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segunda-feira, 20 de julho de 2026

A Revelação nunca será bem-vinda entre os ditos poderosos



"A revolução nunca será televisionada".

A revelação nunca se dará pelos canais oficiais do poder institucional.

Revelação é igual à verdade. 

Por que pessoas tidas como poderosas fariam revelações que colocariam seu poder em xeque?

Quem quer a verdade seja revelada, a quem ela interessa? 

De que verdade estamos falando? - diriam alguns. Da verdade que incomoda os ditos poderosos de plantão, que ameaçam o status quo e que mantém a humanidade escrava de uma agenda que lhe é estranha, alienígena na acepção da palavra.

Mas devemos dizer que de uma certa forma as pessoas em geral temem a verdade, amam a mentira e na maioria esmagadora dos casos escolhem a ilusão, postergando ou mascarando apenas a dor inevitável. Assim sendo vamos apresentar a resposta na forma de fábula, a face encantadora da Verdade, pois até mesmo os ditos poderosos quando querem produzem através do cinema, por exemplo, obras que apresentam algo sem que isso os comprometa, até por que a capacidade para perceber do público é bastante reduzida. como na cena emblemática do pianista cego do filme De Olhos Bem Fechados.

A fábula da verdade ou a verdade fabulosa ou quem quer a verdade nua e crua(?)

Allahur Akbar! Allahur Akbar! (Deus é grande! Deus é grande!).

Quando Deus criou a mulher criou também a fantasia. Um dia a Verdade resolveu visitar um grande palácio. E havia de ser o próprio palácio em que morava o sultão Harun Al-Raschid.

Envolta em lindas formas num véu claro e transparente, foi ela bater à porta do rico palácio em que vivia o glorioso senhor das terras mulçumanas. Ao ver aquela formosa mulher, quase nua, o chefe dos guardas perguntou-lhe:

- Quem és?

- Sou a Verdade! - respondeu ela, com voz firme. - Quero falar ao vosso amo e senhor, o sultão Harun Al-Raschid, o Cheique do Islã! O chefe dos guardas, zeloso da segurança do palácio, apressou-se em levar a nova ao grão-vizir:

- Senhor, - disse, inclinando-se humilde, - uma mulher desconhecida, quase nua, quer falar ao nosso soberano, o sultão Harun Al-Raschid, Príncipe dos Crentes.- Como se chama?

- Chama-se a Verdade!

- A Verdade! - exclamou o grão-vizir, subitamente assaltado de grande espanto. - A Verdade quer

penetrar neste palácio! Não! Nunca! Que seria de mim, que seria de todos nós, se a Verdade aqui entrasse? A perdição, a desgraça nossa! Dize-lhe que uma mulher nua, despudorada, não entra aqui!

Voltou o chefe dos guardas com o recado do grão-vizir e disse à Verdade:

- Não podes entrar, minha filha. A tua nudez iria ofender o nosso Califa. Com esses ares impúdicos não poderás ir à presença do Príncipe dos Crentes, o nosso glorioso sultão Harun Al-Raschid. Volta, pois, pelos caminhos de Allah! Vendo que não conseguiria realizar o seu intento, ficou muito triste a Verdade, e afastou-se lentamente do grande palácio do magnânimo sultão Harun Al-Raschid, cujas portas se lhe fecharam à diáfana formosura!

Mas...

Allahur Akbar! Allahur Akbar!

Quando Deus criou a mulher, criou também a Obstinação. E a Verdade continuou a alimentar o propósito de visitar um grande palácio. E havia de ser o próprio palácio em que morava o sultão Harun Al-Raschid...

Cobriu as peregrinas formas de um couro grosseiro como os que usam os pastores e foi novamente bater à porta do suntuoso palácio em que vivia o glorioso senhor das terras mulçumanas. Ao ver aquela formosa mulher grosseiramente vestida com peles, o chefe dos guardas perguntou-lhe:

- Quem és?

- Sou a Acusação! - respondeu ela, em tom severo. - Quero falar ao vosso amo e senhor, o sultão Harun Al-Raschid, Comendador dos Crentes!

O chefe dos guardas, zeloso da segurança do palácio, correu a entender-se como o grão-vizir.

- Senhor - disse, inclinando-se humilde, - uma mulher desconhecida, o corpo envolto em grosseiras peles, deseja falar ao nosso soberano, o sultão Harun Al-Raschid.

- Como se chama?

- A Acusação!

- A Acusação? - repetiu o grão-vizir, aterrorizado. - A Acusação quer entrar nesse palácio? Não! Nunca! Que seria de mim, que seria de todos nós, se a Acusação aqui entrasse! A perdição, a desgraça nossa! Dize-lhe que não, que não pode entrar! Dize-lhe que uma mulher, sob as vestes grosseiras de um zagal, não pode falar ao Califa, nosso amo e senhor!

Voltou o chefe dos guardas com a proibição do grão-vizir e disse à Verdade.

- Não podes entrar, minha filha. Com essas vestes grosseiras, próprias de um beduíno rude e pobre, não poderás falar ao nosso amo e senhor, o sultão Harun Al-Raschid. Volta, pois, em paz, pelos caminhos de Allah!

Vendo quem não conseguiria realizar o seu intento, ficou ainda mais triste a Verdade e afastou-se vagarosamente do grande palácio do poderoso Harun Al-Raschid, cuja cúpula cintilava aos últimos clarões do sol poente.

Mas...

Allahur Akbar! Allahur Akbar! Quando Deus criou a mulher, criou também o Capricho.

E a Verdade entrou-se do vivo desejo de visitar um grande palácio. E havia de ser o próprio palácio em que morava o sultão Harun Al-Raschid.

Vestiu-se com riquíssimos trajos, cobriu-se com jóias e adornos, envolveu o rosto em um manto diáfano de seda e foi bater à porta do palácio em que vivia o glorioso senhor dos Árabes.

Ao ver aquela encantadora mulher, linda como a quarta lua do mês de Ramadã, o chefe dos guardas perguntou-lhe:

- Quem és?

- Sou a Fábula - respondeu ela, em tom meigo e mavioso. - Quero falar ao vosso amo e senhor, o generoso sultão Harun Al-Raschid, Emir dos Árabes! O chefe dos guardas, zeloso da segurança do palácio, correu, radiante, a falar com o grão-vizir:

- Senhor, - disse, inclinando-se, humilde - uma linda e encantadora mulher, vestida como uma princesa,

solicita audiência de nosso amo e senhor, o sultão Harun Al-Raschid, Emir dos Crentes.

- Como se chama?

- Chama-se a Fábula!

- A Fábula! - exclamou o grão-vizir, cheio de alegria. - A Fábula quer entrar neste palácio! Allah seja louvado! Que entre! Benvinda seja a encantadora Fábula: Cem formosas escravas irão recebê-la com flores e perfumes! Quero que a Fábula tenha, neste palácio, o acolhimento digno de uma verdadeira rainha!

E abertas de par em par as portas do grande palácio de Bagdá, a formosa peregrina entrou.

E foi assim, sob o aspecto de Fábula, que a Verdade conseguiu aparecer ao poderoso califa de Bagdá, o sultão Harun Al-Raschid, Vigário de Allah e senhor do grande império mulçumano!

***


quinta-feira, 16 de julho de 2026

A maior de todas as revelações



Dando continuidade ao texto anterior (Era da Revelação?), vamos agora revelar o maior de todos os mistérios, mas quem poderá compreendê-lo e fazer dele uso para seu próprio benefício e de outrem?

Vamos fazer a maior das revelações já feitas (ou seja, aqui não há novidade, não há nada de novo sob o sol, apenas vaidade) e ainda assim não compreendida, pois não se trata de uma questão de tempo, Era ou momento histórico.

Quem controla a narrativa impõe sua própria agenda e não se interessa efetivamente pela Verdade.

Vamos para além das narrativas ou "limited hangouts", como dizem os gringos.

Que rufem os tambores e soem as trombetas, pois revelaremos tudo o que importa!

Vamos abrir a porta para o infinito!

Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas, diz o livro da revelação em Apocalipse 2, 17. Ora, temos aqui uma aviso, só àqueles(as) que estão em silêncio (capacidade para escutar) podem perceber o que o Poder (Espírito) tem a transmitir para os seres humanos (igrejas, templos vivos). O Poder só pode ser acessado pelo poder, e aí entra a questão do poder pessoal. Vamos usar uma passagem do Naual Carlos Castaneda em Porta para o Infinito, 1ª parte, Testemunha dos Atos de Poder para fazer tal revelação, conforme segue:

Eu lhe disse que recebera cartas de várias pessoas, dizendo-me que era errado escrever sobre minha aprendizagem. Citavam, como argumento, que os mestres das doutrinas esotéricas orientais exigiam segredo absoluto acerca de seus ensinamentos.

— Talvez tais mestres estejam apenas se divertindo, com seu mestrado — disse Dom Juan, sem olhar para mim. — Não sou mestre, apenas um guerreiro. Assim, não sei, realmente, como um mestre se sente.

— Mas talvez eu esteja revelando coisas que não deva, Dom Juan.

— Não importa o que se revela e o que se guarda para si. Tudo o que fazemos, tudo o que somos, reside em nosso poder pessoal. Se temos o suficiente, uma palavra que nos for pronunciada pode ser suficiente para mudar o rumo de nossas vidas. Mas, se não tivermos suficiente poder pessoal, o fato de sabedoria mais magnífico nos poderá ser revelado sem que tal revelação faça a menor diferença.

 — Ele aí baixou a voz, como se estivesse me contando algo de confidencial. 

