Voto eletrônico sem impressão: a fraude da década no Brasil

sexta-feira, 30 de abril de 2010

Pessoal,

assim como um brasileiro denunciou através de um processo a utilização do HAARP para fins de manipulação do clima (mas esse não é o único uso do HAARP), há um grupo de brasileiros que faz 10 anos está denunciando corajosamente aquela que é uma das maiores, se não a maior manipulação que há em nosso país, e que se refere ao sistema de votação eletrônica das eleições brasileiras. Para que não digam que isso é "viagem" ou teoria da conspiração sugiro que leiam com atenção e imparcialidade a notícia sobre a possibilidade de manipulação das urnas eletrônicas na Índia, que são semelhantes as nossas.

É importante denunciar isso porque vejo muita gente com olhos para o que ocorre lá fora e passa completamente batido pelas artimanhas de quem está no poder, de fato, aqui no Brasil. Vamos acordar, e vamos acordar quem está do nosso lado, sobre coisas que nos afetam diretamente.

Façam-se a seguinte pergunta:

O que me garante enquanto eleitor que meu voto vai para quem eu escolhi (mesmo que seja nulo ou em branco)?

Quando faço essa pergunta para as pessoas ele são acossadas por um leve estertor corporal e balbuciam entre trêmulas e indignadas:

Nada!

Maiores informações sobre a manipulação política-eleitoral que você sofre sem perceber como ela ocorre sugiro uma pesquisa profunda no fórum do votoseguro.org.

O texto que se segue foi extraído do blog Fraude Urnas Eletrônicas

As máquinas de votação na Índia e a possibilidade de controle via celular

O Portal G1 publicou hoje, 30 de abril de 2010, reportagem sobre o estudo realizado por grupo internacional de especialistas em informática e votação eletrônica que comprovaram a insegurança das urnas eletrônicas indianas.

Os especialistas demonstraram que é possível alterar os resultados de uma eleição e até mesmo instalar um componente que permitiria o controle da máquina por meio de um CELULAR.

Abaixo segue a reportagem do G1 na íntegra. Ela foi escrita pelo Altieres Rohr. Ele é especialista em segurança de computadores, criador e editor do Linha Defensiva, um importante fórum de segurança que oferece um serviço gratuito de remoção de pragas digitais, entre outras atividades.

Todos os comentários em vermelho foram inseridos pela equipe [Fraude UE].

Teste mostra que urna eletrônica da Índia poderia ser controlada via celular

Um estudo realizado por um grupo internacional de especialistas em informática e votação eletrônica considerou as urnas eletrônicas indianas inseguras. Os especialistas demonstraram como é possível alterar os resultados de uma eleição e até como instalar um componente que permitiria o controle da máquina por meio de um celular. A solução proposta é a existência de um voto impresso que deve ser confirmado pelo eleitor [As urnas eletrônicas indianas são semelhantes às brasileiras: possui registro virtual do voto, ou seja, não imprimem comprovante de votação].

Diversos pesquisadores da Holanda, da Índia e dos Estados Unidos trabalharam juntos em um projeto de pesquisa cuja conclusão foi a de que as urnas eletrônicas usadas na Índia são vulneráveis a adulterações. Segundo os especialistas, alguém com a intenção de mudar os resultados das eleições só precisaria de pouco tempo para instalar um componente na urna que seria difícil de detectar e poderia mudar os votos dos eleitores. [Existem pessoas mal intencionadas em todas as partes do mundo, seja na Índia ou no Brasil, sempre existem aqueles que querem obter vantagens por vias obscuras]

O estudo foi organizado e liderado por Hari Prasad, um indiano que foi desafiado a mostrar que as urnas poderiam ser alteradas. Mas a comissão eleitoral indiana decidiu não permitir o teste e não cedeu a Prasad uma urna para que pudesse conduzir sua pesquisa. Os pesquisadores afirmaram que obtiveram a urna por meio de uma fonte anônima, já que o governo indiano não cede o equipamento para testes independentes. [O Brasil também NUNCA permitiu a auditoria independente dos softwares utilizada nas urnas eletrônicas brasileiras – quem acompanha nosso site sabe que o “Caso dos Hackers” foi história para “boi dormir”]

O componente criado pelos pesquisadores permite que um criminoso controle como a urna contará os votos remotamente usando um telefone celular. Prasad contou com o auxílio de Alex Halderman, professor da Universidade de Michigan com experiência em urnas eletrônicas e de Rop Gonggrijp, um ativista que foi responsável por urnas eletrônicas serem banidas nos Países Baixos. [As urnas eletrônicas tipo às brasileiras, ou seja, sem a impressão do voto, são inconstitucionais na Holanda, na Alemanha e em vários estados norte-americanos.]

Os pesquisadores alegam que sistemas de armazenamento eletrônico direto, sem um papel para verificação do eleitor e para viabilizar uma recontagem dos votos (são vulneráveis). Essa é a solução proposta pelos especialistas - o voto impresso -, cuja pesquisa incluiu diversas medidas de proteção possíveis que são “ineficazes”.

No Brasil, o TSE também não cede urnas para testes independentes. O máximo que se fez até agora foi permitir que especialistas analisassem o equipamento por apenas quatro dias. Já a impressão do voto será obrigatória no Brasil a partir das eleições de 2014. [Vitória da democracia: a partir de 2014 TODAS as urnas eletrônicas brasileiras serão obrigadas, por força de lei, a IMPRIMIR um comprovante de votação.]

Os pesquisadores citados pelo Altieres Rohr possuem um site de divulgação do estudo científico independente sobre o segurança das urnas eletrônicas (EVMs) utilizada na Índia. Quem se interessar poderá acessar o http://indiaevm.org/.

É deste site que retiramos o filme abaixo. Infelizmente ele está em inglês e ainda não conseguimos tradutor disposto a se engajar neste trabalho. Para o momento deixamos o sugestivo título: India´s Eletronic Voting Machines are vulnerable to fraud, em português – Máquinas de Votação Eletrônica da Índia são vulneráveis à fraudes.





Se você se interessou pelo assunto e deseja saber mais detalhes sobre as urnas eletrônicas utilizadas na Índia, país com mais de 600 milhões de eleitores, sugerimos que leia também os seguintes textos:

Entenda as Urnas Eletrônicas Indianas

Urnas Eletrônicas da Índia

1. Unidade de Controle: possui botão para liberar o voto de cada eleitor que entra na cabine de votação. Existe também o botão “fechar”, que pressionado, impede qualquer possibilidade de alguém votar.

2. Equivalente à uma unidade de votação: é o local com os nomes dos candidatos.

3. No momento da votação, o eleitor aperta o botão ao lado do nome do candidato. Na hora da contagem, é ele que informa quantos votos cada candidato teve.

Por fim, deixamos para reflexão a frase de conclusão dos pesquisadores:

“Estes ataques não são nem complicados nem difíceis de executar, mas seria difícil de detectar ou defender. A melhor maneira de preveni-los é a contagem de votos usando cédulas de papel que os eleitores possam ver.”

Brasileiro move processo contra armas de controle climático

quinta-feira, 29 de abril de 2010

Pessoal,

é de "loucos" assim que precisamos, loucos aos olhos das mentes formatadas pela mídia corportativa, é claro! Segue parte do material que recebi sobre tal iniciativa.

Vídeo sobre o HAARP - http://www.youtube.com/watch?v=-4WSk6OrjFo

Estou movendo o Processo Administrativo PA nº 1.16.000.000628/2010-70, junto ao Procuradoria Geral da União do Ministério Público Federal, que está na 4ª Câmara -

Meio Ambiente e Patrimônio Cultural"

<4camara@pgr.mpf.gov.br>, http://ccr4.pgr.mpf.gov.br/ (0xx61)3105-6075


Em anexo, está o material sobre o processo que dei entrada no Ministério Público Federal.

http://www.4shared.com/document/fXnc6scR/Processo_sobre_a_EMOD.html

Em anexo, vai a resposta do procurador e a minha resposta a ele, e + o último material q anexei ao processo.

O Luiz Fernando de Mattos do INPE & FCCC, já topou e me indicou o pesquisador do CNPq, Ronaldo Liro Borgo.

--
Desde já, Muito Grato!
Há\o/braços Fraternais, Virtuais & Transcendentais:

ANIBAL Mussnìch Rodrigues

(61) 9937-7749 - Brasília/ DF,

MSN:
anibal_mrbr@hotmail.com

Yahoo Mensager: anibal_mrbr@yahoo.com.br

Skype: anibal_mrbr

http://www.orkut.com/Profile.aspx?uid=7406272621562298636

"Quanto mais alto voamos, menores parecemos aos olhos daqueles que não sabem voar" - Nietzsche.




