domingo, 21 de janeiro de 2024
Das verdades que só a ficção pode dizer: Eles Vivem (os predadores) - filme
sábado, 20 de janeiro de 2024
A irrupção do nagual no tonal: Plutão em Aquário - 1778 e 2024
Astra inclinant, sed non cogunt. Os astros inclinam, mas não determinam.
Para ver o futuro, estude o passado, pois tudo se repete em ciclos, o que se busca é ir para oitavas mais altas, ascendendo na espiral do tempo, sem ficar preso em sua mecânica, sofrendo as consequências de uma repetição infindável.
Estamos diante do fim de um ciclo e início de outro.
Estamos diante do fim de um mundo e início de outro.
Eu disse fim de um mundo e não fim do mundo, mas será como se fosse o fim do mundo para muita gente, pois velhos paradigmas ruirão, impérios cairão, o sistema monetário será transformado e uma nova ordem mundial baseada na multipolaridade geopolítica surge.
Naturalmente a velha ordem reage e provoca guerras e conflitos pelo mundo todo. A velha ordem aqui é representada pelo Império Anglo-Americano. A nova ordem funda-se nos BRICS: Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul, fundadores do BRICS, que contam agora em 2024 com mais 5 países: Arábia Saudita, Etiópia, Emirados Árabes Egito e Irã.
2024 é um ano chave em termos políticos, pois teremos eleições em boa parte do mundo, 50 países irão as urnas, já em termos geopolíticos temos o fortalecimento do BRICS e do mundo multipolar, e em termos exopolíticos temos um movimento cada vez mais intenso ocorrendo pela revelação e desacobertamento de segredos governamentais e corporativos envolvendo tecnologia alienígena como indicam audiências públicas sobre o fenômeno OVNI (UAP) ocorridas no Congresso dos EUA e do México.
Mas algo mais nos aguarda a partir de 2024 e esse algo a mais será para a maioria das pessoas surpreendente, inesperado, imprevisível, pois estamos entrando, a partir do dia 20 de janeiro, numa configuração astral que ocorreu a 246 anos atrás: a entrada de Plutão em Aquário.
Plutão é um signo lento, seu movimento em torno do Sol é de 246 anos e ele passa em cada signo uma média de + ou - 20,5 anos. Da última vez que ele esteve em Aquário o mundo foi sacudido por eventos como:
- a queda da Bastilha;
- a Revolução Francesa;
- a Revolução Americana;
- a Revolução Industrial;
- o Iluminismo;
- surgimento da primeira vacina: varíola.
- o Reino do Terror na França;
- a Inconfidência Mineira e a morte de Tiradentes;
- a Revolução Haitiana, Haiti é o primeiro país a abolir a escravidão;
- o rei Luís XVI é executado;
- início da rebelião irlandesa contra o domínio britânico;
- a guerra Anglo-Francesa.
A palavra chave aqui é REVOLUÇÃO. Plutão em Aquário revoluciona. Se formos pesquisar a origem da palavra vamos encontrar, do latim, "revolvere", girar, virar, dar voltas, como o tambor do revólver. Assim a associação entre revolução e armas é direta, pois vem da origem da palavra. Vemos a ideia de ciclo, de giro como no arcano 10 do Tarot. Também vamos encontrar no latim a palavra "revolutio", termo usado por Copérnico para descrever o movimento dos planetas em torno do Sol em seu tratado Revolutionibus Orbium Coelestium, de 1543, outro período de Plutão em Aquário.
Revolução é transformação radical, pela raiz, em profundidade. Profundidade é justamente o habitat de Plutão, pois ele vai fundo, vai na raiz, chega ao inconsciente coletivo, abala as estruturas, por isso é considerado uma força ou um "deus" ctônico, telúrico, do submundo, das riquezas interiores, dos segredos ocultos, dos mundos intraterrenos, dos terremotos (escrito a posteriori: tivemos no dia 20 de janeiro de 2024, aqui no Brasil, o maior terremoto de nossa história, 6,6 na escala Richter, ocorrido a mais de 600 kms de profundidade. Um "olá" de Plutão).
Talvez, parafraseando Aristóteles, descubramos que o homem é um animal exopolítico!
