dentes que no fundo é um covarde. A posse de armas insinua um elemento de medo, se não mesmo de covardia. Mas a verdadeira não-violência é uma impossibilidade sem a posse de um destemor inflexível.
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Cada dia a natureza produz o suficiente para nossa carência. Se cada um tomasse o que lhe fosse necessário, não havia pobreza no mundo e ninguém morreria de fome.

Da manipulação das mentes e do clima

segunda-feira, 4 de abril de 2016

Diante de fatos não há argumentos, contudo o que impressiona é o negar-se, é a auto-negação que confirma o dito: o pior cego é o que não quer ver.

Dizer que esta história de chemtrails, geoengenharia e manipulação climática é paranoia ou teoria da conspiração revela o quão eficiente ainda é a mídia para pastorear o rebanho que apenas repete a informação que lhe é transmitida sem questioná-la e sem mesmo olhar para a realidade, para o céu.

O mal invisível: poluição eletromagnética

Estava assistindo a 2ª temporada de Arquivo X, o 19º episódio, quando me deparei com um diálogo entre Scully e Mulder já falando a 20 anos atrás dos perigos da radiação eletromagnética. Então resolvi montar este vídeo para alertar as pessoas e ajudá-las a conectar alguns pontos desconhecidos da maioria e que são responsáveis por um profundo impacto na saúde humana para quem vive em grandes centros urbanos.

As pessoas não se dão conta mas o ambiente urbano está profundamente doente e hoje mais do que nunca devido a ação da tecnologia de comunicação e da transmissão de energia que produz de forma invisível a poluição eletromagnética, capaz inclusive de quebrar o DNA e modificar o comportamento humano, desequilibrando-o, provocando envelhecimento precoce e doenças de difícil diagnóstico ou de causa não identificada.

Por exemplo, quem mora em grandes prédios dificilmente dorme bem pois a poluição eletromagnética afeta o funcionamento da glândula pineal e atrapalha a produção de melatonina, desequilibrando o "zeitgeist" do corpo, do ciclo sono-vigília.

Restabelecer o equilíbrio natural, a harmonia natural é um dos desafios da tecnologia que deve agir em sintonia com a Natureza, um paradigma que homens como Nicola Tesla e Frederico De Marco já trabalhavam desde o início do século 20.