— Vou pronunciar o que é talvez o maior fato de sabedoria que qualquer pessoa possa exprimir. Vejamos o que você pode fazer com isso: Sabe que neste momento você está cercado pela eternidade? E sabe que pode usar essa eternidade, se o desejar?

Depois de uma pausa prolongada, em que ele me pediu, com um movimento sutil dos olhos, para fazer alguma declaração, eu disse que não estava entendendo de que ele estava falando.

— Ali! A Eternidade está ali! — e apontou para o horizonte. Em seguida, apontando para o zênite, acrescentou: — Ou ali, ou talvez possamos dizer que a eternidade é assim. — Ele estendeu ambos os braços para Leste e Oeste.

Nós nos entreolhamos. Os olhos dele encerravam uma pergunta.

— O que me diz disso? — perguntou-me, sugerindo que eu ponderasse sobre suas palavras.

Eu não sabia o que dizer.

— Você sabe que pode estender-se para sempre em qualquer das direções em que apontei? — continuou ele. — Sabe que um momento pode ser a eternidade? Isso não é uma charada; é um fato, mas somente se você agarrar esse momento, utilizando-o para levar a totalidade de você em qualquer direção, para sempre.

Ele ficou olhando para mim.

— Você antes não possuía esse conhecimento — disse ele, sorrindo. — Mas agora possui. Eu o revelei a você, mas não faz a menor diferença, pois você não tem suficiente poder pessoal para utilizar minha revelação. No entanto, se você tivesse suficiente poder, minhas palavras bastariam para lhe permitir reunir a totalidade de você e fazer com que a parte importante saísse dos limites em que está confinada.

Ele se postou a meu lado e cutucou meu peito com os dedos. Era um tapinha muito de leve.

— São esses os limites a que me refiro — prosseguiu. — Podemos libertar-nos deles. Somos um sentimento, uma consciência encerrada aí.

Bateu em meus ombros com ambas as mãos. Meu bloco e lápis caíram.

Dom Juan pôs o pé sobre o bloco, fitou-me e aí riu. Perguntei-lhe se ele se importava que eu tomasse notas. Respondeu-me que não, num tom tranquilizador, e tirou o pé.

— Somos seres luminosos — disse, sacudindo a cabeça ritmadamente. — E para um ser luminoso só interessa o poder pessoal. Mas, se me perguntar o que é o poder pessoal, terei de dizer-lhe que minha explicação não o explicará.

Dom Juan olhou para o horizonte a Oeste e comentou que ainda restavam algumas horas de luz do dia.

***


quarta-feira, 15 de julho de 2026

Era da Revelação?


 


Está em voga a tal “Era da Revelação” desde que o governo estadunidense resolveu divulgar uma série de documentos até então sigilosos sobre a questão alienígena. Uma antiga promessa, tantas vezes descumprida, começa a se realizar. Será? Há motivos para duvidar de quem faz 80 anos mente e oculta informações sobre o tema. Por que agora, justamente quando o Império do Caos está em franco declínio tanto no campo político-econômico quanto no militar? O que está por trás da tal “Era da Revelação”? Se a fonte de tal revelação está poluída, manchada, contaminada por um passado de secretismo pode-se esperar algo de bom e verdadeiro decorrente dela?

A origem da palavra revelação vem do latim “revelatio” e significa mostrar, destapar, descobrir. O prefixo RE em revelação tem significado diferente do que possui em geral, tal como em rememorar, redescobrir ou reconhecer, pois em revelar o significado do RE é uma exceção semântica que indica oposição, assim revelar não é velar de novo, mas implica na retirada do véu. 


Os termos neste caso parecem não ser escolhidos ao acaso, a Era da Revelação tem também, no contexto ocidental, um tom profético, místico e religioso, já que revelação remete diretamente ao significado de Apocalipse, o último livro da Bíblia, que em sua introdução, 1:1, nos diz: “Revelação de Jesus Cristo, a qual Deus lhe deu, para mostrar aos seus servos as coisas que brevemente devem acontecer; e pelo seu anjo as enviou, e as notificou a João seu servo;”

Pelo visto querem indicar com a expressão “Era da Revelação” um caráter místico, messiânico, transcendente para aquele que seria o porta-voz de tal revelação, no caso o presidente dos EUA, que seria assim revestido como tal atributo, no caso em questão uma liderança política sem nenhuma credibilidade, já que estaria na prática envolvida em escândalos diversos de corrupção, pedofilia, tráfico de influência, genocídio, assassinato de crianças, guerras imperiais, enfim, todas as características de um anti-cristo. Poderia a revelação nesse caso ser usada como espécie de água batismal para a purificação dos pecados de uma criatura corrompida ao extremo? Dizem que o discurso da revelação já está pronto e pode ser anunciado a qualquer momento, ainda neste ano de Nosso Senhor Jesus Cristo: 2026. Criando o contexto necessário a tal revelação temos o lançamento mundial do filme de Steven Spielberg, Dia D, e o documentário a Era do Desacobertamento, com a presença de figuras de alto escalão do governo do Império do Caos, sendo incensados pelo poder midiático da varinha mágica e manipuladora de Holly_wood.




A questão que se coloca aqui não é propriamente a da Revelação, mas de uma reedição da velha ordem, uma repaginação da Era da Enganação sob a capa da Revelação, com uma liberação controlada de informações que não coloque em xeque os interesses dominantes. Que interesses seriam estes? Podemos enumerar alguns.


1 - os interesses econômicos.


Inicialmente, quando vemos os registros feitos de naves ditas alienígenas que superam a tecnologia humana conhecida, observamos antes de tudo que elas são silenciosas, não-poluentes, não causam deslocamento de massa de ar, capazes de aceleração incrível, de manobras radicais e feitas de material extremamente leve e resistente. Ou seja, dispensam, por exemplo, o uso de combustível fóssil. Vamos ter acesso a tal tecnologia na dita Era da Revelação? Vai estar no pacote o acesso amplo e irrestrito a uma tecnologia que pode beneficiar a toda a humanidade sem que haja controle ou monopólio de patentes? Esse ponto realmente interessa à humanidade muito mais do que cenas, filmagens ou fotos de naves ou aliens, pois trata-se de algo com um benefício óbvio, concreto e pragmático não só para a humanidade como para o planeta inteiro em função do agravamento das mudanças climáticas.

2 - os interesses dos senhores da guerra: o complexo industrial militar.


Os senhores da guerra não vão querer manter o monopólio de uma tecnologia (alienígena, via engenharia reversa) tão poderosa e avançada?


3 - os interesses da ciência.

Quantos paradigmas científicos não serão quebrados se a dita revelação indicar que o homo sapiens não é o topo da cadeia alimentar, mas sim um recurso natural para usufruto de determinadas espécies alienígenas dentro da cadeia biológica universal e também um produto decorrente de modificação genética (OGM)?

4 - os interesses das instituições religiosas.


A mesma questão colocada para a ciência com as devidas adequações já que o ser humano não seria mais a joia da criação divina, mas apenas mais uma criatura dentro da hierarquia de seres criados.


5 - os interesses de grupos secretos.

Quantos segredos sujos e acordos espúrios não foram feitos onde a moeda de troca era a própria humanidade? Quantos crimes não foram cometidos contra a própria humanidade pela elite governamental? Isso fará parte do pacote da dita revelação ou ficaremos reduzidos a uma revelação seletiva baseada apenas em imagens de ovnis, fotos de seres alienígenas e documentos não indicativos dos crimes de lesa-humanidade perpetrados por sociedades secretas imiscuídas dentro do aparato estatal?

Quantas revelações já não ocorreram antes na História da Humanidade? Por que chamar justamente esse tempo de Era da Revelação? As tradições antigas das mais diferentes culturas já não indicaram amplamente tantas e tantas revelações, descobertas e mistérios? Revelação para quem, de quem e com que finalidade? Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas, diz o livro da revelação em Apocalipse 2, 17. E o que a humanidade fez a respeito dessas revelações luminosas, conhecimentos apresentados e arcanos desvelados? Qual a importância de tais revelações quando a atenção da humanidade em geral centra-se na sobrevivência ou numa Copa do Mundo? Bem, esse será o nosso próximo tema.

Modak






domingo, 23 de março de 2025

Naves (ufos) sencientes, conscientes e biológicas

Em meio as mentiras e as verdades relativas aos governos e seus agentes, o assunto pseudo-revelação alienígena vai soltando aqui e ali alguns elementos/informações que chamam a atenção por trafegarem entre o mito e isso que chamam, não se uma certa arrogância, de realidade. Eis que surge então o assunto das naves sencientes, naves que não são um aparato mecânico, mas entes conscientes ou decorrentes da consciência, como vemos no mito hindu relativo as eras (treta e dvapara) antes de cairmos na atual era, kali yuga.

F.
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Sencientes são seres que têm a capacidade de sentir e perceber através dos sentidos. A palavra senciente vem do latim sentiens, particípio presente de sentio, que significa sentir. 

O que é senciência?

Senciência é a capacidade de sentir sensações e sentimentos de forma consciente

É a capacidade de ter percepções conscientes do que lhe acontece e do que o rodeia. 

É a capacidade de ter experiências positivas e negativas causadas por afetações externas ao nosso corpo ou por sensações interiores. 

Senciência animal 

A senciência animal é um tema que já é considerado na construção de legislações de vários países, como Reino Unido, Espanha, Dinamarca, Austrália, Suécia, Colômbia, Peru, Canadá, Nova Zelândia, França, Estados Unidos e Países Baixos.

A legislação brasileira para animais de criação reconhece a capacidade de sentir dor e sofrimento, além de algumas necessidades comportamentais. 

Gerado por IA.













domingo, 9 de março de 2025

Por que a "revelação" alienígena é um "limited hangout"?