O arcano 20 do Tarot ilustra bem Plutão em Aquário, pois vemos algo emergir do submundo - Plutão - para a superfície através do chamado de uma força celeste - Urano, o céu, regente de Aquário. É o contato com outras realidades até então ocultas, escondidas, veladas. "Se contemplarmos longamente a escuridão, algo sempre aparece", diria o filósofo Arthur Schopenhauer, nascido quando Plutão entrou em Aquário (1778). Ada mais plutônico do que isso. A eventual emergência de uma civilização intraterrena seria completamente revolucionário, já que não consta da nossa história oficial.
Se é verdade que para vermos o futuro basta estudar o passado, então devemos nos perguntar que eventos passados podem representar o que hoje aponta para o futuro. Se no passado, quando Plutão entrou em Aquário, tivemos a queda da Bastilha, devemos nos perguntar o que hoje pode representar a Bastilha, o que hoje pode representar as instituições do Antigo Regime ou da Velha Ordem. O que hoje representa a Bastilha moderna e que está em xeque?
Um palpite interessante que representa bem a velha ordem regida pelo Império Anglo-Americano é a sede das nações unidas, a ONU, pois está mais do constatado o seu anacronismo, o seu vácuo de poder e a sua incapacidade de resolver os conflitos mundiais. Ainda temos Wall Street e a Casa Branca, pois analistas geopolíticos indicam uma tensão social crescente nos EUA devido à inflação, a dívida interna de 34 trilhões, a queda do dólar como moeda internacional e aos excessivos gastos militares para sustentar a máquina de guerra do Império. O próprio complexo industrial militar do Império pode ser visto como uma nova Bastilha, já que era nela que estava a pólvora com a qual o terceiro estado pode dar início à revolução francesa. Ora, quantos segredos, quanta sujeira, quantas tramoias não há por baixo de tal complexo, responsável possivelmente pelo assassinato de muitos, inclusive de John F. Kennedy, segundo algumas versões. O fato é que as instituições do Antigo Regime ou da Velha Ordem ruirão sob os impactos da força plutônica no signo do aquadouro e muitos segredos emergirão provocando um abalo em diferentes níveis: religioso, social, político, cultural e econômico.
Teremos assim uma nova revolução industrial assentada num novo modelo energético tal como o processo de fusão nuclear ou como a energia livre de Nikola Tesla e/ou ainda a energia do ponto zero (anti-gravidade que está por trás dos OVNIs). As denuncias fundamentadas desde 2001 através do Disclosure Project do Dr. Steven Greer ou ainda as feitas pelo cientista político Dr. Michael Salla estão em vias de alcançarem repercussões cada vez maiores sobre o ocultamento, por parte de governos e corporações, de tecnologia alienígena que poderia beneficiar amplamente a humanidade por acabar com os problemas climáticos, de fome, de miséria, de saúde e outros mais.
Mas nem tudo são flores, o que aconteceu recentemente no Equador é uma demonstração dos efeitos de Plutão em Aquário, pois tivemos o submundo da máfia das drogas colocando em xeque o estado equatoriano, indicando assim que a sombra do narcotráfico paira sobre a América Latina como um fator de desestabilização que pode ser parte de um guerra híbrida (um conceito plutônico por certo por tratar-se e uma guerra escamoteada de um Estado contra outro).
Falar em Plutão é falar em arma nuclear, não é por acaso que o material para a bomba atômica se chama plutônio, PU 94, e mais, macacos me mordam, mas outro componente importante para a fabricação de armas nucleares é o urânio, U 92, descoberto em 1789, quando Plutão estava em Aquário e adivinha por que tal elemento recebeu esse nome? Pois é, coincidência pouca é bobagem. Talvez o risco nuclear nunca esteve tão forte desde a crise dos mísseis, pois há uma potência que provavelmente tem, mas não revelou a posse domínio de bombas atômicas: o Irã, transformando o caldeirão do Oriente Médio num potencial cogumelo atômico, pois Israel também possui armas nucleares. Por outro lado, estabelece-se o chamado equilíbrio do terror, no qual o conflito nuclear é evitado, pois em tal guerra não vencedores.
