Ato público em defesa dos Guarani-Kaiowá

terça-feira, 30 de outubro de 2012

Entenda o verdadeiro significado do hino do Brasil nas palavras de uma índia que discursa em ato público pelos Guarani-Kaiowá:

MAS, SE ERGUES DA JUSTIÇA A CLAVA FORTE,
VERÁS QUE UM FILHO TEU NÃO FOGE À LUTA,
NEM TEME, QUEM TE ADORA, A PRÓPRIA MORTE.

Faminto por mudança: Documentário

segunda-feira, 29 de outubro de 2012

"O açúcar mata mais pessoas do que todas as outras drogas juntas".

http://docverdade.blogspot.com.br/2012/10/faminto-por-mudanca-hungry-for-change.html

(EUA, 2012 - Direção: James Colquhoun, Laurentine Ten Bosch)

Imperdível!

Dos mesmos produtores de um dos mais aclamados documentários aqui lançados, "Food Matters (O Alimento é importante)", Hungry For Change agora destaca a obesidade e os produtos diets ou "low fat", que vendem o sonho de ser tornar magro, as armadilhas genéticas que caem as pessoas, a falta de ética da indústria alimentícia, que usa as mesmas táticas da indústria do tabaco viciando os seres humanos desde a infância. Aditivos cancerígenos, que engordam ainda mais, que causam dependência e até doenças cerebrais terríveis como o aspartame e o glutamato monossódico.

Novamente os produtores se propuseram a mostrar as soluções de maneira humana, delicada e elegante, desde mostrar fatos ligados aos mamíferos e sua genética guardadora de gordura (para o inverno), esclarecer a diferença entre alimentos que nutrem e os que "enganam", mostrar a importância da desintoxicação de substâncias que são guardadas geralmente na gordura, na importância dos exercícios e do sono para se defender do estresse diário e da bagagem do que cada ser carregou na vida emocional desde o berço.
Depois de ver este documentário, provavelmente você mudará o seu jeito de se alimentar. (docverdade)

Download:
Torrent
Legendas pt-br (agradecimentos a Albergi)

Agradecimentos a Leandro Rowe pela sugestão e links

Assista também aos documentários:
Fat Sick and Nearly Dead, Aspartame, Sweet Misery e Food Matters, postados aqui no docverdade (ou clique na tag "alimentação" para ver todos os documentários sobre o tema). 

Auto-consciência

quinta-feira, 25 de outubro de 2012

O mal que se reconhece como tal deixa de sê-lo.

O bem que se reconhece como tal deixa de sê-lo.

A consciência perfeita é uma vacuidade,

o ser verdadeiro está além do bem e do mal. F.A.

Índios Kaiowá Guarani a beira do suicídio devido a flagrante injustiça social

terça-feira, 23 de outubro de 2012



Nas últimas semanas, além do futebol de sempre, dois assuntos ocuparam as manchetes: o julgamento do chamado "mensalão" e, em São Paulo, o programa de combate a homofobia, grotescamente apelidado de "Kit Gay". Quase nenhuma importância se deu a uma espécie de testamento de uma tribo indígena. Tribo com 43 mil sobreviventes.

A justiça federal decretou a expulsão de 170 índios na terra em que vivem atualmente. Isso no município de Iguatemi, no Mato Grosso do Sul, à margem do Rio Hovy. Isso diante de silêncio quase absoluto da chamada Grande Mídia. (Eliane Brum trata do assunto no site da revista Época). Há duas semanas, numa dramática carta-testamento, os Kaiowá-Guarani informaram:

-Não temos e nem teremos perspectiva de vida digna e justa tanto aqui, na margem do rio, quanto longe daqui. Concluímos que vamos morrer todos. Estamos sem assistência, isolados, cercados de pistoleiros, e resistimos até hoje. Comemos uma vez por dia.

Em sua carta-testamento os Kaiowá/Guarani rogam:

 - Pedimos ao Governo e à Justiça Federal para não decretar a ordem de despejo/expulsão, mas decretar nossa morte coletiva e enterrar nós todos aqui. Pedimos para decretar nossa extinção/dizimação total, além de enviar vários tratores para cavar um grande buraco para jogar e enterrar nossos corpos. Este é o nosso pedido aos juízes federais.

Diante dessa história dantesca, a vice-procuradora Geral da República, Déborah Duprat, disse: "A reserva de Dourados é talvez a maior tragédia conhecida da questão indígena em todo o mundo".

Em setembro de 1999 estive por uma semana na reserva Kaiowá/Guarani, em Dourados. Estive porque ali já acontecia a tragédia. Tragédia diante do silêncio quase absoluto. Tragédia que se ampliou, assim como o silêncio. Entre 1986 e setembro de 1999, 308 índios haviam se suicidado. Índios com idade variando dos 12 aos 24 anos.

Suicídios quase sempre por enforcamento, ou veneno. Suicídios por viverem confinados em reservas cada vez menores, cercados por pistoleiros ou fazendeiros que agiam, e agem, como se pistoleiros fossem. Suicídio porque viver como mendigo ou prostituta é quase o caminho único para quem deixa as reservas.

Italianos e um brasileiro fizeram um filme-denúncia sobre a tragédia. No Brasil, silêncio quase absoluto: Porque Dourados, Mato Grosso, índios... isso está muito longe. Isso não dá Ibope, não dá manchete. Segundo o Conselho Indigenista Missionário, o índice de assassinatos na Reserva de Dourados é de 145 habitantes para cada 100 mil. No Iraque, esse índice é de 93 pessoas em cada 100 mil.

Desde 1999, quando estive em Dourados com o fotógrafo Luciano Andrade, outros 555 jovens Kaiowá/Guarani se suicidaram no Mato Grosso do Sul. Sob aterrador e quase absoluto silêncio. Silêncio dos governos e da Mídia. Um silêncio cúmplice dessa tragédia.

Fim do sofrimento

sábado, 20 de outubro de 2012

Para dissolver a fonte do sofrimento, o ego, basta assumir a responsabilidade integral por tudo o que ocorre em sua vida.

Este ato verdadeiramente egóico (heróico) levará ao colapso de si mesmo.

Promoverá uma inversão completa de valores e impedirá você de racionalizar, justificar, escapar, vitimizar-se e reclamar da vida como se ela não pertencesse a você e sim aos outros.

Isto até é uma verdade relativa justamente quando você não assume a responsabilidade pela própria vida.