 Limited Hangout

  • O hangout limitado é usado quando os profissionais de inteligência não podem mais confiar em uma história falsa para desinformar o público. 
  • Os agentes de inteligência admitem parte da verdade, mas mantêm os fatos mais graves do caso em segredo. 
  • O público fica tão intrigado com as novas informações que não se aprofunda no assunto.

 



A fé pode ser manipulada, mas o conhecimento é perigoso. E o conhecimento não é tanto a busca por respostas, antes é encontrar perguntas melhores.

Como perguntar não ofende, vamos então às perguntas. 

1 - Por que pessoas do governo que mentiram durante tantos anos agora mereceriam créditos?

2 - Por que um documentário profissionalmente produzido, chamado a Era da Revelação, cheio de declarações de homens e mulheres da máquina do governo, teve seu diretor dando entrevistas para a mídia oficial da indústria cinematográfica, Hollywood? Hollywood (holy, sagrada; wood, madeira) não conduz a varinha mágica da ilusão?




3 - Por que mais de 24 anos depois do Disclosure Project, que ninguém no governo (do Império do Caos) deu crédito, uma reedição é feita por outras pessoas? Controle da narrativa?

4 - Militares e oficiais de inteligência estão à frente da revelação, mas que provas concretas (naves e seres alienígenas) foram apresentadas?

5 -  Qual a melhor maneira de esconder algo? Revelando aquilo que não é essencial e/ou escondendo-o à vista de todos, no melhor estilo Edgar Allan Poe?

6 - Por que a virada de posição no que tange a esta questão se sempre houve negação, ridicularização e até cancelamento de pessoas (JFK, por exemplo) que se atreveram a falar?

7 - Por que temos tantas religiões associadas ao tema? Por que temos a escolha da palavra "revelação" que significa apocalipse, termo tão caro às religiões?

8 - Como num mundo de tantas mentiras, ilusões, manipulações e enganos de repente eis que surge a verdade propagada pelos mentirosos de sempre?

9 - Não é a tal revelação uma nova forma de ocultamento?

F.






 

quinta-feira, 6 de março de 2025

A Revelação Alienígena


A revelação alienígena já ocorreu, mas nada tem a ver com essa que querem nos apresentar.

Pois a que está em voga agora, conduzida por um (des)governo que sempre ocultou os fatos e por um narcisista maligno propagador de falsas narrativas, marionete da pós-verdade, não merece nenhum crédito, nenhuma confiança.

A rede está armada e muitos incautos caíram e cairão. Vão misturar verdades e mentiras, farão o jogo da manipulação para assegurar a fonte de suprimentos deles, nós.

Religiões tem sido usadas ao longo da História como instrumentos de manipulação.

Agora pretendem criar uma religião alienígena, com os novos anjos e demônios na versão alien. Teremos até um salvador alien. Vários projetos religiosos são conduzidos e incensados dentro desta concepção: cientologia, mórmons, raelismo, etc.

Aliás, alienígena é um termo que espelha muito bem o nosso egocentrismo, pois excetuando a nós mesmos tudo o mais no universo pode ser categorizado como tal.

Tal egocentrismo é que precisa ser revelado em sua origem, tal condição não é natural, é anti-natural, até por destruir a própria casa, assassinar os seus semelhantes, matar a própria Mãe e cuspir no próprio prato que come, o planeta Água.

Mas quem quer revelar a si mesmo?

Olhamos para fora, mas não olhamos para nós mesmos.

A verdadeira revelação já ocorreu, mas quem tem olhos para ver e ouvidos para escutar?

Para a revelação de fato ocorrer (para que ela se tornasse clara, apesar de pública) uma outra precisaria acontecer e ela nos diz respeito. A antiga frase no frontispício do Templo de Delfos nunca fez tanto sentido.

Nosce Te Ipsum

E se não formos o topo da cadeira alimentar?

E se além de nós algo nos consome?

- Não! Não! Não! Absurdo!

Ecoa a voz no fundo mental, conduzindo o espetáculo macabro nas sombras.

Consumidores sendo consumidos, cevados para o abate.

O Senhor é meu pastor, nada me faltará,
Ele me faz repousar,
Através de verdes pastos, Ele me leva por águas tranquilas,
Com facas brilhantes, 
Ele liberta minha alma,
Ele me pendura em ganchos, em lugares altos.
Ele me converte a costeletas de cordeiro.
Porque eis que Ele tem grande poder e muita fome.
 Pink Floyd na música "Ovelhas".

O nosso problema maior talvez seja a esperança, a droga mais vendida pelas religiões, aquela espera pela salvação externa, pois ninguém quer travar uma luta encarniçada contra o verdadeiro inimigo ao encarar a si mesmo, sua própria mente, que mente e diz: eu sou você (ver o filme Revólver postado aqui).

F.


sábado, 15 de fevereiro de 2025

Alienígenas: extra-terrestres, extra-dimensionais e criptozoológicos, em documento oficial do Congresso dos EUA

13 de novembro de 2024: Subcomissão de Segurança Cibernética, Tecnologia da Informação e Governo

Audiência conjunta da Inovação e da Subcomissão de Segurança Nacional, Fronteira e Relações Exteriores intitulada “Fenômenos Anômalos Não Identificados: Expondo a Verdade”

 Pergunta (deputado Eric Burlison): “É possível que UAPs sejam extradimensionais em vez de extraterrestres? O que quero dizer com isso é — é possível que UAPs não se encaixem na narrativa tradicional de alienígenas de outro planeta, mas poderiam ser entidades de outras dimensões.”

Resposta (Luis Elizondo,  agente sênior de classificação do Advanced Aerospace Threat Identification Program (“AATIP”) dentro do Departamento de Defesa (“DoD”) ):

Sim.

Vários cientistas dentro da AATIP propuseram que o UAP pode ter origens interdimensionais ou mesmo criptozoológicas.

Aproveitando o conhecimento de ponta da física quântica e da consciência humana, alguns cientistas sugeriram que a inteligência não humana — potencialmente responsável por operar certos UAP — pode ser tão essencial ao nosso ambiente quanto outros fenômenos naturais.

No entanto, atualmente não temos as ferramentas para observá-los ou medi-los usando métodos científicos convencionais.

Outra hipótese apresentada pelos cientistas da AATIP sugere que o UAP pode se originar das profundezas dos nossos oceanos. Há uma correlação bem documentada entre grandes corpos d'água e a atividade de UAP, o que pode explicar por que a Marinha dos EUA relatou mais incidentes do que os outros Serviços. Notavelmente, em junho de 2024, a Administração Oceânica e Atmosférica Nacional relatou que apenas 26,1% do fundo do mar global foi mapeado com tecnologia moderna de alta resolução.

Fonte: https://content.newparadigminstitute.org/uploads/2025/02/House-Oversight-QFR-Elizondo-Dec.-2024.pdf

Material  traduzido via Google.


quinta-feira, 13 de fevereiro de 2025

O termo "alienígena" na obra do Dr. Carlos Castaneda - 2ª parte


 

- Você deve entender de uma vez por todas que essas são coisas normais na vida de um feiticeiro. Você não está ficando louco; está simplesmente ouvindo a voz do emissário do sonhar. Depois de atravessar o primeiro ou o segundo portão do sonhar, os feiticeiros chegam a uma fronteira de energia e começam a ver coisas ou a ouvir vozes. Na verdade não são vozes, e sim uma única voz. Os feiticeiros chamam-na de voz do emissário do sonho.

- O que é o emissário do sonho?

- Energia alienígena consciente. Energia alienígena que procura ajudar os sonhadores dizendo coisas. O problema com o emissário do sonho é que ele só pode dizer o que os feiticeiros já sabem ou deveriam saber, se valessem o que comem.

- Dizer que é uma energia alienígena consciente não me ajuda em nada, Dom Juan. Que tipo de energia? Benigna, maligna, certa, errada, o quê?

- É exatamente o que eu disse: energia alienígena. Uma força impessoal que transformamos em muito pessoal, porque tem uma voz. Alguns feiticeiros têm confiança absoluta nela. Até mesmo a vêem. Ou, como aconteceu com você, simplesmente ouvem-na como voz de homem ou de mulher. E a voz pode falar com eles sobre o estado das coisas, o que na maior parte das vezes é visto como um conselho sagrado.

- Por que alguns de nós ouvimos essa energia como se fosse uma voz?

- Nós vemos ou ouvimos porque mantemos o ponto de aglutinação fixo num determinado posicionamento; quanto mais intensa a fixação, mais intensa nossa percepção do emissário. Cuidado! Você pode vê-lo e senti-lo como uma mulher nua.

Dom Juan riu do que disse, mas eu estava assustado demais para levar na brincadeira.

- Essa força é capaz de se materializar?

- Certamente. E tudo depende de como o ponto de aglutinação está fixo. Mas fique tranquilo, se você for capaz de manter um grau de desapego, nada acontece. O emissário continua sendo o que é: uma força impessoal que age em nós por causa da fixação do ponto de aglutinação.

- E o conselho dele é garantido?

- Não pode ser um conselho. Ele só diz o que é o quê, e nós tiramos as conclusões.

Contei a Dom Juan o que a voz me havia dito.

- É como eu falei - Dom Juan observou. - O emissário não disse nada de novo. Sua afirmação estava correta, mas só na aparência era uma coisa reveladora. O que o emissário fez foi meramente repetir o que você já sabia.

- Acho que não posso dizer que já sabia aquilo, Dom Juan.