Eis parte do processo:

Por meio da presente, eu, ANIBAL Mussnìch Rodrigues, brasileiro, divorciado, terapeuta holístico e pesquisador independente, eleitor, pagador de impostos e Cidadão Planetário Consciente, por entender que é meu dever e compromisso como filho responsável de nossa Bem-Amada Mãe Gaya, constribuir para a melhoria da Qualidade de Vida da humanidade, e a Saúde Pública de nosso amado Planeta, solicito, em nome do bom senso e da sobrevivência planetária, que a exposição abaixo seja devidamente analisada, e que as medidas urgentes
necessárias sejam imediatamente tomadas enquanto ainda é possível.

Neste momento em que centenas de nações já participaram da COP 15 em Copenhagen, em função das Mudanças Climáticas e pelo fato de existirem evidências significativas, de que parte dos desequilíbrios climáticos globais, sejam em decorrência do descumprimento da Convenção sobre a Proibição do Uso Militar ou Hostil de Técnicas de Modificação Ambiental, da qual o Brasil é um dos países signatários desde a promulgação do DECRETO No 225, de 7 de OUTUBRO de 1991, dentre 48 Estados Membros que assinaram e/ ou 73 que depositaram, vimos de acordo com os direitos e deveres assegurados pela legislação vigente, exigir que sejam urgentemente tomadas as medidas cabíveis, pelos devidos órgãos competentes, já que se trata de questão de segurança nacional e a omissão da tomada das providências necessárias em tempo hábil, se constitui em crime de lesahumanidade.

Considerando que:

· A Constituição brasileira de 1988, em seu Art. 4º do TÍTULO I - Dos Princípios Fundamentais reza:

A República Federativa do Brasil rege-se nas suas relações internacionais pelos seguintes princípios:

I - Independência nacional;
II - Prevalência dos direitos humanos;
III - Autodeterminação dos povos;
IV - Não-intervenção;
V - Igualdade entre os Estados;
VI - Defesa da paz;
VII - Solução pacífica dos conflitos;
VIII - Repúdio ao terrorismo e ao racismo;
IX - Cooperação entre os povos para o progresso da humanidade;
Convenção da ONU de 1.976 contra Armas Climáticas - ENMOD·

A Assembléia Geral das Nações Unidas aprovou, a 10 de dezembro de 1976, a CONVENÇÃO sobre a PROIBIÇÃO da UTILIZAÇÃO de TÉCNICAS de MODIFICAÇÃO AMBIENTAL para FINS MILITARES ou QUAISQUER OUTROS FINS HOSTIS;

<>

· A ENMOD foi aberta à assinatura em Genebra, a 18 de maio de 1977
e foi assinada pelo Brasil, em Nova York a 09 de novembro de 1977;
· A Carta de Ratificação da Convenção foi depositada pelo Governo Brasileiro,
em 12 de outubro de 1984
<>;
· A EMOD foi aprovada pelo Congresso Nacional através do Decreto
Legislativo nº 50 de 28 de junho de 1993 ;
· A convenção promulgada pelo DECRETO No 225, de 7 de OUTUBRO de 1991, entrou
em vigor, para o Brasil, a 12 de outubro de 1984, na forma de seu artigo IX,
inciso 4 (Para os Estados que vierem a ratificar ou aderir a esta Convenção
após a sua entrada em vigor, esta Convenção entrará em vigor na data do
depósito de seus instrumentos de ratificação ou adesão.);

<>

· O DECRETO Nº 225, de 7 de OUTUBRO de 1991 foi publicado no DOU de 08
de outubro de 1991 .

Vídeo sobre o HAARP - http://www.youtube.com/watch?v=-4WSk6OrjFo

Estou movendo o Processo Administrativo PA nº 1.16.000.000628/2010-70, junto ao Procuradoria Geral da União do Ministério Público Federal, que está na 4ª Câmara -

Meio Ambiente e Patrimônio Cultural"

<4camara@pgr.mpf.gov.br>, http://ccr4.pgr.mpf.gov.br/ (0xx61)3105-6075


Em anexo, está o material sobre o processo que dei entrada no Ministério Público Federal.

http://www.4shared.com/document/fXnc6scR/Processo_sobre_a_EMOD.html

Em anexo, vai a resposta do procurador e a minha resposta a ele, e + o último material q anexei ao processo.

O Luiz Fernando de Mattos do INPE & FCCC, já topou e me indicou o pesquisador do CNPq, Ronaldo Liro Borgo.

--
Desde já, Muito Grato!
Há\o/braços Fraternais, Virtuais & Transcendentais:

ANIBAL Mussnìch Rodrigues

(61) 9937-7749 - Brasília/ DF,

MSN:
anibal_mrbr@hotmail.com

Yahoo Mensager: anibal_mrbr@yahoo.com.br

Skype: anibal_mrbr

http://www.orkut.com/Profile.aspx?uid=7406272621562298636

"Quanto mais alto voamos, menores parecemos aos olhos daqueles que não sabem voar" - Nietzsche.


Sobre a auto-importância

Há uma capa que quer esconder os nossos defeitos dos outros e podemos chamá-la de vaidade.

É fácil fazer propaganda de nossas qualidades, mas é difícil reconhecermos publicamente e mesmo diante de nós mesmos os nossos defeitos.

Tão difícil quanto isso é não julgar nem a nós mesmos nem aos outros, mas quanta felicidade há na mente que disso é capaz!

A humildade de reconhecer os próprios erros é indicação de elevada auto-estima.

A vaidade de esconder ou justificar os próprios erros é indicação de baixa auto-estima.

Observar a si mesmo exige uma profunda honestidade consigo mesmo.

As vezes pensamos que estamos escondendo os nossos erros dos outros mas na verdade estamos escondendo de nós mesmos, nos enganando e assim a nossa caminhada pessoal fica estancada e as coisas não fluem como deveriam.

Há na humildade de reconhecer-se tal como se é um brilho que irradia uma simpatia própria da essência. A verdade do ser é bela, despida de hipocrisia, como uma criança que não tem medo de mostrar-se.

A mente é muito ardilosa ainda mais quando alimentada por idéias espirituais, reveste-se então de um orgulho sutil que é muito difícil de vermos em nós mesmos, fazendo do enfrentamento de nossa própria sombra um jogo de esconde-esconde.

Muitas vezes em meditação alcançamos estágios de iluminação maravilhosos mas temos sempre que voltar e nos relacionar com os nossos semelhantes e aí percebemos que perdemos aquela experiência do divino com facilidade no humano do cotidiano.

E esses momentos onde vemos os nossos erros estampados em nós mesmos são tão ou mais valorosos que os momentos de beatitude espiritual, porque se trata de jogar luz sobre a sombra em nós e dela extrair uma nova percepção para nós mesmos.

Nessa fase do Outono onde a Natureza espelha uma fase de maturidade, e onde o Deus se encaminha para a morte dentro da tradição pagã, é o momento energético adequado para realizarmos certos mergulhos em nós mesmos e descobrirmos em nosso inferno interior tesouros preciosos.

Um ritual vivo de sintonia com a estação exige que deixemos o velho em nós cair para que o novo venha a florir mais a frente.

F.A.

O vigilante

terça-feira, 27 de abril de 2010

No Judaísmo existe uma escola rebelde de mistério chamada Hassidismo. Seu fundador, Baal Shem, era um ser estranho. A meia-noite voltava do rio. Essa era sua rotina, porque no rio, de noite, havia uma calma e uma quietude absolutas. Sentava-se ali, sem fazer nada – apenas observando o seu próprio ser; observando o observador. Essa noite, quando voltava, passou pela casa de um homem rico e o vigilante estava de pé frente à porta. O vigilante estava intrigado porque a cada noite, exatamente a mesma hora, voltava esse homem. Saiu e disse:

- “Perdoe-me a interrupção, porém já não posso conter minha curiosidade. Uma pergunta me persegue dia e noite. O que fazes ? Para que vais ao rio ? O segui muitas vezes e não há nada; a única coisa que fazes é sentar-se ali horas e horas, e depois voltas à meia-noite”.

Baal Shem respondeu:

- “Já sei que me seguistes várias vezes, porque a noite é tão silenciosa que pude ouvir teus passos. E sei que todos os dias te escondes atrás do portão. Porém não apenas sentis curiosidade por mim, eu também sinto curiosidade por ti. O que fazes?” O guardião contestou:

- “A que me dedico? Sou um simples vigilante.

”Então Baal Shem lhe disse:

- “Deus meu, me falastes a palavra chave. Minha ocupação é essa também.”

O guardião disse:

- “Porém não entendo; se és um vigilante terias que estar vigiando alguma casa, algum palácio. Que estás vigiando sentado na areia do rio?”

Baal Shem respondeu:

- “Existe uma pequena diferença: você vigia que nada de fora entre no palácio; eu simplesmente vigio a este vigilante. Quem é esse vigilante. Esse é o esforço de toda a minha vida; vigio a mim mesmo.”