Do Grego APOKALYPSIS, de APOKALYPTEIN, “desvendar, descobrir, revelar”, de APO-, “sobre”, mais KALYPTEIN, “cobrir, esconder”. Apocalipse é revelar o oculto. Plutão em conjunção com o Sol em Aquário é o rasgar do véu de Ísis, é o rasgar do véu do Templo, muitas verdades escondidas virão à tona e os sistemas de crenças em vários níveis serão colocados em xeque. Poderemos assistir um novo iluminismo, a luz da razão superando a fé cega, a magia se revela como tecnologia.
A conjunção do Sol com Plutão também pode ser vista como a manifestação de um avatar, a descida da Divindade (o Sol) na matéria densa (Plutão). Plutão guarda relações simbólicas com Shiva.
Nessa conjunção podemos ver um exemplo simbólico daquilo que Jung chamava de coincidentia oppositorum, a integração de todos os aspectos da psique, a totalidade do ser, segundo Jung, esse seria o grande problema da Psicologia e o ponto no qual a realidade divina se manifesta, permitindo que unamos em nós aspectos díspares da alma na busca da autorrealização. Surge aqui uma janela de oportunidade para os buscadores sinceros do diferentes caminhos do Ser. Nas palavras de Jung extraídas de uma entrevista dada em 1952 à Mircea Eliade:
"Para mim, como psicólogo, o estado de graça existe: é a perfeita serenidade da alma, um equilíbrio criativo, a fonte de energia espiritual. Falando sempre como psicólogo, afirmo que a presença de Deus é manifesta, na experiência profunda da psique, como uma “coincidentia oppositorum” (unidade dos opostos), e toda a história da religião, todas as teologias, dão testemunho do fato de que a “coincidentia oppositorum” é uma das mais comuns e mais arcaicas fórmulas para expressar a realidade de Deus. A experiência religiosa é numinosa, como Rudolf Otto a designa, e, para mim, como psicólogo, essa experiência difere de todas as outras de um modo que transcende as categorias ordinárias de espaço, tempo e causalidade. Recentemente, empenhei-me no estudo da sincronicidade (em poucas palavras, a "ruptura do tempo"), e estabeleci que se assemelha estreitamente às experiências “numinosas” em que espaço, tempo e causalidade são abolidas. Não aplico qualquer juízo de valor à experiência religiosa. Afirmo que um conflito interno é sempre a fonte de profundas e perigosas crises psicológicas, tão perigosas que podem destruir a integridade de um homem. Esse conflito interno manifesta-se psicologicamente nas mesmas imagens e no mesmo simbolismo testemunhados por toda e qualquer religião no mundo, e utilizados também pelos alquimistas".
O que temos aqui é a formação de uma tempestade perfeita, diversos fatores (astrológicos, geopolíticos, climáticos, econômicos, sociais e exopolíticos) atuando para a derrocada do Antigo Regime, do Velho Mundo, para o ressurgimento, tal como a Fênix Mítica, de um novo mundo, de novos valores, de novas visões, mas a luta entre o velho e o novo está sendo e será de natureza violenta na proporção da consciência dos velhos donos de poder serem capazes de aceitar a sua derrocada sem cair atirando. Algo difícil pelo que estamos vendo.
¹ Justamente hoje, 20 de janeiro de 2024, fazem 28 anos de um dos maiores casos da Ufologia brasileira e mundial: o ET de Varginha. Será que teremos um reconhecimento oficial sobre tal caso que além de envolver a queda de uma nave teve também a captura de seres alienígenas muito parecidos com os Akarts descritos no livro sobre raças alienígenas da arqueóloga Elena Danaan.
sexta-feira, 19 de janeiro de 2024
A espada de duplo fio da inveja
A inveja é alegria e tristeza ao mesmo tempo, alegria pela tristeza do outro e tristeza pela alegria do próximo, é o pecado oculto, ninguém o admite e isto ocorre por que há um outro pecado que esconde a inveja. A inveja como pecado é tão humilhante, mais tão humilhante que seu sujeito não quer se ver e faz tudo para não se ver, e isto mesmo é a inveja, in_veja, um não ver. Ninguém que ver em si algo tão dilacerante para um outro pecado, pecado capital: o orgulho. É o orgulho que não pode admitir a inveja, pois este reconhecimento implica em olhar a nossa derrota, a nossa inferioridade, a nossa incapacidade. O orgulhoso só quer sair sempre vitorioso e ter a última palavra. O invejoso quer ver apenas a derrocada do outro, mas não a própria, por isto Dante Alighieri apresentou o invejoso com os olhos costurados por arame em seu Purgatório.