- Pode sim. Agora você sabe infinitamente mais sobre o mistério do universo do que suspeitava em termos racionais. Mas esse é o mal dos seres humanos: sabemos mais sobre o mistério do universo do que suspeitaríamos. Ter experimentado sozinho esse fenômeno incrível, sem o apoio de Dom Juan, fez com que eu me sentisse exaltado. Queria mais informações sobre o emissário. Comecei a perguntar a Dom Juan se ele também ouvia a voz do emissário.

Ele me interrompeu e disse com um sorriso largo:

- Sim, sim. O emissário também fala comigo. Quando eu era jovem costumava vê-lo como um frade vestindo um capuz preto. Um frade falador que me deixava apavorado todas as vezes em que surgia. Depois, quando meu medo ficou mais manobrável, ele tomou-se uma voz sem corpo, que até hoje me diz coisas.

- Que tipo de coisas, Dom Juan?

- Qualquer coisa em que eu focalize meu intento; coisas que não quero ter o problema de rastrear sozinho. Como, por exemplo, detalhes sobre o comportamento de meus aprendizes. O que eles fazem quando não estou por perto. Ele me diz coisas sobre você, em particular. O emissário me diz tudo que você faz.

Naquele ponto eu realmente não me preocupava com a direção que nossa conversa tomara. Revirei freneticamente o pensamento em busca de perguntas sobre outros tópicos, enquanto ele gargalhava.

- O emissário do sonho é um ser inorgânico? - perguntei.

- Digamos que o emissário do sonho é uma força que vem das esferas dos seres inorgânicos. É por isso que os sonhadores sempre o encontram.

- Quer dizer, Dom Juan, que todo sonhador ouve ou enxerga o emissário do sonho?

- Todos ouvem o emissário; muito poucos o veem ou sentem-no.

- Você tem alguma explicação para isso?

- Não. Mas realmente não me preocupo com o emissário. Num determinado ponto de minha vida precisei decidir se me concentrava nos seres inorgânicos e seguia as pegadas dos feiticeiros antigos ou se recusava isso tudo. Meu professor, o Nagual Julian, me ajudou a decidir pela recusa. Nunca me arrependi dessa decisão.

- Você acha que eu deveria recusar os seres inorgânicos, Dom Juan?

Ele não respondeu. Em vez disso explicou que toda a esfera dos seres inorgânicos tem sempre uma postura de ensinar. Talvez porque tenham uma consciência mais profunda do que a nossa, os seres inorgânicos sentem-se compelidos a nos manter debaixo de suas asas.

- E eu não vejo nenhum sentido em virar aluno deles - acrescentou. - O preço é alto demais.

- Qual é o preço?

- Nossas vidas, nossa energia, nossa devoção a eles. Em outras palavras, nossa  liberdade. 

A Arte do Sonhar, de Carlos Castaneda, Cap. 04, Fixando o Ponto de Aglutinação.

sexta-feira, 7 de fevereiro de 2025

Bilionários do Vale do Silício investem em pesquisa alienígena (vídeo-entrevista)

Muita gente não quer acreditar mas tem gente muito pragmática pagando para ver.

Por que razão investidores bilionários estão formando uma equipe de ex-militares treinados psiquicamente e tecnicamente para estabelecer contato com inteligências alienígenas?

Por que caras com muita grana estão pagando para ver? 


Primeiro, eles podem. 

Segundo, vislumbram a possibilidade de ganho com o salto tecnológico que isso poderia implicar. 

Mas me pergunto: será que eles calcularam o risco de lidar com inteligências que sendo mais avançadas, antigas e experientes também não estariam alimentando expectativas de ganhos com esse tipo de contato? Não estariam lidando com uma espécie de cavalo de Tróia devido ao desejo de lucros?

Que surpresas aguardam por  tais investidores no campo da pesquisa alienígena? Estão brincando com fogo movidos pelo seu desejo de poder? Qual o limite da ambição humana?

Mas podemos perguntar:

O que é consciência?

Quais os limites da consciência?

Perguntas feitas na entrevista em vídeo acima por um agente público envolvido num programa de desenvolvimento de habilidades psíquicas para contato com inteligências alienígenas. O nome do programa: PROGRAMA DE EXPLORAÇÃO PSIÔNICA. Tal programa deriva de outros programas que envolvem, por exemplo, espionagem psíquica e visão remota onde militares treinavam pessoas desde a infância para desenvolver tais habilidades dentro de um protocolo específico, remunerando as famílias em função do uso do potencial psíquico dessas crianças.

 

domingo, 2 de fevereiro de 2025

Magia e Política

Há uma estreita ligação entre magia e política, entre sociedades secretas e governos, o maior exemplo disso é a nota de um dólar, devido ao seu vasto simbolismo maçônico.

Outro exemplo: por que na entrada/saída de cada cidade vemos aquele símbolos maçônicos?

Os Nazis tinham verdadeiramente obsessão com o ocultismo. Eles eram adoradores do chamado Sol Negro e usavam médiuns em seus rituais. Aliás, o nome do segundo livro de Hitler é A Nova Ordem Mundial, ou seja, essa é mais velha do que quer parecer. A Nova Ordem Mundial foi anunciada por Bush Pai em 11 de setembro de 1991. Também foi em 11 de setembro de 1973 que o governo legítimo de Allende foi derrubado no Chile com apoio estadunidense. Temos o atentado terrorista feito pelo governo estadunidense de 11 de setembro de 2001. O que há no 11 de setembro além da coincidência? O onze é considerado um número mestre na Numerologia.

Presidentes e ex-presidentes estadunidenses foram flagrados pela câmera de Alex Jones oficiando um ritual a um deus de sacrifícios humanos


O deputado republicano pelo Tennessee Tim Burchett afirma que "sessões espíritas clássicas" tem sido conduzidas para se acessar tecnologias alienígenas(!), ele é um dos representantes do Congresso dos EUA que lidera a investigação sobre o fenômeno OVNI.

Acreditem se quiserem, mas isto está gravado. Corporações privadas resolveram contratar ex-militares treinados para ter habilidades psíquicas (psionics: termo que combina habilidades psíquicas com tecnologia eletrônica) para se comunicarem com inteligências não-humanas, conforme entrevista de um grande investidor estadunidense, para conseguirem acessar tecnologia alienígena.

O mito cristão que envolve pactos com o capiroto pode ter fundamentos na busca de poder via contato com seres alienígenas ou forças fora deste mundo? Perguntar não ofende e os relatos recentes de autoridades estadunidenses, apesar do viés religioso de alguns, não pode ser ignorado.

Considerar magia e política como coisas que não se misturam é algo bastante ingênuo. Hoje o pior tipo de magia, a magia que visa escravizar a vontade de muitos à vontade de poucos, usa não só das ferramentas rituais mágicas e dos símbolos místicos que encerram vontades em forma de sigilo, mas da psicologia, da cimática, da propaganda, das mensagens subliminares, de certas ideologias, do poder da autoridade científica ou acadêmica para impor uma visão de mundo que nada mais é que uma vontade originalmente formulada magicamente. Lembremos que a Magia, desde sempre, incorporou em si uma série de ciências que hoje são estudadas em separado. Magia é a arte e a ciência que visa expressar uma Vontade dentro de uma formulação visando um objetivo. Lembremos de iniciados como o famoso Conde de Saint Germain (na imagem do post), transitava como ocultista pela política das cortes europeias em séculos passados e é dele a ideia de que hoje em dia na política a pior forma de magia é praticada.

Um dos últimos discursos de John Kennedy antes de ser assassinado foi uma crítica incisiva, ao secretismo, às sociedades secretas, ao encobrimento, aos segredos de Estado que em nome da segurança nacional ameaçam os seus cidadãos e isso foi um dos motivos de sua morte. O vídeo no link acima fala por si mesmo. No dia em que os arquivos do assassinato de JFK forem abertos teremos (mais) uma revelação que mostrará como as sociedades secretas estão imiscuídas dentro do aparato estatal.

sábado, 1 de fevereiro de 2025

O termo "alienígena" na obra do Dr. Carlos Castaneda - 1ª parte

- Todo sonhador experimenta isso? - perguntei a Dom Juan quando o vi de novo.

- Alguns sim - ele respondeu desinteressado.

Comecei uma arenga, dizendo como aquilo tudo tinha sido estranho. Ele me interrompeu, dizendo:

- Agora você está pronto para entrar no segundo portão do sonhar.

Avaliei a oportunidade de buscar respostas para perguntas que eu não pudera fazer. O que experimentei na primeira vez em que ele me fizera sonhar continuava em minha mente. Disse a Dom Juan que eu observava à vontade os elementos de meus sonhos e nunca sentira qualquer coisa nem de longe semelhante, em termos e clareza e detalhe.

- Quando mais penso a respeito - falei - mais intrigante fica.

Olhando aquelas pessoas naquele sonho eu senti um medo e uma repulsa impossível de esquecer. O que era aquele sentimento, Dom Juan?

- Em minha opinião, seu corpo energético se agarrou à energia estranha daquele lugar e deitou e rolou. Naturalmente você sentiu medo e repulsa: estava examinando pela primeira vez a vida uma energia alienígena.

"Você tem uma propensão para se comportar como os feiticeiros da antiguidade. No momento em que tem uma chance, deixa seu ponto de aglutinação ir embora. Daquela vez seu ponto de aglutinação se deslocou uma boa distância. O resultado foi que ,você viajou, como os feiticeiros antigos, para além do mundo que conhecemos. Uma jornada real, mas perigosa.

Deixei de lado o significado de sua afirmação, em nome de eu próprio interesse, e perguntei:

- Será que aquela cidade ficava em outro planeta?

- Você não pode explicar o sonhar através de coisas que sabe ou que suspeita saber. Só posso dizer que a cidade que você visitou não fica neste mundo.