O guardião lhe disse:

- “Porém esse é um trabalho muito raro! Quem lhe vai pagar?

E ele respondeu:

- “A felicidade é tanta, o gozo é tão grande, é uma benção tão imensa que é uma recompensa em si mesma. Apenas um momento e todas as riquezas do mundo não são nada em comparação.”

O vigilante disse:

- Isso é muito raro...eu passei a vida vigiando e jamais topei com uma experiência tão formosa. Amanhã à noite vou acompanhar-te, quero que me ensines, porque eu sei como vigiar, porém me parece que faço isso numa certa direção e você olha para uma direção diferente.”

Dica de livro: O sonho do planeta

segunda-feira, 26 de abril de 2010

Antes de nascermos, os que existiam anteriormente a nós criaram um grande sonho externo que denominamos sonho da sociedade ou sonho do planeta. Este sonho é um sonho de bilhões de sonhos pessoais menores, que juntos formam o sonho da família, da comunidade e toda humanidade. O sonho inclui todas as regras da sociedade, suas crenças, suas leis, suas religiões, suas culturas e formas de ser.

Quando somos crianças até os três anos, não vivemos esses sonhos. Somos livres deles, mas logo somos aprisionados por eles quando começam o processo de socialização e cobrança sobre nós. É aí que começa as regras que irão governar o nosso sonho, que é o sonho de todos. Quando crianças não temos a oportunidade de escolher nossas crenças, mas concordamos com a informação que nos foi passada sobre o sonho do planeta por intermédio de outros seres humanos. Assim, somos capturados pelos sonhos exteriores, concordamos, com tudo que dizem os adultos, e isso é chamado de fé. Ter fé é acreditar incondicionalmente.

Era melhor esse processo ser chamado de domesticação do que socialização, pois é isso que ele é. E é através dessa domesticação que aprendemos como viver e sonhar. O sonho da sociedade passa então a gerar todas nossas ações, e passamos a viver por um processo de recompensa, pois quando fazemos algo que é certo para o sonho geralmente recebemos algum elogio ou presente como recompensa, se fazemos o contrário somos crucificados e chamados de rebeldes.

Já quando estudamos o caminho Tolteca para a liberdade, descobrimos que eles possuem um verdadeiro mapa para libertar-se da domesticação. Eles comparam o Juiz, a Vítima e o Sistema de Crenças a um parasita que invade a nossa mente humana. Do ponto de vista Tolteca, todos os seres humanos domesticados são doentes. São doentes porque existe um parasita que controla a mente e o cérebro. A comida para os parasitas, são as emoções negativas produzidas pelo medo.

Se repararmos na definição parasita, descobrimos que um parasita é um ser vivo que vive de outros seres vivos, sugando sua energia sem nenhuma contribuição útil em troca e machucando o hospedeiro pouco a pouco. O Juiz, a Vítima e o Sistema de Crenças se encaixam bem nessa descrição. Uma das funções do cérebro é transformar energia material em energia emocional. Nosso cérebro é uma fábrica de emoções. E temos dito que a função da mente é sonhar. Os Toltecas acreditam que os parasitas controlam nossa mente e nosso sonho pessoal. Os parasitas sonham pela nossa mente e vivem sua vida por intermédio de seu corpo. Sobrevivem nas emoções que vêm do medo, e se alegram com o drama e o sofrimento.

A liberdade que procuramos é usar nossa própria mente e corpo para viver nossa vida, em vez da vida do Sistema de Crenças. Quando descobrimos que a mente é controlada pelo Juiz, a Vítima, e o "nós" verdadeiro fica num canto, temos duas escolhas. Uma escolha é continuar vivendo da forma que somos, e continuar vivendo o sonho do planeta. A segunda escolha é fazer como quando éramos crianças e os pais nos tentavam domesticar. Podemos nos rebelar e dizer "Não!". Podemos declarar uma guerra contra os parasitas, uma guerra pela nossa independência, uma guerra pelo direito de usar nossa própria mente e nosso cérebro.

Por isso nas tradições xamânicas em todas as América, as pessoas chamam a si de Guerreiros, pois estão em guerra contra os parasitas em suas mentes. Esse é o real significado de um Guerreiro. O Guerreiro é o que se rebela contra a invasão dos parasitas. Mas sermos Guerreiros, não significa que sempre iremos ganhar a guerra; podemos ganhar ou perder, mas sempre damos o melhor de nós e temos uma chance de ser livres outra vez. Escolher esse caminho nos dá, no mínimo, a dignidade da rebelião e nos assegura que não seremos vítimas inocentes de nossas emoções frívolas ou do veneno emocional de outros.

Na melhor das hipóteses, ser Guerreiros nos fornece uma oportunidade de transcender o sonho do planeta e alterar o sonho pessoal para um sonho que chamamos céu. Assim como o inferno, o céu é um local que só existe no interior de nossa mente. É um lugar de alegria, onde podemos ficar felizes, onde somos livres para amar e ser quem realmente somos. Podemos alcançar o céu enquanto somos vivos; não precisamos esperar até a morrer. O Criador esta presente e os reinos dos céus se encontra em toda parte, mas primeiro precisamos ter olhos e ouvidos para enxergar e escutar de verdade. Precisamos estar livres dos parasitas.

O parasita pode ser encarado com um monstro de mil cabeças. Cada cabeça do parasita é um dos medos que temos. Se queremos ser livres, temos de destruir o parasita. Uma das soluções é atacar o parasita de frente, o que significa enfrentarmos cada um dos nossos medos um por um. Esse é um processo lento, mas funciona. Uma segunda abordagem é para de alimentar o parasita. Senão dermos comida a ele, podemos mata-lo de fome. Para fazer isso temos que controlar nossas emoções, precisamos nos abster de alimentar as emoções que derivam do medo. Isso é muito fácil de falar, mas difícil de realizar. É difícil porque o Juiz e a Vítima controlam nossa mente.

Uma terceira solução é chamada de Iniciação dos Mortos. Essa iniciação é encontrada em muitas escolas esotéricas e tradições xamânicas ao redor do mundo, como no Egito, Índia, na Grécia e nas Américas. Trata-se de uma morte simbólica, que mata o parasita sem magoar nosso corpo físico. Quando morremos simbolicamente, o parasita tem de morrer. É uma solução mais rápida do que as duas primeiras, porém muito mais difícil de executar. Precisamos de muita coragem para enfrentar a morte. Precisamos ser fortes. E sinceramente, espero que todos Nós consigamos enfrentá-la de frente."


Don Miguel Ruiz - Os 4 Compromissos - baixe o livro AQUI!

Sobre os golpes históricos de "falsa bandeira"

domingo, 25 de abril de 2010

Excelente vídeo legendado em espanhol que mostra as armações chamadas de "falsa bandeira" perpetradas pelo Estado contra a Sociedade dentro de uma perspectiva histórica, tal como o 11 de setembro, o ataque ao WTC de 1995, guerra do Vietnam, 1ª e 2ª guerra mundial, o incêndio de Roma por Nero, etc.

Filme - Cidade das Sombras

sábado, 24 de abril de 2010

Pessoal,

Esse filme é uma aula sobre o intento, uma metáfora do despertar e possui dicas veladas sobre os predadores e o movimento da energia no lado direito do corpo, segundo a tradição tolteca. Recomendo ver, e depois estarei destrinchando os arcanos de tal fime. Recomendo especial atenção ao conceito usando no filme de "sintonização".

Cidade das Sombras ou Dark City precede, anuncia e foi fonte inspiradora do famoso Matrix. Vários elementos foram quase que copiados, clonados. Para quem for comparar essa conclusão é inevitável. A cena da banheira, o hotel, o controle da realidade pela vontade, o implante de memória que vemos em Dark City tem seu correspondente em Matrix. E muitas outras cenas se parecem, quase se sobrepõem.

Cidades das Sombras para quem trilha o caminho do guerreiro tolteca faz alusões a arte do intentar, do manipular a chamada realidade pela Vontade. Sintonizar, termo do filme, é sinônimo para intentar. Também faz alusão aos predadores, chamados no filme de Estranhos. Fala ainda da realidade ordinária como uma espiral repetitiva, movimento energético típico do lado direito do corpo, segundo a linhagem de Carlos Castaneda. O próprio nome do filme, Cidade das Sombras, é uma alusão direta aos predadores, chamados por Castaneda em O Lado Ativo do Infinito de "sombras de lama". Para quem já viu tais seres inorgânicos verá como tal definição é acertada.

