História de um guerreiro

sábado, 25 de abril de 2015


O homem que plantava árvores ( "L'homme qui plantait des arbres", de 1987), vencedor do Oscar de Melhor Animação de 1988. Baseado em um conto do romancista francês Jean Giono, de 1953, e dirigido por Fréderic Back, o desenho conta a história de Elzéard Bouffier, um pastor de ovelhas silencioso e persistente.

O Trabalho

sexta-feira, 24 de abril de 2015

Quem te conhece não te conhece pois toma a parte como se fosse o todo, te faz em pedaços e você mesmo acaba por não se reconhecer. O caminho é recolher os pedaços de si para se fazer inteiro. A parte responsável por este "defrag" anímico precisa resguardar-se continuamente em silêncio e solidão para executar o seu trabalho e não ser também quebrada, triturada e massacrada pelo sistema que está aí.

A frase mais imprópria do ponto de vista do sistema social é:

O trabalho dignifica o homem.

Nada neste sistema o dignifica, antes o explora, o avilta e o transforma num recurso humano.

O único trabalho que dignifica o ser é o trabalho para se fazer inteiro, íntegro.


Prática Vital

quarta-feira, 22 de abril de 2015

As lágrimas escorrem pela face em função da beleza que vêem: arte.
O súor brota pelo corpo em função do esforço que realiza: trabalho.
O sangue flui pelas tuas veias em função do alimento digerido: energia (comida e ar)
A água da vida ascende pela tua coluna como um dragão de fogo: paixão transmutada.
Tudo se transforma em ti, numa série de impressões incessantes, para que "tu" seja apenas uma referência passageira.
Teu ser líquido é um fluxo ígneo no leito do corpo: vulcão, lava e explosão.
Estás morrendo em vida. Estás vivendo em morte.
"Tu" é uma ilusão de permanência e uma verdade irrefutável de impermanência.