- Onde fica, então?

- Fora deste mundo, claro. Você não é tão estúpido. Essa foi a primeira coisa que você percebeu. O que o faz andar em círculos que você não imagina nada deste mundo.

- Onde é fora deste mundo, Dom Juan?

- Acredite, a característica mais extravagante da feitiçaria é a configuração chamada fora deste mundo. Por exemplo, você presumiu que eu estava vendo as mesmas coisas que você. Prova disso é que nunca me perguntou o que eu vi. Você, e apenas você, viu uma cidade e pessoas naquela cidade. Eu não vi nada do tipo.

Eu vi energia. De modo que fora deste mundo foi uma cidade apenas para você, naquela ocasião.

- Mas então, Dom Juan, não era uma cidade real. Existiu apenas para mim, na minha mente.

- Não. Não é esse o caso. Agora você quer reduzir uma coisa transcendental a uma coisa mundana. Não pode fazer isso. Aquela viagem foi real. Você a viu como uma cidade. Eu vi como energia.

Nenhum de nós dois está certo nem errado.

- Minha confusão vem quando você fala das coisas serem reais. Você disse antes que chegamos a um lugar real. Mas, se era real, como podemos ter duas versões dele?

- Simples. Temos duas versões porque tivemos, naquele momento, dois níveis diferentes de uniformidade e coesão. Eu já expliquei que esses dois atributos são fundamentais para a percepção.

- Você acha que eu posso voltar àquela cidade em particular?

- Agora você me pegou. Não sei. Ou talvez saiba mas não possa explicar. Ou talvez possa explicar mas não queira. Você vai ter de esperar e descobrir sozinho qual é o caso.

Recusou-se a continuar discutindo.

A Arte de Sonhar, Ed. Record, página 56, 6ª edição.

Observações: 

1 - o sonhar é um portal de acesso à energia alienígena, uma via de mão dupla.

2 - a partir do segundo portão do sonhar se dá o contato.

3 - feiticeiros, magos e xamãs não precisam de naves para acessar a configuração "fora deste mundo". O próprio corpo de energia é o veículo, o ponto de aglutinação (a consciência) se desloca, o combustível é a própria energia que se tem disponível. Viajar para outros mundos é uma condição potencial do ser humano via sonhar

4 - viajar para outros mundos é uma condição potencial do ser humano via sonhar, uma habilidade a ser desenvolvida.

5 - uma configuração energética completamente diferente da nossa caracteriza o conceito de alienígena, por exemplo, os seres inorgânicos.

6 - Aqui, em termos de Xamanismo Guerreiro, estamos em outro paradigma. Não se trata de outros mundos em termos de localização física, mas em termos  de posicionamento do ponto de aglutinação. Quanto mais distante o ponto de aglutinação se desloca da posição usual mais estranhos (alienígenas) são as realidades visitadas.

quarta-feira, 29 de janeiro de 2025

Mensagens secretas do vasto mar da consciência


Ainda estamos recuperando a amplitude perceptiva necessária para realmente entender os profundos caminhos que se escondem atrás de tão incompreendidos rótulos. Estes caminhos carregam mensagens secretas que sobrevivem apesar de toda a perseguição. 

Elos com outros povos e mundos que, ao contrário do que a falsa história conta, não foram destruídos ou sumiram, mas apenas mudaram para outra camada da ‘cebola’. 

A partir da qual nos chegam sinais constantes.

Mas tais sinais são deturpados pelos conquistadores. 

Histórias despropositadas encobrem a real origem de tais sinais. 

Nossos ancestrais não foram destruídos, partiram e nos acenam de outras ilhas de realidade entre o vasto Mar da Consciência. Os carcereiros tentam nos iludir;: - Não é nada! É Vênus brilhando. É um balão meteorológico. Estais louco! Vamos te dar remédios para que voltes ao ‘normal’! Estas e outras formas são meios efetivos de impedir que percebamos a realidade mais ampla e os sinais que nos chegam. Nascemos neste mundo onde nossos ancestrais foram escravizados. Ambos, tanto o conquistador como os conquistados, são escravos do mesmo sistema que usa os conquistadores para estender seus domínios para onde ainda se é livre".

Bruxaria, Magia e Xamanismo - parte 4 - por Nuvem que Passa.


domingo, 21 de janeiro de 2024

Das verdades que só a ficção pode dizer: Eles Vivem (os predadores) - filme

Certas verdades, devido as suas implicações existenciais, filosóficas, culturais, religiosas e sociais, só podem ser ditas pela ficção e através dela nós vislumbramos o real, porque o que chamam de realidade é um espetáculo, um show de horrores, não um sonho, mas um pesadelo do qual só se pode acordar, despertar, escapar, transcender. Os donos do mundo, aqueles que pretendem ser deuses, sabem que mais cedo ou mais tarde a casa vai cair, em cima deles.

Eles vivem ou They Live é um dos primeiros, se não o primeiro filme a denunciar a existência dos predadores, e isso ocorre logo no início do filme na cena onde acontece uma pregação em plena rua por um pastor cego e marginal, um pregador de rua. O filme é antigo, meio tosco, feito nos 80, dirigido por John Carpenter e baseado num conto de 1963, retrata bem a ilusão do sonho americano ao mostrar os miseráveis dos EUA, através de um personagem que acredita piamente no sonho americano, John Nada. As transmissões oficiais de TV são interrompidas por um sinal pirata que tenta alertar os telespectadores que eles estão sendo induzidos a viver num estado de consciência artificial. O filme tem lances muito interessantes!

Ficha Técnica
Título Original: They Live
Gênero: Terror
Tempo de Duração: 94 minutos
Ano de Lançamento (EUA): 1988
Estúdio: Alive Films
Distribuição: Universal Pictures
Direção: John Carpenter
Roteiro: John Carpenter, baseado em estória de Ray Nelson
Produção: Larry J. Franco
Música: John Carpenter e Alan Howarth
Fotografia: Gary B. Kibbe
Direção de Arte: William J. Durrell Jr. e Daniel A. Lomino
Edição: Gib Jaffe e Frank E. Jimenez

Elenco
Roddy Piper (John Nada)
Keith David (Frank)
Meg Foster (Holly)
Peter Jason (Gilbert)
Raymond St. Jacques (Pregador de rua)
Jason Robards III
George Flower


ELES VIVEM

por Bruno C. Martino

“Sabe, eu acredito na América. Obedeço às regras, um dia a chance aparecerá.” diz o protagonista de Eles Vivem, John Nada, enquanto contempla, de um abrigo ilegal para sem-tetos, vários arranha-céus. A frase ufanista do personagem iria cair por terra momentos depois quando ele descobre a “verdadeira” América. O filme é a segunda contribuição de John Carpenter com a independente Alive Films, pois desacreditado com os grandes estúdios após o fracasso comercial de “Aventureiros do Bairro Proibido”, fechou contrato com a Alive para dirigir filmes baratos (mais ou menos 3 milhões de dólares cada). Eu em minha humilde e leiga opinião considero “Eles Vivem” um dos melhores, mais divertidos e mais políticos filmes de Carpenter.

É até difícil de acreditar que um norte-americano tenha concebido um filme assim devido à sua crítica ácida à própria sociedade norte-americana. E mesmo sendo visto anos depois o filme continua mais do que atual.

“Eles Vivem” narra a trajetória de John Nada (o westler Roddy Piper) um andarilho que sobrevive de ‘bicos’ aqui e acolá. Ao chegar em Los Angeles ele arruma um emprego temporário em uma obra, e nela conhece o negro Frank (Keith David de “Enigma do Outro Mundo”) talvez o cara mais conformado com a própria realidade de quem se tem notícia. Eles passam a morar em um terreno baldio, uma espécie de acampamento ilegal para sem tetos onde conhecem Gilbert (Peter Jason, do anterior ‘Príncipe das Sombras’) uma espécie de líder local. Só que esporadicamente durante a transmissão de TV, o pessoal do acampamento recebe uma interferência de uma tv pirata, onde um homem gordo barbudo diz frases como: “Nos induziram a viver num estado de consciência artificial, os pobres e a classe média estão aumentando. Não há mais direitos humanos nem justiça contra o racismo. Querem dominar através do aniquilamento da consciência”. Ninguém dá muito valor às transmissões, mas Nada começa a ficar de butuca em tudo, principalmente na igreja do outro lado da rua, onde Gilbert entra e sai sempre meio desconfiado. Um dia, Nada decide entrar na Igreja e dá de cara com uma espécie de laboratório com diversos óculos escuros na mesa. Além disso, percebe que a música do coral da igreja é gravada. O que ele não vê é que em uma parte do local o mesmo gordo barbudo da transmissão de tv está com Gilbert discutindo como fazer uma transmissão melhor e como trazer mais partidários para sua “causa” que até então não foi explicada no filme. Só que certa noite, várias viaturas e tropas de choque da polícia invadem o acampamento, destruindo tudo e prendendo os ‘cabeças’ da suposta conspiração. No dia seguinte, Nada entra novamente na igreja e leva consigo uma caixa lacrada, mas fica totalmente decepcionado quando vê que a mesma só contém óculos escuros. Sem entender patavinas (será que foram presos porque pirateavam óculos do Paraguai?), Nada normalmente volta às atividades normais só que ao colocar um dos óculos escuros, descobre a cruel verdade. A visão que ele tem é aterradora, ao olhar para um outdoor que oferece viagens ao Caribe enxerga a frase: “Case-se e reproduza”, ao tirar o óculos vê que o outdoor continua a mesma oferta de viagem ao Caribe. Ao colocar novamente e olhar para outro outdoor lê “Obedeça”, em outro “Não questione a autoridade” e assim sucessivamente, até um alto falante fica transmitindo a todo momento a frase: “Permaneça dormindo”.