Cidade das Sombras, junto com 13º andar, é com certeza a fonte inspiradora de Matrix, num outro post disponibilizaremos o 13º andar, que fala mais sobre a arte do sonhar, e assim como Dark City, emprestando sua estética a Matrix.

seta3.gif (99 bytes) Ficha Técnica
Título Original: Dark City
Gênero: Ficção Científica
Tempo de Duração: 101 minutos
Ano de Lançamento (EUA):
1998
Site Oficial: www.darkcity.com
Estúdio: New Line Cinema
Distribuição: New Line Cinema
Direção: Alex Proyas
Roteiro: Alex Proyas, Lem Dobbs e David S. Goyer, baseado em estória de Alex Proyas
Produção: Andrew Mason e Alex Proyas
Música: Trevor Jones
Direção de Fotografia: Dariusz Wolski
Desenho de Produção: George Liddle e Patrick Tatopoulos
Direção de Arte: Richard Hobbs e Michelle McGahey
Figurino: Liz Keogh
Edição: Dov Hoenig
Efeitos Especiais: DFILM Services


seta3.gif (99 bytes) Elenco
Rufus Sewell (John Murdoch)
Kiefer Sutherland (Dr. Daniel Paul Schreber)
Jennifer Connely (Emma Murdoch)
Richard O'Brien (Sr. Hand)
Ian Richardson (Sr. Book)
William Hurt (Inspetor Frank Bumstead)
Colin Friels (Eddie Walenski)
Frank Gallacher (Stromboli)
Bruce Spence (Sr. Wall)
Melissa George (May)
John Bluthal (Karl Harris)



Sinopse
Em uma cidade em que é sempre noite, John Murdoch (Rufus Sewell) acorda sozinho em um hotel, para descobrir que perdeu sua memória e é o principal suspeito de ser o autor de brutais e bizarros assassinatos. Ele passa então a ser implacavelmente perseguido por um inspetor (William Hurt), ao mesmo tempo em que conta com a ajuda do Dr. Pehreber (Kiefer Sutherland) para compreender o que está acontecendo.


Download do filme via Torrent AQUI. Ou AQUI!

Download da legenda AQUI.

Intentar e espreitar

sexta-feira, 23 de abril de 2010

- A intensidade, sendo um aspecto do intento, está co­nectada naturalmente ao brilho dos olhos dos feiticeiros. Para relembrar essas ilhas isoladas de percepção, os feiticeiros ne­cessitam apenas intentar o brilho particular de seus olhos associados com a localização à qual desejem regressar. Mas já ex­pliquei isso.


Devo ter parecido perplexo, Don Juan olhou-me com uma expressão séria. Abri minha boca duas ou três vezes para fazer perguntas, mas não consegui formular meus pensamentos.


— Porque a sua taxa de intensidade é maior do que o nor­mal — disse Don Juan —, em poucas horas um feiticeiro pode viver o equivalente a uma vida normal inteira. Seu ponto de aglutinação, mudando para uma posição não familiar, absorve mais energia do que o normal. Esse fluxo extra de energia é cha­mado intensidade.


Compreendi aquilo com perfeita clareza, e minha racio­nalidade titubeou sob o impacto da tremenda implicação. Don Juan fixou-me com seu olhar e então preveniu-me para me cui­dar de uma reação que afligia tipicamente os feiticeiros: um de­sejo frustrante de explicar a experiência da feitiçaria em termos coerentes, bem raciocinados.


— A experiência dos feiticeiros é tão bizarra — continuou Don Juan — que os feiticeiros a consideram um exercício inte­lectual, e usam-na para espreitar-se. Seu trunfo como esprei­tadores, entretanto, é que permanecem agudamente conscientes de que são os perceptores de que a percepção tem mais possi­bilidades do que a mente pode conceber.


Como único comentário, exprimi minha apreensão sobre as possibilidades bizarras da consciência humana.


— Para proteger-se daquela imensidade — disse Don Juan — os feiticeiros aprendem a manter uma mistura perfeita de implacabilidade, astúcia, paciência e doçura. Essas quatro bases estão inexplicavelmente interligadas. Os feiticeiros cultivam-nas intentando-as. Essas bases são, naturalmente, posições do ponto de aglutinação.


Continuou dizendo que qualquer ato executado por qual­quer feiticeiro era por definição governado por esses quatro princípios. Assim falando propriamente, cada ação de cada fei­ticeiro é deliberada em pensamento e realização, e tem a mis­tura específica dos quatro fundamentos da espreita.


— Os feiticeiros usam as quatro disposições da espreita como guias — continuou. — Trata-se de quatro estruturas men­tais diferentes, quatro mesclas distintas de intensidade que os feiticeiros podem usar para induzir seus pontos de aglutinação a se moverem a posições específicas.


Subitamente, Don Juan pareceu aborrecido. Perguntei-lhe se era a minha insistência em especular o que o preocupava.


— Estou apenas considerando como nossa racionalidade nos coloca entre uma pedra e um lugar rijo — retrucou. — Nossa tendência é ponderar, questionar, esclarecer. E não há como fazer isso na disciplina da feitiçaria. Ela é o ato de atin­gir o lugar do conhecimento silencioso, e o conhecimento si­lencioso não pode ser raciocinado. Pode ser apenas experi­mentado.


Ele sorriu, seus olhos brilhando como dois pontos de luz. Disse que os feiticeiros, num esforço para se protegerem do avassalador efeito do conhecimento silencioso, desenvolveram a arte de espreitar. A espreita move o ponto de aglutinação di­minuta mas firmemente, propiciando, desse modo, tempo aos feiticeiros e, portanto, a possibilidade de se escorarem.


— Na arte de espreitar — continuou Don Juan — há uma técnica que os feiticeiros usam muito: loucura controlada. Se­gundo eles, a loucura controlada é a única maneira que têm de lidar consigo mesmos, em seu estado de consciência e percep­ção expandidas, e com todos e tudo no mundo dos afazeres diários.


Don Juan explicou a loucura controlada como a arte do engano controlado ou a arte de fingir estar profundamente imerso na ação — fingindo tão bem que ninguém pudesse distingui-lo da coisa real. A loucura controlada não é um en­gano direto, mas um modo sofisticado, artístico, de estar se­parado de tudo permanecendo ao mesmo tempo uma parte de tudo.


— A loucura controlada é uma arte — continuou Don Juan. — Uma arte que causa muitas preocupações, e muito di­fícil para se aprender. Muitos feiticeiros não suportam isso, não porque haja alguma coisa inerentemente errada com a arte, mas porque é preciso muita energia para exercê-la.


O Poder do Silêncio, de Carlos Castaneda

Intento, Alex Collier, HAARP, Salto Planetário

quarta-feira, 21 de abril de 2010

O Intento é a arte de "sentir o sentimento", por completo, daquilo que desejamos como se já fora - F.A.


http://www.bibliotecapleyades.net/andromeda/andromedacom_sp01b.htm#Intención como Fuerza Original de Creación

Parte do texto contido no link acima e traduzido livremente do espanhol. Tal texto faz parte do livro de Alex Collier chamado Defendendo a Terra Sagrada, de 1995.

O Intento como a Força da Criação

Gostaríamos de compartilhar com vocês a idéia de que a intenção é a força original da criação. É o Ser cuja intenção e desejo de explorar e expandir-se, de forma tão aberta quanto possível, o que cria toda a matéria física em todas as dimensões. Isto é o que tornou possível para nós também explorar aos nossos próprios seres para que possamos nos auto-realizar.

Portanto, saibam isso - o primeiro material da criação é o elétron. É a ferramenta para construir sobre a criação da realidade física. Agora, vamos olhar para você - o ser humano. Olhe no espelho. Sua fisicalidade é composto de átomos que formam moléculas, que se tornam células.

Você é uma sinfonia de elétrons, os átomos e as moléculas de intenções. Todos vocês são um complexo de tentativas ou desejos. Muitos de vocês dão voltas e pedem um milagre, quando, na verdade, vocês estão pedindo para si mesmos (nós somos o milagre). Do começo ao fim, a matéria física é uma rede de intento. O Ser, então, tece a consciência à matéria, e o que obtemos é a vida. O que você vê e experimenta apenas a menor parte de você.

A expressão externa de um evento interno. O padrão para a sua forma humana é criado no Espírito, e o corpo é composto de uma coleção de intentos, cada uma com uma função específica, todos interconectados para o sustento da sua humanidade. "

(...)

Perguntas e Respostas

A quarentena ao redor de nosso sistema solar foi rompida, e há escaramuças ocorrendo por todos os lados. As coisas estão se intensificando. Os "regressivos" estão reagindo porque seu medo vem da pressão exercida pelo aumento da vibração, eles estão se sentindo comprimidos (Los regresivos están reaccionando porque su miedo está comprimiéndose, como su densidad se está comprimiendo.). Todas as suas emoções estão refletindo-se neles. Nós também estamos passando pelo mesmo na Terra. Muitas pessoas estão se sentindo nervosas, ansiosas, apreensivas.

