1996 - o ano do golpe invisível na democracia brasileira

quarta-feira, 25 de maio de 2016



Faz 20 anos que falamos desse tema: urnas eletrônicas, o maior escândalo político da frágil democracia tupiniquim.
Hoje fala-se muito em golpe, mas o golpe atual não é nada frente a este golpe invisível que ocorre desde 1996, graças à Justiça do Brasil.
O projeto para tal golpe começou em 1980, durante a ditadura militar. Por que um projeto idealizado em 1980 pelo antigo SNI - Serviço Nacional de Informações criado pelos golpistas de 64 - iria favorecer a democracia no Brasil?
Desde 2002, quando descobri o fato, que junto com outros denuncio este golpe invisível.
Antes algumas questões para fazê-lo pensar.
O que garante, de fato, para você como eleitor que o seu voto vai para quem você escolheu?
Nada. Não há garantias.
O que garante, de fato, para você como candidato que o seu voto vai, pelo menos, para você?
Nada. Há casos de candidatos com zero votos. E você não tem como reclamar.
Isso significa que a cidadania está ameaçada. A cidadania é um dos princípios fundamentais de nossa Constituição. Se ela está ameaçada, se ela é violada, o próprio Estado de Direito está sendo violado, golpeado.
O que é cidadania?
"O conceito de cidadania sempre esteve fortemente atrelado à noção de direitos, especialmente os direitos políticos, que permitem ao indivíduo intervir na direção dos negócios públicos do Estado, participando de modo direto ou indireto na formação do governo e na sua administração, seja ao votar (direto), seja ao concorrer a cargo público (indireto) - Wikipédia.
Se você não tem garantias que o seu direito político será exercido corretamente há uma flagrante ameaça à cidadania, se há ameaça à cidadania existe ameaça à Democracia e à Liberdade e assim também a Constituição é violada.
A seguir provas e denúncias sobre a fragilidade de nosso sistema de votação eletrônica. Para maiores informações visite:





http://votoseguro.org/ Assine o manifesto dos professores.

Rede de Intrigas - filme sobre manipulação midiática

segunda-feira, 23 de maio de 2016

Dica de cinema sobre manipulação midiática - nº 1

Network (1976) LEGENDA PT from network on Vimeo.


"Ainda mais empolgante hoje que na época do lançamento, Rede de Intrigas é uma denúncia sarcástica e certeira do jornalismo televisivo. Premiado com quatro estatuetas do Oscar, ainda pulsa com "uma combinação sempre rara de vitalidade e verve provocadora" (Los Angeles Times). Faye Dunaway, William Holden, Peter Finch e Robert Durvall são os astros deste retrato impiedoso da exploração da mídia televisiva. Quando o veterano âncora de jornalismo Howard Beale (Peter Finch) é demitido, ele sofre um violento colapso nervoso diante das câmeras. Mas, depois que os seus enfraquecidos números de audiência sobem por causa das suas críticas ferozes, ele é readmitido e reinventado como o "profeta louco das ondas da TV". Evidentemente, quando o tal "profeta" perde a capacidade de seduzir o público, alguma providência tem que ser tomada contra ele. De preferência, diante das câmeras e com uma plateia dentro do estúdio..."

Liderança e Traição

Um cuidado que qualquer líder precisa tomar é o de não sucumbir ao nível do grupo que lidera.

O paradoxo da liderança é que se fizer isto trairá a si mesmo e se não o fizer será traído.

Um exemplo do primeiro caso temos nos governos de esquerda, com muitos exemplos históricos, pois os governos de direita encarnam a traição como práxis usual, trata-se até de uma política deliberada (false flag).

Um exemplo do segundo caso é Jesus, abandonado por todos os seus discípulos na hora mais crucial, afinal a expectativa de Israel era por um messias guerreiro e libertador do Império.

F.