Mas o momento mais simbólico é quando usando os óculos Nada vê nas mãos de um homem pedaços de papel com as frases : “Este é seu Deus” só que na verdade são notas de dinheiro! A intenção original de Carpenter era usar propagandas reais, mas as empresas obviamente não quiseram ter suas imagens associadas a mensagens subliminares e dominação da mente. Aliás, a filmagem das cenas foram trabalhosas, a equipe primeiro filmava a visão “real” e depois a visão dos óculos, substituindo os outdoors e placas de sinalização por outras com as tais mensagens subliminares, o interessante é que as pessoas que estavam passando por ali nem se deram conta das tais mensagens de ordem o que foi no mínimo assustador para o diretor. Outro fato interessante é que quando se coloca os óculos passa-se a ver em preto-e-branco. Será Carpenter querendo dizer que a realidade colorida que vemos todos os dias não passa de aparência?

Nem precisa dizer que Nada fica totalmente transtornado e ao passar em uma banca de jornal dá de cara com um ser com aparência cadavérica e olhos metálicos. Ao tirar os óculos no entanto vê um homem bem vestido de meia-idade. É aí que Nada se dá conta: “Eles” controlam a mídia, a política e a polícia. “Eles” são os que tem as melhores oportunidades. “Eles” são os donos de imensas fortunas. “Eles” são alienígenas dominando (secretamente) o planeta! O interessante é que os alienígenas sempre são os milionários, políticos, ou seja, a classe média alta, a elite. Vez ou outra há alguns infiltrados na polícia (para garantir a força repressora de rebeldes humanos) e na mídia (para através das mensagens subliminares na propaganda e tv manter os humanos em um estado de dormência) . Já os humanos que têm noção disso, ou se aliaram a eles em troca de poder e dinheiro, ou formaram pequenas milícias com o propósito de destruir os invasores, como é o caso de Gilbert e o pessoal da igreja.

Após descobrir toda a verdade, Nada se sente praticamente traído pela América que tanto amava e acreditava. Agora, a “terra da liberdade” não passava de utopia e aparências, e por mais que ele tentasse subir na vida, “eles” não iriam deixar. É como se Nada se sentisse privado de seu direito de ser alguém, de crescer. Agora ele iria combater os invasores nem tanto para ajudar a América e sim por estar profundamente “p” da vida com eles. E ele se vinga do modo Carpenter: rouba armas de uns policiais aliens e invade um banco dizendo: “Eu vim aqui mascar chiclete e matar gente. E meus chicletes acabaram” e começa a atirar em alienígenas. Ele segue uma regra somente: nunca matar humanos, somente aliens e os últimos sofrem o diabo na mão do herói. Não demora e ele passa a fugir da polícia e acaba se encontrando com Holly (a meio insossa Meg Foster) e a obriga a levá-lo à sua casa e dar-lhe abrigo. Lá tenta explicar tudo à moça só que ela o nocauteia com uma garrafa fazendo o pobre homem atravessar a janela e rolar colina abaixo em uma cena muito bem filmada por sinal. Sem armas e perseguido pela polícia, Nada procura a ajuda de Frank que se mostra relutante sempre dizendo que “não quer se envolver”. Numa das cenas mais memoráveis do filme, ao tentar convencer o amigo a colocar os óculos e não obter êxito pela conversa, Nada apela pra porrada numa seqüência violenta e ininterrupta de socos, pontapés, chutes no saco, mordidas e tudo mais, criando assim uma das lutas de maior duração do Cinema (7 minutos 10 segundos!). Hoje em dia qualquer filme do Jackie Chan ultrapassa essa marca, mas a luta de Nada e Frank por ser totalmente “anti-Cinema”, ou seja ser o mais próxima da realidade possível, ainda causa um impacto tremendo. A luta originalmente deveria ter 20 segundos mas os atores resolveram aumentar sua duração o que agradou ao diretor.

Eles então descobrem que como não podem matar todos os alienígenas devem invadir a emissora de tv Canal 54 e destruir a antena no terraço que é a que manda ondas que mantém os humanos dormindo. Só com a interrupção do sinal os humanos poderão ver a verdadeira face dos alienígenas.

Não é que o filme continua atual depois de décadas? Afinal, o que mudou? A mídia ainda domina (e aliena) a maior parte da população, os ricos ficam cada vez mais ricos e os pobres cada vez mais pobres. Mas assim mesmo é interessante analisar o contexto político que fez “Eles Vivem” ver a luz do dia. Era o governo Reagan que mandava e sua “Reaganomics” era a bola da vez. Um plano político que defendia o neoliberalismo a unhas e dentes. Reagan cortou gastos públicos, diminuiu impostos e privatizou empresas estatais, estimulando as empresas privadas a ocuparem todos os espaços da vida econômica, gerando desemprego e enfraquecimento dos sindicatos. E ainda por cima Reagan insistiu em manter os impostos reduzidos e os gastos militares em expansão e, para equilibrar o orçamento, propôs que os gastos sociais fossem cortados, ocasionando mais desemprego. Não mudou muita coisa no mundo não é mesmo? Segundo Carpenter:

“Eu quis falar sobre um monte de coisas que estavam acontecendo no país naquele momento. Havia essa tendência ao capitalismo selvagem que era um estupidez total. Todos os problemas que eu achava que tinham sido resolvidos estavam de volta: censura, racismo. Mas eu não quis pregar. Então eu peguei um conto e o adaptei”.

O conto em questão foi “Eight O´Clock in The Morning” do escritor de Ficção Científica Ray Faraday Nelson publicado em 1963 na “Magazine of Fantasy and Science Fiction” e Carpenter assina o roteiro como Frank Armitage em homenagem a um personagem do escritor H.P. Lovecraft que aparece no conto “O Horror de Dunwich”. A tal censura que Carpenter dizia sofrer ainda rende uma bem humorada cena lá para o final do filme. Dois críticos de cinema estão conversando sobre a violência na mídia e um solta a seguinte frase: “Cineastas como John Carpenter e George Romero deveriam se conter um pouco”. Ei, quem em sã consciência diria isso? Não se preocupem, eles eram alienígenas mesmo.

Apesar de ter o pique e a cara dos filmes B de ficção científica dos anos 50, “Eles Vivem” guarda certas diferenças interessantes. Como bem disse o jornalista José Geraldo Couto - e que pretendo reproduzir na íntegra, já que é magnífica sua análise - em seu ótimo artigo sobre o filme na extinta revista Set - Terror e Ficção:

“Se naqueles [clássicos B de ficção científica] os invasores eram perigosos porque vinham destruir o american way of life, neste filme são eles que patrocinam e sustentam o mesmo american way of life, apresentando como o verdadeiro mal a ser combatido.” E ele continua: “Enquanto os velhos filmes de marcianos ostentavam um viés nitidamente anticomunista, em Eles Vivem são aqueles que combatem os invasores que são perseguidos como comunistas”.

Além disso, nos clássicos, os heróis sempre eram cidadãos de classe média politicamente corretos. Aqui, são trabalhadores braçais que convivem com a falta de moradia e de emprego. E os heróis interpretados por Roddy Piper e Keith David nem são bonitos ou elegantes, o que os faz parecer ainda mais com pessoas “normais” do dia-a-dia. A trilha sonora habitualmente composta por Carpenter não é lá muito memorável, mas lembra os faroestes das antigas especialmente nas primeiras cenas de Nada caminhando solitariamente pelas estradas da cidade com a mochila na costas. O filme ainda conta com uma das taglines mais legais já vistas: “Você os vê nas ruas/ Você os assiste na TV /Você talvez até vote em um nessas eleições/ Você acha que eles são pessoas como você./ Você está errado.... mortalmente errado.” Sem contar os ótimos efeitos visuais (a maioria simples, mas eficientes) e os de maquiagem. Os aliens-yuppies estão assustadores, basicamente uma cara esquelética com carne e nervos expostos além de olhos metálicos, tudo isso a cargo novamente do maquiador Frank Carissosa vindo do anterior “Príncipe das Sombras” também de Carpenter.

Mas não pense que por conter toda essa crítica social e política e ainda uma certa dose de filosofia, o filme seja chato ou se alongue demais nessas questões como algum Matrix da vida. Pelo contrário, após o protagonista descobrir a verdade, é ação que não acaba mais! São tiros, porrada e reviravoltas a todo momento. O mais interessante é constatar que mesmo sendo um filme pequeno, “Eles Vivem” foi referenciado em diversas outras obras. Em capas de discos de rap, videoclipes, a frase do chiclete que Nada diz ao entrar no banco aparece no jogo de videogame Duke Nukem 3D, e em outro videogame “The Simpsons - Bart Vs. The Space Mutants”, onde Bart Simpson ao colocar um óculos escuros passa a ver quem são os humanos e quem são os alienígenas em Springfield.

Essa pequena pérola da ficção científica só foi lançada em DVD nos Estados Unidos, por aqui somente saiu em VHS e se você tiver alguma sorte até acha em locadoras com bom acervo ou em algum sebo. Fato é que nunca você enxergará o mundo da mesma forma depois de "Eles Vivem". É como dizem: "a ignorância é uma dádiva", cabe a nós aceitarmos ou não colocar os "óculos". Qual a sua escolha?