É a energia que está comprimindo a si mesma. Se você tem energia reprimida dentro de você, essa energia vai reagir e sair de dentro de você (Si usted es restrictivo dentro de usted con la energía, va reaccionar y salir de usted, y usted va a estallar). A Terra vai estar fazendo isto. Quando acontecerem terremotos reais (não aqueles provocados artificialmente pelo HAARP), a Terra inteira ficará estremecida - e isto vai acontecer. Isto ocorre porque a Terra está liberando a negatividade na qual está presa. A Terra não pode trazer consigo para a 5ª densidade as baixas frequencias, assim é que vai libertar-se de tais frequencias. É material que nós mesmos produzimos.

A Terra está refletindo nosso próprio material. Eu quero dar ênfase a isto, considerem bem isto, por favor, não se voltem um contra o outro. Quando os alienígenas vierem aqui (abertamente), tudo o que temos é uns aos outros. Quando um grupo alienígena vier aqui e dizer "que os brancos são a raça governante", e outro grupo alienígena vem e diz "os negros são a raça governante", e outro grupo alienígena diz "os amarelos são a raça governante", a realidade é que todos esses alienígenas estão cheios de besteiras.

Somos uma raça de seres vivendo num planeta. Nós somos uma raça, independente da cor de nossa pele. Este é o único planeta de nossa galáxia onde todas as raças vivem juntas. Assim é, e eles nos controlam porque estamos lutando uns contra os outros. Estamos sendo enganados. Não podemos nos voltar uns contra os outros, pois só temos a nós mesmos.

Quando os Andromedanos vem aqui, eles não olham para as pessoas a partir da cor de suas peles, como raças diferentes. Eles nos vêem por inteiro como uma única raça. Eles tem razão para fazê-lo. Por outro lado, que diferença faz se nos matamos uns aos outros?

Pergunta: O dispositivo HAARP é controlado por ETs regressivos?

Alex Collier: Boa pergunta. Do que eu sei, a maioria das modificações no tempo está sendo feita atualmente por humanos na Lua.

O dispositivo HAARP tem efeitos que são derivações de seu propósito real - um escudo eletromagnético ao redor da Terra para que nada possa entrar - eles estão muito interessados sobre a invasão que está para acontecer. Interessantemente, os pleiadianos disseram a Billy Meier que por volta de 2008, o governo americano faria algo que ativaria a ionosfera.

Eles estão colocando bilhões de watts na ionosfera exterior. Esta tecnologia, certamente é capaz de fazê-lo, porém a razão é criar um escudo ao redor do planeta. Eu sinto compaixão pelas pessoas no Exército e na NSA desde 1950, que se envolveram nisto - eles se colocaram totalmente nisto.

Não importa o que passe. Quando as pessoas se derem conta como foram enganadas, o único lugar que terão para ir é a Lua. Porém uma vez que eles cheguem lá terão que lidar com seus irmãos regressivos, que os comerão para almoço. Eles mesmos terão buscado isso.

Um discurso genial



Durante debate ocorrido no mês de Novembro/2000, em uma Universidade, nos Estados Unidos, o ex-governador do Distrito Federal, Cristovam Buarque (PT), foi questionado sobre o que pensava da internacionalização da Amazônia. O jovem introduziu sua pergunta dizendo que esperava a resposta de um humanista e não de um brasileiro. Segundo Cristovam, foi a primeira vez que um debatedor determinou a ótica humanista como o ponto de partida para a sua resposta:

"De fato, como brasileiro eu simplesmente falaria contra a internacionalização da Amazônia. Por mais que nossos governos não tenham o devido cuidado com esse patrimônio, ele é nosso. Como humanista, sentindo e risco da degradação ambiental que sofre a Amazônia, posso imaginar a sua internacionalização, como também de tudo o mais que tem importância para a Humanidade. Se a Amazônia, sob uma ótica humanista, deve ser internacionalizada, internacionalizemos também as reservas de petróleo do mundo inteiro. O petróleo é tão importante para o bem-estar da humanidade quanto a Amazônia para o nosso futuro. Apesar disso, os donos das reservas sentem-se no direito de aumentar ou diminuir a extração de petróleo e subir ou não o seu preço. Da mesma forma, o capital financeiro dos países ricos deveria ser internacionalizado

Se a Amazônia é uma reserva para todos os seres humanos, ela não pode ser queimada pela vontade de um dono, ou de um país. Queimar a Amazônia é tão grave quanto o desemprego provocado pelas decisões arbitrárias dos especuladores globais. Não podemos deixar que as reservas financeiras sirvam para queimar países inteiros na volúpia da especulação. Antes mesmo da Amazônia, eu gostaria de ver a internacionalização de todos os grandes museus do mundo. O Louvre não deve pertencer apenas à França. Cada museu do mundo é guardião das mais belas peças produzidas pelo gênio humano. Não se pode deixar esse patrimônio cultural, como o patrimônio natural amazônico, seja manipulado e destruído pelo gosto de um proprietário ou de um país.

Não faz muito, um milionário japonês, decidiu enterrar com ele um quadro de um grande mestre. Antes disso, aquele quadro deveria ter sido internacionalizado. Durante este encontro, as Nações Unidas estão realizando o Fórum do Milênio, mas alguns presidentes de países tiveram dificuldades em comparecer por constrangimentos na fronteira dos EUA. Por isso, eu acho que Nova York, como sede das Nações Unidas, deve ser internacionalizada. Pelo menos Manhattan deveria pertencer a toda a Humanidade. Assim como Paris, Veneza, Roma, Londres, Rio de Janeiro, Brasília, Recife, cada cidade, com sua beleza específica, sua história do mundo, deveriam pertencer ao mundo inteiro. Se os EUA querem internacionalizar a Amazônia, pelo risco de deixá-la nas mãos de brasileiros, internacionalizemos todos os arsenais nucleares dos EUA. Até porque eles já demonstraram que são capazes de usar essas armas, provocando uma destruição milhares de vezes maior do que as lamentáveis queimadas feitas nas florestas do Brasil. Nos seus debates, os atuais candidatos à presidência dos EUA têm defendido a idéia de internacionalizar as reservas florestais do mundo em troca da dívida.

Comecemos usando essa dívida para garantir que cada criança do mundo tenha possibilidade de ir à escola. Internacionalizemos as crianças tratando-as, todas elas, não importando o país onde nasceram, como patrimônio que merece cuidados do mundo inteiro. Ainda mais do que merece a Amazônia. Quando os dirigentes tratarem as crianças pobres do mundo como um patrimônio da Humanidade, eles não deixarão que elas trabalhem quando deveriam estudar; que morram quando deveriam viver. Como humanista, aceito defender a internacionalização do mundo. Mas, enquanto o mundo me tratar como brasileiro, lutarei para que a Amazônia seja nossa. Só nossa."

Império Invisível ou por que a NOM não é mera teoria da conspiração

terça-feira, 20 de abril de 2010

Novo documentário produzido por Alex Jones e Jason Bermas que aborda com provas, exaustivamente, a Nova Ordem Mundial.

A NOM não é mera viagem alucinógena de paranóicos que substituíram o ácido do medo, incutido via TV, pela droga auto-centrada do próprio ego.

"Alienatis" de todo o mundo, despertai!

Esse despertar é fundamental, pois se trata de dois movimentos, dentro do processo dialético da consciência que se exercita entre o sonho e a espreita.

O primeiro movimento é o despertar interior, que implica em perceber o enorme poder que temos para criar a nossa própria realidade.

O segundo movimento é o despertar exterior, que significa que estamos passando por um processo intenso de mudanças globais e há grupos específicos que não querem perder o controle do rebanho. Esses grupos específicos são por sua vez o braço tridimensional de outras forças além do campo da realidade ordinária. Aqui trata-se de dizer NÃO aos controladores, de dizer que nós não honramos acordos dos quais não participamos. Esse NÃO não é confrontação, é uma batalha sutil através da ação, da consciência e da informação. Informação é luz, informar é formar a partir de dentro, com base num evento externo. Assim realizamos esse movimento dialético de despertar através de nossas relações com os outros e com nós mesmos. Cada um de nós possui uma peça do quebra-cabeças fantástico que são as possibilidades incríveis que se avizinham.

Por enquanto temos até a 3ª parte de Império Invisível, em espanhol - F.A.







Entrevista Jason Bermas por Alex Jones



OMS admite falhas com relação à pandemia de gripe

segunda-feira, 19 de abril de 2010

E ainda tem gente tomando...vacina. Porque os responsáveis pela Organização Mundial dos Safados não pedem demissão? Claro que não o farão, são um bando de safados serviçais das indústrias farmacêuticas! Um "erro" desses é uma coisa tão monumental, tão estúpida, que custou e custará tantas vidas e tanto esforço, que é preciso ir além da mera desculpa esfarrapada e revelar por inteiro a ligação nefanda, nefasta da OMS com o complexo militar-farmacológico - F.A.