Naturalmente, a inveja é um pecado óbice para aqueles que buscam se auto-conhecer, pois nos impede de ver a nós mesmos, assim como a ira que cega e o orgulho que ofusca, a inveja nos impede de ver antes de tudo a nossa própria singularidade, pois sobrevive apenas num desejo de comparação entre pessoas que não podem ser na verdade comparadas, pois todos somos únicos. Se reconheço em cada um a sua própria singularidade como a inveja pode subsistir? Mas vivemos numa sociedade que estimula a comparação constantemente apesar de sermos incomparáveis.
A inveja possui dois servos fiéis e usa destes dois servos fiéis para secretar o seu veneno, são servos poderosos e operam através da língua humana como se fossem dois demônios ou dois obsessores, para usar a linguagem mais moderna, a versão atualizada da palavra demônio: obsessor.
Se a inveja for vista como uma espada pontiaguda estes dois obsessores compõe a espada de duplo fio da inveja: a crítica e a fofoca.
A crítica e a fofoca compõe a assessoria de imprensa da inveja, uma assessoria de bastidores e esgotos.
Reparem que tanto um como o outro seguem o mesmo estilo de sua senhora inveja, nunca se apresentam, sempre se dão pelas costas, as escondidas, agem de forma astuta, velada, secreta, de forma indireta pois não podem revelar a sua senhora sempre envolta em trevas, em cantos escuros e mentiras. Como o invejoso, o crítico da vida alheia e o fofoqueiro sempre realiza suas falas pelas costas daquele que é o objeto de sua língua ele revela uma outra qualidade terrível que o próprio Dante Alighieri coloca no último círculo dantesco. Imagine alguém que por trás fala mal e pela frente lhe trata bem, lhe cumprimenta abraça e até beija. Isto nos lembra Judas que traiu Jesus (terá traído mesmo? Dizem, e essa é fala fofoqueira por excelência, pois o fofoqueiro sutil coloca sempre o sujeito elíptico para encobrir a si mesmo, que Jesus a cruz rogou ao pai da seguinte forma: - Por que me abandonastes?) com um beijo e nos faz perguntar: quem não tem inveja?
Quem não tiver apresente-se, trata-se de uma raridade, tão rara que dá até para desconfiar.
Já a inveja é legião.
E horrorizados vemos aquilo que não consegue olhar com alegria pelo bem que o outro é.
E vemos que nos fizemos tal como somos pela própria inveja não admitida.
Porque admiti-la destrói o nosso ser no mundo, por isso está escondida de ti por trás da ira, da crítica , do sacrifício ou da falsa rebeldia, com seus rebentos disformes da reclamação, da fofoca e do despacho de língua ferina.
Inveja. Veja in, olhe dentro, expurgue-a pelo olhar compreensivo, na figa da auto-observação, pois cada qual possui um dom divino para benefício de todos.
Oh, auto-estima minada!
Ó mediocridade de si!
Ó maldita e mal-olhada, escondes em ti teu próprio bem.
Provas documentais e testemunhos fidedignos sobre OVNIs: Disclosure Project
quinta-feira, 18 de janeiro de 2024
O que é The Disclosure Project (revelação do que está por trás do fenômeno OVNI, maio de 2001)
4ª Testemunha: Enrique Kolbeck, controlador de tráfego aéreo mexicano
Site do jornalista Dan Willis: https://thewebmatrix.net/
Descreve um incidente perto da Área 51, onde 6 ou 7 OVNI’s se exibiram sobre a base. Voando a velocidades de 2.400 a 3.800 milhas por hora, parando subitamente e voando em ângulos agudos, os objetos depois formaram um círculo, que entrou em rotação acelerada até se unir em um ponto e sumir. O evento foi registrado por radar.