Bruno C. Martino

sexta-feira, 19 de janeiro de 2024

Provas documentais e testemunhos fidedignos sobre OVNIs: Disclosure Project



Informação de qualidade, com testemunhas respeitáveis que ocuparam posições-chaves dentro do escalão governamental e militar, amparadas por provas, documentos, vídeos foi dada em 2001 num evento de mídia chamado Disclosure Project, sobre a questão OVNI, ETs, tecnologia secreta, bases na Lua, etc. Se você nunca ouviu falar disso a razão é uma só: a mídia corporativa a qual você assiste nunca veiculou tal tipo de evento. E você tem aceitado esse tipo de censura pasteurizada como um cordeiro que está pronto para ir ao abatedouro com todas as mentiras que lhe contam e as verdades que te escondem. Então a responsabilidade é sua também, que incapaz de desligar a TV, desconhece o que acontece de importante e permanece na ignorância sobre evento tão significativo. Quando é que você vai tomar consciência do quão enganado e iludido está? Quando? Nunca é a resposta mais provável. Mas aqui há uma chance. Desprograme-se. Desligue a TV. Você não chegou até aqui à toa, não é mesmo? Estamos em vias de despertar. Eis um sinal, um alerta, uma pista no seu caminho.



quinta-feira, 18 de janeiro de 2024

O que é The Disclosure Project (revelação do que está por trás do fenômeno OVNI, maio de 2001)

Apocalipse significa, na origem da palavra, em grego, REVELAÇÃO, não significa fim.

Disclosure Project é uma iniciativa que surgiu da reunião de mais de 400 testemunhas idôneas, sendo várias dezenas de profissionais de Inteligência, Defesa e Ciência, de várias áreas do governo americano e de empresas a ele ligadas ou não. De acordo com o porta-voz e diretor da organização, o médico Steven Greer, desde a coletiva de imprensa realizada em 9 de maio de 2001 (recentemente foi feita outra, em 12 de junho de 2023), muito mais gente tem se reunido a seu movimento. Mas ao mesmo tempo, ele teme que medidas também estejam sendo tomadas para a destruição de provas e para desviar a atenção (vide 11/09) do que realmente importa. Para ele, o que começou, em meados da década de 40, como uma operação de acobertamento de fatos que pudessem desestabilizar a sociedade evoluiu para uma “elite” que governa secretamente tudo o que é relacionado com contatos, tecnologia e, por que não dizer, diplomacia extra-terrestre. O que mais chama a atenção é a forma como tal conspiração flui naturalmente, sem a necessidade de grandes esforços para que a verdade se mantenha escondida.

A maior parte do conteúdo realmente interessante sobre o assunto disponível na net é um vídeo de duas horas, com os testemunhos mais impressionantes e a coletiva à imprensa de 2001, ambos devidamente ripados e postados no Youtube, no Vimeo, no Odysse e em outras plataformas. Postarei aqui os depoimentos das 20 primeiras testemunhas (incluindo o próprio Dr. Greer), com breves resumos baseados no que achei em um blog em inglês. Estes depoimentos são curtos e sucintos, pois foi apenas a coletiva de “batismo” do projeto. O vídeo de duas horas traz estas mesmas testemunhas e mais outras, que detalham suas experiências em pormenores surpreendentes. Todo esse material, repito, está no Youtube e e em outras plataformas de forma integra.

Testemunhas

Testemunha: John Callahan, da divisão de Investigações e Acidentes da FAA, a Infraero dos EUA

Relata um incidente no Japão, em 18 de novembro de 1986, quando foram gravados, pela primeira vez, dados de um avistamento por radar de um OVNI. Callahan chegou a entregar um relatório à FAA, com gravações das vozes dos controladores e pilotos, vídeo gravado durante o contato e os dados de telemetria do rastreamento do OVNI. Mas tomou o cuidado (ou correu o risco) de preservar os originais.


Testemunha: Tenente-Coronel Charles Brown, que chefiou o Departamento de Investigações Especiais da Força Aérea, conhecido como Projeto Grudge, em 1949 (anterior ao Blue Book)

Afirma que muitas das aparições de OVNI’s com as quais lidou tiveram, ao contrário do que foi declarado, confirmação de contato visual e por radar, tanto em terra como em vôo.

Testemunha: Michael Smith, controlador de tráfego aéreo da Força Aérea americana entre 1967 e 1973, em Klamath Falls, Oregon.

O primeiro incidente que ele descreve ocorreu no começo de 1970, quando chegou para trabalhar e encontrou seus colegas assistindo a um OVNI no radar. O objeto surgiu a 80.000 pés, desceu abaixo do nível do radar para reaparecer, 200 milhas adiante, de volta aos 80.000 pés, manobra que repetiu várias vezes seguidas. Quando contatou o NORAD, lhe foi ordenado que nunca escrevesse nada em nenhum relatório sobre OVNI’s e que qualquer avistamento deveria ser tratado em need to know basis* (ou seja, fica só entre nós). Pouco tempo depois, foi avisado pelo NORAD que um OVNI viria em sua direção a partir da costa da Califórnia. Intrigado, perguntou o que eles queriam que ele fizesse, ao que eles responderam – Nada. Era apenas para avisar quem tinha que saber.**need to know é um procedimento de segurança de informação, onde a mesma é acessível apenas a quem “precisa saber”, e inacessível mesmo a quem tem o direito, legal, oficial, burocrático ou o que seja, de acessá-la.

Em 1972, enquanto em St. Marie, Michigan, com o 753º Esquadrão de Radar, Michael recebeu ligações dos policiais locais em pânico, que estavam em perseguição a três OVNI’S. Tendo se confirmado da presença dos objetos em sua tela de radar, notificou o NORAD, que desviou dois B-52’s das redondezas para evitar problemas de proximidade. Foi então ordenado que respondesse à polícia que não via nada no radar.

Testemunha: Enrique Kolbeck, controlador de tráfego aéreo mexicano

O primeiro incidente a que ele se refere foi uma confirmação por radar, em 4 de março de 1992, de 15 objetos 50 milhas a oeste do aeroporto de Toluca. A seguir, ele prossegue relatando que duas quase-colisões com OVNI’s ocorreram. A primeira em 28 de julho de 1994, às 22:20h, envolvendo o vôo 129 para o México. O segundo, apenas uma semana depois, envolvendo o vôo 904 para o México às 11:30. Ambos incidentes foram detectados pelo radar. Finalmente, desta vez com um novo equipamento de radar, em 15 de setembro de 1994, um objeto foi avistado estacionário por 5 horas! Esta era uma ocorrência bem estranha, e o equipamento foi checado. Não foram encontradas falhas. No dia seguinte, o avistamento foi relatado por numerosas pessoas ao sudeste do aeroporto de Toluca, na cidade de Metepec: um disco de 15 metros de diâmetro.

Testemunha: Comandante Graham Bethune, Marinha Americana (aposentado, falecido recentemente).

Relata um incidente de grandes proporções que aconteceu em 10 de fevereiro de 1951. Voando de Keflevic, Islândia, para Argentia, em Newfoundland, à noite e a aprox. 310 milhas antes de Argentia, sua tripulação relatou luzes na água, como um cidade. Essas luzes desapareceram e então um disco voou a partir do local das luzes e passou a interagir com o avião que o Comandante Bethune pilotava. Ele explica que vários dos equipamentos do avião foram afetados pela aeronave em foram de disco, que foi captada no radar com velocidade acima de 1.800 milhas por hora. Além da tripulação, os 31 passageiros do avião testemunharam o evento, sobre o qual o Comandante produziu um relatório de 18 páginas para a Marinha e a Força Aérea.

Testemunha: Dan Willis, Marinha dos Estados Unidos

Declara que trabalhou na “Code Room” (sala de código) da estação de Comunicações Navais em San Francisco. Em 1969, recebeu uma mensagem prioritária de um navio perto do Alaska, classificada como top secret. O navio relatou a emergência, do oceano, de um objeto elíptico, que brilhava em laranja-avermelhado, com aprox. 70ft de diâmetro (20m), o qual foi rastreado pelo radar viajando a mais de 7.000 milhas por hora. Anos depois, enquanto trabalhava em San Diego, um colega que já tinha trabalhado no NORAD notou objetos nas telas de radar saindo da escala, fazendo viradas de 90°. Quando levou isso a seu supervisor, esse disse que “foi só uma visita dos nossos amiguinhos”.

Site do jornalista Dan Willis: https://thewebmatrix.net/

Testemunha: Don Philips, ex-empregado da Lockheed Skunkworks e ex-contratante da CIA

Descreve um incidente perto da Área 51, onde 6 ou 7 OVNI’s se exibiram sobre a base. Voando a velocidades de 2.400 a 3.800 milhas por hora, parando subitamente e voando em ângulos agudos, os objetos depois formaram um círculo, que entrou em rotação acelerada até se unir em um ponto e sumir. O evento foi registrado por radar.

Testemunha: Capitão Robert Salas, Força Aérea dos Estados Unidos

Em 16 de março de 1967, na base da Força Aérea de Malmstrom, em Montana, Salas era o Oficial de Lançamento de Mísseis. Um guarda de segurança o telefonou e falou sobre estranhas luzes no céu. Mais tarde, recebeu outra chamada, dizendo que havia um OVNI pairando sobre o portão frontal. Quando Robert Salas ligou para seu supervisor para notifica-lo da situação, os mísseis sob seu comando começaram a ser desativados, entrando em modo de não-lançamento. Ele perdeu de 6 a 8 mísseis naquele dia e a base de lançamento Echo Flight perdeu todos seus dez mísseis sob circunstâncias similares. Depois, descobriu que algo semelhante ocorrera em Minot, North Dakota, que em agosto de 1966 experimentara eventos similares, com aparições de OVNI’s sobre silos de mísseis.