12/04 - 15:47 - Reuters


Por Stephanie Nebehay GENEBRA (Reuters)

- A Organização Mundial da Saúde (OMS) reconheceu na segunda-feira ter falhado ao lidar com a pandemia da gripe H1N1, incluindo o fato de não ter comunicado as incertezas sobre o novo vírus à medida em que ele se disseminava pelo mundo.

Keiji Fukuda, o principal especialistas da OMS em influenza, afirmou que o sistema de seis fases da agência da Organização das Nações Unidas (ONU) para declarar uma pandemia provocou confusão sobre o vírus da gripe, conhecida como suína, que por fim não era tão mortal como a amplamente temida influenza aviária.

"A realidade é que há uma enorme quantia de incerteza (numa pandemia). Acho que não transmitimos a ideia de incerteza. Isso foi interpretado por muitos como um processo não transparente", afirmou Fukuda.

Ele falou em um encontro de três dias com 29 especialistas em gripe convocados para revisar a condução pela OMS da primeira pandemia de influenza em 40 anos.

Os críticos afirmam que a OMS criou pânico com o vírus da gripe H1N1, que acabou sendo de efeito moderado, e levou os governos a estocarem vacinas que não foram usadas.

Alguns questionaram as relações da agência com a indústria farmacêutica, depois dos lucros de empresas como GlaxoSmithKline e Sanofi-Aventis com a produção da vacina do H1N1.

A delegação do Quênia criticou a agência da ONU por não garantir que os países em desenvolvimento recebessem uma quantia justa das vacinas desenvolvidas contra o vírus.

"Não é justo ter vacinas e medicamentos novos e depois eles serem tão caros que a maioria das pessoas pobres nos países em desenvolvimento não pode ter acesso a eles", disse o representante do Quênia. "Essa não é uma situação que deveria ser tolerada."

Até agora, 31 países mais pobres, incluindo Afeganistão, Cuba, Quênia e Mianmar, receberam suprimentos limitados da vacina doados por laboratórios farmacêuticos e por países do Ocidente, via OMS.

A delegação da Índia sugeriu que, no caso de emergência em saúde pública, as patentes de drogas vitais deveriam ser suspensas em linha com o acordo Trips, da Organização Mundial do Comércio, sobre propriedade intelectual.

O H1N1, que surgiu nos EUA e no México há quase um ano, matou 17.770 pessoas em 213 países, de acordo com a OMS, que declarou a existência de uma pandemia em junho.

A OMS precisará de mais um ano ou dois depois de a pandemia ser declarada encerrada a fim de determinar a taxa de mortalidade final do vírus, que deve ser muito mais alta. Oficialmente, a pandemia ainda está acontecendo.

O Banco Mundial estimou que os países gastaram 4 bilhões de dólares no desenvolvimento de planos de prontidão para a pandemia e de resposta aos surtos, de acordo com a delegação norte-americana.

"O influenza é um oponente imprevisível e formidável. A ameaça de uma pandemia severa não diminuiu" , disse o delegado dos EUA.

O vírus da gripe aviária (H5N1) - que matou 60 por cento dos infectados desde 2003 - "injetou um alto nível de temor sobre a pandemia seguinte", afirmou Fukuda.

Foi difícil cumprir as demandas públicas por aconselhamento na medida em que o vírus H1N1 espalhou-se rapidamente pelas fronteiras e os blogs geraram especulação e críticas, de acordo com a autoridade da OMS.

http://ultimosegundo.ig.com.br/mundo/2010/04/12/oms+admite+falhas+com+relacao+a+pandemia+de+gripe+9455986.html

Alex Collier em Conferência de 2010 - Transformação Planetária - 3ª, 4ª e 5ª parte

domingo, 18 de abril de 2010





Alex Collier em Conferência de 2010 - Transformação Planetária - 1ª e 2ª parte

sexta-feira, 16 de abril de 2010



Você cria a sua realidade ou o 1º cerne abstrato: as manifestações do espírito

quinta-feira, 15 de abril de 2010

Você cria a sua própria realidade e ao mesmo tempo é recriado por ela. Nesse pequeno discurso do físico Nassim Hareimein voltado para a sincronicidade, ele toca no conceito abordado em suas palestras sobre o Vácuo e sua estrutura. Nessa pequena fala ela comenta sobre o Vácuo como uma força inteligente e consciente. Isso vai parece o discurso de um "esquisotérico", mas não é. É preciso antes conhecer o trabalho deste físico já apresentado aqui em outros posts. O "mestre Google" também poderá orientá-los sobre o trabalho de Nassim. Para aqueles que se interessam pelo Caminho do Guerreiro, poderão notar uma relação entre o Vácuo e a idéia de Intento. Relações também pode ser percebidas com o conceito budista de Vazio ou Shunyata.



— A primeira história de feitiçaria que vou lhe contar é chamada “As manifestações do espírito” — começou Don Juan —, mas não deixe que o título o mistifique. As manifestações do espírito são apenas o primeiro cerne abstrato ao redor do qual a primeira história de feitiçaria está construída.

“Esse primeiro cerne abstrato é uma história em si mesma. A história diz que tempos atrás houve um homem, um homem comum sem quaisquer atributos especiais. Era, como todos os demais, um conduto para o espírito. E em virtude disso, como todos os demais, era parte do espírito, parte do abstrato. Mas não sabia disso. O mundo mantinha-o tão ocupado que ele real­mente não tinha o tempo nem a inclinação para examinar o as­sunto.

“O espírito tentou, sem sucesso, revelar sua conexão. Usando uma voz interior, o espírito revelou seus segredos, mas o homem era incapaz de compreender as revelações. Natural­mente, ouvia a voz interior, mas acreditava que fossem seus pró­prios sentimentos que estava sentindo e seus próprios pensamentos que estava pensando.

“O espírito, para sacudi-lo de sua modorra, deu-lhe três sinais, três manifestações sucessivas. O espírito cruzou fisica­mente o caminho do homem da maneira mais óbvia. Mas o ho­mem estava alheio a qualquer coisa a não ser a preocupação consigo mesmo.

Don Juan parou e olhou para mim, como fazia sempre que estava à espera de meus comentários e perguntas. Eu não tinha nada a dizer. Não compreendia o ponto que estava tentando demonstrar.

— Acabei de contar-lhe o primeiro cerne abstrato — con­tinuou. — A única outra coisa que poderia acrescentar é que por causa da absoluta relutância do homem em compreender, o espírito foi forçado a usar de artimanhas. E as artimanhas tornaram-se a essência do caminho dos feiticeiros. Mas isso é outra história.

Don Juan explicou que os feiticeiros compreendiam este cerne abstrato como uma planta dos acontecimentos, ou um padrão recorrente que aparecia todas as vezes em que o intento estivesse dando uma indicação de algo significativo. Cernes abs­tratos, assim, eram plantas de cadeias completas de eventos.

Assegurou-me que, por meios além da compreensão, cada detalhe de cada cerne abstrato recorria para cada aprendiz de nagual. Assegurou-me, mais, que havia ajudado o intento a envolver-me em todos os cernes abstratos da feitiçaria da mesma maneira como seu benfeitor, o nagual Julian, e todos os naguais antes dele haviam envolvido seus aprendizes. O processo pelo qual cada aprendiz de nagual encontrava os cernes abstratos criava uma série de histórias tecidas ao redor desses cernes abs­tratos, incorporando os detalhes particulares da personalidade de cada aprendiz e das circunstâncias.

Falou, por exemplo, que eu tinha minha própria história sobre as manifestações do espírito, ele tinha a dele, seu benfei­tor tinha suas próprias, assim como o nagual que o precedera, e assim por diante.

— Qual é a minha história sobre as manifestações do es­pírito? — perguntei, algo incrédulo.

— Se algum guerreiro está consciente de suas histórias, é você — replicou ele. — Afinal, você tem escrito a respeito de­las durante anos. Mas não percebeu os cernes abstratos por­que é um homem prático. Você faz tudo apenas com o propósito de aumentar sua praticabilidade. Embora tenha manipulado suas histórias à exaustão, não fazia idéia de que havia um cerne abstrato nelas. Tudo o que fiz lhe parece, portanto, como uma atividade prática freqüentemente extravagante: ensinar feitiçaria a um aprendiz relutante e, na maior parte do tempo, estúpido. Enquanto os vê nesses termos, os cernes abstratos irão escapar-lhe.

— Deve perdoar-me, Don Juan, mas suas afirmações são muito confusas. O que está dizendo?

— Estou tentando introduzir as histórias de feitiçaria como tema — replicou. — Nunca falei a você de modo especí­fico sobre esse tópico porque tradicionalmente é deixado oculto. É o último artifício do espírito. Disse que quando o aprendiz compreende os cernes abstratos é como colocar a pedra que en­cima e sela uma pirâmide.