Em 16 de março de 1967, na base da Força Aérea de Malmstrom, em Montana, Salas era o Oficial de Lançamento de Mísseis. Um guarda de segurança o telefonou e falou sobre estranhas luzes no céu. Mais tarde, recebeu outra chamada, dizendo que havia um OVNI pairando sobre o portão frontal. Quando Robert Salas ligou para seu supervisor para notifica-lo da situação, os mísseis sob seu comando começaram a ser desativados, entrando em modo de não-lançamento. Ele perdeu de 6 a 8 mísseis naquele dia e a base de lançamento Echo Flight perdeu todos seus dez mísseis sob circunstâncias similares. Depois, descobriu que algo semelhante ocorrera em Minot, North Dakota, que em agosto de 1966 experimentara eventos similares, com aparições de OVNI’s sobre silos de mísseis.
10ª Testemunha: Hartland Bently, Soldado de Primeira Classe, Exército dos EUA
Servindo no norte de Washington, DC, em maio de 1958, às 6:00h, ouviu um ruído que soava como um “transformador pulsante”. Ele afirma que a nave mergulhou rumo ao solo, com o impacto causando a queda de vários pedaços (?) e depois a nave levantou vôo novamente. Na noite seguinte, a base de mísseis de Gettysburg lhe telefonou e relatou que havia de 12 a 15 OVNI’s flutuando a 50~100 pés acima dele. Hartland perguntou: “que barulho eles fazem?” O interlocutor retirou o headphone e disse “Escute!” Era o mesmo som que ouvira antes, mas obviamente havia mais de um deles. Hartland imediatamente ligou seu radar e captou o objeto sobre o silo. Na outra passagem do radar, o objeto já estava a 2/3 do caminho para fora da tela, o que sugere uma velocidade acima de 17.000 milhas por hora. Dez anos depois, enquanto trabalhava em um projeto secreto na Califórnia, entre as 2 e 3 da manhã captou o link entre Houston e os astronautas, que diziam que um OVNI estava em curso de colisão com o módulo que dava a volta por trás da Lua.
Servindo no norte de Washington, DC, em maio de 1958, às 6:00h, ouviu um ruído que soava como um “transformador pulsante”. Ele afirma que a nave mergulhou rumo ao solo, com o impacto causando a queda de vários pedaços (?) e depois a nave levantou vôo novamente. Na noite seguinte, a base de mísseis de Gettysburg lhe telefonou e relatou que havia de 12 a 15 OVNI’s flutuando a 50~100 pés acima dele. Hartland perguntou: “que barulho eles fazem?” O interlocutor retirou o headphone e disse “Escute!” Era o mesmo som que ouvira antes, mas obviamente havia mais de um deles. Hartland imediatamente ligou seu radar e captou o objeto sobre o silo. Na outra passagem do radar, o objeto já estava a 2/3 do caminho para fora da tela, o que sugere uma velocidade acima de 17.000 milhas por hora. Dez anos depois, enquanto trabalhava em um projeto secreto na Califórnia, entre as 2 e 3 da manhã captou o link entre Houston e os astronautas, que diziam que um OVNI estava em curso de colisão com o módulo que dava a volta por trás da Lua.
Tinha como incumbência a checagem, catalogação e encaminhamento de documentos secretos. Para tanto, era obrigado e ler todos, um por um, e checar se estavam completos para que seguisse ao destinatário. Ele afirma ter visto muitas, mas muitas referências a OVNI’s, incluindo fotos MPIC e relatórios sobre abatimentos desses objetos. Afirma que os “black projects”, projetos secretos que correm sem acesso até mesmo para o Presidente, existem de fato e que fora convidado para participar, mas recusou.
12ª Testemunha: Sargento Karl Wolf, Engenheiro de Equipamentos Fotográficos Eletrônicos de Precisão da Força Aérea dos EUA.
Com uma autorização para nível CRYPTO de segurança, trabalhou na base aérea de Langley, Virgínia. Em meados de 1965, foi transferido para o projeto do Lunar Orbiter da NASA, no Campo Langley. Um Dr. Colly estava no comando e tinha um equipamento danificado a ser reparado no local. Karl ficou espantado ao ver tantos cientistas de todo o mundo por lá. Enquanto consertava o equipamento, um colega piloto, assim como ele de Segunda Classe, lhe mostrou fotos de uma base na parte oculta da Lua. As fotografias claramente mostravam estruturas, em formato de cogumelo e edifícios esféricos com duas torres. Karl terminou seu serviço na expectativa de que isto fosse anunciado nos próximos dias. Trinta anos depois, nada.