Testemunha: Tentente-Coronel Dwynne Amesson, Força Aérea dos Estados Unidos

Em seu testemunho, Amesson relata três experiências relacionadas a OVNI’s. Primeiro, enquanto trabalhava na base da USAF de Ramstein, na Alemanha, no começo da década de 60. A cargo do Centro de Criptografia, leu uma mensagem que dizia que um OVNI havia caído na ilha de Spitzberg, na Noruega, e que um time de cientistas estava a caminho para investigar o acidente. Depois, quando lotado na 28ª Divisão Aérea de Great Falls, Montana, a cargo das comunicações, recebeu uma mensagem confirmando o problema de Robert Salas com o silo de mísseis. Finalmente, quando Comandante de uma unidade na mesma base, guardas de segurança da base de Loren relataram o avistamento de OVNI’s perto de instalações de armamento nuclear.

10ª Testemunha: Hartland Bently, Soldado de Primeira Classe, Exército dos EUA

Servindo no norte de Washington, DC, em maio de 1958, às 6:00h, ouviu um ruído que soava como um “transformador pulsante”. Ele afirma que a nave mergulhou rumo ao solo, com o impacto causando a queda de vários pedaços (?) e depois a nave levantou vôo novamente. Na noite seguinte, a base de mísseis de Gettysburg lhe telefonou e relatou que havia de 12 a 15 OVNI’s flutuando a 50~100 pés acima dele. Hartland perguntou: “que barulho eles fazem?” O interlocutor retirou o headphone e disse “Escute!” Era o mesmo som que ouvira antes, mas obviamente havia mais de um deles. Hartland imediatamente ligou seu radar e captou o objeto sobre o silo. Na outra passagem do radar, o objeto já estava a 2/3 do caminho para fora da tela, o que sugere uma velocidade acima de 17.000 milhas por hora. Dez anos depois, enquanto trabalhava em um projeto secreto na Califórnia, entre as 2 e 3 da manhã captou o link entre Houston e os astronautas, que diziam que um OVNI estava em curso de colisão com o módulo que dava a volta por trás da Lua.

Servindo no norte de Washington, DC, em maio de 1958, às 6:00h, ouviu um ruído que soava como um “transformador pulsante”. Ele afirma que a nave mergulhou rumo ao solo, com o impacto causando a queda de vários pedaços (?) e depois a nave levantou vôo novamente. Na noite seguinte, a base de mísseis de Gettysburg lhe telefonou e relatou que havia de 12 a 15 OVNI’s flutuando a 50~100 pés acima dele. Hartland perguntou: “que barulho eles fazem?” O interlocutor retirou o headphone e disse “Escute!” Era o mesmo som que ouvira antes, mas obviamente havia mais de um deles. Hartland imediatamente ligou seu radar e captou o objeto sobre o silo. Na outra passagem do radar, o objeto já estava a 2/3 do caminho para fora da tela, o que sugere uma velocidade acima de 17.000 milhas por hora. Dez anos depois, enquanto trabalhava em um projeto secreto na Califórnia, entre as 2 e 3 da manhã captou o link entre Houston e os astronautas, que diziam que um OVNI estava em curso de colisão com o módulo que dava a volta por trás da Lua.

11ª Testemunha: John Maynard, Sargento de Primeira Classe do Exército americano (aposentado).

Tinha como incumbência a checagem, catalogação e encaminhamento de documentos secretos. Para tanto, era obrigado e ler todos, um por um, e checar se estavam completos para que seguisse ao destinatário. Ele afirma ter visto muitas, mas muitas referências a OVNI’s, incluindo fotos MPIC e relatórios sobre abatimentos desses objetos. Afirma que os “black projects”, projetos secretos que correm sem acesso até mesmo para o Presidente, existem de fato e que fora convidado para participar, mas recusou.

12ª Testemunha: Sargento Karl Wolf, Engenheiro de Equipamentos Fotográficos Eletrônicos de Precisão da Força Aérea dos EUA.

Com uma autorização para nível CRYPTO de segurança, trabalhou na base aérea de Langley, Virgínia. Em meados de 1965, foi transferido para o projeto do Lunar Orbiter da NASA, no Campo Langley. Um Dr. Colly estava no comando e tinha um equipamento danificado a ser reparado no local. Karl ficou espantado ao ver tantos cientistas de todo o mundo por lá. Enquanto consertava o equipamento, um colega piloto, assim como ele de Segunda Classe, lhe mostrou fotos de uma base na parte oculta da Lua. As fotografias claramente mostravam estruturas, em formato de cogumelo e edifícios esféricos com duas torres. Karl terminou seu serviço na expectativa de que isto fosse anunciado nos próximos dias. Trinta anos depois, nada.

13ª Testemunha: Donna Hare, funcionária da NASA

Contratada como Designer e Ilustradora, desenhou mapas para alunissagem e decolagem e trabalhava a maior parte do tempo no prédio 8. Enquanto fazia um trabalho extra entre as missões, entrou em um laboratório fotográfico no prédio em frente na qual alguém lhe mostrou uma foto com um OVNI. A pessoa que mostrou lhe informou que tinha como obrigação apagar qualquer evidência de coisas estranhas nas fotos antes de liberá-las ao público. Um guarda lhe contou que, quando fora ordenado que queimasse algumas fotos, sem olhar o que havia nelas, e (é lógico) olhou para uma delas e viu um OVNI, no mesmo momento em que foi golpeado pelo cabo de uma arma. Ela afirma que as pessoas que sabem convivem com as que não sabem e ninguém desconfia de nada.

14ª Testemunha: Larry Warren, Oficial de Segurança da Força Aérea americana

Alega que vigiava armas nucleares armazenadas na base americana de Bentwaters e ocorreu um incidente com aliens no local durante um período de três dias.

15ª Testemunha: George A. Filler, III, Ex-piloto e Oficial de Inteligência da Força Aérea dos EUA (aposentado)

Esta testemunha não acreditava em OVNI’s até lhe ser ordenado que perseguisse um, em 1962. Relata que o objeto decolou rumo ao espaço de modo similar ao ônibus espacial. A partir disso, passou a fazer relatórios para colegas oficiais sobre OVNI’s no Vietnã Em 1976, relatou a um general na base aérea Maguire sobre um incidente no espaço aéreo iraquiano. Em 18 de janeiro testemunhou a descida de um OVNI nessa mesma base, do qual saiu um alienígena que foi baleado, tentou fugir e foi achado morto depois de pular a primeira cerca da base.

16ª Testemunha: Sargento Clifford Stone, Exército dos EUA

Stone conta como os americanos recuperaram objetos extra-terrestres e que ele mesmo estava envolvido nestas operações de resgate. Em 1969 participou da recuperação de uma destas naves enquanto lotado no Fort Lee, em Virgínia, enviado a uma localidade remota da Pensilvânia como parte da equipe reserva, pois suspeitava-se de radiação no local. Nesta apresentação, o sargento não diz muito, mas no DVD ele revela várias missões nas quais se envolveu e afirma que há mais de 50 espécies conhecidas de extra-terrestres.

17ª Testemunha: Mark Candish, Força Aérea dos EUA

Em 1967 assistiu com um telescópio uma aparição de dez minutos de um OVNI sobre uma base aérea americana.Em 1988, um colega de faculdade, Brad Sorrenson, lhe contou que ele pessoalmente viu três OVNI’s em um enorme hangar na base aérea Norton, durante uma exposição, no dia 12 de novembro de 1988. Mark ligou para seu congressista, que confirmou a exposição de Reproduções de Veículos Alienígenas. Apresenta um diagrama da aeronave com base na descrição de seu colega.

18ª testemunha: Daniel Sheehan, advogado.

O advogado, consultor jurídico do Disclosure Project, foi contatado por Marta Smith em 1977. Ela o informou que naquele ano o presidente Carter convocou um encontro com a CIA e exigiu informações sobre OVNI’s e qualquer informação existente sobre inteligência extra-terrestre. O pedido de Carter foi negado pelo diretor da agência na época, George Bush, o pai. Conseguiu acesso restrito a partes do projeto Blue Book naquele mesmo ano de 1977, no Edifício Madisson, onde viu fotografias de um OVNI acidentado cercado de pessoas da Força Aérea. Proibido de tirar qualquer cópias ou fazer anotações, conseguiu copiar caracteres que apareciam na nave em um bloco amarelo.

19ª Testemunha: Dra. Carol Rosin

Apresentada ao falecido Dr. Werner von Braun em 1974, a então professora da 6ª série foi alertada pelo cientista alemão da necessidade de parar com o armamento do espaço. Segundo o pai da tecnologia de foguetes, cinco cartas seriam utilizadas pelos interessados em fabricar armas: primeiro os russos, depois os terroristas, em seguida as nações “malignas” do 3º mundo, os asteróides e, finalmente, uma ameaça alienígena.

20ª Testemunha: Dr. Steven Greer, diretor do Disclosure Project

O Dr. Greer explica que havia até então mais de 5 horas de depoimentos de testemunhas, e que essa coletiva fora uma pequena amostra. Ele clama por audições públicas e investigações no Congresso para desclassificar toda e qualquer informação sobre o assunto. Reafirma que já dominamos, através de engenharia reversa, a tecnologia que nos permitiria viver em um mundo mais limpo e mais humano. Insiste na desmilitarização do espaço e na predisposição de convivência pacífica com as outras espécies alienígenas.

Depois desta coletiva, todos os pedidos da organização têm sido negados pelos órgãos de inteligência e segurança americanos, mas as testemunhas se multiplicam e as evidências continuam se acumulando.

Agradecimento ao WINSTON pela pesquisa e texto.

FONTE: http://www.anjodeluz.com.br/disclosure.htm



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