A mente cria a realidade: efeito placebo

O estudo que se segue é de extremo interesse, pois revela o poder da mente humana sob o disfarce do chamado efeito placebo. O efeito não é do placebo. O efeito é uma decorrência do enorme poder que há na mente humana. Mas o termo placebo esconde esse poder. Efeito placebo é apenas uma forma de classificar um fenômeno para se desclassificar sua fonte, sua origem. Placebo virou sinônimo de "sem efeito", quando o efeito curador que resulta da mente que acredita no placebo é que deve ser mais valorizado. São consequências da ideologia materialista fomentada pelas escolas de medicina que produzem os operários especializados das indústrias farmacêuticas - F.A.

Quando um medicamento é receitado ou administrado a um paciente, ele pode ter vários efeitos. Alguns deles dependem diretamente do medicamento, ou seja, de sua ação farmacológica. Existe, porém, um outro efeito, que não está vinculado à farmacologia do medicamento, e que também pode aparecer quando se administra uma substância farmacologicamente inativa. É o que denominamos "efeito placebo". É um dos fenômenos mais comuns observados na medicina, mas também um dos mais misteriosos.

O efeito placebo é poderoso. Em um estudo realizado na Universidade de Harvard, testou-se sua eficácia em uma ampla gama de distúrbios, incluindo dor, hipertensão arterial e asma. O resultado foi impressionante: cerca de 30 a 40% dos pacientes obtiveram alívio pelo uso de placebo!

Além disso, ele não se limita a medicamentos, mas pode aparecer em qualquer procedimento médico. Em uma pesquisa sobre o valor da cirurgia de ligação de uma artéria no tórax na angina de peito (dor provocada por isquemia cardíaca crônica), o placebo consistia apenas em anestesiar o paciente e cortar a pele. Pois bem: os pacientes operados ficticiamente tiveram 80% de melhora. Os que foram operados de verdade tiveram apenas 40%. Em outras palavras: o placebo funcionou melhor que a cirurgia.

O que é o efeito placebo? Como ele pode ser explicado?

Neste artigo vamos examinar as bases neurobiológicas do efeito placebo, de acordo com as hipóteses mais recentes. Estudando e compreendendo melhor o efeito placebo e seu lugar na medicina tem grande importância para o próprio ato terapêutico, além de ter grandes repercussões éticas na prática e na pesquisa médica. Vamos concentrar nossas explicações sobre um tipo específico de placebo, que é o agente farmacológico (medicamento). Mas os princípios discutidos podem ser generalizados para qualquer tipo de placebo.


O que é o efeito placebo?

A palavra placebo deriva do latim, do verbo "placere", que significa "agradar". Uma boa definição é a seguinte:
"Placebo é qualquer tratamento que não tem ação específica nos sintomas ou doenças do paciente, mas que, de qualquer forma, pode causar um efeito no paciente."
Note bem a diferença: placebo é o tratamento inócuo. Efeito placebo é quando se obtém um resultado a partir da administração de um placebo.

O conhecimento sobre o efeito placebo ampliou-se muito com a necessidade da medicina realizar ensaios clínicos controlados, que são uma metodologia científica muito utilizada para determinar a eficácia terapêutica de novos fármacos.

Nestes ensaios administra-se obrigatoriamente um placebo a um grupo controle de pacientes, e depois se compara os resultados com os obtidos no grupo que recebe a medicação ativa, cuja ação se pretende demonstrar. Quanto maior a diferença nos resultados entre o segundo e o primeiro grupos, maior a eficácia farmacológica da substância em estudo.

Os médicos logo notaram nestes estudos que os placebos tinham muito mais efeitos sobre a doença estudada do que podia se esperar. Em alguns casos, os efeitos colaterais (indesejados) dos placebos chegavam a ultrapassar os do medicamento ativo...

Em conseqüência, houve um aumento grande nas pesquisas científicas com a finalidade de esclarecer melhor o que é esse efeito, porque ocorre, qual a sua base fisiológica, etc.

Como o efeito placebo pode ser real, ou seja, provocar mudanças benéficas no paciente, ele pode ser útil na prática clínica. Isso é inclusive permitido pelo código de ética médica.


Tipos de placebos

Os placebos são classificados em dois tipos: inertes e ativos.

Placebos inertes - são aqueles realmente desprovidos de qualquer ação farmacológica, cirúrgica, etc.

Placebos ativos - são os que têm ação própria, embora, às vezes, não específica para a doença para a qual estão sendo administrados.

Diz-se que os placebos têm efeito positivo quando o paciente relata alguma melhora e efeito negativo quando eles relatam que houve piora ou surgimento de algum efeito colateral desagradável (neste caso o placebo é chamado de nocebo, palavra que deriva do latim nocere, ou provocar dano).

Uma conclusão interessante é a seguinte: toda medicação administrada, além do seu efeito real farmacológico, tem também um efeito placebo, e eles dificilmente podem ser separados um do outro.


O que causa o efeito placebo?

Surge então a pergunta: se o efeito placebo não deriva de uma ação provocada no organismo do paciente, de onde vem ele?

A ciência médica ainda não explicou completamente qual a causa (ou causas) do efeito placebo. Mas, ao que parece, ele resultaria da espera do efeito por parte do paciente.

Como se explica isso? Existem diversas teorias, decorrentes de diversas escolas da psicologia. A que adotaremos aqui, e que parece ser uma das mais prováveis, é a do reflexo condicionado. Você deve se lembrar dele: foi descoberto por um fisiologista russo chamado Ivan Pavlov no final do século passado, que ganhou o primeiro prêmio Nobel de Medicina, em 1902. Ele é conhecido popularmente pelo famoso experimento do cão que salivava ao ouvir um sino.

A idéia geral é que o efeito placebo surge como um reflexo condicionado involuntário por parte do organismo do paciente. A seguir veremos como isso acontece.

Reflexos Condicionados

Segundo a teoria de Pavlov, podemos compreender o funcionamento do sistema nervoso como dependente de reflexos, ou seja, respostas a estímulos provenientes do meio externo ou do interno. Um estimulo sensorial, venha de dentro ou de fora do organismo, atinge um receptor e provoca modificação das condições orgânicas e, em conseqüência, uma resposta que pode ser motora, secretora ou vegetativa.

Existem dois tipos de reflexos: condicionados e incondicionados.

Os reflexos incondicionados são aqueles com os quais os animais nascem, adquiridos ao longo da evolução de sua espécie, ou filogênese. Por exemplo, se colocarmos comida na boca de um cão, ele começa a salivar. Isso está determinado dentro do seu próprio sistema nervoso.

Os reflexos condicionados são aqueles que os animais adquirem durante suas vidas, ou ontogênese. Eles são um dos tipos de aprendizado de que o sistema nervoso é capaz. À medida que determinados estímulos ambientais vão agindo sobre eles, formam respostas condicionadas a esses estímulos. Logicamente, para que essas respostas condicionadas surjam, elas têm que se basear em respostas incondicionadas. No experimento clássico de Pavlov, tocar o sino não causava nenhuma salivação no cão, mas depois dele apresentar o sino repetidamente em conjunto com o estímulo incondicionado (a comida), o cão começou a salivar em resposta ao sino, apenas.

Pavlov definiu o reflexo condicionado como:

"uma conexão nervosa temporária entre um dos inumeráveis fatores do ambiente e uma atividade bem determinada do organismo."
Ou seja, o reflexo é uma conexão temporária entre um estímulo qualquer do meio ambiente e um reflexo incondicionado do organismo, que passará, assim, a ser condicionado, despertado por aquele estímulo ambiental, até então previamente indiferente.

Modificando a Reação à Medicamentos Pelo Condicionamento

Este é um tópico importante para podermos entender o efeito placebo. Vamos entendê-lo através de um experimento simples:

Ilustração: Renato M. E. Sabbatini

Após fazer soar um estímulo sonoro, aplica-se, em um cão, uma injeção de acetilcolina. Em resposta à acetilcolina o cão tem hipotensão (queda da pressão arterial). Se, depois de diversas combinações do som com a injeção, substituirmos a acetilcolina por adrenalina, o cão continuará a ter hipotensão. Deveria ter hipertensão (aumento da pressão arterial), portanto o condicionamento mudou completamente a resposta ao segundo agente. A ação farmacológica da adrenalina foi anulada. Seria de se esperar que o cão, ao recebê-la, tivesse aumento da pressão arterial; mas como está recebendo aquela injeção temporalmente associada ao estímulo sonoro, que para ele é sinal de hipotensão, sua pressão continua a baixar. O organismo do cão ignora o efeito farmacológico da adrenalina e obedece ao sinal de hipotensão, registrado no sistema nervoso central.