13ª Testemunha: Donna Hare, funcionária da NASA
Contratada como Designer e Ilustradora, desenhou mapas para alunissagem e decolagem e trabalhava a maior parte do tempo no prédio 8. Enquanto fazia um trabalho extra entre as missões, entrou em um laboratório fotográfico no prédio em frente na qual alguém lhe mostrou uma foto com um OVNI. A pessoa que mostrou lhe informou que tinha como obrigação apagar qualquer evidência de coisas estranhas nas fotos antes de liberá-las ao público. Um guarda lhe contou que, quando fora ordenado que queimasse algumas fotos, sem olhar o que havia nelas, e (é lógico) olhou para uma delas e viu um OVNI, no mesmo momento em que foi golpeado pelo cabo de uma arma. Ela afirma que as pessoas que sabem convivem com as que não sabem e ninguém desconfia de nada.
Alega que vigiava armas nucleares armazenadas na base americana de Bentwaters e ocorreu um incidente com aliens no local durante um período de três dias.
Esta testemunha não acreditava em OVNI’s até lhe ser ordenado que perseguisse um, em 1962. Relata que o objeto decolou rumo ao espaço de modo similar ao ônibus espacial. A partir disso, passou a fazer relatórios para colegas oficiais sobre OVNI’s no Vietnã Em 1976, relatou a um general na base aérea Maguire sobre um incidente no espaço aéreo iraquiano. Em 18 de janeiro testemunhou a descida de um OVNI nessa mesma base, do qual saiu um alienígena que foi baleado, tentou fugir e foi achado morto depois de pular a primeira cerca da base.
16ª Testemunha: Sargento Clifford Stone, Exército dos EUA
Stone conta como os americanos recuperaram objetos extra-terrestres e que ele mesmo estava envolvido nestas operações de resgate. Em 1969 participou da recuperação de uma destas naves enquanto lotado no Fort Lee, em Virgínia, enviado a uma localidade remota da Pensilvânia como parte da equipe reserva, pois suspeitava-se de radiação no local. Nesta apresentação, o sargento não diz muito, mas no DVD ele revela várias missões nas quais se envolveu e afirma que há mais de 50 espécies conhecidas de extra-terrestres.
Em 1967 assistiu com um telescópio uma aparição de dez minutos de um OVNI sobre uma base aérea americana.Em 1988, um colega de faculdade, Brad Sorrenson, lhe contou que ele pessoalmente viu três OVNI’s em um enorme hangar na base aérea Norton, durante uma exposição, no dia 12 de novembro de 1988. Mark ligou para seu congressista, que confirmou a exposição de Reproduções de Veículos Alienígenas. Apresenta um diagrama da aeronave com base na descrição de seu colega.
18ª testemunha: Daniel Sheehan, advogado.
O advogado, consultor jurídico do Disclosure Project, foi contatado por Marta Smith em 1977. Ela o informou que naquele ano o presidente Carter convocou um encontro com a CIA e exigiu informações sobre OVNI’s e qualquer informação existente sobre inteligência extra-terrestre. O pedido de Carter foi negado pelo diretor da agência na época, George Bush, o pai. Conseguiu acesso restrito a partes do projeto Blue Book naquele mesmo ano de 1977, no Edifício Madisson, onde viu fotografias de um OVNI acidentado cercado de pessoas da Força Aérea. Proibido de tirar qualquer cópias ou fazer anotações, conseguiu copiar caracteres que apareciam na nave em um bloco amarelo.
Apresentada ao falecido Dr. Werner von Braun em 1974, a então professora da 6ª série foi alertada pelo cientista alemão da necessidade de parar com o armamento do espaço. Segundo o pai da tecnologia de foguetes, cinco cartas seriam utilizadas pelos interessados em fabricar armas: primeiro os russos, depois os terroristas, em seguida as nações “malignas” do 3º mundo, os asteróides e, finalmente, uma ameaça alienígena.