Fato muito importante é que diversos estímulos ambientais podem conjugar-se entre si, formando uma verdadeira cadeia, e qualquer desses estímulos pode agir como sinal e por em marcha o reflexo condicionado. Outros estímulos do ambiente podem apresentar o mesmo efeito, como, por exemplo, a entrada na sala onde a experiência se realiza, a visão do experimentador, a audição de sua voz (mesmo fora da sala), etc

Reflexos e Linguagem em Seres Humanos

E no ser humano, o que aconteceria? A mesma coisa. Existem diversas experiências mostrando que o homem tem suas funções tão condicionáveis quanto as dos animais. Por exemplo: doentes com dor intensa, provocada por uma doença chamada aracnoidite, que recebiam injeções endovenosas de novocaína (um anestésico), tinham alívio da dor e dormiam. Nesses mesmos doentes, depois de algum tempo, com a troca da injeção de novocaína por soro fisiológico (uma solução fraquinha de sal), continuavam a ocorrer alívio da dor e sono.

No homem existe ainda algo importante a ser considerado. Segundo Pavlov, nos animais existe apenas o que ele chamava de primeiro sistema de sinais da realidade. Trata-se dos sistemas do cérebro que recebem e analisam os estímulos que vêm de fora e de dentro do organismo (por exemplo, sons, luzes, nível de CO2 no sangue, movimentos intestinais, etc.).

No ser humano, além desse primeiro sistema de sinais, existe um segundo sistema, o da linguagem, que aumenta as possibilidades de condicionamento. Para o ser humano, a palavra pode ser um estímulo tão real, tão eficaz, tão capaz de nos mobilizar como qualquer estímulo concreto, e, às vezes, até mais. Além disso, o fato da palavra ser simbólica, ser uma abstração, permite que o estímulo condicionado seja generalizável.

Um exemplo?

Se condicionarmos um homem dando-lhe choques na mão após ouvir a palavra campainha, haverá reação de defesa com retirada da mão. Depois de algum tempo, ao ouvir a palavra campainha, em seu idioma natal ou em algum outro que ele entenda, assim como ao ver uma campainha, real ou em foto o homem terá a mesma reação de retirada da mão. Por quê? Porque o homem não foi condicionado a um conjunto de sons, como foi o caso do cão, e sim a uma abstração, a idéia da campainha.

Outro exemplo de experiência de condicionamento em seres humanos: dá-se choque na mão de um sujeito após ele ouvir a palavra caminho, provocando retirada da sua mão. Depois de algum tempo, ouvindo a palavra caminho, esta pessoa retira a mão, fazendo o mesmo, também, ao ouvir sinônimos: estrada, via, rota, etc.

O Efeito Placebo como Condicionamento

Chegamos, então, a uma explicação fisiológica bastante convincente sobre o efeito placebo: trata-se de um efeito orgânico causado no paciente pelo condicionamento pavloviano ao nível de estímulos abstratos e simbólicos.

Segundo essa explicação,

o que conta é a realidade presente no cérebro,

não a realidade farmacológica. A expectativa do sistema nervoso em relação aos efeitos de uma droga pode anular, reverter ou ampliar as reações farmacológicas desta droga. Pode também fazer com que substâncias inertes provoquem efeitos que delas não dependem.

Poderíamos então definir efeito placebo como o resultado terapeuticamente positivo (ou negativo) de expectativas implantadas no sistema nervoso dos pacientes por condicionamento decorrente do uso anterior de medicação, contatos com médicos e informações obtidas por leituras e comentários de outras pessoas.


Conclusões

Existem duas maneiras de encarar o efeito placebo:
  1. para quem faz pesquisa clinica, estuda um medicamento novo e quer determinar seu real valor, o efeito placebo é um estorvo: constitui um conjunto de efeitos não medicamentosos a serem eliminados, na medida do possível, com auxílio de técnicas de pesquisa;
  2. na prática médica, o efeito placebo pode ser útil, pois esses efeitos não medicamentosos podem ser benéficos ao paciente. A ação curativa de agentes terapêuticos específicos, farmacologicamente ativos, pode ser reforçada, por efeito placebo conseqüente às expectativas de cura, despertadas nos pacientes dentro do contexto de uma boa relação médico-paciente. Contrariamente, se não houver boa relação médico/paciente, pode ocorrer um efeito placebo negativo de tal monta que prejudique a adesão ao tratamento. O paciente simplesmente ignora a receita ou toma os medicamentos de maneira completamente diferente da que foi prescrita. Mesmo se chegar a tomá-los da maneira prescrita, vai exagerar todos os possíveis efeitos negativos e ignorar os efeitos positivos do tratamento.
Para terminar lembramos que alguns autores consideram que o efeito placebo tem o seu lado negro, pois as curas a ele devidas favorecem a perpetuação do uso de medicamentos e procedimentos terapêuticos ineficazes e irracionais, como os que acontecem na chamada "medicina alternativa"(???).

Os Autores

Júlio Rocha do Amaral, MD - Professor de farmacologia clínica, anatomia e fisiologia . Gerente Médico Científico da Merck S/A Indústrias Químicas. Redator de manuais didáticos sobre anatomia, fisiologia e farmacologia para uso da Merck. Supervisor de editoração das publicações científicas: Senecta, Galenus e Sinapse. Redator de protocolos e relatórios de pesquisas clínicas de produtos, a partir de 1978. Coordenador adjunto dos cursos de formação de especialistas em Oxidologia, promovidos pelo Instituto da Pessoa Humana (IPH) e Universidade do Grande Rio (UNIGRANRIO). Chefe do Serviço de Psiquiatria do Departamento de Neurociências do Instituto da Pessoa Humana (IPH). Co-autor do livro 'Princípios de Neurociências, entre outros. Email: julioamaral@olimpo.com.br


Renato M.E. Sabbatini, PhD. Doutorado em Neurofisiologia do Comportamento pela Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo. Pesquisador convidado do Instituto Max Planck de Psiquiatria, Munique, Alemanha. Professor Associado do Departamento de Genética Médica da Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Diretor associado do Núcleo de Informática Biomédica, Universidade Estadual de Campinas. Editor associado da revista Cérebro & Mente. Email: sabbatin@nib.unicamp.br


http://www.epub.org.br/cm/n09/mente/placebo1.htm

Vaticano: quando a emenda sai pior do que o soneto

quarta-feira, 14 de abril de 2010

Eis a fala recente do Cardeal Bertone, secretário de Estado da Santa Sé, sobre a pedofilia na Igreja.

"Demonstraram muitos psicólogos, muitos psiquiatras, que não há relação entre celibato e pedofilia, mas muitos demonstraram - e disseram isso recentemente - que há uma relação entre homossexualidade e pedofilia", afirmou Bertone. "Isso é verdade, este é o problema", disse, em declarações transmitidas pela Rádio Cooperativa. Ver a notícia completa AQUI.

Se não há relação entre pedofilia e celibato, mas sim entre pedofilia e homossexualidade, então temos na Igreja uma série de homossexuais pedófilos. Bem como heterossexuais pedófilos, o que faz a tese divulgada pelo Cardeal vir por terra.

Querendo desviar o foco da questão, eis a mesma questão posta de novo, e com mais lenha na fogueira, já que a homossexualidade na Igreja é um problema para a Igreja. O Cardeal deu um tiro no próprio pé.

Simples assim. O Cardeal se traiu nessa declaração. A homossexualidade em si não tem problema nenhum, mas a pedofilia, sim.

A Igreja então tem três problemas nessa questão:

1 - a pedofilia

2 - a pedofilia relacionada a homossexualidade, e como para a Igreja a homossexualidade é pecado, então o fato de termos padres pedófilos gays agrava a situação da Igreja perante a sociedade e a si mesma.

3 - um cardeal que inconscientemente revelou a contradição da sexualidade de seus padres que por não poderem sustentar com o mandamento de não fornicar, se reprimem sexualmente e geram uma série de problemas sexuais, legais, morais e espirituais para si mesmos e para a sociedade. A não expressão natural da sexualidade conduz a uma série de perversões da sexualidade humana. A pedofilia é um sintoma.

Todos sabem sobre a homossexualidade na Igreja. Não há problema nenhum na homossexualidade, fora o preconceito. Mas a Igreja condena a homossexualidade e ela sempre existiu dentro da Igreja. Isso é sabido, conhecido. Basta ver ou ler O Nome da Rosa, de Umberto Eco. O Cardeal Bertone acabou de condenar a si mesmo como representante dessa corporação religiosa que é a Igreja. A Igreja precisa se assumir e não mascarar o problema.

Como ela, a Igreja, perdeu o conhecimento para lidar com a sexualidade em harmonia com a espiritualidade vive esse inferno repressivo, de desencontros, crimes e escândalos.

Download do filme O Nome da Rosa: 1ª parte - 2ª parte - 3ª parte

Use o programa JDownloader para baixar as partes.