20ª Testemunha: Dr. Steven Greer, diretor do Disclosure Project
O Dr. Greer explica que havia até então mais de 5 horas de depoimentos de testemunhas, e que essa coletiva fora uma pequena amostra. Ele clama por audições públicas e investigações no Congresso para desclassificar toda e qualquer informação sobre o assunto. Reafirma que já dominamos, através de engenharia reversa, a tecnologia que nos permitiria viver em um mundo mais limpo e mais humano. Insiste na desmilitarização do espaço e na predisposição de convivência pacífica com as outras espécies alienígenas.
Agradecimento ao WINSTON pela pesquisa e texto.
FONTE: http://www.anjodeluz.com.br/disclosure.htm
quarta-feira, 17 de janeiro de 2024
O deus que não é deus - predadores, chitauris e falsos deuses
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Aglomerado Estelar das Plêiades |
Este planeta tem sido constantemente visitado e muitas formas diferentes de seres humanos foram semeadas aqui através de grande variedade de experiências. Houve muitos fatores que influenciaram o curso da história na Terra. Durante milhões de anos, existiram neste planeta civilizações que vieram e se foram sem deixar vestígio. Todas estas civilizações, assim como a vossa história, foram influenciadas por inúmeros seres luminosos que vocês denominaram Deus.
Na Bíblia, muitos destes seres foram combinados passando a representar um ser, quando não eram de jeito nenhum um único ser mas uma combinação de várias energias luminosas extraterrestres muito poderosas. Eram, sem dúvida, energias majestosas vistas sob nossa perspectiva, e é fácil compreender porque foram adoradas e glorificadas. Não há literatura na Terra que apresente um retrato verdadeiro destes seres. Todos os deuses vieram aqui para aprender e acelerar o seu próprio desenvolvimento através do trabalho com criatividade, consciência e energia.
Alguns foram bem sucedidos e aprenderam suas lições, enquanto outros cometeram erros devastadores. Quem eram estes deuses da antiguidade? Eram seres capazes de modificar a realidade e comandar os espíritos da Natureza segundo a sua vontade. Os humanos tradicionalmente chamam de Deus seres capazes de fazer o que eles não conseguem. Estes seres passaram por antigas culturas de varias sociedades, retratados como criaturas aladas e bolas de luz. Este mundo é permeado de pistas, indícios e artefatos que indicam quem eram os seus deuses.
Contudo aqueles que desejavam manipular os humanos inventaram suas próprias historias criando paradigmas para os poderem controlar. Disseram-lhes que estes seres eram deuses verdadeiros e vocês foram ensinados a cultuá-los, adorá-los e obedecê-los Este paradigma está agora na eminência de sofrer uma mudança gigantesca. A verdade aparecerá, uma verdade que mudará completamente a maneira como vêem o mundo. Pobres daqueles que não quiserem enxergar. As reverberações do choque atingirão todo o mundo.
Os deuses criadores que têm governado este planeta possuem a capacidade de assumir a forma física, embora na maior parte do tempo existam em outras dimensões Eles mantêm a Terra numa determinada freqüência vibracional criando traumas emocionais para se alimentar. Existem seres que honram a vida acima de tudo, e seres que não respeitam a vida nem compreendem a ligação que têm com ela.
Consciência alimenta consciência. Não é fácil entenderem este conceito, porque vocês se alimentam de comida. A comida para alguns seres, é a consciência. Toda a comida contém consciência em algum ponto do seu próprio desenvolvimento, quer você a frite, cozinhe ou colha da horta; você a ingere para manter-se nutrido. As vossas emoções são alimento para outros seres. Quando vocês são controlados para gerarem devastação e fúria, estão criando uma frequência vibracional que sustenta a existência destes outros seres, porque é disso que eles se nutrem. Existem seres que vivem da vibração do amor, e esse grupo gostaria de restabelecer o alimento do amor neste planeta.
Eles gostariam de ligar este universo na frequência do amor para que ele tenha a oportunidade de sair e semear outros mundos. Vocês representam o grupo renegado da luz, concordaram em voltar ao planeta, e têm uma missão. Vieram para estes corpos físicos para assumirem o seu comando e mudá-los através do poder da vossa identidade espiritual. Todos selecionaram com muito cuidado as linhagens genéticas que lhes trariam a melhor vantagem inicial. Cada um escolheu uma história genética através da qual membros da Família da Luz já passaram.
Quando os seres humanos viviam nos domínios que lhes pertenciam por direito e podiam compreender diversas realidades, possuíam a capacidade de serem multidimensionais, de serem iguais aos deuses. Vocês estão começando a despertar esta identidade dentro de si. Os deuses assaltaram esta realidade. Para que vocês acreditassem serem eles Deuses com D maiúsculo, os remodelaram geneticamente. A Família da Luz foi expulsa do planeta, e o time das sombras, que operava através da ignorância, assumiu o comando. Os corpos que ocupam carregam o medo e a lembrança da luta pelo conhecimento que estes deuses representavam e roubaram de vocês. Estas criaturas espaciais magníficas podem exercer a manipulação de várias maneiras e trabalhar com a realidade de inúmeras formas diferentes.
Os humanos, na ignorância,começaram a chamar estas criaturas espaciais de Deus, com D maiúsculo. Deus com D maiúsculo jamais visitou este planeta como uma entidade. Deus com D maiúsculo está em todas as coisas.Vocês lidaram apenas com deuses com d minúsculo que desejavam ser adorados, queriam confundi-los e consideravam a Terra um principado, um lugar que possuíam nas fímbrias da galáxia deste universo de livre-arbítrio. Antes da pilhagem, vocês possuíam tremendos atributos. O exemplar biogenético do ser humano original recebeu informações maravilhosas, era interdimensional e podia fazer coisas incríveis.
Conhecereis a verdade e ela vos aterrorizará.
Quem é nós? Se Deus, que é único, não estava só, quem estava com ele nas mesmas condições de conhecimento do bem e do mal?
Se for dito que eram o Filho e o Espírito Santo, não há nada no texto que ateste isso. No texto apenas a Serpente, detinha também esse conhecimento do bem e do mal. Portanto a Serpente era como deus, sabedora do bem e do mal.
No original
Ao comerem do fruto da árvore do conhecimento o casal original não morreu tal como "Deus" disse. Por conseqüência "Deus" mentiu e a serpente disse a verdade.
Apenas a árvore do conhecimento era proibida, a árvore da vida não. Assim deduz-se que ao terem acesso a esta árvore o casal original era imortal. Assim o texto é paradoxal, pois foram expulsos do Éden para que não tivessem acesso a algo que já tinham. Aliás o texto é paradoxal porque "Deus" mente, "Deus" não é Deus, na verdade, são Deuses, e expulsa o homem de ter acesso a eternidade para que ele não se equiparasse a eles próprios. Os deuses não queriam que o homem se tornasse como eles, por isso foi expulso.
Que Deuses são esses? Seriam Deuses? Ou seriam outra coisa? Que tipo de ser passeia pelo jardim do Éden ao fim da tarde sem saber o que se passa, pergunta “onde estás” e diz-se Deus?
O casal primordial tinha acesso aos frutos da árvore da vida, então, era de se supor imortal, mas imortalidade esta dependente do consumo de tal fruto. Não seria por isso a proibição e a expulsão do Éden, esse clube dos deuses? A morte para o casal primordial veio pela falta de acesso a árvore da vida e não por ter comido da árvore do conhecimento.
Não é esta história um conto botânico, enteógeno? Parece que descobrimos a raiz do proibicionismo contra certas plantas naturais...risos.
Está escrito talvez por causa desse clube dos deuses o seguinte - Mateus 11;12:
E desde os dias de João, o Batista, até agora, o reino dos céus é tomado a força, e os violentos o tomam de assalto.
Sinal de Fumaça
Duas histórias sobre a vaidade
O elefante e a mosca Um elefante cruzava a ponte que começou a tremer sob seu peso. Uma mosca estava sentada em sua tromba. Quando ambos ...

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Narrativa versus História Um dos pontos que temos de rever quando vamos estudar em profundidade o que se esconde por trás dos conceitos de X...
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A civilização na qual estamos inseridos tem algumas falhas estruturais no quesito levar cada ser humano ao atingir de sua maturidade moral e...
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Como já notaram não sou de escrever pouco, é que a meu ver, as palavras podem gerar tanta confusão que acredito sempre necessário localizar ...